Com a presidente Dilma Rousseff recém-credenciada para seu segundo mandato, conquistado num apertadíssimo segundo turno em 26 de outubro de 2014, comentei o novo cenário político em um “Aqui Entre Nós” da TVEJA, com a âncora Joice Hasselmann.

Critiquei a defesa do governo petista do “bolivariano” decreto 8243, que pretende instituir uma Política Nacional de Participação Social, e sua tendência ao aparelhamento de conselhos e órgãos públicos por movimentos sociais.  “Não pode haver instituições paralelas que acabam, com os governos petistas, predominando sobre as instituições que a Constituição criou”, disse.

Ataquei também a total apatia de Dilma após a reeleição e a inaceitável atitude de não confirmar um ministro da Fazenda antes do pleito. “Uma presidente dinâmica que quisesse criar um novo otimismo já teria escolhido o ministro antes”, afirmei. “Guido Mantega é uma boa pessoa, é cordato, mas vaga como um fantasma, não é respeitado por ninguém”.

Também ressaltei o fato de Dilma ter passado sua campanha demonizando o chamado “mercado” para depois recorrer justamente a integrantes da área para o cargo (que recusaram a proposta).

Por fim, condenei o comportamento do candidato derrotado, Aécio Neves, praticamente desaparecido após ter recebido 51 milhões de votos. “Ele está completamente equivocado”, mandei. “Deve estar deprimido pela derrota, mas ele tem que aparecer. É justo que ele descanse, mas ele sumiu. É o grande líder da oposição”.

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