Malena Gracia enfeitara a capa da edição espanhola de Playboy em julho de 1998, e era a convidada especial dos anfitriões para o encontro das edições internacionais da revista em Barcelona, em maio de 1999.

Simpática, bonita, olhos claros, ela seguia o caminho de tantas outras mulheres da Espanha — em geral morenas –, dotadas da aparentemente irresistível compulsão de tornar-se loiras.

Eu costumava brincar com os colegas das edições estrangeiras que, na Espanha, pelo jeito, deveria haver mais loiras do que na Suécia.

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