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Para muitos, o maior time de basquete da história, com Magic Johnson (número 15), Larry Bird (7) e o fabuloso Michael Jordan (à esquerda de Bird, na foto), entre outros craques (Foto: Basketball USA)

Para muita gente boa, é o maior time da história do basquetebol: o Dream Team, o à época invencível time de profissionais que, pela primeira vez, os Estados Unidos resolveram enviar para uma Olimpíada — no caso, as mágicas Olimpíadas de Barcelona, em 1992.

Um time que tinha “Magic” Johnson no auge, o legendário Larry Bird unindo maturidade com todos os recursos técnicos imagináveis, Michael Jordan a caminho de ser o que logo se tornaria — o maior jogador de todos os tempos –, junto a feras como Charles Barkley, Karl Malone, Scottie Pippen e o “baixinho” (1,85 m) John Stockton, infernal nos arremessos de três pontos…

Pois bem, uma das estrelas do time que agora disputa os Jogos de Londres, Kobe Bryant, do time do Los Angeles Lakers, fez a inevitável declaração polêmica: para ele, o time atual — que, como sempre, os americanos chamam de Dream Team — venceria o Dream Team original.

Vários dos campeões olímpicos de 1992 responderam, em diferentes tons.

Mas a melhor resposta será ver o que fará o time atual nas quadras. Para ser melhor do que o Dream Team, basta bater seus números.

Então, vamos lá.

Uma Olimpíada inteira sem pedir tempo

O timaço de Jordan, Magic e Bird — que já na fase de classificação massacrou todos seus seis adversários das Américas, com uma diferença de pontos que oscilou entre 79 a mais do que Cuba e 38 a mais do que Porto Rico — capturou a medalha de ouro em Barcelona com as seguintes marcas:

* Ganhou todos os oito jogos que disputou

* Ganhou esses oito jogos fazendo mais de 100 pontos em todos eles, num total de 938

* Fez uma média de 117,3 pontos por partida

* Obteve uma diferença média de pontos por partida de 43,8

* O técnico Chuck Daly — de quem o atual técnico, Mike Krzyzewski, era um dos três assistentes — não julgou necessário pedir tempo NENHUMA VEZ em todo o torneio.

E agora? Vamos conferir no final como fica?

De minha parte, uma aposta: Kobe Bryant perdeu uma boa oportunidade de ficar quietinho.

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2 Comentários

Luiz Pereira em 30 de julho de 2012

Setti, O time de 92, além de ser uma máquina, era formado por estetas. Eles não queriam apenas jogar bem. Buscavam a excelência. E como a alcançavam com facilidade! abs

Marco em 30 de julho de 2012

Dom Setti: Com todo respeito por eles q vão tentar superar, mas até aqui, para mim aquele time foi raro e uma distinção insuperável. Abs. Pra mim também, caro Marco. Vi ao vivo o atual time jogar em Barcelona, em amistoso contra a Espanha, e está muito, mas muito distante do Dream Team de 1992: erros de cesta, erros de passe, menos malabarismos, menos arrojo... Abraço

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