Ueba, notícia boa: simplesmente genial a ideia sendo germinada na União Europeia para que, nos períodos em que os barcos de pesca de seus 27 países-membros não possam atuar – devido ao frio excessivo, a acidentes naturais ou a perídos de “pausa biológica” para não esgotar as reservas naturais –, eles recolham do fundo do mar o que puderem das centenas de milhares de toneladas de plásticos, latas, vasilhames, garrafas e uma infinidade de outros resíduos não biodegradáveis e os encaminhem para a indústria de reciclagem.

Em vez de ganhar com peixes e frutos do mar nesses períodos de recesso, os pescadores receberiam retribuição em dinheiro pelo trabalho de limpeza.

Ainda não está claro como será feito o pagamento. Parte dos recursos viriam, naturalmente, das indústrias recicladoras. Também se cogita promover o treinamento das tripulações para uma limpeza mais eficaz dos mares, o que, igualmente, custa dinheiro.

De todo modo, os fundos europeus de pesca prevêem a concessão de “subvenções para ações coletivas dos pescadores” em caso de serem atendidos os “interesses gerais” dos países-membros.

Essa pode ser uma das saídas para o financiamento da operação-arrastão do lixo submarino.

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8 Comentários

Nilda em 03 de agosto de 2011

Boa tarde? amei..

wilclef em 27 de maio de 2011

Aqui no Brasil a questão cultural é um barreira praticamente intrasponível, conscientizar um adulto da importância de não poluir é praticamente impossível, deve-se começar a criar essa consciencia nas crianças de hoje, que certamente conduzirão os Países do mundo inteiro no futuro.A Europa, como sempre, saindo na frente com o seu modelo invejável de educação e consciencia ambiental, infelizmente ainda não vemos muito isso por essas bandas. Cabe agora copiar e por em prática esse modelo por aqui, pois o que não vai faltar é mão de obra, pois os pescadores na época de defeso, recebem para não fazer nada, então, mãos a obra para salvar o planeta da maldita polução.

ADRIANO em 26 de maio de 2011

o Brasil poderia comprometer-se com o desmatamento zero e essas ONGs,com todos os seus recursos e apoiadores, deveriam comprometer-se com a criação da reserva legal nos EUA e na Europa, com a recriação de florestas nativas. Utilizariam todo o conhecimento e tecnologia de suas grandes universidades. Poderiam começar com 20%, o mínimo existente no Brasil. Mostrariam sua verdadeira vocação ambiental e planetária. Outra idéias para as ongs pararem de encher o saco dos produtores : que tal alguem aí inventar uma privada, sim, privada mesmo, vaso sanitário que não mande literalmente por água a baixo 5 litros de água limpa e tratada para apenas uns 300 militros de xixi e olha que não estou nem falando do numero 2!!! te garanto que seria bem mais proveitoso para o planeta!!! imaginem a população que tem banheiro e cada pessoa despachando 5 litros de agua por dia varias vezes ao dia... aí sim esses eco loucos estriam fazendo alguma coisa. Mas isso essa gente não pensa!!!

Nelson de Azevedo Neto em 26 de maio de 2011

Acho que seria uma excelente iniciativa... E independente dos custos iniciais com a promoção de estudos/pesquisas e também de incentivo, certamente esta empreitada traria a médio e longo prazo excelentes benefícios, não só para a natureza, como também para as comunidades de pescadores e a sociedade em geral engajadas no projeto... e quando os governos são "sérios" e, realmente, querem implementar algo que realmente vise o bem comum da sociedade, eles (os governos) buscam soluções para super quaisquer barreiras que encontrem... Enfim, com vontade política e apoio da sociedade não há o que não se possa almejar... Enquanto isso no Brasil.....

Ronaldo em 26 de maio de 2011

Ecologia e pragmatismo! Isso funciona!

Paulo Bento Bandarra em 26 de maio de 2011

A questão é como financiar. Assim, por alto, parece fantasioso. Afinal, se a reciclagem tivesse bombando, não precisaria nem a União propor. Ela seria um negócio por si mesmo. Mas parece que os custos são altos e o retorno nem tanto. Outro lado que deveria atacar é o de embalagens não degradáveis e quinquilharias plásticas que acabam nos bueiros, rios, lagos e mares, flutuando ou contaminando o fundo. O Século XX foi o século do lixo.

Ana Maria em 26 de maio de 2011

Que idéia fantástica!!! Deveríamos copiar.

Vera Scheidemann em 26 de maio de 2011

Ótima idéia ! Tomara que funcione lá e - quem sabe ? - seja adotada por aqui também. Lixo é o que não falta. Infelizmente. Vera

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