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O cigarro eletrônico: com formato cilíndrico, diferentes cores e estilos e tamanho bem parecido ao de um cigarro convencional, foi inventado nos anos 60 mas passou a ser fabricado em massa na China em 2003. Tem metade de seu comprimento (a parte da frente) ocupado por uma bateria de lítio, cuja carga dura entre um e três dias. O líquido que a bateria vaporiza vem em refils e em geral contém nicotina (Foto: Thinkstock)

É um fenômeno em expansão, está pegando de surpresa uma série de países que não possuem legislação a respeito e, sobretudo, paira como ameaça sobre meio século de bons resultados no combate aos males do fumo mundo afora: são os cigarros eletrônicos, ou e-cigarettes, cujo consumo cresce em espantosa progressão geométrica.

Os e-cigarretes (vejam a explicação de como funcionam na legenda da foto acima) devem atingir espantosos 2oo milhões de consumidores até o final do ano, no mundo inteiro.

Nos Estados Unidos, o banco de investimentos Goldman Sachs estima que no final deste ano a indústria dos e-cigarettes já movimente quase 2 bilhões de dólares, cifra 140% superior à gerada no ano anterior e e seis vezes maior do que a de 2011.

A coisa vai a jato. Um levantamento feito há um ano pela entidade que reúne comerciantes americanos de várias marcas, a Tobacco Vapor Electronic Cigarette Association, apontava um salto de vendas: de apenas 50 mil unidades em 2008 – que nos EUA podem ser adquiridas por a partir de 21 dólares – passaram a 3,5 milhões quatro anos depois.

No Velho Continente, onde apenas Dinamarca e Noruega estipularam medidas restritivas mais imediatas e claras, uma pesquisa do instituto Doxa mostrou que já há meio milhão de italianos consumidores habituais da novidade, total que chega a 2 milhões se forem contados os usuários ocasionais. Na França, estudos encomendados pelo governo já indicam meio milhão de usuários frequentes.

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Previsões da consultoria Euromonitor atribuem gastos meio bilhão de euros (1,55 bilhão de reais) dos adeptos europeus do vaping – até um novo verbo em inglês já foi cunhado para a prática, significando algo como “vaporear”.

Os números na China são espantosos — várias dezenas de milhões de consumidores fixos ou eventuais –, mas o governo comunista não divulga estatísticas.

A União Europeia se preocupa bastante com o assunto a ponto de examinar a adoção de medidas como só permitir a venda livre dos refis de e-cigarros que contenham apenas um miligrama de nicotina — superado este limite, a oferta estaria restrita a farmácias. Esta providência quanto às farmácia já foi adotada pelo Reino Unido e entra em vigor em 2016.

No Brasil, ainda que possam com facilidade ser encontrados de forma ilegal, os e-cigarettes foram vetados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já em agosto de 2009. A agência deu ouvidos à Organização Mundial da Saúde (OMS) que, no final do ano anterior, desaconselhara o produto, diante da ausência de estudos conclusivos sobre os resultados de seu consumo a longo prazo (posição que ainda mantém).

Mais do que isso, a Anvisa se alinhou à Foods & Drugs Administration americana (FDA), que alertara sobre a presença de substâncias cancerígenas e da “droga psicoativa nicotina” em muitos dos líquidos comercializados para os cigarros eletrônicos — mesmo nos supostamente desprovidos de tabaco.

O Estado brasileiro, assim, em vez de simplesmente sugerir a proibição do consumo em lugares fechados, como ocorre com cigarros, charutos e similares, resolveu tutelar os cidadãos, avançando, como de hábito, sobre as liberdades individuais.

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Manifestação em Paris em favor da “liberdade de vapear”: um dos problemas dos e-cigarros é que praticamente não existem campanhas de alerta quanto a seus riscos (Foto: demotix.com)

A postura da FDA decorre do fato de que nos próprios EUA – simultaneamente notório feudo antifumo e colossal mercado tabagista – e em vários países da Europa a novidade não é proibida por lei e vem se popularizando mais a cada ano, a despeito dos constantes alertas de entidades médicas.

Estamos diante de uma economia em enorme expansão, e talvez proporcional à polêmica sobre os cigarros eletrônicos.

Os argumentos contra são inúmeros e abrangem diversos critérios. Os mais urgentes, evidentemente, se referem à saúde dos usuários.

Ainda anteontem, terça-feira, a rede de TV norte-americana ABC comentava um estudo feito por especialistas de diferentes universidades sobre a segurança de consumir e-cigarros de duas das marcas mais vendidas nos EUA concluiu que eles continham traços de substâncias altamente danosas ao organismo humano, inclusive um composto químico utilizado em anticongelantes para radiadores de automóveis.

O grosso das críticas e dos temores vem do fato de que a esmagadora maioria dos refis de e-cigarros contém, em sua mistura líquida, a velha e maléfica nicotina. Já na época da oficialização da proibição no Brasil, a então presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, a médica Jussara Fiterman, alertara: “O indivíduo acha que está parando de fumar, mas ele não está porque existem a nicotina e outras substâncias cancerígenas”.

É por isso que o dr. Esteve Fernández, chefe da unidade de tabagismo do Instituto Catalão de Oncologia, em Barcelona, lamenta que os e-cigarettes estejam “fora de quaisquer controles sanitários”, e defende a tese de que apenas após a comprovação de sua suposta eficácia na diminuição do consumo do tabaco – algo que ainda não ocorreu – seu uso e venda deveriam ser regulamentados. Caso contrário, que sejam proibidos nos mesmos locais onde não se permite fumar.

O professor de direito na Universidade George Washington e ativista antitabagista John Banzhaf, por sua vez, disse ao jornal americano USA Today que os e-cigarettes “podem atrair ao tabagismo jovens que, em principio, não fumariam”.

Banzhaf se referia a pesquisa publicada pela Universidade de Minnesota, cuja conclusão foi de que jovens adultos viam a opção do fumo eletrônico como algo positivo. Metade dos entrevistados afirmou que experimentaria a alternativa, incentivada sobretudo pelos muitos sabores disponíveis na praça.

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Publicidade de uma das marcas de e-cigarro nos EUA, a South Beach: insistência de que “vapear” é bacana e sexy

Por essa razão é que a Associação Nacional dos Procuradores-Gerais dos Estados dos EUA pediu “com urgência” à FDA a normatização do consumo dos cigarros eletrônicos, por considerar que seu uso vem sendo incentivado junto a adolescentes “com personagens de desenhos animados, anúncios na televisão e sabores como o de chicletes”.

Não ajuda o fato de nos EUA e no Reino Unido não haver restrições contundentes à publicidade das marcas de cigarros eletrônicos, ao contrário do que acontece com as dos cigarros propriamente ditos. Em âmbito global, esta retomada de uma imagem “bacana” e em muitos casos sexy do ato de fumar ameaça colocar em cheque conquistas duramente obtidas com campanhas antifumo.

A questão comportamental é parte da discussão. A explosão dos cigarros eletrônicos “acontece justo quando, por fim, conseguíamos reduzir significantemente o número de fumantes e, acima de tudo, quando já se conseguira que a imagem de alguém segurando um cigarro, inalando e exalando fumaça deixasse de ser algo normal”, critica Joan Lozano, membro da comissão técnica da Rede de Atenção Primária Sem Fumo de Barcelona, em depoimento ao jornal El Periódico.

Na mesma reportagem, outra autoridade sanitária espanhola ressaltava que esta imagem menos ofensiva e glamorizada dos cigarros eletrônicos pode contribuir para atingir em cheio um público-alvo particular: ex-fumantes hesitantes, adolescentes curiosos e até mulheres grávidas tabagistas que, de contrário, se esforçariam mais para deixar o vício durante a gestação.

Especialistas lembram também que até o momento não está provado claramente que alguém possa parar totalmente de fumar com o novo hábito, embora existam indícios de que podem ajudar a diminuir o número de cigarros consumidos (leiam nesta matéria de VEJA). A prestigiosa revista médica semanal britânica The Lancet entrou na polêmica com um artigo defendendo esta tese.

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A atriz Katherine Heig fumou cigarro eletrônico e o defendeu em entrevista no programa de David Letterman em 2010 (Foto: reprodução)

No e-cigarro, a energia da bateria de lítio aciona o aquecedor próximo à boquilha, que transforma na fumaça a ser inalada o conteúdo líquido de um refil. Na ponta, uma luz LED serve tanto para simular o acendimento de uma brasa normal quanto avisar sobre o estado da bateria.

Justamente por conter este recipiente apto a diferentes tipos de conteúdos – cada unidade equivalente a mais ou menos a 12 cigarros -, o e-cigarette é celebrado por seus defensores, entre os quais se incluem celebridades como o Rolling Stone Ron Wood, a top model Kate Moss e a atriz Katherine Heigl, como uma alternativa para consumir menos nicotina, ou até mesmo parar de fumar.

A viciante nicotina, porém, quase invariavelmente marca presença. Junto com água e com os compostos orgânicos propilenglicol e glicerol, a droga se “disfarça” em meio a sabores que podem ir de baunilha a tutti-frutti, passando por uísque, café, framboesa, banana e até diferentes peixes. Ainda assim, entusiastas alegam que a quantidade da famosa substância ingerida em cada “trago eletrônico” é cerca de dez vezes menos do que a consumida em um trago “clássico”, que oscila entre 1 e 2 miligramas.

Pegando carona nestes números, novas empresas exploram um suculento novo nicho empresarial. É o caso da italiana News Smoke, que possui 26 filiais nacionais e seis na Espanha, e cujo slogan é “Mais saudável em qualquer lugar”.

Ou seja, a marca faz alarde sobre o fato de seus produtos serem supostamente menos nocivos à saúde e por seus usuários terem a chance de voltar a desfrutá-los em lugares onde os tabagistas não são mais aceitos – na Itália é proibido fumar em locais públicos fechados desde 2005, na França desde 2008 e na Espanha desde 2010. Os e-cigarros, por produzirem vapor sem cheiro, não constituiriam problema.

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Campanha publicitária da marca italiana News Smoke: todo mundo saudável, de dentes brancos, sem queimaduras, menos pobre e podendo fumar em bares (Foto: News Smoke)

Entre as outras vantagens incluídas no lobby favorável aos cigarros eletrônicos estão também algumas futilidades espantosas quando comparadas a eventuais riscos à saúde, como a manutenção da brancura dos dentes, a abolição do uso dos cinzeiros, o fim das queimaduras causadas pela queda de brasas, o fim do odor impregnado nas roupas e economia de dinheiro — um fumante médio que passe a consumir a novidade baixaria seus gastos anuais de 1.000 para 600 dólares.

A postura em favor de tais argumentos, sobretudo o de que vapear pode ajudar a largar o cigarro, porém, está longe de ser unânime, ainda mais porque está estatisticamente comprovado em vários países que muitos dos usuários dos e-cigarros continuam fumando TAMBÉM os cigarros de sempre.

Além disso, o propilenglicol, tipo de álcool presente nos líquidos utilizados nos refis, é  considerado tóxico se consumido com grande frequência. Outras pesquisas apontaram que o simples inalar da fumaça dos e-cigarettes pode não danificar o coração, mas prejudica os pulmões.

Os e-cigarros, por tudo isso, estão na berlinda. E sua sorte futura vai depender da postura que adotarem, em definitivo, a Organização Mundial da Saúde, a União Europeia e a meca dos consumidores de cigarro do planeta, os Estados Unidos. Se os três penderem para medidas restritivas como as que existem para o tabaco convencional, a moda tende a arrefecer. Caso contrário, o céu é o limite.

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21 Comentários

Lino em 08 de setembro de 2014

Aonde Encontro pra comprar o ECO

Marco em 10 de fevereiro de 2014

Embora a Anvisa proíba sua importação e comercialização,JÁ o uso do NÃO EXISTE NENHUMA LEI QUE PROÍBA. Como diz o Art. 5º – CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL: - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. *Mateus Gonça* Apenas a título de informação existem líquidos para "vapear" com 0% de nicotina,apenas essências de frutas.

Mateus Gonça em 20 de novembro de 2013

Cigarro eletrônico tem nicotina, senão de que que adianta né? a nicotina é o princípio psicoativo e ela é cancerígena. A propaganda vai aproveitar a ideia de "fumo mais saudável" até que a ciência publique dados concretos sobre câncer com esse produto. Mas a lógica da legislação brasileira é estranha. Proibir logo de cara o cigarro eletrônico e manter, ao mesmo tempo, um incentivo nacional generalizado para consumo de álcool. Olha que ironia: a fumaça de tabaco em lugares públicos faz os não fumantes virarem fumantes passivos. Isso é ruim. Enquanto isso, a bebideira desmedida dos milhões de adolescentes que tem carro faz os não-bebuns se tornarem vítimas de acidentes. Isso é bem pior. Trágica ironia.

Rodolpho Villas Boas Neto em 11 de outubro de 2013

Eu Fumo gosto de Fumar e continuarei a Fumar . Chega de Fumofobia

naninha em 10 de outubro de 2013

Colocando de lado as questões de saúde...o que me impressiona são as críticas em cima do cigarro, mas nunca em cima de drogas como alcool que são MAIS prejudiciais que o fumo tanto para o indivíduo como para a sociedade (violência domestica, acidentes de trânsito, brigas, etc). Os comerciais do cigarro eletrônico não chegam aos pés da hipocrisia dos comerciais de bebidas. Não defendo quem fuma ou bebe, mas cada deve ter liberdade de escolha sem criticas abusivas em cima. E a Anvisa deveria inspecionar os números alarmantes de agrotóxicos, hormônios e conservantes nos nossos alimentos...isso sim eh preocupante.

Roberto Cavalcanti em 07 de outubro de 2013

O maior perigo está em que pessoas que nunca fumariam passem a faze-lo, achando que é charmoso e sem risco.

DPalma em 03 de outubro de 2013

Caro Setti, curto seu blog, mas hoje vou aplaudir em pé o comentário de Aurélio Schommer - 29/09/2013 às 7:35 sobre a matéria. Caro Delcio, eu concordo com o Aurelio. Eu acho que se pode proibir o consumo em certos locais, visando a terceiros, mas concordo tanto com ele quanto ao Estado deixar os cidadãos serem adultos que sou, sob determinadas condições, a favor da descriminação total das drogas. Vou até mexer no texto do post porque minha posição não está refletida no que eu escrevi a respeito da postura da Anvisa. Abraço

Malras em 03 de outubro de 2013

Tenho 47 anos e fumei pesadamente por 25 anos. Há cerca de 60 dias simplesmente diminui o número de cigarros fumados por dia para zero. De um dia para o outro! Para conseguir isso usei ( e estou usando )o cigarro eletrônico e refil SEM NICOTINA. Posso garantir que sem o uso desse equipamento não teria conseguido. Creio que a Anvisa deveria usar de bom-senso e critérios técnico-científicos para regulamentar o uso, ao invés de "achismos" sem fundamento. E dessa forma facilitar a vida para quem o cigarro eletrônico só está trazendo benefícios, como poder comprar um produto com garantia e procedência em um estabelecimento legalmente constituído, garantia da ausência de nicotina na essência, etc.

Criticón de Todo em 03 de outubro de 2013

Tenho 50 anos e fumo desde os 20. Há exatamente um més que estou com o e-cig e os efeitos positivos são notorios : minha tosse acabou e meu folego para jogar ténis( 4 vezes por semana) aumentou. A posição da ANVISA é nem mais nem menos que uma uma posição de "fora de jogo" e o comentário 'No Brasil, felizmente, ainda que possam com facilidade ser encontrados de forma ilegal, os chamados e-cigarettes foram vetados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já em agosto de 2009' do blogger é absolutamente infeliz. A melhor posição deve ser na direção positiva : Regulação com informação científica e sustentável. Não adianta dizer que o e-cig tem provavelmente "sustancias cancerígenas"...ficamos na mesma de sempre : provavelmente consumimos n alimentos e bebidas com "prováveis sustáncias cancerígenas"...citando por exemplo os grãos transgénicos tão criticados pelos "xiitas verdes" e outros personagens. Se a ANVISA fosse coerente ; deveria prohibir sem meios termos o cigarro comum...Por que o cigarro é legal? apesar de ter: monóxido de carbono, alcatrão , amoníaco,etc.etc.etc. ....não é assim, sr. Ricardo Setti?

Helvécio Carvalho em 01 de outubro de 2013

Ao opinar que meu texto "parece lobby da indústria tabagista", você me ofende gravemente, além de mostrar que mal leu o que escrevi -- porque o foco principal do texto era lamentar que a "novidade" esteja pondo em risco meio século de luta antitabagista. Deleto seu comentário porque, quando a crítica passa a ser ofensiva e mentirosa, é masoquismo publicá-la.

Ismael Pescarini em 01 de outubro de 2013

Caro Setti, parabéns pela relevância de seus posts. Não adianta se preocupar apenas com política e esquecer o lado bom (e as vezes ruim) da vida. Eu parei de fumar ha treze anos. Pus na cabeça que quando fizesse 40 pararia, já minha querida prima está usando o cigarro eletrônico e está conseguindo vencer o vício, que muito provavelmente foi o causador de um cancêr na bexiga. O cigarro eletrônico vem com um alerta contra seus males, mas tendo em vista o benefício que podem trazer, sua proibição no Brasil deveria ser revista.

cigarro em 30 de setembro de 2013

Caro cigarro, conforme as regras do blog, não publicamos aqui nos comentários links para sites de venda, ou propaganda. Só estamos interessados na sua opinião. Abraços

Claudia em 29 de setembro de 2013

Parei de fumar já tem 7 meses , usei o cigarro eletrônico muito pouco e com baixo teor de nicotina , um refil de 10 ml dura p/ mim uns 3 meses. Posso dizer que nestes 7 meses não fumei nenhum cigarro tradicional , nem uma tragadinha . Me ajudou muito e olha que fumei durante 25 anos . Agora aos poucos estou largando o eletrônico , tem dias que nem uso .

Victor Flores em 29 de setembro de 2013

Eu não tenho muita paciência para posts insuportáveis como este. Estou por um fio com a VEJA. Não suporto mais essa mania de querer molda o mundo à sua ideologia. Deixem as pessoas serem felizes como quiserem. É por essas e por outras que o candidato de vocês, Aécio Neves, tem menos de 13% das intenções de voto. Nem mesmo os seus leitores vocês conseguem influenciar mais. Cuida da sua vida, meu amigo, tenho certeza que, pelo que percebo deste blog, você está precisando de amigos e de uma boa garrafa de vinho para brindar à vida. Se não tem paciência, vá ler outra coisa. E cuidar da sua vida.

bener em 29 de setembro de 2013

Vamos aguardar esta novidade, uma vez que pode ser para o bem da saúde física ou ser utilizado como meio unicamente de obter lucros. Por ex., ir diminuindo a quantidade de tabaco ou substituir por algo semelhante, porém, tais novidades, pode ter certeza, vieram para ficar.Vamos torcer para que não o levem a um caminho pior.

Aurélio Schommer em 29 de setembro de 2013

Para que tanta intervenção governamental? Vamos deixar os adultos serem adultos? Decidirem por si mesmos? Se proíbem cigarros eletrônicos, vamos protestar: fumando cigarros normais. Contra a patrulha politicamente correta. Contra governos babás, que querem controlar cada indivíduo nos mínimos detalhes.

Francisco Lidomar em 29 de setembro de 2013

Tudo que posso dizer, é que os pais alertem seus filhos sobre os malefícios que esse tipo de produto pode causar à saúde.Pois a indústria vai sempre investir em belos comerciais para conseguir mais VÍTIMAS(consumidores).Deus abençoe a todos.

Ah, Setti, vamos parar de brincadeira. Vc vai ou não vai fazer campanha para as eleições de 2014?? Aposto que vc já tem candidato!! Diz aí, o povo não suspeita quem seja..... em 29 de setembro de 2013

Será que esse cigarro é mais prejudicial do que ler Veja?? Se quer criticar VEJA, dirija-se ao diretor de Redação: veja@abril.com.br

Daniel em 29 de setembro de 2013

Parei de fumar com o cigarro eletrônico. REcuperei meu fôlego e estou usando o minimo de nicotina. O lobby do tabaco está jogando pesado contra essa forma eficaz de largar o vício do cigarro. Para que quer para de fumar ou ao menos reduzir o cigarro recomento o eletrônico. Bom saber, Daniel. Abraço

Marcelo Marques em 28 de setembro de 2013

Quer parar de fumar??!! Pare e pronto, mas tem que querer mesmo!!!

Marco em 28 de setembro de 2013

D. Setti, Olha vou dar um testemunho pessoal, de quem está quase 5 meses sem fumar. Cfe reportagem já da Veja, realmente, tu vai engordar em torno de 10 a 12 Kg, cfe ,foi meu caso. Tentei substituir o vício por boletes , acabei quebrando dois dentes. Agora, deixei o bigode para alisar , para superar a falta do cigarro. Acho, q para quem fumou, jamais vai esquecer esse vício. Parar é resultado de muito esforço e trabalho. Isso eu te garanto. Abs. Parabéns pelos 5 meses, amigo Marco. Abraço

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