Amigos, a coisa está feia na bilionária NBA, a liga nacional de basquetebol dos Estados Unidos, com o locaute (greve de patrões) que paralisou as negociações em curso durante as férias entre os donos de equipes e os supercraques miliardários. Não havia algo assim desde 1998.

Os jogadores a partir de hoje deixarão de receber o salário e o seguro-saúde enquanto os proprietários dos clubes e os jogadores cheguem a um acordo, que parece difícil. Os jogadores também estão proibidos de frequentar as instalações de suas equipes e até de manter contato com os técnicos.

A crise mundial bateu até nesse esporte de cifra enlouquecidas. Os donos dos times querem um corte brutal nos salários dos jogadores, que pode chegar a 38%, além de fixar tetos salariais. Querem também ficar com 50% dos ganhos da liga, contra os 43% que abocanham atualmente — os craques embolsam os restantes 57% restantes.

Os jogadores já se ofeceram a uma baixa coletiva de salários no valor de 100 milhões de dólares, mas não se chegou a um acordo.

O mais impressionante, amigos, é que, segundo a direção da NBA, nada menos do que 22 das 30 equipes da liga gastam mais do que arrecadam.

Parece ser uma crise de proporções inéditas.

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1 comentário

wilson em 02 de julho de 2011

Pois é Ricardo um assunto até pertinente ao nosso futebol, nossos dirigentes, cronistas, jogadores, todos não se atem a este assunto pois acham que $$ é inesgotável, pois o mercado da bola tem uma massa "x" de dinheiro, assim bem capitalista e chegando ao limite tende a estagnar, ou pior a cair o mercado, que mesmo obtendo "n" fontes de renda, o patrocínio tem o inevitável custo/benefício. Não é a primeira vez que nos EUA ocorre, já houve no baseball, no futebol(deles)e parece que é de novo no basquete.Recentemente neste blog foi levantado a situação dos clubes espanhóis (9,2biEU)é uma pena o post não esteja comentado pelos leitores, talvez por achar esta caso meio exótico para nós.

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