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A anunciada greve de delegados e agentes da Polícia Federal às vésperas da Copa é uma enorme dor de cabeça para o governo (Foto: Folhapress)

A greve de agente penitenciários em São Paulo tem, com certeza, a mão de gato do PT, cujo grande objetivo eleitoral este ano, afora a reeleição da presidente Dilma, é fazer chegar o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha ao Palácio dos Bandeirantes.

Se o governador tucano Geraldo Alckmin tem um frio na barriga com a greve — e deve ter outros, ao longo do ano –, não é diferente a apreensão do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da presidente Dilma com a greve em preparação de delegados e agentes da Polícia Federal, em abril, às vésperas da Copa do Mundo.

Greve na área de segurança pública é complicada e de legalidade questionável, enquanto o Congresso não faz avançar o sensato projeto de lei do líder do PSDB, senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), que regulamenta o tema. O que não há dúvida é que greves desse tipo são uma grande dor de cabeça eleitoral.

O projeto de Aloysio, longamente pesquisado e trabalhado, assegura o direito de greve sob uma série de condições, começando pelas que legitimam o movimento — percentagem de sindicalizados que votam, por exemplo — e indo até exigências como a de que, no setor de segurança pública, é obrigatório assegurar a permanência no trabalho de 80 por cento dos funcionários.

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antonio em 24 de março de 2014

Há, de fato, apenas duas correntes na PF. Os que trabalham para o PT e o resto. Os agentes da PF estão sendo massacrados por terem feito operações contra a corrupção. Os do PT deram sumiço nas gravações da Rose com o "namorado". O Presidente do Sindicato não consegue ser recebido pelo Ministro Cardozo. Esclarecido agora?

Meia Verdade em 24 de março de 2014

Não sabia que havia várias correntes, mesmo assim é lamentável.

Meia verdade em 23 de março de 2014

E Setti, mas no outro lado o presidente do sindicato dos policiais federais tem forte ligação com o PSDB, e politica Setti...e politicagem dos dois lados....no final das contas ficamos nos cidadãos nas mãos dessa democracia que "encanta". Você está mal informado. Na Polícia Federal, infelizmente, temos várias correntes políticas internas. Há várias associações e sindicatos diferentes. Há o Sindepol (sindicato dos delegados), o Sindipol (sindicato dos policiais federais, genéreico), a ADPF (Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal), a Ansef (Associação Nacional dos Servidores da Polícia Federal) e outras entidades, cada uma delas influenciada por um ou outro partido.

andre costa em 20 de março de 2014

Delegados da Polícia Federal não faz greve. .. podem descubrir que não farão falta... Agentes Federais denunciam a frágil segurança dos aeroportos. .. Delegados ganhamvde R$ 17000, 00 a 23000, 00 como fazer greve ganhando o topo do Executivo. ..

Jacinto Sousa Neto em 20 de março de 2014

Para tomar conhecimento do meu comentário sobre o que o governo federal está fazendo com a Polícia Federal Brasileira - uma espécie de retaliação - basta acessar o trabalho intitulado "O DESCASO PARA COM O DPF" de minha autoria, o qual foi publicado pelo JORNAL JURID no dia 18/11/2013 (http://jornal.jurid.com.br/materias/doutrina-geral/descaso-para-com-dpf).

Marco em 19 de março de 2014

Don Setti, eles são terríveis, com esses sindicatos, aqui no RS, por causa do Fortunatti, estava por trás o Sen. Paim, envolvido com a CUT, nas greves de ônibus. E o Tarso, mandando beijinho de ombro. E eles gostam mesmo é de paralisar e tumultuar, principalmente os serviços indispensáveis para a população. Pq sabem q os " patrões " são os adversários políticos. Questionam tudo, para conseguir seus objetivos políticos e particulares. E o q mais irrita q isso não é decidido por autoridade pública, mas sim por assembléia sindical. E o pior ,q esses cismadores políticos tem estabilidade no emprego. Eu não conheço pior tirania pública q essa... Abs.

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