Três dias antes do primeiro turno das eleições presidenciais de 5 de outubro de 2014, participei, ao lado de Augusto Nunes, de edição do “Aqui Entre Nós” da TVEJA, apresentado por Joice Hasselmann.

Questionamos uma pesquisa recém-feita pelo Datafolha, segundo a qual Dilma Rousseff (PT) prosseguia com 40% das intenções de voto, seguida por Marina Silva (PSB), com 24%, e Aécio Neves (PSDB), que crescera e chegara a 21%.  Nos perguntamos onde haviam ido parar os novos votos para o tucano, já que, como disse, “no maior eleitorado do Brasil que é São Paulo, Marina perdeu 11 pontos e Aécio ganhou oito”.

Falei também sobre a necessidade do pessedebista engrossar o seu discurso e atacar a petista para poder avançar ao segundo turno. Citei como exemplo de abordagem o escândalo dos correios distribuindo propaganda de Dilma, ou sua mentira sobre a demissão de alto cargo da Petrobras.

“É hora de ser agressivo”, afirmei. “Hora de deixar de ser diplomata”.

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