Não deixa de ser elogiável o exemplo de modéstia do ex-ministro da Justiça Luiz Paulo Barreto, que substituiu o ex-ministro Tarso Genro de 10 de fevereiro do ano passado até o final do governo Lula.

Ele aceitou sem pestanejar ser o secretário-executivo do Ministério, uma espécie de vice-ministro, e subordinado do novo ministro, José Eduardo Cardozo. Barreto, funcionário de carreira do Ministério, já havia exercido o mesmo cargo durante os três anos de Genro como ministro.

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Observer em 23 de janeiro de 2011

É, alguém tem que saber como é o funcionamento da repartição. Se assim não for, como ficará a requisição de ítens importantes para o bom funcionamento, ítens como papel higiênico ou mesmo o andamento daqueles requerimentos de licença-premio.

sidney em 22 de janeiro de 2011

Setti Parece ate - brincadeira nao ?? _ eeee verdadeiramente um - jogo - de cartas marcadas ; MAQUIAGEM etc etc Abracos

Jade em 22 de janeiro de 2011

Chamo a atenção para uma intrigante situação. Nos últimos anos a sociedade tem se mobilizado pra combater o tabagismo, dizem que é um péssimo hábito. Ser fumante nestes tempos ditos politicamente corretos é uma heresia pior que jogar pedra na cruz. Os fumantes são acusados de alimentar a poderosa indústria do fumo que não está nem aí para o problema de saúde pública que causam. No entanto, a mesma tão politicamente correta sociedade trata com leniência as demais drogas, lícitas ou ilícitas. Cocaína? Ah, o vício é uma doença. Maconha? Ah, essa é terapêutica. O caso do álcool é ainda pior, ele é estimulado: serve pra dar uma relaxada depois do trabalho, para integrar as pessoas, quem não bebe é o careta, nerd, chato paca. Álcool, maconha, cocaína, crack, tudo no campo da doença; cigarro na conta do mau hábito. Parar de fumar é questão de força de vontade; livrar-se de outras drogas é questão de tratamento, sem ajuda é impossível: o coitado é doente. Talvez álcool e outras drogas não sejam um problema de saúde pública, talvez seja preferível engordar a conta de traficantes que de uma indústria que paga impostos. Não estou fazendo apologia ao cigarro, nem mesmo sou fumante, jamais o recomendaria, mas tem alguma coisa errada nessa história. Tem mesmo, Jade. Ótimo comentário! Abraço

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