Christie Hefner, como presidente da empresa-mãe da marca nos EUA, cuidava basicamente de negócios. Uma ótima redação fazia a edição americana da revista, que naquele ano de 1998 ainda tinha a supervisão minuciosa e implacável de Hugh Hefner, seu criador, pai de Christie.

Nessa sua visita ao Brasil, que contamos com detalhe em outro post, ela se interessou pelo aspecto editorial mais como atitude simbólica, uma vez que eu prestava contas neste aspecto a meu chefe, o vice-presidente e diretor editorial da Editora Abril, Thomaz Souto Corrêa — graças a Deus, o maior “revisteiro” do Brasil, respeitado internacionalmente por sua maestria no ramo e, além de tudo, um lorde inglês nos gestos, nas atitudes e no trato profissional e pessoal.

Nesta foto de 27 de fevereiro de 1998, antes de assinar o contrato que prorrogaria por mais dez anos a licença para a Editora Abril editar Playboy no Brasil, ela toma conhecimento dos ótimos números do faturamento publicitário da revista, apresentados pela diretora de Publicidade, Thais Chede Soares, profissional de primeira com quem era fácil e muito agradável trabalhar.

Ao fundo, outra grande figura: o energético Nicolino Spina, diretor-superintendente do grupo de revistas masculinas da Abril, executivo rápido e seguro nas decisões, que confiava na Redação da revista e sempre a apoiou.

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