No calor da reta final rumo ao segundo turno das eleições presidenciais de 2014, a âncora Joice Hasselmann, Augusto Nunes e eu abordamos o debate entre os candidatos à Presidência Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) promovido pelo SBT e marcado por acusações mútuas de nepotismo e outras práticas questionáveis entre os participantes – até a “bebida” entrou em pauta – e pela queda de pressão sofrida pela presidente após o final.

Tanto Augusto como eu opinamos que Aécio não foi incisivo como poderia, se explorasse as inverdades da campanha da adversária e diferentes “esqueletos no armário” do governo Lula, do qual Dilma fez parte. Destacamos também a postura de Dilma de esconder os elogios que fez anteriormente ao governo do presidente tucano Fernando Henrique Cardoso.

Em outro momento, defendi o fim das regras rígidas em debates pela TV, criticando o modelo atual com práticas que chamei “de jardim de infância”.

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