Image
Imagem antiga de trabalhos forçados para prisioneiros condenados nos EUA (Foto: libcom.org)

Da leitora Emi Eyama, sobre as intenções do governo de enviar estudantes de Medicina para trabalhar no SUS em regiões remotas do país:

— Nem um criminoso condenado a prisão com pena convertida em prestação de trabalhos comunitários tem de abandonar o seu trabalho e sua família e prestar trabalhos forçados em alguma comunidade afastada.

DEIXE UM COMENTÁRIO

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

20 + 5 =

Nenhum comentário

Corinthians em 19 de julho de 2013

Setti, Sabe que aqui nesse Brasilzão criminoso ganha respeito, respoaldo, bolsa, prestígio e se forem estrangeiros, ganam refúgio. Agora o trabalhador comum, a combalida classe média que sustenta a farra, que se esforça, que se prepara, que investe em seus filhos, estes daí são sempre aqueles que seguram a mão pesada do estado. Afinal não é assim que o coronelismo e o petismo se sustenta ? Depois é só mandar um decreto dizendo que é classe média quem ganha mais de R$ 300 por mês, comemorar o aumento da "classe" depois da contabilidade criativa e correr pro abraço.

Adi em 16 de julho de 2013

Caro Setti Muito que bem, essa teoria da contrapartida é muito interessante, o trabalho forçado para médicos que estão ingressando na carreira poderia ser estendido também para outras categorias, por exemplo, vereadores, prefeitos, governadores, deputados, senadores e presidentes. Sempre que eleitos deveriam exercer seu mandato em beneficio do povo, pelo menos nos dois primeiros anos, só com ajuda de custo, sem direito à viagem semanal de volta pra terrinha, sem mordomia nenhuma, aluguel, carro ou o que quer que seja, dois anos. Ao final destes dois anos, teria um revalida, se fez o dever de casa e tem projetos alinhados com sua campanha de eleição e, principalmente, consittucionais, então pode ficar o resto do mandato. É de se esperar que a reeleição vai ser uma barbada ! Será que eles topam ?

Marcus em 15 de julho de 2013

Eles dizem que não é trabalho pois os médicos não teriam completado o curso, que será estendido por mais 2 anos. Cabe a pergunta: Então eles vão colocar estudantes para atender o povo? Outro dia uma médica foi presa por autorizar um estudante de medicina a trabalhar por ela, quando morreu um menino de maus tratos causados pelo pai, que espertamente disse que era meningite (lembram?). Ela, a médica, foi presa. Então o Mercadante deve ser preso com a pena multiplicada pelo número de "estudantes" de todo o Brasil.

José Luiz em 15 de julho de 2013

Ratifico as verdadeiras palavras do Sr.George Araújo Magalhães,Brilhante.

Pedro Luiz Moreira Lima em 15 de julho de 2013

Sr.jornalista Ricardo Setti: Em relação a sua crítica ao Eduardo, ela deveria estender a quase 100% das pessoas que escrevem aqui. A palavra "maluco" no caso não foi uma agressão e sim uma maneira corriqueira de se falar - "Puxa,tá maluco ?isto nunca vai acontecer..." Pedro Luiz

João Santos em 15 de julho de 2013

Pelo que tenho lido na imprensa,a falta de medicos em localidades remotas é verdade, entretanto, também é verdade que nessas areas não há o minimo, que possibilite aos medicos o atendimento adequado, como camas, macas, exames clinicos, exames de imagem, material cirurgico e etc. Como então se pretende oferecer atendimento, para aqueles que procuram os hospitais publicos, quando falta o basico? Alias, sobre esta afirmação basta ler todos os dias os jornais, ou assistir os jornais da TV, que noticiam coisas sumamente desumanas, como doentes que necessitam de atendimento urgente e ficam abandonados nos corredores dos hospitais publicos, na espera de milagres.Também é oportuno lembrar, que os medicos que, eventualmente, aceitarem o convite para praticar a medicina e falem outro idioma vão ter serias dificuldades de comunicação, com os pacientes brasileiros.

George Araújo Magalhães em 15 de julho de 2013

Não sou jurista nem profissional do direito, mas há um artigo na nossa carta magna de 05 de outubro de 1988 que afirma que todos são iguais perante a lei. Nosso governo tem uma visão muito simplista da coisa. Quer instituir dois anos a mais para os médicos, em "retribuição aos impostos destinados à formação em universidades públicas". Mas estudar em universidade pública é direito, não dívida. Vejamos: se fosse para pagar esta dívida pela formação, instituiríamos o serviço civil obrigatório para engenheiros construírem pontes, viadutos, prédios, rodovias, colégios, hospitais para os sofridos do interior e das periferias. Instituiríamos estágio de dois anos para advogados serem defensores públicos dessa gente sequiosa por justiça, assim agilizaríamos a justiça de forma ímpar. Dentistas fariam ampla cobertura contra a cárie e haveria grande plano de ortodontia à população. Economistas orientariam o povo a melhor investir suas finanças. Psicólogos fariam terapia com este povo que só falta pirar de tanto pagar imposto e ser humilhado por este governo e congresso nababescos, que viaja de jatinho para assistir a jogo da seleção. Educadores físicos fariam um trabalho de combate à obesidade, formariam novos atletas e prepararíamos o país a se tornar uma potência olímpica. Pessoas formadas nas escolas técnicas trabalhariam para o povo como eletrotécnicos, técnicos em estradas, etc. Professores ocupariam as salas de aula e seríamos uma potência na educação. Não, o governo que resolver a saúde com médicos, médicos e médicos. Saneamento básico não precisa. Besteira, o doutor passa remédio pra verme no posto. Afinal, não vai faltar médico... Ah, se a lógica é retribuir, que tal pegar os beneficiários dos programas sociais e retribuírem com o que sabem fazer? Que tal pegar os assentados do MST que aparecem invadindo propriedades e destruindo plantações e façam projetos de horta coletiva e de reflorestamento? Fazer caridade com o chapéu alheio é fácil. Difícil é fazer o decente, o democrático e o constitucional. Especialmente para quem tem mente estreita. George Magalhães Médico Urologista Fortaleza - Ceará Obrigado pela atenção

Bruno Sampaio em 15 de julho de 2013

Disse tudo!

Eduardo em 15 de julho de 2013

Exagerou neste post prezado Colunista. Nesta intenção de criticar a qualquer custo está perdendo a linha. Há milhares de outros pontos do governo a serem criticados sem parecer maluco. Não sou eu quem está maluco, posso lhe garantir. E que medão de se identificar, hein?

wilson em 14 de julho de 2013

Setti se a constituição diz que saúde, aducação, e segurança é tarefa e dever do estado, a teoria de obrigar os estudantes a dar dois anos de trabalho ao estado como se o estado fizesse um favor não cola é coisa do celerado do Mercadante douto em "economia"

RONALDE em 14 de julho de 2013

Os petistas querem retornar às origens, Mercadante já deu o primeiro passo. Apelido do Mercadante: o Rasputim do Planalto.

RONALDE em 14 de julho de 2013

Quando você acha que o Mercadante já produziu todas idéias absurdas e atitudes mais deprimentes, ele retorna com esse projeto ditatorial, fora de propósito, encaminhado somente por um motivo:diversionismo.

IZIDRO SIMÕES em 14 de julho de 2013

Amigo Izidro, como já comentei antes com você mesmo, e mais de uma vez, as regras para publicação de comentários no blog vedam textos escritos apenas em maiúsculas. As regras têm chamada permanente na home page, para consulta. Conto com sua colaboração da próxima vez. Obrigado.

VER + COMENTÁRIOS
TWITTER DO SETTI