A Agência Brasil informou há pouco que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo (foto principal), “defende” uma apuração rigorosa do assassinato do agente da Polícia Federal Wilton Tapajós Macedo, assassinado com dois tiros ontem.

Macedo, como se sabe, participou das investigações envolvendo o malfeitor Carlinhos Cachoeira e foi um dos responsáveis por sua prisão.

Foi morto covardemente no Cemitério Campo da Esperança, em Brasília, na circunstância particularmente especial de que visitava o túmulo dos pais.

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O policial federal Wilton Tapajós Macedo: crime gravíssimo, em que não cabem reticências — só a busca da verdade! (Foto: Perfil do Facebook)

PMI do Cachoeira é uma comissão parlamentar mista de inquérito (Câmara dos Deputados e Senado Federal) criada no Brasil para investigar a atuação do empresário de jogos ilegais Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e suas ligações com agentes públicos e privados no que se conhece como crime organizado no Brasil.

E Cardozo “defende” uma apuração rigorosa dos fatos.

“Defende”, como, cára-pálida? Cardozo é o MINISTRO DA JUSTIÇA, superior hierárquico da Polícia Federal.

Diante do escândalo espantoso que é o assassinato de um agente da lei tão umbilicalmente ligado ao caso Cachoeira. Não se sabe se sua morte tem a ver com o escândalo, mas o caso todo de alguma forma se agrava e assume proporções antes inimagináveis, Cardozo não pode “defender” nada. Tem que MANDAR!

É uma questão de HONRA para ele próprio, para, naturalmente, a Polícia Federal, que perdeu um dos seus, para o governo e para o país!

Temos que saber quem foi! Temos que saber quem mandou! É preciso rigorosamente, sem retórica e sem palavrório, ir até o FIM em relação a esse crime.

Agora, em meio a tudo o que se sabe do caso Cachoeira, das evidências todas que apontam para um monte de gente — inclusive para o governador tucano de Goiás, Marconi Perillo, que deveria estar na marca de pênalti para ser cassado –, aparece um homicídio. E desse porte, de um agente da lei, que havia trabalhado na apuração da bandalheira toda!

O presidente da CPI do Cachoeira, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), cumpre seu papel protocolar ao dizer que a comissão “seguirá” as investigações sobre a morte do policial. A CPI, porém, não pode fazer nada.

A palavra e a ação estão com o ministro da Justiça e com a Polícia Federal. A PF deve colocar todos os meios possíveis e imagináveis para deslindar esse crime.

Queremos respostas! Queremos consequências para o que ocorreu!

É um caso tenebroso, gravíssimo, sobre o qual não pode haver dúvidas nem reticências — só a verdade.

ATUALIZAÇÃO

Quatro homens acusados de assassinar o policial federal Wilton Tapajós Macedo foram condenados a penas que variam de 1 a mais de 21 anos de prisão. Pelo crime de roubo seguido de morte (latrocínio), B. M. T., J. S.S. e D. R. J. M. tiveram pena de 21 anos e 6 meses. De acordo com a sentença do magistrado, o “crime teve consequências gravíssimas, uma vez que a vítima, agente da polícia federal (…) teve sua vida ceifada”, não tendo os criminosos direito a apelar em liberdade.

Com relação a G. G. O. M., o juiz decretou a pena de 1 ano de reclusão pelo crime de receptação, podendo o acusado cumprir a pena em regime aberto.

Relembre o caso

No dia 17 de julho de 2012, o Agente Federal Wilton Tapajós estava visitando o túmulo dos pais no cemitério Campo da Boa Esperança em Brasília/DF, quando foi surpreendido por assaltantes e levou dois tiros na cabeça, vindo a falecer minutos depois no local.

O carro do agente da PF foi levado pelos assassinos e encontrado na mesma semana próximo à Barreiras/BA.  Ele foi clonado pela quadrilha, que segundo as investigações, era especializada na venda de carros roubados.  A arma usada para matar Tapajós também foi apreendida e periciada pela Polícia.

Operação Limite

As condenações evidenciam a qualidade dos trabalhos desenvolvidos pelos policiais que trabalharam na Operação Limite, desencadeada pela Superintendência da Polícia Federal no DF, com apoio de várias unidades da Polícia Federal e da Polícia Civil do Distrito Federal, logo após o acontecimento.

Após quase um mês de investigações, sete pessoas foram presas – cinco no Distrito Federal e duas na Bahia. Além deles, um menor foi apreendido por participação no crime. A Operação Limite, cujos trabalhos possibilitaram que o assassinato de um membro da família Polícia Federal fosse esclarecido em sua totalidade, foi uma resposta rápida e eficaz do Estado, permitindo assim que o sentimento de justiça pudesse ser compartilhado por todos os integrantes da corporação e também pela sociedade.

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GILBERTO ALVES Oª em 23 de julho de 2012

Douto Ministro da Justiça, o Dep. Sergio Guerra até o presente momento, ainda não descobriu o caminho correto, logíco e preciso, para promover a defesa do Governador de Goiás, a bem da verdade está seguindo um caminho fora dos parametros da normalidade, agora que o DPF mencionou parte de escutas em nomes do irmão do acusado, basta apertar o cinto um pouquinho que a podridão dos dois aparecerá de forma clara e cristalina e fiucará sobejamente provado os fatos em comento.

Osvaldo Aires Bade - Comentários Roubados na "Socialização" em 20 de julho de 2012

A Francy Granjeiro - 19/07/2012 às 14:54. Visitei os blogs indicados por você e como não entendo de jornalismo - só entendendo do que é direito e certo. Em todas as matérias que consegui ler sempre vi algo errado nelas. Começando pelo link que deixaste o opensanti, vamos lá: O William Bonner jamais teria tanto poder em um tele jornal antes dele teria uma infinidade de pessoas uma delas é a Ali Kamel que no meu entender é muito mais perigoso do que “mauricinho” Bonner. Além da que existe de fato organizações mundiais de agencias de notícias – absolutamente naturail. Deixo só aqui esse link perola da banda de lá: http://cinenegocioseimoveis.blogspot.com.br/2012/07/o-mensalao-como-operacao-de-marketing-e.html Abraço a Todos Osvaldo Aires

Osvaldo Aires Bade - Comentários Roubados na "Socialização" em 20 de julho de 2012

Os respingos do caso Cachoeira – Espero que chegue no judiciário e rápido. Mas que coisa! O agente da Polícia Federal Wilton Tapajós Macedo, integrante do núcleo de inteligência que resultou no desvendamento do esquema do bicheiro Carlos Cachoeira, foi morto com dois tiros na cabeça quando visitava o túmulo dos pais, num cemitério de Brasília. Flagrado nos grampos da operação que desvendou o esquema de Carlos Cachoeira, o delegado da Polícia Civil de Goiás Hylo Marques Pereira está desaparecido desde o dia 14 de julho. Preso desde 29 de fevereiro, e sem perspectiva de ser libertado, o contraventor Carlos Cachoeira teria tentado se matar(?) no presídio da Papuda, em Brasília, enforcando-se com uma calça – uma clara tentativa de queima de arquivo. Eu, hein! Mas um pouco e chegaremos ao Celso Daniel ( prefeito de Santo André) e Toninho do PT (O prefeito de Campinas Antonio da Costa Santos) Abraço a Todos Osvaldo Aires

Ruy em 19 de julho de 2012

Sabem o que vão dizer logo a frente ? Que foi obra das oposições que conspiraram contra o governo. Podem esperar, é só questão de tempo.

etiene em 19 de julho de 2012

APURAÇÃO !!, NESSE DESGOVERNO, QDO SE APURA ALGUMA COISA, ESSA HISTÓRIA DO AGENTE FEDERAL VAI SER APURADA TALQUAL O ASSASSINATO DO C. DANIEL, O TONINHO DO PT E OUTROS, SÃO TODOS UM BANDO DE VIGARISTAS, LADRÕES E ASSASSSINOS DE CARTEIRINHA.

Francy Granjeiro em 19 de julho de 2012

As técnicas infalíveis de manipulação http://opensanti.blogspot.com.br/2012/07/william-bonner-jornal-nacional-noam.html . O Globo no Rio de Janeiro, Clarin na Argentina, El Mercurio no Chile e outros editam matérias com o mesmo teor, como se fossem extraídas de uma mesma matriz midiática. Mario Augusto Jakobskind, Direto da Redação

Anderson em 19 de julho de 2012

Tudo Balela.... isso vai acabar como o mensalão, PIZZA!!!! Governo desacreditado...polícia desacreditada .... o povo já está saturado dessa corja toda e isso só vai continuar quando começarmos mudar os nomes que vemos todos os anos no poder e fazer a grande massa ter consciência política....mas como sem educação. Hino Nacional toda segunda feira nas escolas, disciplina de moral e cívica... fazer a criança amar o seu País desde cedo...etc..

Sel em 19 de julho de 2012

IMPUNIDADE... Como nunca antes neste país!

Pedro Luiz Moreira Lima em 19 de julho de 2012

Minha pequena opinião: Não existe como abafar,esconder um crime como esse - o Delegado Wilson Tapajós Macedo faz parte da elite da inteligência da PF.Tudo indica execução. Lamento pela violência e sentimentos a dor da família desse policial dedicado na defesa da sociedade brasileira. Concordo com a opinião do Alberto Porem Jr.tranquila e sem paixão. Abraços Pedro Luiz

Ferreira Pena em 18 de julho de 2012

Pois discordo de todos, por algum motivo, mesmo para "deixar" um recado, o pobre agente foi morto. Tá na cara que o vermelho Cardoso não vai se empenhar coisa nenhuma. Sabemos que a PF não é unida, tem de legalistas a vermelhos até a medula. E mesmo se descobrirem alguma coisa, se prejudicar o PT, a Delta, Cavendisch, Cabral e mesmo o Cachoeira, enquanto não passar o furacão, nada será revelado.

José Carlos Colodette em 18 de julho de 2012

Esse crime estarrecedor mostra o quanto este país está apodrecido moral, e politicamente. Tem esse crime valor idêntico ao atentado da Rua Toneleros no governo Vargas.

Rodrigo Ribeiro em 18 de julho de 2012

O número de criminosos no Brasil e igual a qualquer parte do mundo. O problema e que no Brasil existe impunidade. Na verdade, os criminosos no Brasil, como nao sao punidos, praticam vários crimes. Dai a sensação de que existe muito mais criminosos no Brasil de que nos outros países. Basta olhar a ficha dos criminosos, em sua grande maioria reincidentes e que deveriam esta presos.

demolins machado rezende em 18 de julho de 2012

em quanto não mudar as léis neste pais vai sempre morrer gente do bem q combate o crime organizado, hoje foi esse policial amanhã será outro e mais outros vão morrer, já q não tem cadéia para bandido porque não apagam esse cachoeira q fica só dando dispesa para o paíz, e não demora muito tempo vai sair pele porta da frente da cadéia.

geremias cavalcant em 18 de julho de 2012

Caro Augusto, não podemos parar para pensar o tempo é curto a morte do federal tem evidencia de que foi a mando deses personagem que estão envolvidos na CPMI do Cachoeira com certeza, e pode ser de gente que esta envolvida e ainda não prestou depoimentos por isso tem que todo mundo inclusive seu Sérgio Cabral ele esta muito tranquilo não quero dizer aqui que foi ele, mas tem que chamar todo mundo na grande o povo não acredita mais em ninguém da maneira que anda a carroagém uns são convocados e outros não por que isso, o Lula não quer novamente o Governador de Brasília Agnelo PT, se envolvendo mais na mais na CPMI por que ele tem esse direito de entrometer-se qual autoridade esse sujeito tem para impedir o julgamento de quem quer que seja, isso é um absurdo. Esse crime tem que ser desvendado a todo custo e não deixar ficar igual ao do Celso Daniel, se a policia federal entrar e fusar sobre a morte de Daniel logo ira saber quem foram os mandantes e é evidente que foram gente ligado a Daniel isso está estampado na cara de muita gente do proprio ParTido dos Trabalhadores falta pouco para desvendar os assassinos estão a vontade, enfim só falta acoço e muita pressão.

Roberto em 18 de julho de 2012

Setti, mais uma vez você está corretíssimo, apenas lamento não conseguir acreditar que um ministro do partido que agiu como agiu nos casos Celso Daniel e Toninho do PT possa tomar alguma atitude decente diante desse novo assassinato que nos faz lembrar dos métodos mafiosos de resolver os problemas com seus desafetos. Para crer que haverá apuração séria desse caso , eu precisaria não ter conhecimento que, além do Celso Daniel, pelo menos oito pessoas, ligadas de alguma forma ao caso morreram em circunstâncias estranhas. Só para recordar, o garçom Antônio Palácio de Oliveira, que serviu o prefeito e Sérgio Sombra no restaurante Rubaiyat, em 18 de janeiro de 2002, noite do sequestro, foi assassinado em fevereiro de 2003. Vinte dias depois da morte do garçon, Paulo Henrique Brito, única testemunha do assassinato, foi morto com um tiro nas costas. Em dezembro de 2003, o agente funerário Iran Moraes Rédua foi assassinado com dois tiros quando estava trabalhando. Rédua foi a primeira pessoa que reconheceu o corpo de Daniel na estrada de terra e chamou a polícia. Dionízio Severo, detento apontado pelo MP como o elo entre Sérgio Gomes, acusado de ser o mandante do crime, e a quadrilha que matou o prefeito, foi assassinado na cadeia, na frente do próprio advogado. O homem que o abrigou no período em que a operação teria sido organizada, Sérgio Orelha, também foi assassinado. Outro preso, Airton Feitosa, disse que Severo lhe relatou ter conhecimento do esquema para matar Celso e que um "amigo" de Celso seria o responsável por atrair o prefeito para uma emboscada. Otávio Mercier, investigador que ligou para Severo, foi morto em julho de 2003. O legista Carlos Delmonte Printes, que na época constatou que Celso Daniel havia sido torturado, foi encontrado morto em 12 de outubro de 2005. Convenhamos que é difícil acreditar que os ínclitos dirigentes petistas farão uma rigorosa apuração dos fatos atuais e buscarão a punição dos culpados. Espero sinceramente estar enganado, mas acho que não estou.

eder em 18 de julho de 2012

queima de arquivo é o que o pt sabe fazer melhor.

Atento em 18 de julho de 2012

Muito bom, Setti! Tem que cobrar mesmo! Você voltou em grande estilo: bem-vindo de volta! Muito obrigado, caro Atendo.

Alberto Porem Jr. em 18 de julho de 2012

Este é um crime que não ficará impune, existem câmeras, testemunhas e muitas pegadas, se a ligação com Cachoeira existir, ela só virar comprovar que não existe esta figura emblemática de bandido bonzinho, existe só bandido bandido. E quem estiver ao lado de bandido bandido será cúmplice bandido e deve ir para a cadeia, né "seu Demóstenes"...

Carlos fc em 18 de julho de 2012

Com a palavra:a oposição.Na câmara e no Senado espero ouvir discursos duros,cobranças inflamadas e o comprometimento com a apuração desse atentado ao estado de direito.

RUY em 18 de julho de 2012

Caro Ricardo, Que bom vê-lo de volta a este espaço. Concordo com você quanto à necessidade de apuração do assassinato covarde do policial. O Dr. José Eduardo Cardozo também quer uma "apuração rigorosa" (seria no mínimo estranho se ele "defendesse" uma apuração não rigorosa - coisa, aliás, que tentou, com todos os recursos de sua brilhante inteligência, na CPI dos Correios, na qual fez de tudo para defender os respponsáveis pelo mensalão e dificultar as apurações). À primeira vista, o assassinato não me parece ligado ao caso Cachoeira, pelas mesmas razões expostas, em seu blog, pelo Reinaldo Azevedo: "É evidente que a tentação de ligar a morte do agente à operação é grande. Pode ser? Claro que pode ser. Tudo pode ser. Mas essa é uma operação gigantesca. O jogo está jogado. O que tinha de ser colhido já foi. Os vazamentos ainda estão em curso e não dependem mais da ação desses funcionários da PF. Mais: trata-se de uma ação grande, envolvendo vários profissionais. A suposição de que um deles concentrasse informação suficiente a ponto de fazer dele uma peça a ser eliminada é remota. Ele já havia atuado no combate ao narcotráfico e à pedofilia. Por que o policial escolheria justamente o túmulo dos pais para marcar um encontro profissional, ligado a alguma investigação, dadas as muitas larguezas de Brasília? A polícia diz trabalhar com a hipótese de latrocínio, já que seu carro foi levado. Ladrões dando plantão em cemitério em plena terça-feira? Pode ser? Tudo pode ser, mas… A Polícia Federal certamente vai trabalhar com todas as hipóteses. Que não descarte, então, uma delas: um crime que nada tem a ver com a atuação profissional de Macedo, praticado por quem sabia da atuação do policial da operação Monte Carlo e enxergou uma janela de oportunidades. É uma hipótese, como as outras." Só discordo de você quanto às suspeitas que pairam sobre o Marconi Perillo. Confesso que, até agora, ainda não vi nada de substancial quanto a elas. De que é ele acusado? De ter vendido uma casa que era sua? De haver recebido, em pagamento, cheques emitidos por empresa que, posteriormente, descobriu-se ligada à Delta e a Cachoeira? De haver efetuado pagamentos nas devidas épocas relativamente a um contrato celebrado no governo anterior e que, devidamente cumprido, sempre foi regularmente pago? É muito fácil extrair conclusões precipitadas na base do "tá na cara que ele é um pilantra". Como você bem sabe, já vi (e sofri) esse filme antes, sob a direção do notório Luiz Francisco. Finalmente (já passei dos limites) concordo com sua decisão de não postar o vídeo enviado pelo Reynaldo-BH, por proveniente da griffe do Bispo. É que, como dito na ópera Carmina Burana, "não se deve acreditar no diabo nem quando ele fala a verdade". Um forte abraço. Valeu, grande Ruy. E claro que me lembro daquele procurador ávido pelas câmeras, demagogo e oportunista, e do quanto ele quis prejudicar seu irmão e vocês todos. Vou refletir sobre o que vc me diz sobre o Perillo, porque levo a sério o que você diz e escreve. E obrigado por suas palavras iniciais. Um grande abraço do amigo de sempre.

ricardo carvalho em 18 de julho de 2012

Que tem o dedo do PT, tem. Eu não tenho dúvida.Até o dia do Juízo Final - dia 2 de agosto - quando se inicia o julgamento dos mensaleiros, tenho certeza de que gente do pt, cujo nome começa com a letra Zé Dirceu, vai tumultuar a vida do brasileiro. Que vai, vai.

Eduardo Cezar Bento em 18 de julho de 2012

Setti, esse ministro é da ala "moderada" do PT, só faz o que o chefe manda...mais um "borra-botas"...País acéfalo, sem vergonha, sem caráter...É porisso que a insegurança grassa neste país, crimes "banais" não são investigados, a policia civil e militar, cada vez mais restringidas em ações e o bandido, de qualquer nível, desde o chinfrim, ladrão de galinha, até um(a) presidente(anta) da republiqueta do brasil, nada de braçadas...Justiça é cega...e nas mãos dessa corja, é idiota.

sergio conde em 18 de julho de 2012

Porque o supremo tribunal liberou os comparsas do cachoeira . Eles são a meu modo de ver , os primeiros suspeitos. Cana nestes canalhas novamente , e não abra a cadeia de forma alguma . Os policiais federais estão em perigo com estes bandidos soltos !!

Reynaldo-BH em 18 de julho de 2012

Setti, concordo contigo. Não há como colocar em um espaço limpo algo - que mesmo honesto, derivado de um jornalista - pode infectar o ambiente que temos. A grife do bispo contamina até as verdades... Pois que vive de mentiras. Aqui, se vai indo! Mando um mail sim. E aproveito para te desejar forças pela perda do Arnaldo. Reconhecido como um dos maiores especialista em recursos hídricos do Brasil, sempre demonstrou ser da mesma raiz que dá bons frutos. Um saudoso abraço. Reynaldo.

selminha em 18 de julho de 2012

É isto aí, Setti. Se não pusermos a boca no trombone, este será mais um caso "Celso Daniel", de triste memória. Gritemos juntos!

Reynaldo-BH em 18 de julho de 2012

Setti, posso sugerir um vídeo? Veja você que um jornalista da Record (de Edir Macedo e Marcelo Crivela) defendeu o direito sagrado de ser independente. Como jornalistas precisam ser, para honrar a profissão. A novidade não é o que ele disse. Mas ONDE disse. Assinaria embaixo! Abraços! https://www.youtube.com/watch?v=PDPJVEFkqBc Legal, mesmo, amigo Reynaldo. Não vou postar, porém, porque a Record é declaradamente inimiga da empresa onde trabalho, sobre a qual não cessa de divulgar mentiras, como você sabe. Um grande abraço e... me diga como você está. Me escreva. Até mais.

Vera Scheidemann em 18 de julho de 2012

Um caso muito triste de execução realizada em condições comoventes para a vítima. Vera

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