Coluna “Caixa Forte”, de Miriam Leitão: Choque do petróleo

Enquanto observa a escalada dos preços do combustível importado como resultado da crise do Golfo Pérsico, o deputado Delfim Netto (PDS-SP) – que, como czar da economia brasileira, enfrentou dois choques do petróleo, o de 1973 e o de 1979 – não se conforma com o descaso a que foram relegados os investimentos em prospeção na Petrobrás durante o governo José Sarney.

E lembra:

— O governo João Figueiredo começou com a Petrobrás produzindo 150 mil barris por dia e terminou com uma produção de 550 mil. O do Sarney começou com 550 mil e terminou sem um único barril a mais.

(Nota publicada no jornal O Estado de S. Paulo.)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

14 + 9 =