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O terrorista “Carlos” e Isabel Coutant-Peyre, sua mulher e advogada: “estado de bancarrota”

Como um palhaço político profissional, que insiste em não deixar o palco de forma alguma, o ditador venezuelano Hugo Chávez anunciou, dias atrás, que considerava um “lutador do povo” o superterrorista “Carlos, o Chacal”—Ilítich Ramírez Sánchez, criminoso internacional que esteve ligado à KGB soviética nos anos 70, passou em seguida a agir supostamente em nome da “causa palestina” e cometeu assassinatos, sequestros e atentados a boma  às dezenas, muitos deles de origem e mandantes até hoje nebulosos.

Mais de 100 atentados, entre 1.500 e 2 mil mortos, e ele ri

“Carlos” foi capturado por um comando francês em 1994 em Kartum, no Sudão – um dos maiores santuários mundiais de terroristas – e cumpre prisão perpétua na França desde 1997, condenado pelo assassinato de dois policiais e um informante de polícia, em Paris, em 1975.

Agora, e até o próximo dia 16 de dezembro, está sendo julgado em Paris por outros quatro atentados terroristas cometidos na França em 1983 e 1984. Durante os julgamentos, aos gritos, e sempre sorrindo, como se estivesse felicíssimo com seus feitos, “Carlos” acabou assumindo a responsabilidade por mais de 100 atentados cuja autoria era desconhecida, e que causaram entre 1.500 e 2.000 mortos.

Venezuela não mandou o dinheiro prometido

O demagogo Chávez, amigo desse tipo de gente, informou ter instruído seu chanceler, Nicolás Maduro, para que “acompanhe” o julgamento do criminoso e que o governo “assuma a responsabilidade que lhe cabe” para com um cidadão venezuelano que considera “um digno continuador das maiores lutas pelas causas do povo”.

No novo julgamento, porém, sua atual mulher, a advogada Isabel Coutant-Peyre, anunciou ao tribunal que se encontra em “bancarrota profissional”, uma vez que o governo da Venezuela não havia enviado as somas em dinheiro prometidas para a defesa do terrorista.

O presidente do Tribunal, juiz Jacques Liberge, a designou defensora de ofício do companheiro.

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Felippe em 11 de novembro de 2011

Tem diploma de jornalismo? Faz o seguinte, rasga que pelo jeito passou da válidade. Sua mãe lhe deu educação? Então faz o seguinte, volta a ela e peça que recomece.

Corinthians em 11 de novembro de 2011

O Hugo Chávez é uma piada mesmo. Acho legal o fato de que qualquer retardado mental - no sentido pejorativo mesmo da palavra - que resolve abraçar um delírio (ao qual chama de causa) e resolve matar vira símbolo de "resistência", de "revolução" e ganha a simpatia da "esquerda". Aliás é comum a este tipo de pessoas nocivas aumentar e muito os feitos e fatos. Pior que isso é ter Che Guevara e Fidel Castro - com suas histórias de assassinatos, traições e tudo o mais - como heróis, como se Cuba fosse um paraíso. Hoje ainda eles tem a cara de pau de se alinharem com o governo iraniano... será que lá vão querer a instalação de Comissão da Verdade também ? -- Ontem fui buscar minha filha na escola por volta das 19:30, 19:50, e entrou o nosso amado programa eleitoral gratuito no rádio. O programa era do PCB - e a proposta é simplesmente acabar com o capitalismo, o grande vilão de quem não reconhece os fatos e trocar pelo socialismo, que segundo eles é a verdadeira democracia (acho que até Stálin se revirou no túmulo). Como fazer isso ? Através da revolução! Reformas não adiantam, só pegando em armas é que teremos o socialismo. E mesmo tendo pouca intimidade com a norma culta (vi que eram adeptos da tal "norma popular", ou seja, a forma errada) terminaram com um poema que basicamente dizia para pegar seu fuzil e sair para as ruas, onde a revolução aconteceria. Fico me perguntando como que isso é possível e por que ainda existem partidos atrasados como este...

Matemática em 11 de novembro de 2011

Caro Ricardo, Merece atenção a confusão na vizinha Bolívia do Sr. Evo Imorales, apadrinhado do déspota venezuelano pouco esclarecido Hugo Chaveco. A estrada “transcocaleira” que está sendo construída na região do Chaco com dinheiro suado do trabalhador brasileiro, via BNDES, tem apoio da população rural para escoamento da produção, principalmente de folha e pasta de coca para o Brasil, e o protesto dos índios donos da reserva pela qual a rodovia passaria. Houve o destino por bem defender os jovens brasileiros e as suas famílias destroçadas pelo vício através das populações primitivas. Pelo lado de cá da fronteira, o bendito destino também colocou na defesa da soberania brasileira os índios que guerreiam com os terroristas e grileiros estrangeiros para combater o saque às madeiras da reserva indígena e o tráfico de armas e drogas. Pois é. Graças ao nosso bom destino...

José Geraldo Coelho em 11 de novembro de 2011

O Chavecão, cachorrão, fanfarrão e bestalhão tem que ajudar o "Chacal" pois os cães tem que manter a matilha unida.

*Mari Labbate* EMAS44 em 11 de novembro de 2011

"Como um palhaço político profissional, que insiste em não deixar o palco de forma alguma": o querido Jornalista refere-se ao polichinelo venezuelano, Hugo Chávez, e eu acrescento na mesma posição o brasileiro Lulla, que deu um GRANDE GOLPE (somado aos anteriores, inclusive o presidencial), no processo eleitoral da Prefeitura de SÃO PAULO. AQUI, NÃO! OS PAULISTAS NÃO SÃO COMUNISTAS! Nada como "exercitar", plenamente, a Democracia. Queimaram a bandeira vermelha desse "honesto" partido! Esse ilustre cidadão continua escolhendo o Poder, desrespeitando a Constituição, em vez de lutar pela vida! Enquanto "Carlos" Ramírez Sánchez (até combina com Chávez) cumpre prisão perpétua, na França, o terrorista italiano Cesare Battisti "relaxa e goza", nas praias brasileiras. Decididamente, o Brasil é um País Imaturo, em todos os sentidos. Em tempos de "Comissão da Verdade", os terroristas comunistas brasileiros também deverão assumir a responsabilidade de seus atos. Por que somente os militares serão analisados? Gravíssimo procedimento da Justiça francesa: envolver a esposa-cúmplice, na defesa de indefensáveis. Onde ficam os Princípios Éticos, nessa inacreditável comédia? E por falar em esposas-cúmplices... Consideram que não serão julgadas, igualmente, pelo Universo. Situação difícil, na "Terra dos Políticos Insanos", para TODOS os cúmplices. Faltarão ônibus da Polícia para levá-los às Delegacias, quando a Justiça Divina atuar! Importante: Quem deseja lutar pela Pátria, verdadeiramente, não esconde o rosto, não usa identidade falsa e nem faz cirurgia plástica! Essas atitudes são próprias de BANDIDOS, pois havia outros procedimentos mais viáveis, como o exemplo do grande José Serra! Esquecem-se que DEUS é onipresente, onisciente e onipotente! São frutos de geração espontânea... Em uma Guerra, são necessários todos os adjetivos, SETTI. Está corretíssimo, visto que esse é o caminho da VITÓRIA! Entre reais qualificativos e armas, preferimos a PALAVRA, que mata sem sujar as mãos de sangue! Ao contrário, enobrece o Ser Humano!

Lucia s em 11 de novembro de 2011

Ao invés de aceita-la como advogada de defesa, a corte francesa deveria julga-la como cúmplice do assassino. Quem se junta a esta escória, escória é. E se o palhaço está rindo, deve ser de nervoso. Prisões francesas não são nenhum piquenique. Bem feito, embora merecesse a guilhotina. (PENA QUE NÃO EXISTE MAIS)

Álvaro Torres em 11 de novembro de 2011

Caro Ricardo Setti: Sei que você é um jornalista diligente e vejo com estranheza os adjetivos estridentes e ocos. Palhaço, político profissional, ditador... Repito que isso não elucida o problema. Talvez o uso do seu conhecimento de uma forma mais serena explicasse melhor o caso. Detalhe: não sou tão jovem assim, não era criança na época que você cita. Era um jovem, saindo da adolescência. Também não vou me valer dos meus conhecimentos sobre o caso, que julgo, pelo que você disse, bem inferiores. Mas sou bem “rodado”, com passagens pela Europa, Japão, China e vários países da América Latina. Na Venezuela, estive por um bom tempo. Grato pela deferência e um abraço. Outro abraço pra você. Os adjetivos estridentes são por conta da quantidade de absurdos de todo tipo e dos atentados contra as liberdades públicas já cometidos por Chávez na Venezuela. Cansei de escrever sobre isso. Conheço a Venezuela, já fiz reportagens lá. E conheço casos pessoais dramáticos. A vida para o venezuelano médio está tão insuportável que, por exemplo, uma das recepcionistas da academia de ginástica de classe média que eu frequentava em São Paulo era uma MÉDICA que resolveu ir embora diante do esgarçamento generalizado do país, diante da criminalidade, da falta de respeito, da intromissão do governo na vida dos cidadãos, do descontrole na economia, da inflação, dos abusos todos que fora da Venezuela conhecemos menos do que os de lá. Como no Brasil ela não podia exercer a profissão -- era ginecologista -- por problemas legais, recomeçou a vida ganhando um salário modesto, sem poder lançar mão dos muitos anos de estudo e trabalho que acumulara. Conheço outra pessoa, um empresário, que perdeu tudo numa das viradas econômicas do governo Chávez e também veio para o Brasil. Enfim, não consigo não utilizar estridência ao falar de um farsante como o Chávez, que usa até o câncer para aparecer diariamente, como vítima/herói, na TV ou onde seja.

Marcos Conservador em 10 de novembro de 2011

Vamos vender o Lulla e mandar o dinheiro para a promotoria da França fortalecer a acusação. Lulla está podre mais ainda vale uma merreca para algum esquerdista besta.

Octávio em 10 de novembro de 2011

Ricardo, convenhamos que o Chacal é tudo de ruim menos burro. Psicopatas são geralmente muito inteligentes. Para o mal, mas são. Se confiou num fiador como Chavez, o cara deve estar com Alzheimer.

Álvaro Torres em 10 de novembro de 2011

Adjtivos não elucidam o problema. A verdade tem muitas faces. Nem Chávez é tudo isso, nem Ilítich Ramírez Sánchez é o que dizem que ele é. Vejam: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=NImYc4Ko-Bc#! Caro Álvaro Jornalista: Não sei quantos anos você tem, mas é provável que você fosse uma criança, ainda, quando eu já tinha como obrigação profissional escrever sobre "Carlos". Trabalhava então na Internacional de VEJA, revista em que permaneci quase dez anos, até 1983. (Só voltei a VEJA em 2010, para o blog, embora tenha trabalhado na Editora Abril, em diferentes funções, em em 1984-1985 e, depois, entre 1992 e 2001). Então, invocando as milhares de leituras que tive que fazer naquela época de todo tipo de publicações internacionais, e mais os relatórios da grande rede de correspondentes no exterior que a revista então mantinha, eu lhe digo: a simplificação contida nesse é primária. Mas foi legal você mandar o link, para que os leitores tenham essa visão que o vídeo propicia. Um abraço

Douglas Corrêa em 10 de novembro de 2011

Ao invés de "gastar" dinheiro com o assassino confesso , deveria pagar o "pindura" que tem na Abreu e Lima . Divida criada pelo colega de propositos Lulla. Será que seremos socios como somos com o Paraguai ?? Entramos com tudo e eles só com a beira do rio e o "amigo dos necessitados" triplicou o que pagamos pela parte deles na energia.

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