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O que me estarreceu foi ver integrantes de torcidas anti-Corinthians — entre elas, a do São Paulo e a do Palmeiras — torcendo contra seus próprios clubes

Amigos do blog, venho sendo brincalhonamente cobrado por alguns leitores por não me haver manifestado sobre os resultado do Campeonato Brasileiro de Futebol. Sabedores, por respostas a comentários, de minha condição de corinthiano, querem que eu renda homenagens ao Fluminense, para começo de conversa.

Bem, aqui vai: parabéns ao Fluminense pela bela campanha, parabéns ao técnico Muricy Ramalho pelo excelente trabalho — embora bem que o clube poderia deixar de lado essa balela de “tricampeão”, incluindo entre os dois títulos conquistados no Brasileirão o que conseguiu no antigo “Robertão”, o torneio Roberto Gomes Pedrosa quando ampliado para abrigar clubes fora do eixo São Paulo-Rio, seu propósito durante muitos anos. O “Robertão” foi a semente do Brasileirão, mas este só começou a ser disputado em 1971, e o Fluminense, nele, conquistou dois títulos, e não três.

Bem, o Brasileirão ficou para trás, agora nós, interessados, nos voltamos para a Libertadores. Para mim, porém, e acho que para muita gente, esse campeonato que passou deixou um travo amargo. Não apenas pelo fato de o Corinthians não ter sido campeão — isso faz parte do jogo e da vida. O que me estarreceu e chateou foi ver a vergonhosa, inqualificável atitude de um grande número de integrante de três torcidas anti-Corinthians — as do São Paulo, do Palmeiras e do Guarani — que torceram contra seus próprios clubes, nas partidas contra o Fluminense, para que o alvinegro não fosse beneficiado por um tropeço do líder na tabela.

Comemorar festivamente gols do adversário contra suas próprias redes, como ocorreu com torcedores de São Paulo, Palmeiras e Guarani, vaiar, xingar e hostilizar de todas as formas o excelente goleiro Deola, do Palmeiras, que dignamente deu o máximo de si para defender sua meta contra o Fluminense, operando defesas espetaculares, como fizeram muitos palmeirenses, e ameaçar aos gritos seus próprios jogadores, avançando sobre eles e pressionando-os a entregar o jogo, como ocorreu com adeptos mais trogloditas do Guarani, foi algo inédito, lamentável, horroroso.

Todos sabemos da falta de transparência e da podridão que infesta o futebol, começando pela FIFA. Sabemos também dos cartolas malandros, da corrupção em clubes, da influência dos agentes dos jogadores e dos patrocinadores forçando a barra na escalação de “seus” jogadores, de técnicos que inflam artificialmente atletas, colocando-os na vitrine do time principal, em troca de vantagens, de certas torcidas organizadas financiadas por dirigentes para interferir na vida dos clubes — e etc, etc, etc.

Mas que a imoralidade chegue à massa torcedora, como se deu nas rodadas finais do Brasileirão com adeptos desses três tradicionais clubes brasileiros, não apenas reflete o alastramento dos maus valores no próprio futebol como é um sintoma a mais de que há algo de muito errado em nossa sociedade.

Temos aí, sem dúvida, uma questão moral a desafiar os estudiosos explicadores do Brasil.

 

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32 Comentários

Carlão em 17 de dezembro de 2010

Ricardo, meu caro Para colocar mais lenha na fogueira, concordo em parte com o Marcello. Em 1998 não houve grita, em 2002 houve. Acontece que não creio que fosse por ser esse ou aquele time a ser prejudicado, mas a situação em si. Fossem os papéis invertidos, os protestos seriam os mesmos. Mais lenha ainda: a contenda entre dois jornalistas cujo link recebi e compartilho aqui: . Não os conheço e não endosso várias passagens de ambas as partes. Dizer que o Brasileirão de 1987 foi a Copa União e o tom às vezes deselegante com o que o autor se refere a seu colega são duas dessas coisas. Concordo com a argumentação que o futebol era semiprofissional na maior parte do país à época dos torneios em discussão e que os critérios de participação eram claros e uniformes: vai o campeão estadual. É um critério muito menos aberrante que a Copa do Brasil, onde um time da série D do Brasileirão pode disputá-la e até mesmo vir a ser campeão. Basta fazer um bom campeonato estadual, tarefa não muito difícil em alguns Estados brasileiros. Cito o Brasileirão como referencial porque este tem critérios simples e diretos para acesso e descenso (viradas de mesa à parte). Também vi na TV jornalistas diminuírem as conquistas do Santos (que se concentraram nas primeiras edições) dizendo que o número de jogos disputado foi ridiculamente baixo. Para lembrar, houve edições da Libertadores onde o campeão do ano anterior entrava diretamente... na final! Dava pra ser campeão continental com dois jogos, mundial com quatro! Isso é que é moleza! Como você ainda quer escrever sobre futebol, deixo uma sugestão para o futuro: que tal times que surgiram, chegaram a ganhar títulos estaduais (ou até mais) e hoje estão no esquecimento ou já fecharam? Em Recife se falava muito do América (cuja antiga sede era a uma quadra de casa e onde hoje funciona um colégio), por exemplo. Por enquanto é isso. Abração do Carlão. Obrigado pela sugestão -- e pelo comentário, caro Carlão. Mas o meu post se referia mais ao papel inacreditável de certas torcidas no último Brasileirão. Não consigo aceitar isso. Abraços

Marcello em 16 de dezembro de 2010

Concordo com você. E também acho muito chato um campeonato que a gente tenha que torcer contra um time que não é o que está jogando contra o meu. Os pontos corridos foram adotados no Brasil porque o São Paulo chegou em primeiro em 2002 e o Santos em oitavo, e o Santos foi campeão eliminando São Paulo e Corinthians. Quando o Corinthians chegou em primeiro em 1998, disputou as finais e ganhou, não houve nenhuma gritaria. Bastou ser o São Paulo que mudaram o sistema. Digam o que quiserem, eu não gosto. Gosto de mata-mata. Classifiquem-se os oito melhores, e mata-mata. Os quatro primeiros jogam pelo empate. Aí dá gosto torcer. Pontos corridos é chato. Assistir o que na última rodada? O jogo do meu time ou o jogo do time que precisa perder, sabendo que vão entregar? Mata-mata já. Quero torcer só pelo meu, e não contra os outros.

Carlão em 15 de dezembro de 2010

Ricardo, meu caro Concordo e disconcordo contigo. A CBF fez mesmo uma lambança. Colocasse algo como "títulos nacionais", já resolveria boa parte da bagunça. Hoje em dia temos algo parecido, Santos e Fluminense são campeões nacionais em 2010. Certo, a Copa do Brasil não conta com os participantes da Libertadores (já contou) e talvez por isso seja um campeonato "menor". E é mesmo, porque só o campeão vai pra Libertadores e tanto imprensa quanto torcidas dão mais valor ao Brasileirão. Faço coro com o JT: se a CBF quer as três estrelas que a CBD ganhou, que reconheça seus campeonatos. Fica difícil justificar que o Santos tenha ganhado duas Libertadores e dois mundiais sem ter sido campeão brasileiro. Ainda insisto na fórmula Copa do Brasil + Brasileirão: vence o melhor, segundo critérios distintos. A importância de cada torneio, o torcedor que atribua. Para ajudar a apagar o incêndio jogando gasolina, ainda digo mais: em 1997, o Flu deveria jogar a segundona, mas uma virada de mesa o manteve na primeira; caiu de novo nesse ano e se tornou o único clube no mundo a ser rebaixado para a segundona dois anos seguintes; em 1999 jogou a final da série C graças a uma incrível manobra de bastidores, vulgo "virada de mesa" ou "tapetão"; em 2000, em vez de disputar a segundona, inventou-se a aberração chamada Copa João Havelange (que não deveria contar como título brasileiro, porque reunia times das séries A, B e C); foi mantido na série A no ano seguinte e nunca mais de lá saiu. Portanto, faz mais de dez anos que não temos um Brasileirão sem irregularidades gritantes. Mesmo com toda qualidade que mostrou nas edições posteriores, o fato é que o Flu não conquistou o direito de disputar a série A, não acha? Abração do Carlão eneacampeão nacional (tem a Copa do Brasil de 1998, hehe) Caro Carlão, obrigado pelo informado comentário. Os tapetões que já beneficiaram o Fluminense estão sendo oportunamente lembrados por você. Em matéria de maracutaia de cartolas, acho que "nunca antes neste país...". Abração

JT em 14 de dezembro de 2010

Entrando na questão do reconhecimento dos títulos nacionais anteriores à 1971, penso que a CBF só estará sendo coerente com a história dela mesma. Vejamos: as três primeiras Copas do Mundo que o Brasil ganhou, não foram com o escudo da CBF, mas com o da antiga CBD (Confederação Brasileira de Desportos). Então, se a CBF quer usar as cinco estrelas em sua camisa, nada mais justo do reconhecer os campeonatos organizados pela CBD entre 1959 e 1970. Na parte que me toca, para ser coerente com minha postura de "fundador provisório" do Movimento Slowfoot, só reconheço os títulos até 1986. Desta forma, Santos e Palmeiras teriam "apenas" seis títulos... Setti, por falar em Slowfoot, o projeto do blog continua. Segue mais um trecho: "O Futebol entre solteiros e casados é uma espécie em extinção, pois cada vez mais o pessoal que nasceu depois da geração 'paz e amor' foge do casamento e das responsabilidades convencionais. O desequilíbrio só aumenta nestes jogos, pois o time dos casados está com a média de idade cada vez mais alta. A média de idade dos solteiros nas partidas não aumenta, pois os solteirões e desquitados deixam de bater bola: eles preferem comprar motos americanas, degustar charutos cubanos (que eles em geral não suportam) e praticar esportes ditos radicais (arborismo, moutain bike - tudo o que seja natureba e provedor de status) com o objetivo de ficarem mais descolados e ainda com pinta de garotões, diante das universitárias que eles pretendem seduzir nos bares da moda." Pessoal, esse Futebol Mercantilista de hoje não merece a nossa atenção, e muito menos que briguemos por isso. Abraços! Não vou nem comentar essa bagunça que a CBF fez, misturando campeonatos com taças e levando a que, em alguns casos, tenhamos tidos dois campeões brasileiros no mesmo ano. Mas vou sempre estimular que você continue com seu blog. Volta e meia farei aqui um link para ele. Abração

Carlão em 14 de dezembro de 2010

Ricardo, meu caro Se a gente recebesse o jornal de amanhã, não o de hoje... Vi ontem à noite que a CBF reconheceu a Taça Brasil e o Robertão. Hoje, todos os sites mostram os rankings com e sem estes campeonatos. A maioria, com o erro grosseiro de considerar o Flamengo como hexa. Já que fomos atropelados pelos fatos, fica outra sugestão: incluir Copa do Brasil e a famigerada Copa União (1987 passaria a ter dois campeões), que tal? Pelo menos daria para colocar o glorioso Paulista de Jundiaí (Copa do Brasil, 2005).... Obrigado pelo "bem mais jovem". Na verdade, sou jovem o bastante para só ter visto Ademir da Guia e Pelé no dvd. Ainda lembro de Telê como técnico do Palmeiras, mas realmente não prestava muita atenção em regulamentos e classificação. De qualquer modo, o "recente" que usei para a fórmula de pontos corridos diz respeito aos últimos vinte e poucos anos. Com todos os defeitos, ainda acho a melhor solução ter um torneio de mata-mata (Copa do Brasil) e outro de pontos corridos (Brasileirão). Um premia a superação, o esforço concentrado. Outro, a regularidade. Para encerrar, mais um comentário sobre torcer contra: xinguei o Deola naquele famoso jogo, mas foi algo como "por que não jogou assim o campeonato todo, pô"? Abração, Carlão Caro Carlão, Acho que a CBF mexeu no que não devia e reescreveu a história. De repente, o Palmeiras, por exemplo, ganhou títulos que o Felipão não consegue com aquele time. Algumas taças e copas deveriam equivaler à Copa do Brasil, e não ao Campeonato Brasileiro. Tudo isso esvazia e esculhamba o nosso futebol, não bastasse o que ele já tem de errado. Sobre a fórmula de campeonato, acho que o de pontos corridos é o mais justo -- e a prática tem mostrado que pode ser sempre emocionante. Abraços

Carlão em 13 de dezembro de 2010

Ricardo, meu caro Não sabia dessa sua "falha de caráter". Bem, agora você já sabe que sou palmeirense. Mas vamos lá, antes de tudo somos civilizados e não definimos nossas vidas a partir do time para qual torcemos, certo? Vou dizer o que todo mundo já sabe: como palestrino, as maiores alegrias são: 1) o Palmeiras ganhar; 2) o Corinthians perder. Meus amigos corintianos concordam, apenas trocando o nome dos times. Torci, sim, contra meu time nas últimas rodadas. Torci, sentado no sofá de casa e sozinho (os meninos ainda não têm paciência para assistir a um jogo pela TV). Torci quieto, até meio envergonhado, mais um não-torcer a favor que propriamente torcer contra. Nunca fui e nunca irei a estádio senão para torcer pelo meu time. Nunca xingaria um jogador de meu time por fazer uma boa partida (por jogar mal, xingaria, xinguei e xingo). Nunca ameaçaria um jogador de time adversário, por mais antipático que possa ser. Nunca atiraria objetos ao campo. É imperdoável que tenham feito isso. Não têm meu apoio nem meu consentimento. Sobre assuntos levantados em outros comentários, você ainda não viu corintiano torcer contra o próprio time porque o sistema de pontos corridos ainda é recente e não houve situação semelhante à desse ano com papéis invertidos. Você pode até não torcer (acredito que não o faça), mas a torcida corintiana não é exatamente pequena e homogênea, não? O falso tri do Flu veio para fazer coro com o falso hexa do Fla, ano passado. Na verdade, o falso hexa foi ainda pior, já que em 1987 houve um Campeonato Brasileiro vencido pelo Sport. Se o Flamengo não quis disputá-lo após vencer a Copa União, problema do Flamengo. A favor do Flu, o Campeonato Brasileiro começou em 1971. Antes, havia a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o Robertão. Eram os campeonatos que melhor representavam o futebol brasileiro de clubes. Era um Rio-São Paulo aumentado? Era sim, mas os últimos Brasileirões contaram com dez times entre RJ e SP (50% dos participantes!). Há um movimento para que se reconheça a Taça Brasil e o Robertão como campeonatos nacionais, cujos maiores interessados são o Santos e o Palmeiras. Importante: Pelé só será campeão brasileiro se isso acontecer. Outro ponto a favor: contamos como campeões mundiais de clubes (aí inclui-se o Santos de Pelé) vencedores da Copa Toyota. Que tal colocar na coluna os dois rankings de campeonatos nacionais, um com Copa do Brasil mais Brasileirão (desde 1971) e outro que além destes inclua a Taça Brasil e o Robertão? Abração do Carlão Valeu, Carlão, palmeirense e civilizado. Diferentemente da esmagadora maioria dos corinthianos, minha grande bronca não é com o Palmeiras, talvez por ter sido o time de meu Pai. O Santos é o número 1 da lista, seguido pelo São Paulo. E você deve ser bem mais jovem do que eu, porque durante a maior parte da minha vida de torcedor, que começou aos 8 anos de idade, por aí, TODOS os campeonatos eram por pontos corridos -- e pontos perdidos, e não ganhos, além do mais. E eu nunca vi a minha torcida torcer contra o Coringão, é verdade. Sua sugestão dos rankings é boa. Pretendo trazer muita estatística interessante de futebol no blog. Aguarde. Um abração

ALEX GOMES em 13 de dezembro de 2010

Você é corintiano e como corintiano não se lembra de um campionato atras que seu "curintians" fez a mesma coisa contra o SÃO PAULO,pimenta nos olhos dos outros é refresco, né?!!! Acho que você não leu o post. A TORCIDA do Corinthians nunca torceu contra o próprio time. Falei de TORCIDAS, meu amigo.

Raphael em 10 de dezembro de 2010

Há uma questão cultural que impede um campeonato com pontos corridos. As rivalidades estaduais somadas aos inúmeros clubes brasileiros disputando títulos. No Brasil, pelo menos 12 times entram com possibilidades de faturar a taça. É difícil para um torcedor de determinado time não se incomodar com o seu arqui-rival ser campeão. Futebol é movido por paixão, rivalidade, desde que sejam sadias, é claro. Adorei zoar meus amigos vascaínos quando o Vasco perdeu para o Real Madrid no mundial de clubes. Agora, quem acompanha o campeonato de basquete dos EUA, a NBA, sabe o quanto a fórmula de "play-off" movimenta milhões e atrai torcedores. No futebol daria para fazer uma série de 3 jogos ao invés de mata-mata, evitando com isso, que um time com a melhor campanha não seja eliminado por causa de uma partida infeliz. Não demora muito a CBF terá que reavaliar esta fórmula de disputa, a mídia já tem feito esta discussão e como parte do lucro da instituição do futebol parte dos direitos de imagem, os meios televisivos têm tudo para mudar isso.

Bastardo Inglório em 10 de dezembro de 2010

As mesmas coisas aconteceram no ano passado e não me lembro de ter lido sequer um comentário sobre isso. Qual o problema? Seria o fato de o Fluminense ter sido o campeão, atrapalhando o centenário do queridinho da imprensa Corinthians? Ou o fato do queridão da imprensa Flamengo ter sido o campeão em 2009? O Fluminense venceu porque foi melhor, apesar de ter sido sabotado por arbitragens desonestas, que favoreceram o Corinthians durante toda a competição, e pela CBF. Aturem. O Corinthians não é o queridinho da imprensa, é o queridinho do povão, meu caro. E qual é o problema eu já tentei explicar no post. Abraços

Zé Ricardo em 10 de dezembro de 2010

Ricardo, concordo com o que diz, porém posso lhe assegurar que muitos, muitos mesmo, corintianos torceram contra o time no jogo com o Flamengo para prejudicar o São Paulo. O goleiro Felipe entregou o jogo, como reconheceu o Andres Sanches e houve até passeata pela derrota. Isso é fato, não opinião. Abraços

Roberto Xavier em 10 de dezembro de 2010

Futebol está para mim, meu caro Setti, assim como deve estar para você a Luta Livre entre freiras. Como eu vivo num país em que se faltar a bola para um jogo de futebol haverá milhões que disporão a cabeça da própria mãe para servir de petrecho para o jogo e cresci ouvindo mesmo que a contragosto o grito de gol, vou dar um pitaco nessa querela. Num torneio regional é natural que haja a rivalidade desportiva. Num torneio nacional, uma vez que fiquem para disputar o titulo times de estados diferentes, natural seria que cada estado torcesse pelo time que o representa, certo? Numa disputa internacional, mais natural ainda que se torcesse pelo time representante de cada país. No brasileirão 2009 tivemos que o Córintcha entregou o jogo ao Flamengo para prejudicar o São Paulo, e no de 2010 o mesmo Córintcha recebeu o troco por sua atitude desleal e anti desportiva. Se vivêssemos em um mundo normal (mas o que é a normalidade?) ocorreria aquilo que citei acima, mas o que rege a imensa massa de torcedores fanáticos é o fundamentalismo sectário, que na política cria a violência e o terrorismo. Caro Roberto, sou corinthiano desde criança, já passei dos 60 e nunca vi a torcida torcer contra o time. That's it.

Paulo Feitosa em 10 de dezembro de 2010

Sinal dos tempos em que vivemos. Eu mesmo torci contra o meu querido Corinthians. Sabes a causa? Simplesmente porque envergonha-me ver um torcedor do Corinthians vir a público e falar asneiras com o intuito de dizer-se um fervoroso torcedor. Estou a falar do Lula. O que ele diz não ajuda o time. Se os diretores do Corinthians continuarem a bajula-lo esqueçam que um dia fui corinthiano.

Marco em 10 de dezembro de 2010

Caro R. Setti: Rapaz um dia desses vi a história do Corinthians na TV Cultura, achei linda, os dissidentes italianos do Palmeiras fundaram o Corinthians. Já q o Palmeiras não admitia a ingressos d populares nos seus associados. Aí, pela descendência torço pelo Palmeiras e aqui no Sul pelo Inter , fundado por italianos Paulistas os Irmãos Pope ! Mas vou fazer um provocação com a nação Corinthiana: Alô Presidente Lula, Alô R. Azevedo, Alô Sílvio Santos. Deixaram o R. Setti sózinho, no minímo 2.000 comentários em favor do Timão, senão não é torcida mas apenas Crentes e Testemunhas ! Abs.

Jackson em 10 de dezembro de 2010

Prezado Ricardo, até que enfim li algo interessante sobre o que ocorreu no Campeonato Brasileiro. Me sentia uma voz isolada nestes últimos dias. Sou torcedor apaixonado pelo futebol e, como tal, sempre imaginei que o futebol deveria ser ganho dentro de campo. Gosto de ir ao Pacaembú e lá assisti várias partidas neste campeonato. Bons tempos, não voltarei mais, afinal, a paciência tem limites. Fizeram que a Fórmula 1 fosse apenas um balcão de negócios com suas ultrapassagens e resultados arranjados, a seleção brasileira de voley também, sem contar a política e o baixo nível da última eleição presidencial. Faltava o futebol, agora não falta mais. Queria ter visto a expressão do menino torcedor palmeirense no dois domingos em que o seu time entregou jogos para o Fluminense e Cruzeiro. Será que ele chorou copiosamente também. Se isto ocorreu, ainda há esperança. Sinto-me aliviado e feliz por você ter entendido meu post. Vários leitores acharam que o tema é irrelevante, nem merecia ser registrado. Abração

Caio Frascino Cassaro em 09 de dezembro de 2010

Prezado Ricardo: Com relação ao fato das torcidas irem contra seus próprios times, acho natural. Futebol é paixão, e não há porque cobrar qualquer tipo de comportamento racional em uma situção em que paixões estão envolvidas. Com referência ao Fluminense se intitular tricampeão, entendo que a matéria dá margem a uma boa discussão. Os times que foram campeões da Taça Brasil e do Roberto Gomes Pedrosa representaram o Brasil como campeões na taça Libertadoes da América de então, chegando o Santos a disputar e vencer o mundial de clubes frente ao Benfica e ao Milan, sagrando-se campeão em ambas as ocasiões. Assim entendo que a CBF deveria pronunciar-se a respeito, lembrando ainda que o Robertão congregava os times do Rio, São Paulo, Minas e Rio Grande do Sul, os quais venceram praticamente todas as competoções pós 1971, quando o Torneio passou a ser chamado de Campeonato Brasileiro, o que demonstra a representatividade do Robertão em termos futebolísticos.

NandoEsposito em 09 de dezembro de 2010

Caro Setti, tecnico de seleção que faz comercial de cerveja é mais ou menos ético que torcer contra seu time para que o rival não ganhe o título? È mais ou menos lamentável ou horroroso, como diz acima?? Tecnico que confunde vida regressa, sua cidade, a memoria do proprio pai com a qualidade de cerveja, tambem aprova que seus jogadores tambem tenha a mesma postura?? Tecnico que diz que ele tá com a cerveja e não abre tambem libera o alcool para seus jogadores??? O que vale é o dinheiro na conta?? Se o Mano bebe todos bebem? Ou poderão beber?? Se sim, só socialmente?? Qual o limite?? Se o alcool pode, o que mais pode?? Fumar?? Fumar é pior que beber?? cerveja pode só se for em casa?? E na balada?? Acho errado técnico da seleção fazer anúncio de cerveja, sem dúvida.

Eddie Moraes em 09 de dezembro de 2010

Oi Setti, sou saopaulino e, no futebol, tenho 3 grandes alegrias: 1a: quando o São Paulo ganha; 2a: quando o Corinthians perde; 3a: quando o São Paulo ganha do Corinthians, heheh. Adorei o Fluminense ter ganhado o título, mas confesso que fiquei envergonhado no jogo do Tricolor com o Fluminense (apesar de o Ceni ter feito defesas espetaculares durante o jogo, a torcida se comportou de maneira lastimável). Mas agora só resta vibrar com o Tricolor (nesse momento o carioca), kkkk. Abraços Tricolores

Marco em 09 de dezembro de 2010

Caro R. Setti : Apesar disso ainda acho essa fórmula a mais justa, pq realmente beneficia a capacidade técnica do Time em todo o campeonato,mas concordo ser anti- ético o q fizeram, era prefirível fazer q nem o Inter q entrou com os reservas contra o Bota e venceu, não gosto do formulismo anterior ou do mata-mata,pq não dá chance de recuperação ! OK, Sr. Fiel . Abs.

Wilson Alves em 09 de dezembro de 2010

Senhor Ricardo... Não vou justificar erros, contudo, a meu ver, a culpa do E C Corinthians não ter sido campeão é ele mesmo. Primeiro pela qualidade técnica do futebol apresentado, mui aquém de um campeão; segundo porque ano passado entregou jogo para o C. R. Flamengo unicamente para prejudicar o São Paulo F. C. e, ao assim proceder, pavimentou o caminho da antiética combinação de resultados.

Sergio em 09 de dezembro de 2010

Que me desculpe o prezado Ricardo, mas, diferentemente do seu comentário ali abaixo, houve sim, e muitos torcedores corinthianos fazendo festa quando o Corinthians perdeu para o Flamengo ano passado, com o goleiro Felipe torcendo para que o atacante deles não errasse o penalti. Aqui em nossa cidade (Olímpia) houve até carreata para comemorar. Cada macaco no seu galho... fica na sua que nela você é bom... já em paixão futebolística... Meu querido Sérgio, na qualidade de um dos 190 milhões de técnicos de futebol brasileiros, tenho todo o direito de palpitar... E nunca vi um torcedor do Corinthians torcer contra seu próprio time, me desculpe.

Pedro Nava em 09 de dezembro de 2010

Concordo em g~enero, número e grau. Agora, cabe dizer que a torcida do Corinthians fez exatamente a mesma coisa em 2009, no jogo contra o Flamengo, que era adversário direto de Palmeiras e São Paulo na busca do título. Terá o colunista se indignado desta forma à época?

alberto santo andre em 09 de dezembro de 2010

infelismente este tipo de coisa reflete o mediocrismo do brsileiro em um geral, como aconteceu quando o palmeiras disputava a libertadores com o river e a torcida do corinthias ,chegou a fazer uma camisa com as cores do river e do timao ,a epoca ate rendeu uma frase usada por palmeirenses e sao paulinos , de[ o river timao,]como podem se ver as torcidas sao tao fanaticas que embora o brasileiro tenha um preconceito monstruoso contra os argentinos ,conseguem ter um preconceito maior contra seus adversarios regionais ,principalmente algumas torcidas ,porem no ambito dos campeonatos que embora eu nao perca mais tempo para ver ,no maximo assisto um compacto do jogo, o grande problema sao os cartolas que fazem do futebol o que os politicos fazem com os brasileiros ou seja um antro de interesses e corrupcao e isto e o que faz o futebol e os torcedores se tornarem mais mediocres.

Delmo em 09 de dezembro de 2010

Ricardo, acho melhor vc continuar comentando os fatos politicos, porque no quesito futebol vc comete os msmos pecados de outros jornalistas torcedores, principalmente do Corinthians: ficam cegos. Tirando as ações violentas e as hostilidades com os jogasdores e torcedores rivais, é natural que a torcida queira que o time rival perca e, para isso, torça até o seu prórpio clube que não tem mais nada a ganhar na competição. A torcida pode tudo, mesnos violência e hostilidade, repito! O que é inadmissível é o jogador fazer corpo mole ou entregar o jogo, o que não fizeram os do Palmeiras, São Paulo e Guarani, mas fez Felipe o goleiro do seu time contra O Flamendo no campeonato passado para prejudicar o São Paulo. Aí sim, meu velho, é antiético e imoral. Ele deveria ter sido severamente punido, o que não aconteceu, provavelmente pelo seu time ser o Corinthians, talvez se defendesse outro time seria punido. Para seu conhecimento todos são contra o Corinthians por que ele é protegido e paparicado pela mídia, politico, artistas e autoridades, em detrimento de outros clubes, sendo inclusive benefiado constantemente, a exemplo da vergonhosa decisão de construr um estádio para ele com a desculpa de receber o jogo inicial da copa do mundo, quando o racional seria no Morumbi, uns dos estádios mais tradicionais do mundo (não sou sãopaulino, mas é isso que eu acho). Quanto custará aos cofres públicos? Quanto o BNDS enterrará lá? Quanto as empreiteiras faturarão?Isso, vc que defende a ética e a moral, não diz, mas se fosse de outro time.... Caro Delmo, não vamos misturar as coisas. Sou orgulhosamente corinthiano, mas acho um absurdo essa história do estádio. Ser torcedor não me tira o discernimento. E nem muda a minha convicção de que foi vergonhosa a atitude dos torcedores que torceram contra seus times. Não conheço um só corinthiano -- e olha que já passei dos, digamos, 30 anos de idade... -- que tenha feito isso na vida. Abraço

carlos nascimento em 09 de dezembro de 2010

Ricardo, Primeiro quero registrar os meus PARABÉNS pela atitude em reconhecer os méritos dos vencedores - FLUMINENSE - respirei aliviado, conhecendo à sua biografia, me espantou o mutismo em torno do resultado, visto a relevância que é o futebol para nossa sociedade. Assim como na politica, o futebol é vitimado e contaminado pelos péssimos exemplos dos dirigentes, levando de roldão o senso crítico do que seja ético e admissivel nas disputas esportivas, temos que reagir, condenar os erros e incentivar novas posturas. Vc corretamente classifica os títulos do tricolor das laranjeiras, são apenas 2 - bicampeões, o outro titulo não conta, eram torneios. Da mesma forma - faça auto critica - o Corinthians deveria devolver a taça de 2005 - analogia ao jabuti do chico - pois aquele campeonato foi uma mancha vergonhosa ao esporte ético, a MSI comprou os resultados, ou vc concorda com à atuação do Sr.Márcio Rezende de Freitas -árbitro - que em lance claro " o goleiro Fábio Costa derrubou o Tinga do Inter, escancaradamente, o pilantra - desculpe - não há outro adjetivo, inverteu a situação, acabou expulsando o atacante e beneficiando de forma vergonhosa ao Corinthians". Afora tudo isso, grampos liberados em investigações criminais, mostraram o Sr.Alberto Dualibi em conversas reveladoras na compra de outros resultados, conjugando favorecimento ao seu timão. O resultado dessas e outras atitudes de mesmo nível imoral, acabaram contaminando o espirito dos torcedores brasileiros, de vários times, para completar o terror, ano passado,o seu Timão fez corpo mole contra o Flamengo, prejudicando o São Paulo na luta pelo título, o próprio Andrés Sanchez confessou que o goleiro Felipe fez isso, tudo isso, - maquiavel - e - com ferro fere com ferro será ferido - gerou essa animosidade que precisa ser erradicada URGENTE. O campeonato de pontos é o melhor modelo, pois irá premiar a EQUIPE que ao longo de 38 partidas, teve o melhor desempenho e organização, imaginem uma decisão triangular, os oitos melhores e o mata-mata, o poder economico e as forças estranhas agindo, os resultados seriam sempre duvidosos, bem ou mal, ninguém contesta que o FLUMINENSE é um legitimo CAMPEÃO. Abraços Carlos Nascimento. Em tempo:- Conhecendo o Bernardinho sei que êle ainda vai se penintenciar e admitir essa falha. Estará de antemão PERDOADO, pois sei que não irá repetir isso.

NandoEsposito em 09 de dezembro de 2010

ai ai ai..aí é que está..sabia que todos cairiam na armadilha..como a Graziele e outros que virão.. Confundir a postura do torcedor de futebol com a postura de um presidente da Republica ou a seleção de volei do Bernardinho, desculpe a franqueza, mas é um erro primario, pra não dizer, ginasiano. Explico. O presidente e a seleção representam um papel institucional relevantíssimo de representação de um país. Alem de serem remunerados pra tal, questão até menor, é verdade. È a tal ética normativa que deve ser defendida. È muito mais grave, em alguns casos até criminosa. . O Deola deixou a bola passar? O Guarani recebeu pra perder? entregou o jogo? Se verdadeiro, concordo..transgressão ética e moral..mas até agora a resposta é negativa. . Muito mais grave e sério e a seleção de volei, que eles próprios ja admitiram que entregaram. Aí sim, empunham o nome de um país, recebem dinheiro publico pra tal..etcetc.. . Confundir a postura do torcedor com valores morais de uma sociedade inteira é ridiculo. Faz-se uma comparação errática. O torcedor..ora..o torcedor tem documento firmado em cartório de devoção ad eternum a algum time??? . O torcedor torce pra quem quiser, a hora que quiser, do jeito que quiser. . Se eu quiser virar a casaca agora e virar corinthiano..( Deus me Livre!) estarei cometendo uma transgressão ética e moral?????? só faltava essa..

Não faz mais sentido torcer para o meu time, o Palmeiras em 09 de dezembro de 2010

As canalhices praticadas nas rodadas finais do Brasileirão 2010 não têm nada a ver com o "sistema de pontos corridos e, refletem: - a impunidade reinante; - a "lei de gerson" incutida na cabeça de muitos; - a corrupção presente no mundo político, empresarial, social e esportivo; - a mediocridade avançando e dominando o Governo e Instituições Públicas, contribuindo para aceleração da inversão de valores éticos e morais. Se o Brasileirão (ou qualquer outro campeonato) adotar a classificação de 4 finalistas, também dará "oportunidade" às mesmas canalhices cometidas por São Paulo, Palmeiras e Guarani e boa parte de suas torcidas. A ganância, a soberba e a inveja estão matando o espírito esportivo.

graziela em 09 de dezembro de 2010

É LAMENTAVEL,MAS REFLETE OS VALORES DA NOSSA SOCIEDADE QUE ACEITA COMO CHEFE DA NAÇAO UM INDIVIDUO SEM COMPROMISSO COM A ETICA,RESPONSABILIDADE,DECORO,EDUCAÇAO E POR AI VAI...MUITAS VEZES NAO ACREDITO NO QUE VEJO POR AI.

NandoEsposito em 09 de dezembro de 2010

ahh...e a seleção do Bernardinho..aí vale tambem o seu.." avançando sobre eles e pressionando-os a entregar o jogo, como ocorreu com adeptos mais trogloditas do Guarani, foi algo inédito, lamentável, horroroso...." vc não comemorou o título mundial da seleção de vôlei? Comemorei tanto quando a Copa de 1994, ganha nos pênaltis. Lamentando a atitude dos jogadores naquela derrota suspeitíssima.

NandoEsposito em 09 de dezembro de 2010

retificando.. o post anterior, desculpe. desculpe, Ricardo, mas como palmeirense acho isso alem de perda de tempo, ineficaz. Desde que o mundo é mundo o sentimento do seu time ganhar é igual ao ver o oponente perder. O futebol, pra quem nao joga e pra quem nao ganha com ele, so serve pra isso. Pra vc zombar com os corinthianos. Desde que não haja violência física na zombaria. Quanto a questão ética não há problema algum. Não precisa ser estudioso pra concluir que estamos falando de ética normativa e não da chamada metaética. A etica normativa deve defendida e combatida a falta dela, coisa que faz exemplarmente no antepenultimo paragrafo. De resto, vale o que eu disse..alias..vcs não querem contratar o Belluzo, não?

Seilon em 09 de dezembro de 2010

Corínthiano!?Com esse sobrenome!?Que italiano meia-boca,hein...Hehe.Eu,como palmeirense,torci para que o Fluminense vencesse o meu clube.Afinal,não dá pra se controlar sentimentos,você os têm e pronto.Mas isso não quer dizer que eu fiquei feliz com o fato de o meu time,com excessão ao Deola,fazer corpo mole.Eu fiquei constrangido;me senti mal.Torci sim pra que o Flu vencesse,mas com o Palmeiras jogando pra valer,e não fazer aquele jogo de compadre(depois que o Flu fez o segundo gol,não teve mais jogo).Não acho que o Corínthians valia tanto a ponto de o verdão jogar a sua dignidade no lixo,e nem se valesse eu seria a favor. PS é óbvio que jogar a culpa na fórmula da competição é culpar o sofá,mas é muito injusto com os jogadores e com os torcedores o fato de a vitória deles dar praticamente o título ao rival.No mata-mata isso é mais difícil de acontecer.Pode acontecer,mas o beneficio que se pode dar ao rival,no máximo,é uma vaga no mata-mata onde ele ainda pode ser eliminado.É mais fácil para o torcedor,que não vive o dilema de ter de torcer contra o próprio clube;e é também mais fácil para os jogadores,pois a pressão dos torcedores pra que eles "entreguem" é bem menor.

NandoEsposito em 09 de dezembro de 2010

desculpe, Ricardo, mas como palmeirense acho isso alem de perda de tempo, ineficaz. Desde que o mundo é mundo o sentimento do seu time ganhar é igual ao ver o oponente perder. O futebol, pra quem nao joga e pra quem nao ganha com ele, so serve pra isso. Pra vc zombar com os corinthianos. Desde que não haja violência física na zombaria. Quanto a questão ética não há problema algum. Não precisa ser estudioso pra concluir que estamos falando de ética normativa e não da chamada metaética. A etica normativa deve defendida e combatida, coisa que faz exemplarmente no antepenultimo paragrafo. De resto, vale o que eu disse..alias..vcs não querem contratar o Belluzo, não? Hahahahahah, Nando, não, muito obrigado. Quem diria, um intelectual, um economista respeitado, fazer as loucuras que o Belluzzo fez como presidente do Palmeiras. O futebol tira todo mundo do sério, não? Abração

Igor Motta em 09 de dezembro de 2010

O fato é: esse sistema de pontos corridos não se aplica. Simples assim.

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