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Os cartunistas da revista ‘Charlie Hebdo’ assassinados covardemente por fanáticos: Georges Wolinski, Jean Cabut, o “Cabu”, Stephane Charbonnier, o “Charb”, e Tignous (Fotos: Bertrand Guay, François Guillot, Guillaume Baptiste/AFP)

O cruel e covarde ataque de fanáticos assassinos muçulmanos contra o semanário satírico francês Charlie Hebdo, provocando a morte de 12 pessoas, inclusive de quatro cartunistas idolatrados na França, já é considerado o maior atentado contra a imprensa livre desde a II Guerra Mundial na Europa.

Infelizmente, os criminosos partidários da barbárie e absolutamente incapazes de conviver com qualquer tipo de liberdade de expressão que, em sua visão distorcida, possa ferir dogmas nos quais acreditam — como os autores desse atentado –, só vêm reforçar o crescente sentimento antiislâmico na Europa que, por extensão, se estende e acaba se confundindo com uma forte hostilidade a imigrantes em geral.

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Bombeiros resgatam um ferido depois que terrorista armados invadiram o escritório do semanário satírico “Charlie Hebdo”, em Paris. Ao menos 12 pessoas morreram durante o ataque (Foto: Thibault Camus/AP)

É desinformado quem imagina que boa parte dos movimentos desse tipo, como o que vem crescendo na Alemanha, é composto de radicais racistas de direita ou de extrema direita. Não, cada vez mais pessoas de bom nível educacional, que votam em partidos da chamada “direita civilizada” — ou seja, inteiramente conformes aos padrões da democracia –, de centro, de centro-esquerda e mesmo de esquerda estão participando de manifestações contra o que consideram excesso de liberalidade na admissão indiscriminada de estrangeiros em países europeus.

A Alemanha, cujo passado nazista contribui para que os governantes ajam com extrema cautela no trato da questão, vive uma situação cada vez mais complicada: só no ano passado, mais de 200 mil refugiados, sobretudo da guerra civil na Síria, ingressaram em seu território, e a maior parte deles, por força de diferentes leis, acabam fazendo jus a ajudas e subsídios dos cofres públicos.

Em geral muito pouco qualificados profissionalmente, com dificuldades imensas para adaptar-se à cultura ocidental e para aprender o idioma, essas pessoas, majoritariamente muçulmanas, acabam permanecendo indefinidamente no país graças a grupos de pressão vários, inclusive defensores dos direitos humanos, dificultando a adoção de políticas de imigração dos governos destinadas a preencher necessidades específicas da sociedade.

Essa imigração não planejada tem levado a situações inusitadas e complexas — por exemplo, a convivência com os filhos de imigrantes, sobretudo em bairros periféricos, tem levado milhres de jovens alemães a não mais dominarem sua própria língua corretamente. Em escala menor, o mesmo se dá na vizinha Áustria, na França, na Itália e na Espanha — onde a jornalista e escritora Pilar Rahola, conhecida defensora dos direitos humanos e militante de esquerda, chegou a escrever um livro intitulado A República Islâmica da Espanha, em que denuncia a pregação radical de clérigos em mesquitas país afora.

Lamentavelmente, também, a ponte entre a Europa e o Islã que poderia significar o ingresso da Turquia na União Europeia está sendo implodida pelo regime crescentemente radical, autoritário e liberticida do presidente turco Recep Erdogan e seu Partido da Justiça e Desenvolvimento, islâmico moderado cada vez menos moderado.

O “choque de civilizações”, tantas vezes anunciado e tantas vezes negado, lamentavelmente está à vista, e suas consequências só podem ser muito, muito ruins.

Leia abaixo reportagem de VEJA.com a respeito do atentado covarde de Paris.

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Parisienses fazem um minuto de silêncio, depois que terroristas armados invadiram os escritórios da revista “Charlie Hebdo”, assassinando pelo menos 12 pessoas (Foto: Patrick Hertzog/AFP)

TERROR ISLÂMICO DEIXA AO MENOS 12 MORTOS EM PARIS

Terroristas muçulmanos assassinaram pelo menosdoze pessoas nesta terça-feira em Paris, em um ataque a tiros no escritório da revista semanal satíricaCharlie Hebdo.

A revista éalvo da ira de fundamentalistas desde que publicou, em 2011, uma charge do profeta Maomé, mas nunca cedeu diante das ameaças nem alterou sua linha editorial.

Mesmo depois de ser alvo de uma bomba incendiária, publicou outra charge de Maomé, em 2012.

Nesta quarta-feira pela manhã,satirizava em sua conta no Twitter Abu Bakr al-Baghdadi, o fanático que lidera o grupo Estado Islâmico (EI).

O atentado em Paris começou pouco depois da divulgação do tuíte, e deixou dez jornalistas e dois policiais mortos, além de cinco feridos em estado grave.

O presidente François Hollande foi até o local do ataquee convocou uma reunião de crise no palácio presidencial para as 11hde Brasília. As autoridades também anunciaram que a região parisiense foi colocada em estado de alerta máximo.”Os autores do atentado serão processados. A França está diante de um choque. É um ataque terrorista, é sem dúvida”, disse Hollande.

Vídeo:O ataque contra a revista ‘Charlie Hebdo’

Vincent Justin, um jornalista que trabalha em um edifício próximo à sede doCharlie Hebdo, afirmou que duas pessoas entraram na redação do semanário e começaram a atirar.

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Uma leitora folheia a última edição do ‘Charlie Hebdo’, o semanário, alvo de ataque terrorista em Paris, (Foto: Bertrand Guay/AFP)

Segundo Justin, os autores do ataque gritavam a frase “vamos vingar o profeta”.

Outras testemunhas disseram ao canal de notícias francêsiTELEterem visto o incidente a partir de um prédio próximo, no coração da capital francesa. “Cerca de meia hora atrás dois homens com capuz preto entraram no prédio com fuzis Kalashnikovs”, disse Benoit Bringer à emissora. “Poucos minutos depois, nós ouvimos vários tiros”, continuou, acrescentando que os homens depois foram vistos fugindo do prédio.

A chargista Corinne Rey, que assina comoCoco, presenciou o atentado eafirmou ao site do jornal comunista francês L’Humanité que os terroristas “falavam francês perfeitamente” e “reivindicaram ser da Al-Qaeda”. Porém, as autoridades não confirmaram a autoria do atentado.

Rocco Contento, porta-voz da polícia, disse que os terroristas entraram em um carro que os esperava para fugir. O carro foi conduzido até Port de Pantin, no nordeste de Paris, onde foi abandonado. Os terroristas então roubaram o carro de um motorista e desapareceram.

A polícia francesa montou uma grande operação para localizá-los. Contento também disse que o escritório da Charlie Hebdo,que já contava com proteção especial, teve a vigilância aumentada há algumas semanasporque novas ameaças vinham sendo feitas. As medidas não foram capazes de impedir o massacre.

O jornalista Antonio Fischetti, que trabalha na revista, mas não estava na redação no momento do atentado, disse ao jornal Libération: “Sabíamos que a ameaça era real, mas não era uma paranoia. Ameaças contra o Charlie Hebdo eram recorrentes, habituais. A vigilância foi relaxada”.

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107 Comentários

dyones em 17 de fevereiro de 2015

Seti você aprovou este comentário EXTREMISTA do Etiene , mas não aprovou o meu que é moderado, eu achava que os jornalistas eram neutros e imparciais, mas vi que vocês tem um lado. ''Etiene Quem sabe agora e nunca é tarde a europa expulse todo povo islâmico e mulsumano, deseus paises''

Cleo Fernando em 17 de janeiro de 2015

Olha , estou decepcionado com a revista veja, pois defender esses cartunistas que abusam de charges contra a fe das pessoas, o que aconteceu foi um aviso é que vai deixar pessoas inocentes mortas... Fazer a charge de Deus sendo comido por Jesus e com o Espírito Santo enfiado no rabo para mim é digno de serem sensurados

Max em 15 de janeiro de 2015

RESPEITO! É o que tá faltando. A liberdade de imprensa deve sempre existir. Se o jornal não tivesse faltado com o respeito a Fé muçulmana, o que não justifica em hipótese alguma matar ninguém, os extremistas não faltariam com "respeito" aos jornalistas. A falta de respeito aqui é desproporcional e incomparável, mas pensem... se aprendermos a RESPEITAR as coisas que ofendem ao nosso próximo teríamos um mundo melhor. Cada ação gera uma reação que muito das vezes não é proporcional. Se alguém parar na sua frente e xingar sua mãe provavelmente vc irá dar um soco no indivíduo, embora ele tenha apenas proferido palavras... pensem nisso TÁ FALTANDO RESPEITO DE AMBOS OS LADOS...

Marco Antonio em 14 de janeiro de 2015

As charges do jornal também são extremamente covardes e sanguinárias !!!

daniel em 12 de janeiro de 2015

cóvarde nen sei se foi cóvarde, aqui no Brasil é muita corupição, mesmo acim tem canpanha contra raçismo, e dizem nais reportagems que devemos lutar pela igualdade religiosa e ser contra o bulem, eu eu sou a favou do direito de explesao, mais este tal jornal ai só pensava em dinheiro e causar confritos cem pensar en bulem nen direitos religiosos, agora no BRASIL Parese que acabo corupiçao so fala neste tal atentado se liga Brasil, more muita gente nos transito nais estradas do brasil niguem chora nem muda as leis agora vem politico si comovendo com j gente que nem da lucro pra eles,o lucro e só porque a reportagem deixo de lado o asunto petrobrais.

Antonio em 11 de janeiro de 2015

Seu abominável comentário foi para o lixo.

saudades de geisel em 10 de janeiro de 2015

Caro Setti, Parabéns pela chegada a VEJA do Marcelo Madureira, num momento muito sintomático, mas eu gostaria de pedir um favor a você, ponderado como você é. Madureira se parece fisicamente com dois dos assassinados em Paris, mas.....pela paz de Veja, peça a seu novo colega para deixar Maomé em paz.

Carlos Aparecido Maia em 10 de janeiro de 2015

Bem os muçulmanos dizem repudiar os ataques, mas na verdade por dentro estão super felizes,pois afinal os terroristas vingaram o seu amado Profeta. Engraçado que os países árabes dizerem que abominam os ataques terroristas, quando se sabe que alguns países financiam o terrorismo como o Irã que financiou o atentado terrorista no centro judaico na Argentina e países como a Arábia Saudita e o Catar que financiam os grupos terroristas como o Hamas.

Emidio em 10 de janeiro de 2015

a igreja católica queimava na fogueira por muito menos

Emidio Ferreira Lima em 10 de janeiro de 2015

"Vai , vai furar a zabumba vai!!!"

Emidio Ferreira Lima em 10 de janeiro de 2015

quem duvida que provocar um terrorista islamico é um ato suicida,e idiota?estes jornalista de charge baratas foram longe demais.E pelo conhecimento que deviam possuir, podiam ter calculado o perico que haviam atraido de forma tão mesquinha , so pra terem uns poucos momentos de glamur na imprensa. então perderão a vida. Nossa!!!! que preço alto demais por tamanha bobice que fizeram. Agora a emprensa quer se fazer de vitima, pois ,continuem a provoções e verão o que acontece.

Ronaldo forca em 10 de janeiro de 2015

Todo muçulmano e um terrorista em potencial! Afirmando isto terei a reprovação dos democratas e dos politicamente corretos. Na verdade, o islamismo e uma religião missionária , vindo do ano 800 AD ,portanto depois de cristo, que não se modernizou. Missionária tal qual era o cristianismo a época das cruzadas ,quando queriam impor sua religião a todos os povos. Pois bem, os muçulmanos de hoje não aceitam a presença de outra religião dentro de suas fronteiras, haja vista a matança atual de cristãos no Egito que e um estado laico. Quando o pais advêm de um estado religioso como o Irã nem pensar. Os muçulmanos pregam a intolerância aos não seguidores e deseja transformação do semelhante e mudança dos costumes ocidentais. Aos que se opõem Maome decreta a Jihad e oferece o paraíso com setenta mulheres para os que se sacrificam pela causa. Por ineficiência econômica de seu pais se transferem para países do ocidente sem aderirem as leis e costumes vigentes. Os muçulmanos não se integram a sociedade em que se exilam e seus filhos são proibidos de se casarem com não muçulmanos e as jovens que infringirem as regras são assassinadas pelos parentes da vítima. As mulheres não podem estudar nem trabalhar e em alguns países (Arábia Saudita) não podem dirigir. Tem de vestir-se com o véu e no Afeganistão com a burqa . Muits morrem por problemas respiratórios. As jovens estupradas são acusadas de lascivas e mortas, enquanto o responsável pelo estupro e inocentado. O homem de posses pode casar com várias mulheres ,inclusive crianças de 6 e 7 anos. Os que matam por Ala ou Maome que e seu profeta são ovacionados e não sofrem o repúdio dos muçulmanos mesmo que matem inocentes ao se explodirem covardemente. Não vamos ouvir ou ver uma só nota de repúdio do mundo muçulmano a esta ação barbara contra os jornalistas, policiais e funcionários do Charlie Hebdo. Como todos aprovam a ação e se sentem reconfortados com seus terroristas, logicamente não só aprovam como cometeriam os reprováveis crimes. Porisso que afirmo com todas as letras que todo muçulmano e um terrorista em potencial, Em suma quem professa uma religião com regras e dogmas que que agridem nossas leis não deveriam sair dos seus charcos deveriam neles viver.

marilia canabrava em 09 de janeiro de 2015

Afinal, quem eram os covardes nesta história, quem está sempre provocando e desafiando, ou quem reage? Em Juiz de Forma, MG, houve uma história assim: Um garoto desafiava o vigia e todos os dias saltava o muro p/ nadar na piscina do colégio, até que o vigia, se cansou dessa desobediência e falta de respeito e airou com uma espingarda no garoto que veio a falecer. O advogado do vigia inicia a defesa do seu cliente: Excelentíssimo Juiz, . . . , Senhores Jurados; Exmo. Juiz, Dr. . . . ; Exmo. Juiz, Dr. . . ., Senhores Jurados e assim continuou por um longo espaço de tempo até que o Juiz, já nervoso chama a atenção do causídico por seu estranho procedimento. O advogado, então, volta-se p/ o Juiz e diz: "É sabido que um Juiz nunca deve perder a paciência e se exasperar e V. Excia. acaba de se impacientar e perder o controle por eu ter tomado aqui apenas alguns minutinhos. Imagine V. Excia. o que deve ter sentido o pobre coitado de um vigia que, no exercício de sua atividade, é dia após dia, afrontado por um garoto malandro e desrespeitoso durante anos a fio!" A defesa continuou nesse tom e o vigia acabou saindo livre de condenação.

dyones em 09 de janeiro de 2015

Caro Seti censor meu comentário não foi aprovado porque? não usei palavrões, e nem fui radical. outra coisa desconfio de uma conspiração, para o endurecimento de leis na terra da guilhotina.

Maria Ermelinda Sequeira Paixão em 09 de janeiro de 2015

Se o conjunto das nações, o mundo civilizado, não se unir a partir de hoje em bloco expulsando do seu território e mandando sem hipótese de regresso para "a sua terra" todos os muçulmanos que infestam o mundo, para quem "qualquer não muçulmano é um "infiel" e deve morrer, seremos todos e em toda a parte trocidados por estes bárbaros e as conquistas da civilização em geral descerá à estaca zero, perdendo-se pela proliferação em quantidade permanentemente crescente desta gente extremamente atrasada a todos os níveis: humano, social, político, religioso em que - e só para mencionar um único detalhe - o homem pode casar com crianças de 4 anos para cima, porque a mulher vale menos que um animal sendo apenas um objecto de prazer. "MUNDO AINDA LIVRE MAS JÁ POUCO": A C O R D A E A G E !!!

Cecilia em 09 de janeiro de 2015

Todos esses que estão fazendo este mal devem ser punidos e bem punidos são muitas familias destruidas qual a imagem das crianças vão crescer com uma imagem Feia de guerra ... infelizmente não tem omo nós ajudar

Eduardo em 09 de janeiro de 2015

Esse Atentado merece a frase de vidro traseiro de carro: foi deus que nos deu.

jorge em 09 de janeiro de 2015

Cobardes .monstros deviam ser dizimados isto não é gente.pena não poderem ser dizimados porque claro não se pode generalizar Pk é facto há pessoas de bem apenas praticam a sua religião como outra qualquer.estes monstros não são muçulmanos não são nada .são apenas terroristas que utilizam o nome do deus deles e se refugiam na religião manchando a .Para justificarem os seus actos barbari.

francisco em 09 de janeiro de 2015

isso e liberdade de impressa satirizar a fe das pessoas fazer piadas de mal gosto!!!

Marco Antonio Fernandes em 09 de janeiro de 2015

Vocês estão preocupados com a liberdade de imprensa p'ra valer ou é mera reação corporativista ??? Meu irmão, violência gera violência >>> e o tablóide em questão sempre foi violento e agressivo, aliás, extremamente agressivo !!!

Marco Antonio Fernandes em 09 de janeiro de 2015

Violência sempre gera violência >>> o tablóide era violento !!!

Irene em 09 de janeiro de 2015

Difícil não haver esse clima de desconfiança e medo com a comunidade islâmica e seus imigrantes na União Européia depois do ato terrorista praticado. A França deveria capturar os terroristas e enviá-los para julgamento junto às lideranças políticas e religiosas desses países para que o mundo Ocidental possa assistir à condenação. É fácil falar que são contra atos terroristas, difícil é vê-los aplicar naquela comunidade (que apoia tais manifestações violentas) a justiça aos culpados por massacres.

Carlos gomes em 08 de janeiro de 2015

Atentado contra a liberdade de expressão, diz um lado.Perseguição às comunidades muçulmanas na Europa, diz o outro. Os dois lados sairam perdendo.P

José em 08 de janeiro de 2015

http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-nacional/v/charges-que-ridicularizam-o-profeta-maome-provocam-tensao-na-franca/2147842/ Ministro das relações exteriores disse: "é pertinente e inteligente, neste contexto, colocar mais lenha na fogueira?". Reportagem do jornal nacional de 2012 sobre o Charles Hedbo. Noticiou-se que o jornal já foi processado 14 vezes pelos católicos. Por que não poderiam ofender os muçulmanos também? Em 2015 veio o porque.

Linda Silva em 08 de janeiro de 2015

Não quero defender ou justificar o atentado islâmico ocorrido na França com a morte de 12 pessoas. Quero apenas ressaltar que esse tipo de situação lembra a época em que a “Santa e Amada Igreja Católica” punia severamente qualquer pessoa acusada de praticar heresias, inclusive duvidar dos ensinamentos por ela propagados. Vale lembrar também dos milhões de índios mortos ou obrigados a converterem-se a uma Fé desconhecida. Milhares de pessoas foram mortas e são poucos os que questionam tais atos, a intolerância religiosa por parte da mesma nunca é vista como inaceitável. Mas quando se trata de atentados islâmicos o fato ganha imensa repercussão, é fácil apontar a intolerância por parte dos adeptos da religião Islâmica, mas o contrário ocorre quando se trata da sua religião. Muitos defendem a liberdade de expressão, mas basta uma piada envolvendo seus “santos” e “heróis” ficam revoltados. Falam do “terrorismo islâmico”, mas silenciam os atentados ocorridos contra os tais. É fácil apontar os “erros” do outro, e é ainda mais fácil encobrir e justificar os seus.

Marcos Rocha em 08 de janeiro de 2015

Caro Ricardo Setti, gostaria de saber porque você não colocou nenhuma das inúmeras imagens de gozação com a religião dos outros. Se os acha tão vítimas, porquê não o fez?

José em 08 de janeiro de 2015

Prezado Ricardo, sempre admiro suas colocações. Sempre. Contudo, ao dizer "Se o Ocidente se agachar e ficar de quatro, seguindo opiniões como a sua, a civilização vai acabar." talvez soe diferente do que eu mereceria ser catalogado. Nunca escrevi que concordei com estas "atrocidades". Pedi bom senso às pastes.. Você invocou "civilização", mas não seria "civilizado" não ridicularizar outras crenças? Pense, e você como brilhante e sério jornalista sabe: usar da democracia para acabar com a democracia (como, v.g., bem faz o Governo Brasileiro), é uma panacéia às críticas. Posso lembrar um ato terrorista que foi, pelo lado "atrocidado" como o maior dos bons sensos da humanidade? A bomba de Hiroshima, onde milhares de inocentes morreram, ao invés de instigar mais e mais retaliações do Japão, declararam a guerra vencida. Não foi por medo. Não foi por fraqueza. Foi por enxergar que aquela sandice chegou à altitude que deveria parar. Como disse do início, caro amigo, tenho pena dos policiais mortos. Chego a identificar certo grau de irresponsabilidade "extra" dos cartunistas: sabiam que se morressem inocentes seriam igualmente sacrificados. Não se pode abraçar a ideia de ataque à, chego a dizer quase sacra, liberdade de imprensa (já que sua importância é garantia da sociedade), se o veículo utilizado não se perfaz como imprensa e não induz nenhuma liberdade. Você, como bem sabe, utilizar um veículo para fazer guinhar ao posto de "imunidade de imprensa", vem a amesquinhar o que, de fato, é liberdade de imprensa.

Helio Divino de Carvalho em 08 de janeiro de 2015

Em minha opinião, estes assassinatos não aconteceram só por causa de religião. Foram, essencialmente, a manifestação da bestialidade de seus perpetradores e assim devemos analisar sua ação.É inescapável afirmar que charge nenhuma faz uma pessoa normal tirar a vida de outro ser humano. A prova incontrastável da boçalidade foi o tiro covarde e desnecessário no policial ferido, deitado na calçada, sem nenhuma condição de reagir, com o criminoso se desviando de sua rota de fuga para executá-lo. A religião é só mais uma vítima de suas necessidades de protagonismo, não importando de quê. E a realidade é que sobram desculpas e motivações para os psicopatas darem vazão aos seus baixos instintos. Exemplos se multiplicam a todo tempo e em todo o mundo. Não precisamos nem ir muito longe para comprovar esta alegação. Basta testemunhar de perto alguns episódios que acontecem aqui mesmo no Brasil, onde vemos gente insuspeita queimando ônibus diariamente para demonstrar descontentamento, seja contra preços de passagens ou dificuldades de locomoção, seja contra alguma ação ou inação governamental que desagrade. Que serão capazes de matar abjetamente é fora de dúvida. Basta observá-los de perto quando cometem estes atos, nos momentos mesmo em que o fazem. A pavorosa estupidez exibida, às vezes mesclada com incontido júbilo, só trazem uma constatação: O prazer delituoso é irresistível e gente ruim, não importando credo, raça, cor, sexo, nacionalidade ou condição social, vai sempre encontrar uma maneira de tornar amarga a vida das pessoas de bem. Irão sempre mostrar o flagelo que suas mentes corrompidas podem nos infligir e as muitas outras interpretações só irão corroborar esta minha opinião, tenho certeza.

Siloé Nogueira em 08 de janeiro de 2015

Excelente esclarecimento! OBRIGADA POR SEU COMENTÁRIO "LENIÉVERSON", HOJE 08/01 . Concordo plenamente !!

Augusto em 08 de janeiro de 2015

Do ato lamentável e terrorista digo só uma coisa: Adoro quando solicitações são atendidas

Betty em 08 de janeiro de 2015

Tem notícia que a gente lê e pensa... é o fim dos tempos! Essa do atentado na França é uma delas. Posso ser sincera, temos que ser humanitários com quem é humanitário, agora tem grupos de direitos humanos que só veem os direitos das minorias e o direito da maioria onde fica? Logo, se ng fizer nada e todos baixarmos a cabeça, teremos que nos converter ao Islã. Eu quero poder ser atéia, cristã ou budista, se assim me convier! Abaixo a imposição de ideias. Todos esperando o paraíso: cristãos, budistas, muçulmanos, mas não vejo ng trabalhando para fazer esta vida melhor, aliás, a única que existe na prática.

José em 08 de janeiro de 2015

Bem, disto tudo, sinceramente, tenho pena dos policiais mortos. Estavam trabalhando e em função de estarem no local foram estupidamente assassinados. Já quanto aos jornalistas, bem, para mim eles cometeram suicídio. Faltaram com respeito a uma religião de extremistas. Foram advertidos até mesmo pelo governo francês. Quanto mais clamores para pararam com estas ofensas piores as mesmas ficavam. Ter pena destas pessoas? Posso ser rígido com isto, mas eu não tenho. O mundo vive em alerta com ataques surpresas. O mundo já teve várias amostras terríveis do que são capazes. Quem foi estúpido? Quem foi terrorista? Ambos? Para um grupo de fanáticos zombarem do seu "profeta" não se poderia esperar algo diferente. Até mesmo uma charge de janeiro dizia que "ainda não sofremos atentado até hoje". Provocação? Há limites para liberdade de imprensa? Liberdade de imprensa engloba difamações à cultos religiosos? Foi imprudente. Foi acintoso. Foi desrespeitoso. Ambos os lados mostraram como lados tão diferentes são tão iguais. Nenhum dos lados arredou de posição. Quem estará certo? Quem estará errado? A intolerância bilateral vence. Lamentável esta situação. Porque não houve passeatas contra o jornal antes? Será que a ofensa deliberada não merecia um pouco mais de atenção? Os extremistas são pessoas que se pode esperar tudo. Por que provocação? O mundo realmente precisava ver charges de falta de respeito? Por que não charges dos adoradores? Charges do adorado é partir pra uma briga do ponto mais baixo e provocativo possível. Nunca justificaria uma assassinato direcionado. Se não viesse de quem veio. Provaram, com isto, que não mataram deliberadamente. Aperfeiçoaram a atrocidade. O jornal, em sinal de austeridade, declarou que irão manter as publicações de maome. Onde isto vai parar? Parabéns ao sensato jornal. Parabéns ao tolerante extremista. Se o Ocidente se agachar e ficar de quatro, seguindo opiniões como a sua, a civilização vai acabar.

Rosa Maria Varalla em 08 de janeiro de 2015

Atitude que pincela de vermelho, com o sangue de inocentes cuja inteligência destes recebe o prêmio de morte, vez que, manifestaram ideias e pensamentos por meio de a liberdade de expressão, que a democracia garante. Espero que o "Semanário" continue a publicar...

Angèlìka em 08 de janeiro de 2015

Wowww...que fofa a explicação do Setti à silvia - 8/1/2015 às 12:49. É isso, pessoas. Paciência mesmo. Setti e Augusto Nunes não são de fazer cortes. No máximo, e acho isso o máximo!, eles postam "até" os comentários censuráveis, só que com ressalvas. Isso, nos dias de hj é um mimo aos leitores. Paciência e gratidão, portanto.

Thaysy em 08 de janeiro de 2015

Não adianta pensar que os islâmicos que não são coniventes deveriam expressar repúdio contra tais atos, infelizmente até esses são vítimas e sofrem com o terrível medo dos radicais fanáticos. Condená-los e morrer ou silenciar e viver, essa é a grande questão! A situação é cada vez mais insustentável e pior, serão páginas que se repetirão por muito tempo!

silvia em 08 de janeiro de 2015

Onde esta o comentario q postei??? Está publicado, mas não foi ao ar imediatamente depois de você postar. É preciso ter paciência e um pouco de piedade do pobre blogueiro faz-tudo. De vez em quando -- só de vez em quando -- ele também precisa fazer coisas como comer, dormir, estar com a família...

Eliseu Moreira em 08 de janeiro de 2015

as fronteiras abertas aos moderados permitem a entrada de radicais e levam a atentados como esse: http://www.observatoriodarede.com/islamizacao-da-europa-e-responsavel-pelo-atentado-na-charlie-hebdo/

Washington em 08 de janeiro de 2015

Washington Guedes Fatos como esse celebram o casamento da inconsequência com a intolerância, ambos nunca darão frutos pois são do mesmo gênero, promoveram sim o fim da família.

P Faustini em 08 de janeiro de 2015

Este papo de Islã moderado repudiar o terrorismo ou como disse o Iran isto não é uma atitude islâmica ,é conversa mole para engambelar o ocidente , tolerante e democrático, só um idiota vai acreditar que uma estrutura terrorista de tal envergadura ,que ataca alvos em todas as partes do mundo não tenha por trás governos nacionais, o ataque a sinagoga de Buenos Aires ha alguns anos por exemplo foi organizada pelo governo do Iran,hoje eles se escondem com medo dos Tomahawks e dos drones, posam de moderados e pacifistas mas por baixo do pano incentivam e apoiam estes assassinos, o ocidente tem que se libertar desta praga do politicamente correto, não abdicar de seus princípios democráticos mas não permitir que partidos ou religiões os use para golpea-los ou extingui-los.

Aírton em 08 de janeiro de 2015

Chamar o livro sagrado de 'merde' e os seguidores de uma religião de 'babacas' como meio de vida é uma forma de despertar ódios e perpetuar preconceitos. Não justifica assassinatos, mas é condenável igualmente.

BOCA em 08 de janeiro de 2015

Setti, eu não jogo opiniões em lata de lixo. Meu filho, no exercício de sua liberdade de expressão e opinião, e expondo os frutos do aprendizado da escola da vida, afinal ele convive em sociedade e não sejamos hipócritas de pensar que o mundo la fora é puritano. Enfim, eu não falei nesses termos com ele. Foi ele quem usou a expressão que está em asteriscos, Eu apenas a adotei. E, outra coisa: Quando eu disse (não quis insinuar) que você deletaria meu comentário e reforcei que deveria faze-lo, eu não quis ser crítico. Muito pelo contrário, apenas reforcei o que deveria ser feito (deletar o comentário). Queria compartilhar apenas com você essa opinião (naqueles termos) e fiz isso em respeito ao seu blog e aos outros comentaristas. Jamais fiquei chateado com os meus comentários deletados. Até acho graça e sempre julgo que foi justo apaga-los. Abraço.

Pagador de Impostos em 08 de janeiro de 2015

Uma coisa é certa , os chargistas sabiam que estavam mexendo em vespeiro...eram de esquerda e apelavam para ofensas a todas as religiões e valores tradicionais. Então, era inevitável que uma hora isso acontecesse. Não defendo a ação dos terroristas,preferiria outras formas de sanção, como ações judiciais, manifestações pacificas e debates intelectuais, mas eles sabiam que corriam riscos devido as criticas ofensivas que faziam.

silvia em 08 de janeiro de 2015

Terrorismo é o desrespeito c a fé alheia,ação e reação, quem fala o q quer aceita o q vier,o q os franceses tem a ver c Maomé? n é da alçada deles!!! liberdade de imprensa e expressão n significa ofender crenças e pessoas, humor desrespeitoso!!! quem sabe agora tomem mais cuidado com esta tal "liberdade"

João Baptista em 08 de janeiro de 2015

Entre sátiras de humor, liberdade de expressão, e outras coisas que esta revista publicava, houve uma que poderia ter provocado muitos problemas, mas os cristãos, os párias dos esquerdistas franceses, nada fizeram. A pregação cristã é realmente diferente e já bastante rejeitada pelos ativistas na Europa. Que podem zombar a vontade das suas crenças e costumes, mesmo os mais sagrados, sem receio. Vejam...https://www.facebook.com/photo.php?fbid=841680815854705&set=a.183724844983642.38198.100000383843494&type=1

Jayme Guedes em 08 de janeiro de 2015

Setti, a sua resposta ao AVNC me fez perceber que, de uma forma ou de outra, nós sempre generalizamos. Num grupo que inclua degoladores e pessoas boas, eu generalizo se aceito o grupo pensando nas pessoas boas, da mesma forma como generalizo se rejeito o grupo pensando nos degoladores. Não dá para ignorar que falamos de um coletivo. Tudo então se resume a uma lógica de custo-beneficio. Fico com o Zidane, correndo o risco de ser degolado, ou abro mão do Zidane mas conservo minha cabeça? A resposta é óbvia. A meu ver, dos imigrantes deveria ser exigido que adotassem a cultura e os costumes do país que os hospeda. Não dá para querer ficar só com os benefícios. Ou aceitam o pacote ou fiquem onde estão. Simples assim.

MARCOS em 08 de janeiro de 2015

Sou católico, é profético tudo isto que está acontecendo, só não vê quem não quer, a besta esta em nosso convívio na forma destas pessoas. Mesmo católico tenho ira dentro de mim em pensar que pais de família morreram por uma fé tão fanática que não é de DEUS. Sera que Maomé aprovaria isto, brigam tanto pelos seus ideais a ponto de matar pessoas inocentes, isto é de DEUS. assim como DEUS enviou seus anjos para matarem os demônios nós não teríamos o direito de nos livrarmos deles também, para podermos vivermos num mundo melhor com paz e harmonia.Como seria a reação deles se começarmos a decapitar estes demônios e mostrarmos ao vivo como eles fazem, mas não, não podemos fazer isto pois nosso DEUS é diferente ELE é misericordioso e não nos ensinou isto, se fizermos ao contrário seriamos um deles.

Joe Bass em 08 de janeiro de 2015

Vejo aqui e ali os clérigos dos principais movimentos muçulmanos europeus e a população muçulmana européia condenando o ataque, blá-blá-blá, coisa e tal. Quando o jornal dinamarquês Jyllands-Posten postou em suas páginas pela primeira vez as charges de Mahomet e que, posteriormente, foram postadas no Charlie Hebdo e em várias outras publicações ocidentais, me lembro claramente da virulência com que esses movimentos e a grande maioria da população muçulmana européia condenou os "apostatas" e o ódio desencadeado pela "blasfêmia". A liberdade de expressão foi defendida timidamente por vários países europeus. Todos os pronunciamentos começavam por " Defendemos a liberdade de expressão, MAS tem que maneirar, tem que respeitar, blá-blá-blá ..." São todos cumplices desse ato abominável.

Jefferson em 08 de janeiro de 2015

Agente comenta e nao e publicado depois quer falar de liberdade de expressão, gente o fundamento de tudo e o respeito, a guerra começa onde o respeito termina... Paz!!!! Não recebi nenhum outro comentário seu a não ser este em que você reclama. Procurei inclusive na caixa de spam. Peço a gentileza de enviar de novo que publicarei.

Novededos em 08 de janeiro de 2015

'Alascamo-nos' todos,com nossa frouxidão diante de monstros. Ainda mais com o apoio petista-bolivariano que justifica ataques contra burgueses em qualquer lugar. Fidel Castro deve ter pitado um charutão e babado um monte, com seu orgasmo assassino, contra a "direita"! A Dilma está pensando em interceder para haver diálogo com a classe de assassinos diabólicos. Logo, estarão tentando calar a nossa imprensa aqui. O islamita Berzoini já está iniciando a cruzada para silenciar os nossos Charlies! E não duvide dessa gente, servem ao mesmo deus que inspira os terroristas de lá!

Jeffao Bob Marley em 08 de janeiro de 2015

Nossa so tem pessoas intelectuais comentando aqui... Algumas criticando as outras e cheias de razões mas deixa eu explicar uma coisa basica para todos... onde acaba o respeito começam as guerra, seja dentro de casa ou em paris... um lado errou, pra mim desenhar uma religião transando com a outra religiçao é uma falta de respeito, que tambem nao pode ser respondida com uma guerra entre AK47 e lapis, nada justifica o desenho e nada justifica o massacre, Respeito, apenas o respeito entre as diferenças acabara com a guerra do mundo. Paz!!!!!

Quelloucura em 08 de janeiro de 2015

Para abordar história de facínoras precisa ser politicamente correto? Sim ou não? Precisa respeitar o "deus-da-barbárie" deles? Que deus é esse? Prefiro mil vezes ser ateu, do que acreditar que no céu exista um deus desses Mas como tenho certeza que a Sabedoria Suprema do Intelecto Maior, do Criador de tudo não se encontra no comportamento diabólico de facínoras, posso afirmar uma coisa: está justificado o lugar onde se queima o lixo! Porque aqui, com essa justiça hipócrita, politicamente correta, vai encontrar um monte de bolivarianos e deformações petistas que estão vibrando com essa tragédia. Me lembro, na faculdade, quando as torres gêmeas foram derrubadas, pelo mesmo deus desses assassinos, um grupo enorme de esquerdopatas, petistas, fizeram comemoração, regada a "urros e vivas" (etílicas) e saudando com palavrões de satisfação a dor de milhões de pessoas. Ricardo, deve ser o mesmo deus, pois aqui já estão querendo calar a nossa imprensa. Qualquer semelhança não é mera coincidência.

wadson em 08 de janeiro de 2015

O ataque que a revista Veja sofreu e a famigerada lista negra de jornalistas deve ser amplamente divulgado pela imprensa para que os autores paguem...Os mesmos se parecem com os covardes terroristas.

Marcel em 08 de janeiro de 2015

Que bonitinho citar o Zidane, o Benzema e outro diretor de cinema como exemplos de que a maioria dos muçulmanos não são terroristas, lógico que não são, o Zidane não vai sair com um colete bomba, o Benzema não vai sair atirando, a maioria não comete atentados terroristas mesmo(senão seria mais de 500 milhões de pessoas e estaríamos em uma guerra mundial), mas me mostre o repúdio nos países de maioria muçulmano condenando esse ato, ou os líderes desses países, quantos condenaram? Se eles não aprovam no mínimo não condenam também. Pesquisa no Reino Unido mostra que 78% dos muçulmanos britânicos acham que os cartunistas do Maomé na Dinamarca deveriam ser processados. http://ukpollingreport.co.uk/blog/archives/291

Leniéverson em 08 de janeiro de 2015

A execução sumária de 12 jornalistas do semanário satírico francês, Charlie Hebdo, e, 2 policiais feita por uma facção – ainda não reivindicada - extremista islâmica, chocou o mundo inteiro ou quase o mundo inteiro. O semanário tem como ‘linha editorial’ produzir charges caricaturais do profeta Maomé. Como cristão que tende a ver religião do ponto de vista cientifico, filosófico e teológico, defendo que, símbolos de uma religião formal ou a própria figura do deus ou Deus, tem de ser respeitado. No entanto, como também sou jornalista, tendo também ter muito problema com certas ameaças ao direito de – bem, verdadeiramente e decentemente – informar e ao; da própria imprensa. A Europa toda, portanto, não só a França, tem sido alvo de um crescente processo de islamização, pois, nunca se viu tanto aprendiz de terrorismo, nunca se viu tanta prova do avanço das ideias de alá no Velho Continente. Todos os países europeus, com destaque, França, Grã-Bretanha, Espanha, Itália e Alemanha, têm sido conivente com certas políticas imigratórias sem critérios. É preciso lembrar aos leitores, que a maioria esmagadora dos imigrantes que tentam a “sorte” em solo europeu, ´´eo: da África, principalmente da Síria, Líbia, Somália e mais um ou outro. Em comum: a fuga de guerras de seus próprios países. Sim, no meio deles há terroristas. É claro que há cidadãos da ‘clara e da gema’, de cada país que se ‘encanta’ com as táticas de guerrilha fundamentalista islâmica inspirada na sharia – visão extremista muçulmana -. Mas, pensem, não existe sedução, sem o sedutor. Não se pode crer que apenas uma abordagem dos meios de comunicação do ocidente pode suscitar uma ‘paixão’ pelo fundamentalismo. Muitos se encantam, por causa da influência de uma parcela considerável de imigrantes que estão em solo europeu. Certa vez, li em alguma coluna que, a Grã-Bretanha até bem recente, tinha medo de ‘colocar o dedo na ferida’ ou ‘exibir uma posição, mais contundente’, com receio de ser chamado de xenófobo – ter aversão a outros povos -. Nota-se, que essa postura costuma cobrar sua fatura. No ano passado, a Grã-Bretanha se aliou – em termos - aos Estados Unidos, depois que cidadãos de seus países foram decapitados pelo Estado Islâmico (ISIS). Pois é, mudaram radicalmente suas posições depois que viram os seus serem assassinados. Perceberam com quem estavam lidando. Eu, particularmente, não sou contra – digamos – a imigração. Cidadãos de outros países têm direito de tentar a vida em outras nações, mas sou contra ao fato de isso ser feito de qualquer maneira, a qualquer critério. Adotar política imigratória para ficar ‘de bem na fita’ com certas alas de eleitores costuma ser um erro grotesco – um autêntico tiro no pé – como tem feito o presidente Barack Obama, que assinou à revelia do congresso, um decreto que beneficiou milhões de imigrantes para conquistar eleitores latinos com vistas a eleição presidencial de 216. E aqui não cabe a dialética julgadora de que pensar assim, é, demonstrar um preconceito. Não, não é. Imagine você, colocar um monte de gente na sua casa, tanto para morar ou para sua festa, sem critério, sem regras definidas. Fica uma balburdia. Sim, sei que o raciocínio é forçado e, aparentemente, sem noção. Mas vejam, se nós voltarmos ao que aconteceu em Paris, podemos perceber que, tanto o presidente impopular francês, François Hollande, quanto os líderes das demais nações europeias, que pronunciaram até agora sobre o atentado, demonstram ainda não entender a natureza dos ataques terroristas. E o que dizer da Imprensa, com singularidade a Brasileira, não é? Chamar os terroristas de militantes, é o fim da picada. E o que dizer da nata da ‘inteliquiltualidade” brasileira? Esse jornal deveria compreender que isso não se faz, é atrair problema”, disse, ao vivo na Globonews, a professora Arlene Clemesha, da USP. “É claro que não estou defendendo os ataques, mas não se deve fazer humor com o outro.” A professora ainda chamou a revista de sensacionalista. O Charlie Hebdo não é sensacionalista – é uma revista satírica parecida com O Pasquim, que a professora deve adorar.Pouco antes, o professor Williams Gonçalves, da UERJ, foi mais constrangedor. Culpou os próprios jornalistas pelos ataques, disse que as charges foram um ato de irresponsabilidade e perguntou qual é a graça de se fazer charges com Maomé. Pois é, essa é a mentalidade dogmaticamente esquerdista. Eu, perguntaria a eles e outros, e se fossem Cristãos Fundamentalistas que tivessem feito aquilo em Paris? Porque para eles Cristãos não tem o direito de protestarem quando são perseguidos – inclusive pelo próprio Islã em países islâmicos – mas o Islã pode? Não entendo o um peso e duas medidas. Para complicar a hipocrisia- e eu explico melhor no próximo paragrafo -, membros da ala “normal” do islamismo – leia-se, ‘Meca’(cidade sagrada do islamismo), dizem que não tem nada a ver com isso. Eu conheço esse papo desde 2001, no ataque as torres gêmeas nos Estados Unidos. Meca reclamou, naquela época, que o Islã foi alvo de ódio e preconceito. Entendo, mas esta ala, ‘normal’ nunca fez nada prático, além do “gargantismo’, para provar que o islã, de fato é ‘do bem’. Porque, não vimos Meca conclamar países, onde o Islã – imprensa inclusa - é a religião oficial no sentido de condenar atos terroristas? Centenas de milhares de pessoas têm ocupado as principais cidades europeias com ‘bandeiras’ contra o islamismo, já há outras que condenam as manifestações, por serem supostamente preconceituosas e islamofóbicas. Quais dos dois estão certos? O que se sabe, é que as eleições gerais para o parlamento europeu se avizinham. Com grandes chances da extrema-direita, tida como xenófoba, ganhar a maioria das cadeiras. Pode-se até questionar certas atitudes consideradas tresloucadas de políticos como a francesa como a Marine Le Pen, mas fica muito difícil defender a esquerda europeia, que só não é mais impopular por falta de espaço. O que aconteceu na França, pode ser a munição que precisava, os congressistas republicanos americanos, que apesar de saberem que podem sair - ou não – prejuducados pelo eleitorado latino, vai aproveitar sua maioria nas duas casas: na House of Representatives (Câmara dos Deputados) e no Senate (Senado) para reverter algumas decisões do presidente Barack Obama, dentre elas a reforma na “Lei de Imigração”. Para terminar, vamos a nossa presidente Dilma Rousseff, quando a Editora Abril que publica a Revista Veja, foi depredada no ano passado, ela não falou nada. Agora, ela vem com uma nota hipócrita condenando? Um grande absurdo e é asqueroso. De qualquer forma, #JeSuisCharile

Vidente em 08 de janeiro de 2015

Não culpar o Corão? Leia de capa a capa e vai ver quanta violência e desiquilíbrio existe ali. A morte de infiéis, segundo eles é plenamente aprovado. As loucuras feitas pelo Estado Islâmico, sem dúvida tem apoio no Corão. Basta ser considerado infiel, por eles, está estabelecida a pena capital. Que louco, me fale de qualquer outra doutrina no mundo que chegue a tal ponto. Defender isso como? Existem pessoa boas, sem dúvida, e muitas, mas elas não são boas porque seguem o Corão. São boas porque possuem bom senso! Ricardo, quero ver se publica isso, ou está também acuado por assassinos que estão querendo calar o mundo inteiro com suas barbáries?

Vera em 08 de janeiro de 2015

Hora de jogarmos o politicamente correto NO LIXO! Hora de ação concreta contra o radicalismo islâmico que assola o ocidente.

paolo em 07 de janeiro de 2015

se convidada a opinar,adivinhem de que dilma ficará?dou lhe uma,dou lhe duas.......

Abreu e Lima em 07 de janeiro de 2015

. E ainda existem safados que são contra Guantánamo... Guantánamo é pouco! Só prender esse lixo não resolve! Humanos têm de ser tratados como humanos; lixo tem de ser descartado. .

Je ne suis Charlie 2! em 07 de janeiro de 2015

Prezado Ricardo Setti ... Como estou percebendo, a autocensura já estaria em pleno andamento em seu blog? Enviei, minutos atrás um comentário, e percebo que não será publicado. Tudo bem! Mas explicando-me através de terceiros: Li, em alguma reportagem da Veja On Line, minutos atrás, que o mundo árabe e islâmico reprova tal atentado, e inclusive faz uma lista de países e instituições islâmicas que repudiaram tal ato. Pois bem, como contraprova a essa benevolência islâmica de última hora, mando um resumo do caso do Jornal Dinamarquês Jyllands-Posten, ocorrido em 2006, extraído do site da Wikipédia, a saber: "Polêmica das caricaturas da Jyllands-Posten sobre Maomé (Wikipedia-Resumo) Flemming Rose, editor de cultura do jornal conservador Jyllands-Posten contactou cerca de 40 cartoonistas e pediu-lhes para desenhar o profeta Maomé. (...) Várias ameaças de morte foram feitas e ofertas recompensas pelo assassinato dos responsáveis foram anunciadas[3] , o que fez com que os cartunistas tivessem que passar a viver escondidos. Os ministérios dos negócios estrangeiros de onze países islâmicos exigiram uma reacção do governo dinamarquês e vários países árabes encerraram as suas embaixadas na Dinamarca em protesto pelo facto do governo daquele país se ter recusado a emitir um pedido de desculpas. O primeiro-ministro da Dinamarca Anders Fogh Rasmussen afirmou que o governo se recusava a pedir desculpa uma vez que não controla os media, o que seria uma violação da liberdade de expressão .[4] Um grupo de imams dinamarqueses exerceu pressão sobre os governantes do Médio Oriente. Um boicote a bens da Dinamarca foi organizado na Arábia Saudita, Kuwait, Catar, Emirados Árabes Unidos, Omã, Egito, Barein, Síria, Iêmen, Líbia, Jordânia, Faixa de Gaza, Argélia e Tunísia. [5] [6] (...) A Organização da Conferência Islâmica e a Liga Árabe pediram às Nações Unidas para que impusessem sanções internacionais à Dinamarca e para que a União Europeia introduza leis contra a blasfémia.[7] (...) No dia 4 de Fevereiro de 2006, as embaixadas da Dinamarca e da Noruega na Síria foram incendiadas, embora não tenha resultado nenhum ferido do evento. (...) Quatro ministros demitiram-se devido a factos relacionados com a controvérsia, entre os quais o italiano Roberto Calderoli e a sueca Laila Freivalds.[10] [11]" Pois é, Ricardo Setti. Então serei eu (através de meu comentário anterior não publicado neste blog) a estar sendo incoerente, hipócrita ou preconceituoso? Obrigado pela sua atenção. E sinto muito pela sua aparente autocensura em relação ao meu comentário anterior. Muito Obrigado. A impaciência e o radicalismo levam pessoas a acusar outras de forma leviana e irresponsável. Como é que eu praticaria "autocensura" em texto alheio, como o seu, que aliás já está no ar. Atrasei na liberação porque estou trabalhando sozinho e, como ser humano, preciso -- de vez em quando -- fazer coisas como comer e descansar, por exemplo. Será que é tão difícil de entender?

danir em 07 de janeiro de 2015

Prezado Setti. Concordo que não devemos generalizar sobre atitudes ao comentármos sobre o que ocorre na Europa em relação aos muçulmanos. Porem, o silêncio, a conivência e a tendência de muitos a apoiar estes assassinos já é em si um fato muito preocupante. Veja as manifestações muçulmanas na Europa. Eu acredito que a religião muçulmana abrigue pessoas de bem. Mas o que há por trás da Sharia e da Lei dos Números já é uma ameaça real, que aumenta pela imigração maciça. Não acredito em Multiculturalidade, e só aceitaria a abertura total aos muçulmanos (na Europa ou no Brasil) após a garantia de direitos iguais aos cristãos e outros "infieis" que vivem no Oriente mèdio; isto não acontece nos dias de hoje, nem pode acontecer segundo suas leis religiosas. Em suma na Europa eles não poderiam negar os costumes locais, nem ofender a policia ou as pessoas com palavras de ordem que são palavras de guerra. Nós sabemos que uma turba conivente e/ou subjugada ideologicamente pode se transformar numa horda assassina e exemplos existem na historia recente. Enquanto estiverem matando e distituindo propriedades de "Infieis" nos países muçulmanos, não se deve oferecer facilidades aos muçulmanos na Europa. Não se trata de expulsá-los ou agredi-los, mas fazer com que respeitem as leis locais. Existem pessoas macabras por tras deles esperando para dar o bote. Eles devem respeitar os costumes locais, e se não o fizerem a porta da rua é serventia da casa. Sugiro que os apologistas da esquerda e aliados dos terroristas muçulmanos, que tenham alguma abertura mental, leiam a respeito. Os textos que aparecem no Lei islãmica, no Perigo Islãmico, ou alguma coisa do Ben Shapiro servem para dar uma idéia. Talvez assim parem de falar que em parte a culpa de ser cruel e friamente assassinados é por terem exercido o direito de fazer crítica ou sátira, em uma democracia que até onde eu sei, ainda tem uma constituição que garante direitos iguais aos cidadãos e que oferece as vias legais para dirimir dúvidas e questionamentos. Você que vive sob leis autoritárias e discriminatórias em seu pais de origem, fique por lá, ou, se vier para cá, respeite nossas leis e nossos costumes. Caso contrário, em tese teríamos o direito de retaliar, embora nossa moral burguesa e cristã não permita e por adotá-la de forma sincera não o façamos. A Europa vai se transformar em um barril de pólvora nos próximos anos.

Marcos F em 07 de janeiro de 2015

Desculpe o mal-jeito, mas necessário. Nesses dias, após o navio à deriva na Italia e os protestos na Alemanha, pensei na França esquerdista da minha prima de Paris. Falei com ela, e me senti agredido com palavras como "direita radical" e xenófobo. EU! Hoje é hoje, hoje é triste ... não há perdão. O terror chegou.

royrogers em 07 de janeiro de 2015

ótima reportagem e foi direto ao ponto!

Zequete Ribeiro em 07 de janeiro de 2015

Se me permite, li o que postou em dic - 7/1/2015 às 18:23. Concordo que não se pode culpar a quem não participa destes atentados, mas não se pode simplesmente agir de forma pontual se grupos se valem de sua religião para espalhar o terror por outros países simplesmente por estas pessoas não crerem em seu Deus. Isso é uma coisa que deve partir diretamente dos próprios muçulmanos, são eles que devem defender sua religião e mostrar ao mundo de qual lado estão de fato. Os três não devem ter agido sozinhos. Planejaram e executaram a ação tendo outros dos seus culpados por cumplicidade ou omissão. Que mostrem ao mundo que os abraçou e lhes deu um lar que são realmente melhores que estes. Que os entreguem, que os persigam, que os abominem de fato. Palavras não trazem a vida perdida, mas grandes ações remediam bastante.

AVNC em 07 de janeiro de 2015

Não entendi o "infelizmente". Então você não entende nada sobre este tema, e nem leu o post. Você acha legal escorraçar da Europa e responsabilizar por atos bestiais TODOS os muçulmanos que lá vivem, imigrantes ou descendentes? Não tolera nem grandes figuras do futebol e pessoas de vida corretíssima como o grande ex-craque francês Zinedine Zidane, o atacante também francês Karim Benzema ou o meia alemão Mezut Özil? Um dos grandes diretores do cinema moderno, o alemão de origem turca Fatih Hakim? Só para dar alguns exemplos de como a generalização é boçal e injusta.

CLAUDIUS em 07 de janeiro de 2015

Todos que professam a religião Muçulmana são responsáveis por esses atos horrendos. Os que são verdadeiramente seguidores do Corão devem, nesse momento, demonstrar uma reação e repúdio a tais atos que se escudam no Islã. É assim que os Poderosos Versos do Corão determinam. Eu sou Católico Apostólico Romano e repudiaria qualquer que usasse de violência para a Fé. Maomé se encontrou com Cristo. Conversou com Ele. Por isso é chegada a hora de os Muçulmanos colocarem cobro a tais atos insanos. Somente eles podem conter a violência.

L.C. em 07 de janeiro de 2015

Bem faz o Japão que não os deixa entrar no país e também a Austrália que já deixou bem clara a sua posição em relação aos muçulmanos, onde que vem tem que respeitar suas Leis e tradições e não têm o direito de querer impor a sua forma de pensar, sua religião e seus costumes. Está na hora de todos os países do mundo começarem a pensar na possibilidade de não conceder o visto de entrada e muito menos permanência de pessoas vindas desses países retrógrados e fomentadores do caos e da desordem. Até o Sul do Brasil já começou a ser invadido por esse tipo de gente. O fundamentalismo islâmico bem poderia ser comparado a mais absurda forma de um fanatismo irracional.

Carla em 07 de janeiro de 2015

Nem todo o muçulmano é terrorista, mas sempre que se fala em terroristas têm que ser muçulmanos! Eu convivo e trabalho com pessoas de Serra Leoa, Gâmbia, Líbano e Paquistão. Todos muçulmanos, e todos excelentes pessoas, gentis, humanos e todos eles condenam essas minorias terroristas! Aqui somos todos iguais, todos filhos de Deus como costumam dizer, não importa se és cristão, judeu, ou ateu! É uma pena que essa minoria manche toda uma sociedade! Por uns pagam todos!

BOCA em 07 de janeiro de 2015

Seti, eu sei que você vai (e deve) deletar esse comentário. Mas, cá entre nós, esse Maomé era *** **** **** **** ***, hein? Não deletei, mas coloquei asteriscos. Você falaria com uma filha sua usando essas palavras? Por que, então, as usa no blog? Aqui não é lata de lixo, meu amigo.

Regina em 07 de janeiro de 2015

Seria legal a tradução das charges polêmicas. Não vi nada de mais na que está postada acima. Particularmente, eu desconfio que as pessoas que precisam ficar gritando a sua fé (religiosa, política ou qualquer outra) e especialmente se reagem agressivamente a opiniões divergentes, bem lá fundo, não acreditam no que alardeiam. Acho que fé é um sentimento sereno. Feliz por ser brasileira, este país feito de gente que veio de todos os cantos do mundo. Muito triste pelas mortes.

Ciro Lauschner em 07 de janeiro de 2015

Nunca se vê autoridades islâmicas do Irã,Arabia Saudita ou de qualquer pais islamico condenar esse fanatismo.Parecem ter medo ou será conivência?

BOCA em 07 de janeiro de 2015

‘Aquele que morreu mas não lutou no caminho de Alá nem expressou alguma determinação por lutar, morreu como morrem os hipócritas"

BOCA em 07 de janeiro de 2015

«Está escrito que Amr bin Abasah disse: "fui ter com Maomé e perguntei: ‘Oh mensageiro de Alá, qual é a melhor jihad? Maomé disse: ‘A de um homem cujo sangue é derramado e o seu cavalo é ferido"

BOCA em 07 de janeiro de 2015

burrice é a mãe de todos os problemas, de todos os males. Esses assassinos estúpidos e covardes são, acima de tudo, burros.

jb Figueiredo em 07 de janeiro de 2015

A *** **** **** **** escarlate que pilota a Banania defende o dialogo.

Jayme Guedes em 07 de janeiro de 2015

Setti, desculpe mas o termo "infelizmente" não é o apropriado. Melhor seria dizer felizmente pois a Europa precisa acordar para o perigo da invasão disfarçada de pedido de ajuda. De que adianta investir massivamente em educação para elevar a qualidade do povo e, ao mesmo tempo, permitir que essa qualidade seja destruída pela bomba demográfica. Espero que a Europa acorde. Um povo destrói a nação que deveria construir e depois se transfere para destruir a nação vizinha. Qual é o sentido disso?

Zequete Ribeiro em 07 de janeiro de 2015

Na Alemanha já entenderam que um monstro está crescendo por lá e já encontram resistência popular. Os grupos radicais são um perigo real a todo e qualquer estado democrático que os adote. São tão ruins que se matam entre eles e tem uma postura bem definida sobre sua religião. Quem não é muçulmano é infiel. Que os muçulmanos resolvam SEU PROBLEMA o mais rapidamente possível, se é que tem pretensão de habitar em um outro país que não seja o seu, em que a religião seja livre por se tratar de uma religião e não de um grupo de assassinos que precisam dizerem-se fieis a um Deus para assassinar sem piedade a outras pessoas. Ou que a religião muçulmana seja proibida no mundo livre e os muçulmanos vistos como não gratos fora de seus países. Israel ganha seguidores e se fortalece com este tipo de atitude inútil, covarde e que chama contra si, reações que os antipatizam como todos povos deste planeta.

Paulo em 07 de janeiro de 2015

Políticos Europeus querem que toloremos o intolerável!

Peixoto em 07 de janeiro de 2015

Vale a pena rever esse debate sobre o horror no Oriente Médio em 2014 (veja.com no youtube) https://www.youtube.com/watch?v=BIV_ThqHNbc Nos, do mundo ocidental, e aliados não podemos assistir a essas atrocidades e ficarmos apenas debatendo se a culpa foi da vitima ou do opressor ... É CLARO QUE FOI DO OPRESSOR!!! Deveriamos combater seriamente o radical islamico terrorista com todas as formas de ataque possivel: politico, economico e bélico. Alem de repreensoes contra todos os aliados e disfarçados aliados desses barbaros islamicos.

católico em 07 de janeiro de 2015

É a decadência de uma civilização anti cristã, sob o marxismo cultural. Agora aguentem o que aguentaram os cristãos do oriente durante seculos de dizimação escondida pela mídia. Claro que não se trata de caçar maometanos. Mas e hora de deixar o politicamente correto de lado, , e investigar mais os imigrantes com determinadas carcteristixas e vindos de determinados lugares. Marxismo e maometismo são duas culturas de trevas

bagdassar baltazar em 07 de janeiro de 2015

Agora é imaginar o inferno que mais ainda vão mergulhar os islamitas tradicionais; a desconfiança, os preconceitos e, por extensão, a exclusão e o agravamento do radicalismo.

Kleber em 07 de janeiro de 2015

Gostaria de saber qual foi a reação nos países islâmicos diante deste ataque. Será que consideraram "legítima" a ação dos terroristas? O mínimo que se deveria esperar das lideranças islâmicas é uma condenação veemente e em bloco a um atentado como este. Mas não é o que costuma acontecer. E quase ninguém vê isso como sintomático, como uma aprovação implícita dos atos de terror em favor da sua causa. Ainda por cima, no mundo ocidental, mais que apressadamente os politicamente corretos vem atenuar os atos dos terroristas sugerindo que haveria uma culpa concorrente das vítimas ao publicar sátiras ao Islã, e tratando assim os terroristas como praticamente iniputáveis pelo seu fanatismo... É uma atitude covarde e ao mesmo tempo suicida. É muita tolerância com os intolerantes que não aceitam a cultura ocidental e querem colonizar o ocidente.

Cristiano Arruda em 07 de janeiro de 2015

Não publico comentários que ofendam, indiscriminadamente, toda uma comunidade, sem exceção.

Giggio em 07 de janeiro de 2015

"Nem todo Islamico é terrorista, mas, todo terrorista é Islamico"

EDSON em 07 de janeiro de 2015

O muçulmano exige ser compreendido mas é intolerante. Eles não aceitam nada que venha diferenciar do costume ou dos rituais que praticam. Basta dizer que exigiram que fosse retirado o desenho de uma cruz na camisa do Real Madri. Esta exigencia veio do patrocinador de umpaís muçulmano do oriente médio. Eles não usam a camisa da seleção brasileira por causa da cruz de malta que é estampada nela. A Europa abriu a guarda com os muçulmanos e agora vai pagar um preço muito alto.

Paulo Alcoforado em 07 de janeiro de 2015

O mito da minoria radical muçulmana (legendado): https://www.youtube.com/watch?v=QkgRVggM-XE

o em 07 de janeiro de 2015

O que os petistas fizeram à Veja nas eleições tem a mesma raiz de ódio pela liberdade, comungam das mesmas ideias. Aqui os petralhas não mataram, ainda.

Paulo Alcoforado em 07 de janeiro de 2015

Pois é, meus amigos, qual o real tamanho desta "minoria" de extremistas? Se forem cerca de 2% já é maior que qualquer país europeu. A CIA fala em cerca de 10%. E se ainda for muito maior que isso? https://www.youtube.com/watch?v=g7TAAw3oQvg

o em 07 de janeiro de 2015

Qualquer coisa esses bestiais correm pro Brasil, dão um tempo, até defesa do governo já tiveram, não terão problemas. Quero ver a hora que esses assassinos virarem sua ira contra nós, aqui tem muitos deles, inclusive recrutando jovens.

CLAUDIUS em 07 de janeiro de 2015

Por esse ataque a Liberdade de Imprensa não vou comentar. Estou irado demais. E não me venham com a conversa de que a religião islâmica esta isenta. Eu sou Católico Apostólico Romano e suporto, com a ajuda de Deus Pai e seu Filho que me redimiu, o fardo dos erros de minha Igreja. Somente os Islamitas podem parar esse desgraceira pelo Mundo.

Pagador de Impostos em 07 de janeiro de 2015

Não sou antiimigrantes, nem contra islamicos, mas é clara a invasão deles na europa que é muita vezes mais tolerante com eles do que eles são com os ocidentais. Vejam os exterminios de cristãos que fazem nos países islamicos. É preciso sim ter um limite nesta mistura , sob o risco de se ter uma guerra racial em plena europa.

Paulo Alcoforado em 07 de janeiro de 2015

Sobre o fato desses extremistas serem minoria, é bom lembrar: São quase 2 bilhões de muçulmanos espalhados pelo mundo. Uma minoria extremista de 2% já é maior que qualquer país europeu. E o pior é que segundo a CIA essa minoria gira em torno de 10%, portanto, o que está acontecendo no ocidente é muito sério. Religião de paz? Nenhum país precisa aceitar terroristas em seu solo.

dic em 07 de janeiro de 2015

Não entendi o infelizmente... Quer dizer que você acha bom que os 99% de muçulmanos corretos e decentes que vivem na Europa -- inclusive grandes craques de futebol, como o fabuloso francês Zinedine Zidanepaguem, o também francês Karim Benzema e o alemão Mezut Özil, para citar apenas três figuras conhecidas --paguem pelas loucuras dos terroristas? Belo democrata, você...

selminha em 07 de janeiro de 2015

Setti, Como se não bastasse esta tragédia toda, ainda somos obrigados a ouvir, na TV, entrevistados "esquerdinhas" afirmando, com a sabedoria dos imbecis, que a culpa é da direita francesa. Os radicais islâmicos são uns anjinhos, não? Vide Estado Islâmico! Não queremos fanáticos de lado algum. Vergonha e tristeza!

Moacir 1 em 07 de janeiro de 2015

Prezado Setti, Hoje, em Paris, tentaram provar, mais uma vez, que balas são mais poderosas que canetas e teclados. Quando jornalistas são assassinados ,isto é feito para amedrontar,intimidar e silenciar toda uma profissão. Quem não tem medo do quarto poder? E sem uma imprensa livre , quem nos guardará dos guardiões? Hoje nos escritórios da revista Charlie Hebdo foram atacadas além das liberdades de expressão e de imprensa , o próprio tecido da nossa sociedade e os valores e princípios fundamentais do mundo ocidental civilizado. Hoje deveríamos todos repercutir a hashtag #jesuischarlie ,combatendo o extremismo que almeja suprimir liberdades em nome de um deus, praticando um totalitarismo bestial que turbinado por metralhadoras e bombas pretende acabar com o Ocidente, depois de já ter provocado uma mutação obscena, pervertida e letal no cerne do próprio Islã. Hoje deveríamos todos apoiar a revista Charlie Hebdo , defender o humor , a crítica, a oposição , a sátira e a arte , todas elas nossas armas contra a tirania, a hipocrisia, a desonestidade , a irracionalidade e a estupidez humanas. Hoje deveríamos todos entender, profundamente, que respeitar uma religião não pode significar ter medo dela e que todas as crenças , todas as filosofias , todas as ideologias , todos os partidos, todas as ideias devem SIM ser repensadas todos os dias, que precisam ser questionados e, é claro, merecem o corajoso e bem humorado desrespeito do nosso livre pensamento. Hoje diante deste covarde ataque à civilização , a direitos tão duramente conquistados pela espécie humana ,deveríamos entender que não podemos mais ignorar o terror e diante dele nos calarmos, abrindo mão das nossas liberdades - isso é exatamente o que os terroristas e ditadores querem - nem nos deixar cegar pela brutalidade das mortes , pelo vermelho do sangue inocente, nos esquecendo que o preço a pagar se abandonarmos a luta será mais alto: um mundo cinzento , uma sociedade monocromática e monocórdia de homens manipuláveis que , uma vez dominados, viverão todos miseravelmente iguais . Hoje nós deveríamos render homenagem aos jornalistas dizimados e nos espelhar nas palavras do editor assassinado da revista ,Stéphane Charbonnier, numa entrevista concedida à revista alemã Der Spiegel em 2011 , já marcado para morrer: .... "Nós só estamos criticando uma determinada forma de islamismo extremista, embora de uma forma peculiar e satiricamente exagerada. Não somos responsáveis pelos excessos que acontecem em outros lugares, só porque praticamos nosso direito à liberdade de expressão, dentro dos limites legais.Se eles não se divertem com nossos desenhos animados, eles não precisam comprar nossa revista. Eu não vou me esconder." .... Charb lutou o bom combate.Que estas mortes não sejam em vão. Que sejam detidos e punidos os assassinos , que o mundo enfrente sem complacência o terrorismo e que esta selvageria e o crescente clima de ódio alimentado por barbáries da espécie , não consigam fraturar a nossa compreensão da democracia. Abraço

Antonio R. Melo Jr. em 07 de janeiro de 2015

Para mim esses radicais islâmicos não são gente. Penso que todas as nações civilizadas deveriam se unir para exterminar esses radicais, que além de tudo são covardes, traiçoeiros e execráveis.

Ronald S em 07 de janeiro de 2015

Prezado Setti: A civilização ocidental está em cheque. Não se trata de fomentar a xenofobia. Contudo, é importante medidas que possam salvaguardar e garantir a liberdade de expressão e os valores democráticos duramente conquistados. Esse fenômeno do exacerbado multiculturalismo e a ditatura do politicamente correto , tem sido observado em todo mundo ocidental. Na Europa , o problema é bastante grave, principalmente na França, onde os muçulmanos , nem estou me referindo aos terroristas , tem obtido avanços consideráveis na imposição de seus valores culturais em atividades do estado francês, tais como assistência médica e sistema educacional. Nos serviços médicos, conseguiram a obrigatoriedade de que somente médicos do sexo feminino possam examinar as muçulmanas. No sistema educacional, nas escolas, uma série de imposições tem sido obedientemente assumidas pelo estado. O direito do imigrante de exercer a sua fé, não pode se estender para além de seu grupo social, nem ser imposto como regra a ser seguida pela sociedade que o acolhe. Essa imposição da Sharia, como forma da sociedade se comportar, já está passando de seus limites. É obvio , que isso aumenta o radicalismo e a reação igualmente extremada, até porque a maioria dos muçulmanos franceses , não concordam com terrorismo como forma de pressão social e política. Mas, infelizmente, é essa visão distorcida e cruel do Islã, que vem predominando como método de ação no ocidente. O ocidente e, em particular a Europa , precisa repensar essa política multiculturalista , na qual a tolerância , precisa sim , ser exercida , mas deve necessariamente ter mão dupla.

Marcelo em 07 de janeiro de 2015

Já pensou que falta que tá fazendo um Sadan Hussein e um Muamar Kadafi? Enquanto esses muçulmanos mais saidinhos estão indo pra Europa ainda estamos mais sossegados, imagina quando penderem pras bandas de cá e se juntarem aos nossos "movimentos sociais"? Que Alá nos proteja!!!

BRASILEIRO ! em 07 de janeiro de 2015

E aqui nessa terra sem comando, ordem e seriedade, a autoridade maior da República vai para a ONU defender essa gente, sob um silencio tumular da CNBB que se omite diante do assassinato diário e cruel de milhares de Cristãos por esses terroristas. A CNBB tá com medo do "barba cleptômano" e seus "assaltantes amestrados" ????? Por isso nossa Igreja Católica definha com esse papo atrasado de libertação....CRISTO NASCEU LIBERTO !!!!!!!

Paulistana em 07 de janeiro de 2015

Parabéns pelo post, é difícil encontrar quem tenha coragem de dizer a verdade óbvia, tudo é levado para o lado oposto ao senso comum, com explicações bonitinhas q transformam facínoras em vítimas e vítimas em culpados. É uma situação tão absurda como se quisessem forçar toda uma população civilizada e pacífica a conviver com ursos selvagens como se seus iguais fossem, com o detalhe de q a população ainda tem q gostar e defender isso.

Reynaldo-BH em 07 de janeiro de 2015

É a bárbarie. A mesma que implanta ditaduras e ignora o direito de conviver na discordânia. Em nome de uma “fé” que precisa ser – no mínimo – atualizada em seus preceitos. Mas, é politicamente incorreto sequer citar uma religião (que vem de religare, ou religar… o homem a um Deus) como sendo uma das causas que os motivam a serem assassinos.A mesma raiz que produz os donos das verdades, dos que se recusam a aceitar o oposto e que abusam da violência (explícita ad extremum como no caso ou na desqualificação de adversários) como práxis política. Para além da FÉ! Esta é de tal forma especial, que tem que ser travestida de dominação política para justificar aberrações éticas e morais. Eram chargistas. Difícil classificar o que seja um. Ser “autor de charges” não basta. São jornalistas com um poder de síntese maior que quaisquer outros. Usam o humor para denunciar. Pois a imprensa, como diria Millor Fernandes “é para ser oposição. O resto é armazém de secos & molhados”. Acrescento: que para, com a traço, expor o absurdo e as injustiças. Para apontar desvios. Usar um espaço que faz rir para também fazer pensar. São perigosos, aos olhos dos adoradores de qualquer pensamento único. Pois são, na maioria, cáusticos o suficiente para em um desenho expor o que muitos gastam laudas para fazer o mesmo. E passaram a ser alvos. Da bárbarie assassina de quem escolhe inocentes como alvo de uma guerra contra tudo (o que eles julgam ser ameaça) e contra todos (que não pensam do mesmo modo). A razão primeira desta estupidez está no sectarismo, no “ismo” que define pessoas e na defesa do indefensável. Só por isto eles continuam a existir! Minha sincera homengem a 4 chargistas ASSASSINADOS por serem somente… jornalistas de uma categoria especial. Seria coo se O PASQUIM perdesse, em um ato insano e no mesmo momento, quatro de seus expoentes, como por exemplo, Millor, Jaguar, Henfil e Cláudio Paiva! Aujourd’hui, JE SUIS Charlie! E, no correr do dia, vejo que Dilma Vana Roussef, se disse indignada e pasarosa com o "atentado sangrento e intolerável" acontecido em Paris. Restam algumas dúvidas. Esqueceu-se Dilma dos atentados ao Aeroporto de Guararapes? Ou ao Consulado dos USA em SP? Onde civis foram vitimados? Ou a luta ideológico justifica o que o sectarismo religioso não consegue? Por fim, resta lembrar à Dilma que parece que os autores do atentado de hoje não estão dispostos a dialogar. Como Dilma exigiu do mundo na Asembléia da ONU, ano passado. Há horas que o silêncio vale ouro. E que o ficar calado é sábio. As vítimas de Paris não precisam da solidariedade de quem, décadas passadas, defendia o mesmo método por outros motivos. Que nunca sequer pediu desculpas. E que continua a crer no "diálogo" se a proposição ajudar a manter acesso um "antiamericanismo" que hoje é anti-ocidental. Por qué non te callas?

Leo Potti em 07 de janeiro de 2015

Tem que aumentar mesmo o repúdio aos muçulmanos! Nao tem nada de "infelizmente nisto". Cadê os "muçulmanos moderados" para repudiar este ato assassino e covarde?

Ex-marxista em 07 de janeiro de 2015

O texto continua equivocado, caro Setti. O fascismo e o nazismo são nacionalismos totalitários que adotam muito mais elementos da esquerda que da direita. São a terceira via totalitária nacionalista. Foi Stalin quem fez a rotulação dos fascismos como "extrema-direita". A direita, tanto liberal quanto conservadora, é individualista e não coletivista como o fascismo. Obrigado por sua tentativa de me "ensinar".

Jujuba Salgada em 07 de janeiro de 2015

Agora falta o governo do PT elogiar ou nada comentar a respeito .Afinal ele apoia este tipo de gente que adora uma AK-47 e até de asilo politico pra eles e assim executar seu plano de controle das mídias.

Dic em 07 de janeiro de 2015

Todas essas pessoas de boas intenções, bem informadas (mas nem tanto), de bons propósitos (como nós também somos) precisam abrir urgentemente os olhos para esse "movimento" muçulmano rumo à Europa. Nada contra os religiosos sinceros, nem contra o povo hospitaleiro (eu próprio tenho sangue árabe nas veias), mas é preciso enxergar o verdadeiro caráter expansionista, dominador e exclusivista desse radicalismo islâmico, antes que seja tarde demais. Se ofendem o meu Senhor Jesus, fico triste, oro por eles, mas jamais penso em exterminá-los. Infelizmente, a recíproca não é verdadeira.

Ex-marxista em 07 de janeiro de 2015

"É desinformado quem imagina que boa parte dos movimentos desse tipo, como o que vem crescendo na Alemanha, é composto de radicais racistas. Não, cada vez mais pessoas de bom nível educacional, que votam em partidos de centro, de centro-esquerda e mesmo de esquerda estão participando de manifestações contra o que consideram excesso de liberalidade na admissão indiscriminada de estrangeiros em países europeus." Como é que é? Pelo que vai acima, as pessoas de bom nível educacional seriam as que votam no centro, na centro-esquerda e na esquerda. Isso não é verdade!!! Muitos votam na direita liberal e conservadora. E tem mais: o fascismo é anticomunista mas não é de direita. Parem de tratar a direita com preconceito!! Você tem razão, caro Ex-marxista. Modifiquei o texto. Partidários de Giscard d'Estaing ou de Margaret Thatcher, no passado, ou de outros governantes democráticos da atualidade não podem ser discriminados. A direita democrática europeia é inteiramente conforme aos padrões da democracia e aos parâmetros da liberdade.

Reynaldo-BH em 07 de janeiro de 2015

É a bárbarie. A mesma que implanta ditaduras e ignora o direito de conviver na discordânia. Em nome de uma “fé” que precisa ser – no mínimo – atualizada em seus preceitos. Mas, é politicamente incorreto sequer citar uma religião (que vem de religare, ou religar… o homem a um Deus) como sendo uma das causas que os motivam a serem assassinos.A mesma raiz que produz os donos das verdades, dos que se recusam a aceitar o oposto e que abusam da violência (explícita ad extremum como no caso ou na desqualificação de adversários) como práxis política. Para além da FÉ! Esta é de tal forma especial, que tem que ser travestida de dominação política para justificar aberrações éticas e morais. Eram chargistas. Difícil classificar o que seja um. Ser “autor de charges” não basta. São jornalistas com um poder de síntese maior que quaisquer outros. Usam o humor para denunciar. Pois a imprensa, como diria Millor Fernandes “é para ser oposição. O resto é armazém de secos & molhados”. Acrescento: que para, com a traço, expor o absurdo e as injustiças. Para apontar desvios. Usar um espaço que faz rir para também fazer pensar. São perigosos, aos olhos dos adoradores de qualquer pensamento único. Pois são, na maioria, cáusticos o suficiente para em um desenho expor o que muitos gastam laudas para fazer o mesmo. E passaram a ser alvos. Da bárbarie assassina de quem escolhe inocentes como alvo de uma guerra contra tudo (o que eles julgam ser ameaça) e contra todos (que não pensam do mesmo modo). A razão primeira desta estupidez está no sectarismo, no “ismo” que define pessoas e na defesa do indefensável. Só por isto eles continuam a existir! Minha sincera homengem a 4 chargistas ASSASSINADOS por serem somente… jornalistas de uma categoria especial. Seria coo se O PASQUIM perdesse, em um ato insano e no mesmo momento, quatro de seus expoentes, como por exemplo, Millor, Jaguar, Henfil e Cláudio Paiva! Aujourd’hui, JE SUIS Charlie!

etienne em 07 de janeiro de 2015

Quem sabe agora e nun ca é tarde a europa expulse todo povo islamico e mulsumano, deseus paises

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