O corpo de dançarina e os gestos graciosos de Danielle Winits pareciam feitos para Playboy — e o resultado, elegante e sensual, aparecia em cada conjunto de fotos.

Depois de ter os cabelos ajeitados e a maquiagem retocada, como vimos na foto anterior, a atriz, sob a direção de Duran e Ariani, inventou variações com a calcinha azul que vestia, e acabamos selecionando, de dezenas de fotos em sequência, esta, que aparece na reprodução com câmera amadora feita de um exemplar da edição.

Tanto Duran como Ariani, o diretor de Arte Carlos Grassetti e eu a achamos preciosa, forte, mas destituída de qualquer tom apelativo.

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