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Mario Cumo, ex-governador de Nova York: campanha eleitoral é poesia. Já governar… (Foto: csmonitor.com)

— Político faz campanha em poesia e governa em prosa.

(Mario Cuomo, político democrata norte-americano, governador de Nova York entre 1984 e 1993e pai do atual governador, Andrew M. Cuomo)

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Marco em 18 de novembro de 2012

Don Setti; Me incomodei de novo , agora com um primo, no face por causa desse teu colega, aqui do Sul, q imbecilizou q servidão religiosa Islâmica, resolve os problemas sociais e de pobreza da Palestina. A Ufrgs, adora esse cara. Q a culpa é toda de Israel e do Usa. Como o Estado pode pagar mais de 15.000,00 para esses caras. Olha, Setti, com a maior boa vontade, pagar mais de 1 SM, já é uma grande ajuda social. A Ufrgs e nossas universidades federais se tornaram Expert, junto com o Lula e o PT em DEMAGOGIA SALARIAL. Vou te contar, eu sofro. Abs. Grande Marco, Pelo que você conta volta e meia, a Ufrgs anda braba mesmo, não? Abraço

Corinthians em 18 de novembro de 2012

Reynaldo-BH - 18/11/2012 às 2:07 Mais um comentário perfeito. As questões hoje no Brasil são fruto de muito achismo e boataria, e nenhuma análise. E ai de você caso faça alguma pergunta. Se você perguntar, somente pelo fato de estar perguntando, já está ofendendo, sendo racista, homofóbico, elitista, opressor, entre outros. E ficamos no achismo. As 50 mortes por 100 mil habitantes no Brasil não importam - importa a crise em São Paulo que mesmo com a "guerra" encontra-se em situação melhor que o resto do país - mas ainda assim, vale ressaltar, devemos melhorar.

Reynaldo-BH em 18 de novembro de 2012

Como havia dito, sem premonições ou adivinhações. O assunto é sério. Imbecis partidarizam. http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=367750

Reynaldo-BH em 18 de novembro de 2012

Correção: Cel. José Vicente foi secretário NACIONAL de segurança. Não de SP. Mas do Brasil, da SENASP.

Reynaldo-BH em 18 de novembro de 2012

Não pretendia voltar ao assunto que me fez ser publicado neste espaço com um Post do Leitor, sobre a dita crise de segurança em São Paulo. Fui contraditado pelos que consideraram o que escrevi como “partidarismo” e por outros, como fraqueza que eximia o governo de São Paulo ao invés de colocar nas ruas uma tropa de Rambos para dar cabo aos delinquentes. A reportagem de VEJA desta semana me faz retornar ao tema. Sei que para uma parcela de comentaristas deste espaço, a citação desta reportagem será o “não li e não gostei”. Tem sido assim sempre. Afinal a VEJA é ponta de lança da imprensa golpista. E os lulopetistas preferem, sempre, desacreditar dados oficiais a debater os argumentos e evidências apresentados. Esqueçamos estes. Não se debate com quem não possui a capacidade de ao menos ouvir. Baseada em dados e estatísticos oficiais, se demonstra que em 1995 quando Mário Covas assumiu o governo de SP, a criminalidade caiu de 52 por grupo de 100.000 habitantes ( o único índice mundialmente aceito) para 40 em 2003. Façam os cálculos de VIDAS poupadas no período. E a queda continuou. Em 2011 chegou a menos de 9 por 100.000! É partidarismo ou evidência histórica? Cresceu em 2012 para 11. E nos últimos meses deste ano, a insuportáveis 16 por 100.000. Insuportáveis? Sim. Após anos de queda foi a primeira vez que se viu uma recidiva deste índice. Se tentarem culpar os “últimos 18 anos do PSDB”, o tiro – partidário - pegará no pé de cada um. Antes de Covas, teríamos a ideologia de Fleury e Coronel Ubiratan. Que tal 111 mortes por dia de marginais encurralados e desarmados? Execução sumária? Pena de morte executada a partir do mesmo promotor, juiz e verdugo? É assim que se espera um estado mais justo? O que havia tentado – sem sucesso – propor como tema de análise e discussão, era a seriedade do tema e da intensidade da situação. E o que vi, na maioria, foi um jogo de transferências de culpas em um assunto que envolve vidas. Sem dramas ou argumentos apelativos. A reportagem demonstra – com a responsabilidade que tem a VEJA e a credibilidade a manter – é que crimes cometidos contra os policiais militares (que JAMAIS devem ser aceitos) foram – erroneamente e de modo instrumentalizado – debitados em um suposto fracasso e descontrole governamental. E eram assaltos onde os PM´S faziam os famosos “bicos” como segurança e até mesmo crimes passionais. Idem aos ditos acertos entre quadrilhas. Rotulou-se como guerra. E derivada de anos de governo de um partido de oposição. Nada mais deletério para enfrentar a causa primária e a consequente solução do problema. Havia citado o Cel. José Vicente (da PMSP, estudioso, mundialmente respeitado e ex-Secretário Nacional de Segurança Pública) como um dos que deveriam ser ouvidos. Foi. Era óbvio. Poucos conhecem a realidade o fenômeno criminal – nomeadamente em SP – como José Vicente. E também havia me referido à reação do PCC ao cerco que a SSP/SP fazia ao crime organizado. Temos agora um “Vida Loka” substituindo Marcola. E com a necessidade de se impor ao grupo. (ler reportagem: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/violencia-em-sp-as-percepcoes-e-a-realidade). A renovação do líder isolado e em prisão de segurança máxima. E como disse – sem nenhuma informação confidencial, nem era necessário - ficava evidente que a reação era a partir de alguma ação do poder constituído. E foi. Uma apreensão de armas e drogas que equivalem a um ano(!) de lucros do PCC. A discussão até desumana (com a família dos que morreram) sobre a “culpa” partidária não tem sentido. O Ministério da Justiça deveria enviar recursos a SP? Si. Enviou? Não. Preferiu afirmar que nunca foi solicitado. Até ser provado que por seis meses não houve resposta de auxílio (e projetos) enviado pelo governo de SP. Isto exime este da responsabilidade? Não. Deveria ter se manifestado ANTES. Exigido. Tornado público. O Governo Federal (Ministério da Justiça) gastou 20% (em TODO o Brasil) do que o governo de SP dispendeu em seus próprios projetos? E porque só apareceu esta informação agora, na crise? Em nome de uma “convivência” a que se dá o neome de governabilidade? Deixemos – era isso que eu afirmava – as disputas políticas para projetos e até ideologias. Quando VIDAS estão em jogo (Saúde e Segurança Pública) que todos – repito TODOS – tenham a consciência do valor maior a ser preservado. Que se escutem os estudiosos sem colorações partidárias. Que se dê valor ao já conseguido e se aproveite o caminho andado, seja este do caminhante que for. Era evidente que esta campanha política antecipada (deslocar um partido do poder em SP) traria consequências nacionais. Agora é em Santa Catarina. Como disse um blogeuro chapa-branca: “isto só indica que teremos que MORRER por mais 2 anos me SP até deslocar os tucanos do poder!” Em um país (mãos) sério, seria processado: por tentar instalar o pânico com a ameaça de “mais 2 anos” de homicídios – mesmo que em decréscimo histórico – e por usar estes argumentos como ameaça eleitoral. Era a isto que me referia. Não tenho –jamais tive sequer a pretensão – de ser tão objetivo (sou prolixo) e didático com o foi o repórter de VEJA, a quem deixo aqui meu elogio. Só espero que brasileiros com vergonha na cara parem e reflitam. Não se pode fazer demagogia com VIDAS. Usem outros patamares. E respeitem o nosso próprio direito de sermos protegidos pelo Estado. Seja este comandado por quem seja. Do contrário, os que pretendem partidarizar (como se viu e leu) vão contar cadáveres com alegria. Serão somente mais um número na argumentação macabra que transforma uma tragédia em uma oportunidade de tomada de poder. O PCC não consegue vencer o estado. Não há como substituir um Alckmin por um Vida Loka. Nem uma Dilma por um Fernadinho Beira-Mar. Então que não se use - criminosamente – esta ânsia de poder para colecionar vítimas e apostar na derrota do Estado de Direito. E do Poder de Polícia. Se assim agirem, um dia as vítimas seremos todos nós.

Marco em 17 de novembro de 2012

Don Setti; O q não fazem para levar os outros a acreditarem neles.O q não falta, são receitas de marketing! Um famoso colega teu aqui do Sul, marxista, num evento d Fronteiras do Pensamento, afirmou q acabava com a miséria na África só recitando poesias, foi ovacionado e ainda ganhou o título de cavaleiro da França. Os caras conseguem satisfazer um monte de sofistas, como se tudo fosse perfeito e q não existe problema ou defeito nenhum no interior, tudo é fácil exteriormente e nem se precisa desconfiar. Abs.

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