Fotografar mulheres lindas e em lugares charmosos era uma receita que seguíamos ao pé da letra. Mas, naturalmente, tratava-se de um investimento para a revista.

Deslocávamos — no caso, como em tantos outros, para o exterior — um contingente grande de pessoas: a estrela, alguma acompanhante (sua agente ou, como no caso de Danielle Winits, a mãe, Nádia, que acumulava as funções), o fotógrafo, a editora de Fotografia, por vezes um assistente do fotógrafo, pelo menos uma produtora da revista, cabelereiro e maquiador.

Some-se a isso a hospedagem em hotéis de primeira e passagens de classe executiva para a estrela, o fotógrafo e a editora de Fotografia — e a conta ganhava zeros.

Sendo assim, os ensaios não podiam deixar de incluir o máximo da cidade ou do ambiente escolhidos, sem prejuízo, naturalmente, do foco principal da reportagem de capa: a estrela.

No caso de Las Vegas, como se pode observar na reprodução desta página dupla da edição, Duran realizou um mix de flashes da cidade, Danielle clicada junto a uma máquina caça-níqueis, num palco típico dos cassinos e ostentando itens típicos das coristas que se exibiam nos shows.

DEIXE UM COMENTÁRIO

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

6 − cinco =

TWITTER DO SETTI