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A Seleção posa antes da vitória por 3 x 0 contra a França na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, no último domingo. Em pé: Júlio César, Fred, David Luiz, Hulk e Thiago Silva; Agachados: Oscar, Daniel Alves, Neymar, Marcelo, Paulinho e Luiz Gustavo (Foto: Jefferson Bernardes – VIPCOMM)

Por Daniel Setti

A Seleção Brasileira chega para a disputa da Copa das Confederações, que começa hoje, sob olhares desconfiadíssimos do torcedor.

Pesam, além de fatores extra-campo como a rejeição pela CBF e ao superfaturamento e atraso na entrega dos estádios, os critérios puramente futebolísticos.

Convenhamos: há muito tempo a Canarinho decepciona dentro das quatro linhas, e os exemplos retrospectivos vêm desde os fracassos nas Copas do Mundo de 2006 e 2010 ao futebol burocrático que o elenco atual comandado por Felipão e Parreira tem exibido.

A pentacampeã é, também, tricampeã

No entanto, é sempre imprescindível respeitar a pentacampeã do mundo. E não apenas por jogar em casa – embora isso possa se tornar um potente fator contra, a julgar pelas recentes vaias e “caxiroladas” -, mas principalmente por nosso currículo nesta “Champions League de seleções”.

Ganhador em 1997 (na Arábia Saudita), 2005 (na Alemanha) e 2009 (África do Sul), o Brasil é o único tricampeão do torneio. A França vem em seguida, com dois canecos. Tudo bem que até hoje foram apenas seis edições – entre as organizadas pela FIFA -, mas sem dúvida é contundente do que ganhar a metade delas.

Se considerarmos, ainda, que só desde 2005 vale o formato atual, disputado uma vez a cada quatro anos no país sede do Mundial seguinte, reunindo os melhores de cada confederação continental, o vencedor da última Copa e o próximo anfitrião, somos os únicos “campeões legítimos” da Copa das Confederações. Bicampeões, aliás.

Se o estilo de jogo convence ou não, aí são outros quinhentos. Mas por hora, não custa revermos resumos dos dois últimos títulos:

Copa das Confederações 2005 – Tudo ia mal após um empate com o Japão e uma derrota para o (algoz) México.

Mas a equipe de Parreira acabou entrando nos eixos batendo na semifinal os sempre poderosos alemães, donos da casa, e goleando espetacularmente eles, os argentinos, no final (4×1). O vídeo é curiosamente nostálgico por trazer, por exemplo, o depois prematuramente arruinado Adriano no auge de sua forma:

Copa das Confederações 2009 – A campanha dos soldados de Dunga, liderados por Kaká e Luís Fabiano, teve menos sobressaltos e incluiu uma vitória sobre a Itália na fase de classificação.

Esperava-se um confronto histórico com os espanhóis na final, mas La Roja caiu diante dos EUA antes da hora. Os americanos, por sua vez, se mostraram um adversário duríssimo na emocionante decisão, abrindo 2×0 no placar, só revertido a duras pena com gol de cabeça do então capitão Lúcio:

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9 Comentários

diavilla em 18 de junho de 2013

Caro, conforme as regras do blog, amplamente divulgadas, não publicamos aqui comentários em maiúsculas. Obrigado pela compreensão.

João em 18 de junho de 2013

A Seleção Brasileira de Futebol de hoje é o retrato do Brasil na atualidade, nela existe: maquiagem, farsa à vontade, pipoqueiros com sobra e para completar a estrutura se encontra abaladissima...

Pedro em 17 de junho de 2013

A Espanha é um time q adora qdo os seus adversários entram com medo e na retranca, a maioria esmagadora deles. Estão acostumados a jogarem contra as seleções européias, q privilegiam a marcação e a parte tática. Qdo o Barcelona, q é a seleção espanhola praticamente, pegou 2 times de alto nível técnico e q jogam pra frente, sem medo, eles tiveram grandes dificuldades, vide os jogos contra o PSG e Bayer de Munique, q passou o trator neles. Já com o Brasil o buraco é mto mais embaixo. Nossa seleção tem os jogadores de maior nível técnico do mundo, sempre foi assim. Nossa seleção sempre jogou pra frente, agredindo o adversário nos 90 min. Jogo ofensivo, de agressão, esse é o nosso DNA futebolístico. A seleção brasileira ta pegando o ritmo e ganhando bem do Mexico e Italia, tenha medo viu. Vai chegar numa possível final com mta confiança. E a seleção brasileira, com o material humano q tem (e sempre teve), com confiança e moral...vixe! Te prepara Espanha! O Brasil é a única super potencia do futebol, pentacampeã mundial e vários outros títulos e com disse recentemente Vitor Belfort: “eu sou o ultimo T-Rex dessa floresta”, o Brasil sempre estará no topo da cadeia alimentar.

luiz em 15 de junho de 2013

paraquem Rivelino,ademir,gerson, pele,resto passa zabra que tiza

otto em 15 de junho de 2013

Porque têm que ser respeitada?, ora, respeito se conquista e se mantém, ninguém vive dos louros do passado Faz tempos que essa "amarelinha" tá amarelada de mojo e fungo, brasileiro gosta mesmo disso, ficar deitado em berço esplêndido e cantando as vitórias do passado. Sendo assim, aproveite e peçam pra FIFA colocar o Brasil em 1º lugar no Ranking, a seleção brasileira merece respeito e não pode amargar um 22º lugar

afonso em 15 de junho de 2013

jogador hoje não precisa mais jogar para ganhar dinheiro viraram garotos propaganda ,um absurdo .estao tudo uns perna de pau ..

Aguinaldo Mendes da Silva em 15 de junho de 2013

Sinceramente , estou pouco me lixando para a Seleção . Não respeito jogador nenhum.

Jayme Guedes em 15 de junho de 2013

Setti, história não ganha jogo. No esporte só vale o momento e no momento ocupamos o vigésimo segundo lugar no ranking da FIFA. Quem nos respeitará? Só a turma do trigésimo lugar para baixo e olhe lá.

Márcia Maria em 15 de junho de 2013

Parabéns pelo Guri, texto muito esclarecedor, não sabia desse aproveitamento de 50 % nesse torneio, mas há tb tem uma estatistica contra, q sempre q ganhamos perdemos a copa no ano seguinte. Mas claro q a seleção, ainda só perde para ela mesma. Vamos ver a Espanha e Alemanha. Mas não tenho nenhum palpite!

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