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O timaço do Bayern de Munique comemora o primeiro gol, de Robben, nos 3 x 0 de hoje contra o Barça: novos horizontes para o futebol alemão (Foto: Mike Hewitt / Getty Images)

Foi surpreendente e espetacular a massacrante derrota de 7 x 0 imposta pelo Bayern de Munique contra o Barcelona — até agora o melhor time do mundo, disparado — nas duas partidas pela semifinais da Liga dos Campeões da Europa, o mais importante campeonato de times que existe.

Hoje, como se sabe, foi 3 x 0, com direito a olé, na própria casa sagrada do adversário, o Camp Nou, com um Barça atarantado em campo e os alemães jogando com rapidez, força, inteligência e habilidade.

Houve também as esplêndidas atuações do Borussia Dortmund contra o timaço do Real Madrid na mesma etapa da competição provoca — de modo que, pela primeira vez na história, haverá uma finalíssima só com clubes alemães o próximo dia 25, em Londres.

O campeonato alemão pode ser a nova referência

Mas há algo de maior importância em questão: pelo que se viu em campo, nas quatro partidas entre alemães e espanhóis, não é arriscado nem maluco prever que está chegando a vez de, mais que o futebol, o campeonato alemão passar a perna nos demais grandes certames europeus — como os da Premier League, da Inglaterra, os da Espanha e da Itália — e tornar-se a referência mundial.

Se ocorrer, como parece, já era hora: como seleção, os alemães sempre foram, e sempre são, uma sombra ameaçadora sobre os adversários. Tricampeões do mundo em 1954, 1974 e 1990, els chegaram nada menos do que outras quatro vezes à final, em 19 Copas.

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O surpreendente (e forte) time do Borussia comemora sua passagem para a final da Liga dos Campeões, após eliminar o Real Madrid (Foto: Ira Fassbender / Reuters)

Por alguma razão, porém, o campeonato da Bundesliga, a Federação alemã, não provoca o mesmo interesse nem movimenta o número de jogadores famosos e a dinheirama de outros certames.

As coisas parecem estar mudando, e foi o grande Paul Breitner quem, há poucos dias, informou ao público brasileiro disso, em entrevista aos colegas jornalistas da ESPN Brasil comandada por João Palomino.

Times alemãs não estão endividados — e não precisam de xeques árabes

Legendário craque, que foi lateral-esquerdo e depois meio-campo da seleção alemã e figura entre os grandes jogadores da história do futebol, Breitner previu que a Bundesliga chegará ao topo por várias razões.

Em primeiro lugar, disse Breitner, os times alemães, diferentemente do que ocorre com gigantes de outros países, como o Manchester United britânico, os principais da Itália, o Real Madrid e o próprio Barça, não estão pesadamente endividados. Pelo contrário, com estádios sempre lotados, gordos elencos de sócios, patrocinadores de peso para clubes, arenas e jogadores, vários deles nadam em dinheiro, como é o caso do Bayern.

“Nós não dependemos de xeques árabes”, proclamou também o craque, hoje ele próprio dirigente do Bayern e consultor da Bundesliga.

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O grande Breitner em sua entrevista à ESPN Brasil: “Não precisamos de xeques árabes” (Foto: ESPN Brasil)

A isso, acrescentou o crescente número de grandes jogadores de outros países que já estão na Bundesliga ou prestes a integrá-la, por sua organização, capacidade financeira e o extraordinário apoio da torcida alemã, que não apenas lota os estádios das várias divisões do campeonato como é uma das mais entusiásticas e participantes do mundo.

Só o Bayern e o Borussia dão duas boas seleções

Entre outros exemplos, citou o caso do meio-campo Javi Martínez, ex-Athletic de Bilbao, cobiçado por clubes ingleses, sondado pelos dois maiores espanhóis, com possibilidades na Itália e na Holanda mas que preferiu a Alemanha — e foi o atleta mais caro da história do Bayern: por sua multa rescisória o clube pagou 40 milhões de euros (algo como 105 milhões de reais) e mais salários e outros benefícios cujos detalhes não foram divulgados.

E é verdade: se pegarmos apenas o Bayern e o Borussia, seria possível formar não somente uma excelente seleção da Alemanha, como também um fortíssimo time exclusivamente com jogadores estrangeiros, como o próprio Martínez, o atacante francês Ribéry, o lateral austríaco de origem africana Alaba, o atacante polonês Lewandowski, o meia-atacante holandês Robben, o zagueiro sérvio Subotic, quem sabe até os brasileiros Felipe Santana e Rafinha.

Guardiola, a nova e grande atração

Breitner lembrou igualmente que a contratação pelo Bayern do mais badalado técnico do momento, Pep Guardiola, o maior vencedor de títulos no Barça desde a fundação do clube, em 1899, com certeza levará outros craques a interessar-se pelo campeão alemão e por outras equipes da Bundesliga. A própria presença de Guardiola já será, enfatizou, uma grande atração em si.

Além do mais, como os torcedores brasileiros puderam apreciar nas quatro partidas semifinais — bem como nas etapas anteriores –, o jogo alemão não é mais apenas de força, velocidade, passes longos e bolas altas. Tal como começa a ocorrer com a seleção da Itália, o jogo de passes de pé para pé, dribles, jogadas de qualidade técnica, tabelinhas e outras formas de jogar futebol que encantam as plateias são cada vez mais comuns no futebol alemão.

A autoimolação que a grande maioria da imprensa esportiva da Espanha está agora fazendo em relação ao Barcelona e ao Real Madrid — como se nada do que existisse nas duas grandes equipes valesse coisa alguma –, embora exagerada e passional como sempre, é um forte indicador de que haverá turbulência nos dois gigantes.

E que a preeminência do Barcelona, além de ameaçada exteriormente — vejam o Bayern, que timaço –, está sendo posta em xeque também dentro de suas próprias hostes: críticas ao técnico Tito Vilanova, pedidos exaltados de corte de cabeças, dirigentes estremecidos entre si, jogadores desmotivados pela campanha deste ano…

Por tudo isso, parece-me que Paul Breitner tem boa chance de haver previsto corretamente o futuro.

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19 Comentários

João em 03 de maio de 2013

Neymar não está jogando bem nem no Brasil;imagina na Europa! vai espuentar banco por longos anos. Primeiro ele tem que brilhar é na Seleção brasileira, conquistar o Título. Aí sim, além de craque será o herói de todos os tempos...

neil ferreira em 02 de maio de 2013

OLÁ SETTI, dá licença de falar de outro assunto, pra mim incompreensível: futebol. Concordo com o ex-craque Breitner "está na hora de Neymar jogar na Europa". Está mesmo, em menos de 10 jogos na Europa, Neymar será transferido para seu esporte verdadeiro: mergulho artístico de qualquer altura.

Paulão em 02 de maio de 2013

Com licença Setti, Vouy dar o placr dos jogos que assisti pela tevê, ontem: - Bom Futebol, 01 (BayernxBarcelona) - Pelada Braba, 03 (CurintchasxBoca, GremioxSanta Fé, InterxSanta Cruz). Cruz credo!

Paulão em 02 de maio de 2013

Prezado Setti, O Bayern ganhou do Barcelona, é? Grande coisa... .............. Esse timinho catalão é freguês antigo do grande Internacional de Porto Alegre, CAMPEÃO DE TUDO. Hahahahaha, viva o futebol! Abraço

Apoc em 02 de maio de 2013

É até irônica a decisão em Wembley na Inglaterra. Em 1966 a Alemanha não comemorou devido a arbitragem francamente inglesa na decisão.

Paulo Aldebarã em 02 de maio de 2013

E pensar que, no Brasil, o técnico da seleção nacional inaugurou o bizantino debate sobre escolher entre Kaká e Ronaldinho !!!!!!! Só mesmo uma grande tragédia tira a taça da Alemanha em 2014, porque nós já a perdemos com a nossa crônica falta de planejamento - e, agora, de inteligência. Se o Felipão não consegue elaborar duas frases completas (parece movido a óleo diesel com os solavancos do seu primitivo raciocínio), de onde é possível extrair algum otimismo para 2014? O Felipão seria o técnico ideal se a Copa fosse...em 2002 ! Muita coisa mudou desde então. Talento inato e adquirido não consegue mais decidir as partidas.

alexandre em 02 de maio de 2013

Mais uma rasteira na idiotice jornalistica que criou a oposição "jogar feio e ganhar é melhor que jogar bonito e perder". Eu prefiro torcer para um time que jogue bonito/bem, que comcerteza ele terá mais chances de vencer. E como torcedor de estádio ou televisão, eu digo: quero ver times que joguem bonito, porque se for para jogar feio, eu e meus colegas de pelada podemos jogar sem pagar ingresso. Parabéns à Alemanha e seu futebol: uma país com uma economia verdadeiramente sustentável; uma liga onde os 20 clubes recebem uma cota exatamente igual (a diferença fica para a captação de patrocínios), sendo que o Brasil esta seguindo caminho contrário escolhendo flamengo e corinthians para bipolarizar nosso cansado futebol; uma liga onde não precisam de corruptos árabes ou russos. Parabens pelo belo futebol e pela seriedade administrativa e em campo!

Gilberto em 02 de maio de 2013

Depois de assistir ao excelente jogo da tarde Barcelona X Bayern, que definiu o 2º finalista da Champions League, tive a curiosidade de ver o jogo da noite (pelo Sportv) entre Boca Jrs X Corinthians, que prometia ser bom. Que nada. Foi muito ruim. A única coisa boa do jogo da noite, foi a empolgação da torcida local. Os caras não param de cantar e empurrar o time. O jogo foi abaixo da crítica. O Boca (mesmo vencendo) não é nem sombra do time que venceu o Santos (de Robinho e Diego) na final da Libertadores em 2003 e que arrasou o Grêmio em 2007 (quando o Riquelme ainda fazia diferança). Quanto ao time do Lula (e da Globo), jogou abaixo do que pode. Para aqueles que querem ver Neymar na Europa, (eu quero que ele fique no Santos) acho que o melhor mesmo, seria mandar todos os "técnicos" brasileiros (inclusive das bases) para Alemanha, pra ver se eles aprendem alguma coisa, porque estamos a anos-luz do futebol praticado pelos germânicos. O mesmo vale para os espanhois.

Markito-PI em 02 de maio de 2013

Torço para que V. esteja certo, bom Setti. Uma nova era. Os alemães têm Breitner, um craque dentro do campo e maior ainda fora dele. Nós, ex-melhor do mundo, temos Zé Maria Marin, andrés sanchez, Caixa D'água e outras coisas do naipe. Ignoro se é fato, mas aposto que a Alemanha não cultiva galvãobuenices....

carlos nascimento em 02 de maio de 2013

A era de mediocridade que assola a AL está se espraiando, até no futebol a coisa declina, ontem (01/05/13) foi possível fazermos um comparativo dos estágios, enquanto na parte vespertina tivemos no confronto entre Bayern 3 x 0 Barcelona, uma senhora aula de tática, técnica, preparação física, além de educação esportiva, a noite ficamos decepcionados com o baixo nível da partida que Boca Junior 1 x 0 Corinthians nos ofereceram, com o melhor time do futebol brasileiro - palavras de RS - jogando um futebol pífio, medroso, beirando em alguns momentos patético, isso tudo, jogando contra um Boca Juniors, decadente e melancólico - efeito Cristina Kirchner - sem qualquer brilho, apenas tendo o delírio e incentivo da sua eterna torcida apaixonada, é FRUSTANTE. Admitamos, com esse futebol fraquinho, já faz tempo que deixamos de ser os melhores. A Copa de 2014 vai oferecer uma bela lição ao nosso Continente, quem viver até lá, verá.

Tcheves em 02 de maio de 2013

Sensacional o esquema tático do Bayern hoje, recuando o lateral esquerdo pra zaga e o Ribery deitando e rolando naquela função. A dupla de volantes que sai jogando lembra Falcão e Cerezo em 82 e Rincon e Vampeta em 99. Muito bom ver o futebol alemão mudando seu estilo para o toque de bola.

Luiz Pereira em 01 de maio de 2013

Setti, João Saldanha dizia que Dori Kruschner, treinador húngaro que andou por aqui na década de 30 tirou o nosso futebol das trevas. Como se sabe, jogávamos num 2-3-5, enquanto na Europa o WM oferecia mais consistência e equilíbrio. Fato é que em 38 o Brasil disputou pela 1ª vez uma Copa com chances de vencer. É claro que seria relativamente simples importarmos bons treinadores europeus. O que se paga aqui aos “professores” é compatível ao salário da Europa. No entanto o buraco é mais embaixo. Os europeus se preocupam com a formação de sua base. E não desejam mais apenas brucutus que “cheguem junto”. E por aqui? Vou te contar uma historinha. Tínhamos em Ipanema uma roda de gamão que se reunia todas as 2as feiras. Dela participava o Edmundo, o Animal (jogava gamão inversamente ao que jogava bola, mas se divertia). Uma vez, na frente dele, critiquei meu amigo de praia Renato Gaúcho. Na final da Libertadores de 2009, precisando ganhar bem, Renato, então treinador do meu Fluminense, escalou um tal de Ygor – YGOR! Um brucutu daqueles de lembrar o que disse Chico, ex-ponta esquerda do Vasco. Um dia, depois de tomar tanta patada de um beque, pegou um monte de grama e se dirigiu ao ceifador dizendo “toma cavalo, capim pra te acalmar!”. Edmundo justificou a escolha dizendo que no meio de campo “tem de ter gente pra roubar a bola”. Eu respondi “e pra fazer o quê com ela?”. Nem entrei no mérito de que Ygor não roubava bolas. Distribuía encontrões e parava a jogada, quando não tomava baile. Típica cria de empresário. Essa é a diferença crucial entre o jogo praticado por aqui e na Europa, hj em dia. Lá, todos os jogadores têm fundamentos para executar as diversas funções necessárias para se alcançar o êxito. É uma reedição do futebol total, em alta velocidade. E enquanto continuarmos a formar brucutus, vamos ficar a léguas deles. Ainda que treinadores com conceitos diversos viessem para cá, com que material humano contariam? Isso sem contar que lá o futebol é civilizado. Estava vendo o 1º tempo do teu time, lá na Argentina. É de lascar.... Abs.,

Natal Santana em 01 de maio de 2013

Prezado Ricardo Setti, permita-me uma pequena correção: Paul Breitner não foi lateral direito, e sim, lateral esquerdo. Tanto que disputou com Marinho Chagas do Brasil o "posto" de melhor lateral esquerdo da Copa de 1974. Correto? Você tem toda razão. Imagine, comparar o Marinho Chagas a ele... Vou corrigir, graças a você.[ Um abração

RONALDE em 01 de maio de 2013

A seleção alemã torna-se candidata favorita aos títulos que disputar. Futebol de primeira grandeza.

wilson em 01 de maio de 2013

Aqui em Banania há uma legião de barcelonistas tentando nos convencer que um pais que está na pindaíba é a opção para Neymar, a intenção Clara é compra por preço de banana pois nas oropa Qualquer perneta não sai por menos de 150 milhões de euros. Estes comentaristas se trabalhassem no mercado financeiro fariam Maddox premio nobel de economia.

carlos nascimento em 01 de maio de 2013

Ricardo, Vamos lá, em primeiro lugar devemos reconhecer que o nível técnico do futebol praticado pelos alemães de nascença, evoluiu bastante, a chamada "cintura dura" é coisa do passado, tendo aliado isso á disciplina tática e ao super condicionamento físico natural da raça germânica,arrisco dizer que hoje estão praticando o melhor futebol do planeta. Mesclaram os seus campeonatos, trazendo vários jogadores estrangeiros que além da técnica apurada - cito dois bons exemplos - o holandês Robben e o francês Franck Ribéry - integraram-se ao conceito de consistência tática, com forte marcação, o ápice de hoje é fruto dessa concepção, reparem na forma de marcação objetiva, o jogador Schweinsteiger é bem representativo, dá o bote sobre pressão e sai em alta velocidade rumo ao gol adversário, com os outros meias e pontas acompanhando, formando uma avalanche que normalmente resulta em gol. Também devemos ressaltar o trabalho de Jupp Heynckes, que implantou essa filosofia, só para exemplificar o Bayern se tornou campeão da temporada invicto e bem distanciado dos demais, tamanha sua superioridade. Para estragar essa evolução estão fazendo a coisa errada, vão dar um tiro no pé, Pep Guardiola - nunca o chamem de Pepe, não é RS ? - estará assumindo o comando no segundo semestre, a filosofia toda criada por Jupp será alterada, Pep gosta de "firulas", não dará certo na Alemanha. Conclamo ao povo alemão que exija a permanência de Jupp, não deixem o homem ir para Madrid, isso é certo, Mourinho já era, não duvidem muito, caso Jupp acerte com o Real, há a possibilidade de Mourinho incrivelmente dirigir o Barcelona. Ricardo, estou fantasiando, ou isso é factível? Ia esquecendo, os alemães também são excelentes no jogo aéreo, a média de gol feito de cabeça por jogo, talvez seja a maior do planeta. Uma coisa é certa, a ALEMANHA será finalista da Copa do Mundo em 2014. Quem quer apostar ? abraços Carlos Nascimento. Acho a Alemanha forte candidata ao título, mesmo, Carlos. Quanto a sua pergunta sobre Mourinho, é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que ele vir a dirigir o Barça. A imprensa esportiva pró-Barça, e mesmo jornais de interesse geral equilibrados como El Periódico, de Barcelona, sem contar as emissoras de rádio etc, há anos prega o ódio a ele e o transformou num demônio, num ser mesquinho, desprezível. Ao tratar de Mourinho, comportam-se pior do que os panfletos britânicos de fofocas e escândalos. Não se passa um dia sem que seja atacado com uma ferocidade de fazer inveja aos blogs sujos "deztepaiz". A conversa em BCN é de que ele vai para o Chelsea -- e ele nunca escondeu seu desejo de trabalhar de forma permanente na Premier League.

Marco em 01 de maio de 2013

Don Setti; O Grêmio aqui no SUL é time de alemães, apesar de eu ser de origem 50 % alemão, e 50 % Italiano. Ainda torço pelo irmãos paulistas italianos q fundaram o Internacional. Abs. BARBARIDADE, como é que pude cometer esse erro, caro Marco? CLARO que você torce pelo glorioso Inter! Tou cansado de saber -- e cansado, também, ao final do dia, o que explica algumas bobagens que sei que o amigo perdoa. Abração

Marco em 01 de maio de 2013

Don Setti; Só consegui assistir o 1 tempo,puxa, ainda me fez lembrar do grande meio armador Breitner,q jogador cerebral,a Alemanha volta a ser a estrela do futebol Mundial. Abs. PS- Estou assistindo o Grêmio, vai passar fácil, esse time da Colômbia é uma várzea. Até agora o q preocupa é só o 1 X 0. No 1 tempo. O jogo Bayern x Barça foi uma das grandes partidas que vi nos últimos tempos. Quase todas as quartas de final e semifinais da Champions foram ótimas. Boa sorte para o seu Grêmio. Abração!

Ismael em 01 de maio de 2013

Nós sempre tivemos jogadores, enquanto europeus de um modo geral tiveram atletas. Agora eles estão, como vc bem disse, jogando com bons fundamentos, com a bola no pé, enquanto nossos craques ainda precisam se conscientizar e deixar a balada de lado. Por isso, só ganhamos hoje de seleções sul americanas. Vi o jogo hj e o Barcelona desmontou como um touro ferido na arena, inexorável.

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