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Neil Armstrong (05/08/1930 – 25/08/2012)

O astronauta Neil Armstrong, primeiro ser humano a pisar na lua, foi homenageado pela agência espacial americana, a Nasa, por ocasião do primeiro aniversário de sua morte, anteontem, 25 de agosto.

Imagens marcantes da histórica viagem da Apollo 11 que o levou à lua junto com  Edwin “Buzz” Aldrin e Michael Collins em  20 de julho de 1969; retratos de um homem de família, com seus filhos, de um piloto de jatos de combate da Marinha dos Estados Unidos que resolveu realizar um sonho…

Natural do Estado norte-americano de Ohio, o astronauta que deu um “pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade” morreu aos 82 anos, por complicações de uma cirurgia cardiovascular.

A trilha sonora, Base da Tranquilidade (Tranquility Base), canção original composta por Eric Brace, faz menção ao local onde a nave Apollo 11 pousou e a bandeira dos Estados Unidos foi fincada em solo lunar — onde está até hoje.

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11 Comentários

What's up? em 01 de setembro de 2013

Monarquista que acha que é farsa a viagem do Apolo 11, também deve achar que é farsa V2 do von Braun construído durante WWII, assim o foguete Saturn V construído por ele e sua equipe que lançou o modulo até a Lua também deve ser farsa. Cada um vive e morre preso na redoma da ignorância de acordo com o limite da sua própria capacidade mental. A “evidencia” da sua pesquisa parece mais a do cientista que criou a escala Kelvin, ele fez palestra afirmando Raios-X ser farsa e “previu” que uma maquina mais pesada que o ar jamais voaria. Se pesquisar, estudar, e entender as orbitas e trajetórias de planetas e satélites garanto que o raio da redoma em que vive aumentará.

Spock em 01 de setembro de 2013

Em resposta ao monarquista...Não foi farsa! Foram lá seis vezes. Sua mentalidade limitada é que não permite que aceite! Se tiver coragem confirme aqui > http://www.youtube.com/watch?v=MCFjvbqSaj8

SergioD em 29 de agosto de 2013

Ricardo, que homenagem maravilhosa. Para quem como eu, e você, que acompanhamos a corrida espacial na década de sessenta, é emocionante, não? Uma coisa que os americanos sabem fazer é cultuar os seus heróis. Nisso eu os admiro. Pena que por aqui não temos muito esse costume. Grande abraço e parabéns por ter postado esse vídeo.

Monarquista em 29 de agosto de 2013

Grande farsa montada que engana bilhões até hoje. Pesquisem na internet as evidências que desmontam a farsa e verão do que estou falando.

Reynaldo-BH em 28 de agosto de 2013

Setti, escrever algo sobre política internacional neste espaço, me faz sentir com o pároco de Itumirim apresentando teses teológicas para Bento XVI. Seu domínio sobre estes temas é intenso. Fico meio que inibido. Mas, repito o pensador conhecido: "“Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. John Donne. Assim, ouso. Rsrsrs. --------------------- “O único pedaço de terra que pedimos à Europa era o suficiente para enterrar nossos filhos que lá morreram”. (General Colin Powell). Esta resposta a uma acusação de um suposto desejo imperialista americano entrou para a história. E a história se repete. Como novo drama ou como farsa. Os USA são – erradamente – a polícia do mundo. Mas também é encargo da maior potência dos séculos XIX, XX e XXI. Obama é cobrado para que aja. O mundo – que acusa os USA de patrocinar guerras de modo permanente – quase que exige de Obama uma ação militar para impedir a barbárie síria. Certamente não é confortável a um democrata e criado em um ambiente que estimula a aceitação dos opostos, ordenar o início de mais um conflito. Em que vidas serão perdidas, nesta ação que a humanidade ainda não aprendeu a evitar. Guerras são a falência da razão e do humanismo. E existem desde o início dos tempos. Mesmo assim, jamais nos acostumamos. Agride nossa visão de justiça, que sequer sabemos de onde vem. Fazem-nos menores do que somos. Confessamos, com gestos, nossa incompetência social e nosso desprezo pela evolução da espécie. O que fazer quando o mundo exige que um ditador pare com um genocídio contra o seu próprio povo? Que a contagem macabra – que ultrapassa 100.000 vítimas em dois anos – tenha um paradeiro? Todas as tentativas de persuasão falharam. A guerra é o fracasso da diplomacia. E esta tem fracassado com uma dolorosa constância. As mesmas vozes que exigiam que o mundo fizesse algo em relação à Síria, certamente acusará os USA de agirem como imperialistas ou amantes de guerras. Pouco se lê em oposição a esta visão. Não se pergunta – nunca! – o que seria do Ocidente caso Sadam ainda estivesse à frente do Iraque, que o Afeganistão continuasse a – com os talibãs – assassinar meninas, implantar uma ditadura teocrática e servir de base de treinamento para a Al Qaeda. E a explodir bombas em Madrid, Londres ou Filipinas. A preparação para a resposta síria – que virá, pois ditadores enlouquecidos não medem consequências e Bashar al-Assad já provou, contra o próprio povo, do que é capaz! – incomoda e assusta. É quase surreal ver países limítrofes em preparativos para se proteger de ataques de mísseis. E Obama sabendo que estará, mais uma vez, enviando jovens para morrer em nome de valores que o mundo insiste em desconhecer: o respeito à divergência, democracia e humanismo. Pagará o preço. Seja em meio a uma guerra ainda em curso aumentando as despesas com armamentos, deslocamentos e tudo o que envolve uma guerra a milhares de quilômetros da América, seja nos costumeiros ataques de quem vê nos USA a semente do mal. Por mais que sobrevivam – até aqui na América Latina – pelos esforços e vidas perdidas em guerras assumidas pelos USA. Nos últimos séculos não houve UM ÚNICO dia em que não houvesse uma guerra em curso. Inicia-se mais uma. Aos que, certamente, irão criticar Obama e os USA seria honesto que se perguntassem: continuaremos a ver um povo sendo massacrado pelo ditador que os governa? O uso de armas químicas (que mataram mais de 1.300 cidadãos sírios em um único dia!) deveria ser aceito em nome de quais valores? Da não interferência em “assuntos internos”? Quem defenderá quem é alvo da barbárie? A rendição do povo ao ditador irá dar um paradeiro aos crimes cometidos pelo estado sírio ou será a oportunidade de se levar ao fim a eugenia e limpeza que Bashar pretende? Vamos assistir a mais uma guerra. Que sabemos como começa. Nunca como e quando termina. Assistiremos pela CNN as bombas em “ataques cirúrgicos”. O pavor de todos. A reação de quem se julga dono do destino de uma nação. Veremos mais um pavio acesso no paiol do mundo. E do mesmo modo, veremos os eternos opositores tupiniquins acusando os USA, França, Inglaterra e Alemanha de imperialistas ou amantes da força e da guerra. Mais uma inversão de valores. Diz-se que em uma guerra a primeira baixa é a da verdade. Sempre acreditei que a baixa decorrente do primeiro tiro é da racionalidade, tolerância e evolução humana. Não me alegro com guerras nem as desejo. Seria patológico alguém ter estes sentimentos. Porém me angustia ainda mais ver um povo ser dizimado por quem deveria representá-lo. E protege-lo. Já existe uma guerra. De um ditador contra um povo que somente deseja democracia. Assim, não veremos ao início de mais uma guerra. É somente a continuidade de um conflito que já matou mais de 100.000 pessoas. Fica a certeza que o mundo ficou menor. Nos aspectos morais. E maior, na bestialidade de quem pregando o pensamento único, quer transformar opositores em inimigos a serem abatidos a tiros ou com substâncias químicas, que não distinguem adultos de crianças ou homens de mulheres. Haverá um dia em que guerras sejam exemplos de falência da civilização? Continuo apostando na utopia. Por mais que a realidade a deixe, a cada dia, mais distante.

celeraman+ em 28 de agosto de 2013

My hero!

AlexRio em 28 de agosto de 2013

"de um piloto de jatos de combate da Marinha dos Estados Unidos " Apenas um adendo. Não creio que a melhor definição para Armstrong seja piloto de combate da Marinha. Sim, ele iniciou a carreira profissional como piloto da Marinha mas saiu na vida militar pouco tempo, não mais de dois anos, servindo na Guerra da coreia, mas não fez carreira. Armstrong foi essencialmente um piloto civil, mais especialmente um piloto de testes da super prestigiada Escola de Piloto de Teste Naval dos Estados Unidos, em Patuxent River, estado de Maryland, a mais prestigiada academia de aviadores dos EUA, para civis e militares e lá se formou e trabalhou após servir na Coreia por quase uma década, até entrar o programa de astronautas da NASA. Armstrong inclusive é conhecido por ter sido um piloto civil o primeiro astronauta a andar na Lua. Sintomatico isso, sua escolha para tal, sendo o unico civil entre os pilotos militares do programa Gemini e Mercury, que depois voariam no Apollo.

Maurílio Melo em 27 de agosto de 2013

Nada mais justo que uma tão trabalhada homenagem a esse homem que teve a capacidade e a coragem de fazer algo diferente, novo e, antes de tudo, desafiador pra humanidade.

Inacio Queiroz em 27 de agosto de 2013

Um futuro de paz, avanço na ciência espacial, prosperidade e amor fraterno entre os humanos, creio tenha sido este o pensamento de Neil Armstrong ao observar a Terra no momento em que pisava no solo lunar. Sua vida após o grande feito deixa esta impressão. Homenagem bem merecida.

Carlos Correia em 27 de agosto de 2013

E lembrar da incredulidade, tangenciando a obtusidade, de milhões de pessoas.Hoje o fato é tão corriqueiro e natural como o nascimento do sol.

Marco em 27 de agosto de 2013

D. Setti, realmente uma grande memória! Abs.

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