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A bolgueira síria Tal al-Malluhi: condenada a 5 anos de cadeia por “espionagem”

Amigos, sabem Yoaní Sánchez, a cubana que consegue manter seu blog independente sobre Cuba na internet graças a emails que ela envia para colaboradores no exterior? A mesma Yoaní que foi impedida pelo regime de viajar aos Estados Unidos para receber, dois anos atrás, o prestigioso prêmio Maria Moors Cabot de jornalismo da Universidade Colúmbia, tal qual ocorreu com outros prêmios internacionais?

A blogueira que já sofreu incontáveis represálias e ameaças, e chegou a ser sequestrada e espancada por agentes do regime há pouco mais de um ano?

Pois bem, as agruras de Yoaní, 35 anos, sob a ditadura dos irmãos Castro não são nada perto do que se passa com a colega Tal al-Malluhi, da Síria.

Com apenas 17 anos, ela foi presa a 27 de dezembro de 2009 por agentes da repressão síria em Damasco, enquanto na casa de sua família em Homs, a 160 quilômetros da capital, outros agentes confiscaram seu computador, um notebook, discos rígidos e um telefone celular. A partir daí, Tal al-Malluhi sumiu do mapa. Só reapareceu para a família e os amigos num tribunal – de uma Justiça sem a mínima independência do regime – que a condenou a 5 anos de cadeia por “espionagem”.

Seu gravíssimo crime foi postar um blog onde escrevia poemas, intercedia pelos direitos do povo palestino e, aqui e ali, fazia comentários cuidadosos sobre o dia-a-dia das pessoas comuns na Síria e as dificuldades de as pessoas expressarem suas ideias.

Tal al-Malluhi continua encarcerada, apesar dos protestos de ONGs de direitos humanos, especialmente da Anistia Internacional, cuja diretora no Reino Unido, Kate Allen, disse que prender alguém, como a jovem, por discutir a liberdade de expressão é “uma desgraça absoluta”.

Seu blog, só com versão em árabe, continua no ar — sem atualização.

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25 Comentários

Jotavê em 26 de abril de 2011

Ainda não li nada do Pedro Juan Gutierrez, Setti. Você não é o primeiro que me recomenda a leitura. Está na fila. Confere com tudo que vi. A piada que se fazia sobre a prostituição é que Fidel não tinha acabado com ela, mas pelo menos tinha conseguido baratear o preço. A mais pura verdade. Um inglês, que estava no mesmo hotel que eu, andava doido pelas "gineteras" que o assediavam logo na saída do hotel, mas tinha medo de cair numa armadilha, ser assaltado, tal e coisa. Brasileiro sabe dessas coisas, né? Veio me perguntar se eu conhecia alguma. Acredite ou não, a verdade é que eu NÃO conhecia. Tinha namorada lá e, ao contrário da desgraçada, eu era fiel. Bom, prá resumir, eu tinha ficado "sócio" de um cara que revendia bonés para mim. Perguntei a ele se conhecia alguma mulher "de confiança" que se dispusesse a sair com o inglês. Dali a cinco minutos, ele estava de volta com uma menina linda, toda cheirosinha. Puxei o cara de lado e perguntei quanto era. Para ele, tantos pesos. Para a ginetera, um jantar e.. uma calcinha. Foi a única vez na minha vida em que dei uma calcinha de presente a um homem. Mas tem também a Cidade de Deus, né? (Sei que você concorda - seu ponto é exatamente esse, se não me engano. Mas acho importante lembrar. Direitos formais NÃO são tudo - esse é o meu ponto.) P.S.: Onde é que tem essa coisa de "post do leitor"? Procurei por tudo quanto é canto, e não achei. Caro Jotavê, Seu depoimento é impressionante, e confere com o de todos, sem exceção, os amigos que têm ido para lá. Quanto aos Posts do Leitor, eles estão espalhados em diferentes seções, mas principalmente em "Política & Cia". Não estão aglomerados em uma seção específica. São leitores que escrevem comentários tão interessantes -- eu concorde ou não com eles -- que peço autorização para publicar como post, e o faço com um selinho específico, mas na seção em que ele couber. Alguns foram para "Tema Livre". A maioria publicamos mesmo em "Polícia & Cia". Depois que comecei a publicá-los, leitores começaram a enviar comentários especificamente destinados a nossa análise para publicação como Post do Leitor. Se você fizer a gentileza de clicar no pé da home page em "Anteriores", uma ou duas vezes, vai com certeza dar com o mais recente "Post do Leitor" que publicamos. Alguns deram margem a dezenas e dezenas de comentários. Todos, em geral, tiveram um bom número de acessos. Você está convidado, pois. EScolha o tema e mande ver. Um abraço

Jotavê em 26 de abril de 2011

O sistema econômico de Cuba NÃO FUNCIONA, Setti. Isso está fora de questão. Eles terão que encontrar uma saída desse beco em que se meteram, como a China encontrou. E a saída passa, não tenho dúvida, pela reintrodução de ALGUM GRAU de desigualdade. Mas isso não afeta meu argumento. Existe ali um ideal de igualdade que é elogiável. Espero que esse ideal sobreviva à derrocada inevitável do regime. Vou lhe contar uma coisa. Quando estive em Cuba pela última vez, ainda havia as tiendas de turismo, onde você podia comprar qualquer coisa, caso tivesse dólares. Como tinha uma namorada cubana, passei a comprar calcinhas nas tiendas, que ela revendia na vizinhança, com um lucro fenomenal. As mulheres davam o salário de um mês de trabalho em troca de duas ou três calcinhas. Era compreensível. As vendidas na rua (soviéticas, eu acho) eram conhecidas como "mata-pasiones". Justamente. Um médico chegou a me oferecer o salário de três meses de trabalho por um par de sapatos importados. No final da viagem, eu tinha tantos pesos cubanos, que não tinha mais onde gastá-los. Distribuí o dinheiro entre os funcionários do hotel, depois de uma noite de bebedeira no saguão. Voltei ao Canadá, onde eu era bolsista, e retomei a minha vida de pobre. Aquilo não funciona, Setti. Isso está fora de questão. Abraço. Então estamos de acordo. O que me preocupa especialmente é a questão da reviravolta de valores. Há por exemplo, como certamente você sabe, famílias que se orgulham de ter uma filha prostituta, porque dispõem de mais dinheiro do que outras. E por aí vai. Repito, o retrato dessa podridão também moral se encontra nos relatos de dia-a-dia do Pedro Juan Gutierrez. Uma coisa assustadora, um salve-se-quem-puder o tempo todo. Acho que o regime degenerou tanto que as conquistas tão apregoadas -- saúde, educação etc -- estão indo também para o ralo, infelizmente. Abração e escreva seu post, sobre qualquer assunto, que publicarei.

Jotavê em 26 de abril de 2011

Meu caro Setti, não estou brincando, não. Nem estou negando que haja violações dos direitos humanos em Cuba. É claro que existem - é da essência de qualquer ditadura. Quanto a isto, concordamos, ok? O que estou dizendo é uma outra coisa. Há violações dos direitos humanos que são próprias de ditaduras, e há outras violações que são próprias de sistemas econômicos nos quais uma parte da população vive na mais absoluta miséria. Cuba faz parte do grupo de países que cometem violações do primeiro tipo. O Brasil faz parte do grupo de países que cometem violações do segundo tipo. Até aqui, dá para seguir meu texto pela Declaração dos Direitos do Homem, está bem? Não disse nada que possa causar qualquer tipo de espanto ou sobressalto. Agora, veja se consegue me dizer ONDE está o erro do raciocínio. Cuba fez uma revolução que tinha como objetivo acabar com violações dos direitos humanos do tipo a que nos acostumamos a ver pela janela do carro, passando pela Marginal (ou simplesmente olhando para os morros, se você mora no Rio). Nessa medida, o regime cubano incorpora ideais respeitáveis, pelos quais qualquer um de nós, na medida em que preza os direitos humanos, deve ter a mais irrestrita simpatia. Assim como o Brasil não deixa de incorporar CERTOS ideais apenas porque tem, ao longo de décadas, desrespeitado outros, com Cuba acontece exatamente a mesma coisa. Não é uma "pura negatividade", como a Síria. Ninguém tem razão alguma para se entusiasmar pelo regime sírio do ponto de vista dos direitos humanos. O regime não encarna nenhum tipo de aspiração legítima, nenhum tipo de ideal pelo qual valha a pena lutar. Nenhuma pessoa razoável luta pela implantação de um regime como o cubano num país como o Brasil. Isso seria uma loucura completa. Primeiro, porque não devemos abrir mão dos direitos humanos que JÁ conquistamos em nome de quaisquer outros. Segundo, porque sistemas econômicos como o cubano NÃO FUNCIONAM. São mares de ineficiência, antes mesmo de serem violadores de certos direitos fundamentais. É só isso. Onde é que está o seu erro, a meu ver? No privilégio indevido que você dá a CERTOS direitos humanos em relação a OUTROS. As liberdades políticas são postas ACIMA de qualquer coisa, e não AO LADO de outros valores importantes como a IGUALDADE (com todas as qualificações que a sociedade contemporânea exige - "igualdade de oportunidades", basicamente). Por incrível que pareça, meu caro, quem está sendo ORTODOXO sou eu. Você é que terá um problema sério para resolver, caso queira FUNDAMENTAR essa primazia das liberdades políticas sobre os outros direitos do homem. A discussão é importante. Se me permite, retornarei ao tema em posts futuros. Abraço. É claro que será um prazer vê-lo retomar o assunto em posts futuros. Mas esses direitos humanos que você menciona -- que seriam, digamos, latu sensu, e que a ditadura militar brasileira dizia que eram os verdadeiros direitos humanos -- estão em extinção em Cuba, não? Você esteve por lá ultimamente? Constatou a falta de tudo, a magreza das pessoas, a precariedade da alimentação, o transporte coletivo humilhante, a ausência de água e esgoto nas casas e apartamentos caindo aos pedaços, e principalmente a crescente podridão moral -- a quantidade de pessoas que lutam para manter seus empregos na maquinaria do Estado para poderem furtar tudo que seja vendável, depois, no mercado negro, o alastramento da prostituição de todos os tipos e modalidades como forma de sobrevivência, etc, etc, etc? Você não leu nenhum dos livros-verdade do Pedro Juan Gutierrez? Abraço

Rebeca em 26 de abril de 2011

Meu Deus! Espero que ela fique bem e que um dia possa desfrutar da liberdade que nós temos e que todos deveriam ter!

DoceExilio-pessoal em 26 de abril de 2011

Meus comentarios sao sempre Uma grande critica ao Brasil de hoje, Rico e atrasado. O Brasil do futuro... o futuro e' agora e ainda estamos tentando entender como uma nacao toda foi colocada de quatro para um bando de ditadores de 3mundo.

DoceExilio-pessoal em 26 de abril de 2011

nao tem nada melhor que politica bom vinho e boa culinaria. concorda? e bons amigos:-)

DoceExilio-pessoal em 26 de abril de 2011

Leio sua coluna, mais raramente faco comentario. com essa materia dessa menina, vc me pegou de calca arreada. Pobre menina, que Deus a Proteja. E' uma sonhadora, em tempo proibidos.

DoceExilio-pessoal em 26 de abril de 2011

O segredo e' a alma do negocio, o livro e segredo. so a pessoa sabe. por favor so passe adiante se tratar de Reinaldo Azevedo e Augusto Nunes e Diogao, Logico, a razao de conhecer a obra de todos vcs.

DoceExilio-pessoal em 26 de abril de 2011

Sou palhaca de vez em quando Setti :-) Adoro minhas raizes nordestina/nortista, minha comida, meus cheiros, minha cultura cabocla, enfim tudo que me lembre a bela infancia. Porque nao trazer tudo isso para o meu dia a dia tao pobre de cultura? Meu livro de culinaria vai ter nomes de politicos quand precisar adicionar uma pimenta do reino no recipe. Nao tenho receita de omeleta;-)

DoceExilio-pessoal em 26 de abril de 2011

Estou escrevendo um livro de culinaria... lhe convido para o lancamento.

DoceExilio-pessoal em 26 de abril de 2011

Me exilei na forca homi... Mas para minha sorte e protencao Divina, foi a melhor coisa que me aconteceu na vida. Nada de importante tudo intriga de cabra safado... mais viva e' melhor... Mais de 700 mil leitores, tem muito olheiro do cabra da peste, e esse povo e' maluco mesmo.. todo cuidado e' pouco.

DoceExilio em 26 de abril de 2011

Obrigado! muito digno de sua parte. Respeito e' o que rege grandes amizades.

DoceExilio em 26 de abril de 2011

Fiquei com pena dessa moca. Esse povo e' maluco mesmo, e tenho dito!

DoceExilio em 26 de abril de 2011

Atendendo a seu pedido, não publiquei nada, mas não entendi sua mensagem. Abraços

DoceExilio em 26 de abril de 2011

Desculpe meu sotaque, mais e cultural e' dificil de ser autentica sem ele.

ADRIANA ALGRANTI em 26 de abril de 2011

"Desgraça Absoluta" é a definição perfeita para quem vive assim, sem poder expressar sua opinião, em pleno século 21. Senhores Ditadores, espero que seus dias estejam contados!

DoceExilio em 26 de abril de 2011

a menina da Siria e dona Muamar Kadafi, nao to falando da blogueira, sei que misturei tudo, no final nem Eu entendi. Mas e esses meninos correndo aqui em casa, de um lado para o outro. tenho que chupar cana e assoviar ao mesmo tempo. escrever e cuidar de menino que nao para quieto.

DoceExilio em 26 de abril de 2011

moderador corte minha curica se estiver com doidice.Muito Obrigado e tenha um bom dia. E minhas consideracoes ao seu Setti, amigo de seu Diogo! que resolveu cacar fantasma la pelas bandas de Venice. ele ta' e' certo....

DoceExilio em 26 de abril de 2011

Senhor Setti, Seria Eu a proxima??? :') Sao maluco, mais sabem muito bem que um dia encontra a pessoa errada. Boto pra correr e quem ficar entrego para as cobras amazonicas . confianca e' essa homi, respeito 'e bom e indio gosta. o computador e' meu, pagos meus impostos(altissimos diga-se)e sou livre para dar minha opiniao, nao admito confianca com minha liberdade de expressao. Gracas a Meu Bom Deus, Padim Cicero e Sao Jorge, que nao moro em Cuba e muito menos na Siria, que se essa menina la da siria, se prestasse o Povo rico do Petroleo nao teria abandonado. ta so porque e malandro, vive de saliencia com dinheiro alheio.

Agenor em 26 de abril de 2011

Por que Lula não fala com seu irmão, seu amigo, nosso lider?

ginauro kosteski em 26 de abril de 2011

Veja e umas das revistas mais lidas e é uma das melhores

Jotavê em 26 de abril de 2011

Há diferença substancial entre a ditadura síria e a cubana? Esta é a questão sobre a qual o post do Setti, dando destaque à figura emblemática de uma blogueira censurada, nos convida a meditar. Eu acho que existe, sim. Politicamente, Cuba é uma ditadura que se instalou mediante um processo violento, sendo submetida desde o início à hostilidade sistemática da maior potência do planeta, situada a poucos quilômetros do Malecón de Havana. Houve diversas tentativas de assassinar Fidel Castro, e uma invasão do país patrocinada pela CIA. Do outro lado, nos primeiros anos, houve centenas de execuções - impossível precisar o número, mas certamente foram muitas. A partir do final da década de 60, a situação se estabilizou. O regime seguiu (e segue) em ritmo de "ditabranda", com abusos eventuais. É grave? É sempre grave. Só que a história não termina aí. Em termos econômicos, o regime é um fracasso. Conseguiu equacionar o problema dos serviços básicos oferecidos à população, mas não resolveu o grande problema que paira sobre as economias centralizadas: a ineficiência e a incapacidade de reagir com agilidade às mudanças a que assistimos na economia mundial. Aquilo não funciona. Duvido que as mudanças que vêm sendo introduzidas na economia surtam qualquer efeito. Elas provavelmente estão chegando tarde demais. Mesmo assim, eu me recuso a ver na experiência cubana uma pura negatividade - algo a ser destruído, esquecido, estigmatizado. Existe ali, na origem e na natureza geral do regime, uma preocupação com os DIREITOS HUMANOS que não pode ser desprezada. Isso só não fica claro quando fazemos um recorte nos DIREITOS HUMANOS que põe as liberdades políticas acima de qualquer coisa, como se tudo devesse se calar diante da mera presença de liberdades formais de associação, expressão e representação. Meu ponto é muito simples. Há tanto desrespeito aos direitos humanos no Brasil de hoje quanto em Cuba. Para não me alongar, deixarei esta afirmação como uma promissória em branco, que me disponho a pagar a qualquer momento. Não é difícil perceber por onde iria minha argumentação - tortura-se tanto no Brasil quanto em Cuba, e as condições de nossos prisioneiros comuns violam qualquer critério razoável para demarcar o respeito pelos direitos do homem. Ainda somos obrigados a conviver com abismos sociais gigantescos, muito maiores do que qualquer coisa que possa ser encontrada na ilha de Fidel. Cuba não é um circo de horrores, enfim - a Síria é. E o Brasil não é o paraíso na Terra - Cuba tampouco. Eu torço para que Cuba se democratize, é claro. Acho que qualquer cubano gostaria que isso acontecesse, desde que não viesse a significar uma TROCA das liberdades políticas (um direito fundamental importante) pela instalação de iniquidades semelhantes àquelas de que tentamos nos livrar no Brasil. A liberdade é um valor. A igualdade de oportunidades também é. O regime sírio não encarna nenhuma espécie de ideal. O regume cubano encarna, e o regime brasileiro também. Caro Jotavê, você só pode estar brincando ao mencionar preocupação com direitos humanos de parte do regime cubano. Vou encarar como piada, porque não dá nem para discutir uma coisa dessas.

Gleisa Evangelista em 26 de abril de 2011

É uma vergonha uma jovem ser presa somente por ter um blog. Até quando as pessoas terão que aguentar esta pesada represária aplicada de maneira tão desumana? Se eu tivesse força, poder, influência, fosse o que fosse, eu tiraria essa moça da cadeia. Políticos brasileiros, façam alguma coisa !!!! Ao invés de ficarem ai brigando por votos, ajudem Al-Malluhi.

Marco em 26 de abril de 2011

Amigo Setti: Espero q não aconteça isso com esse menino aqui do Sul. Vou tentar fazer o Link. www.youtube.com.brmedoeraulcarrion Abs.

Marlene Tourinho em 26 de abril de 2011

Ricardo, sou leitora assidua do Augusto Nunos e Reinaldo. Hoje por acidente descobri a sua preciosa coluna. Voces tem que mudar o layout da pagina, E obvio pela falta de comentarios que ninguem sabe que esta coluna esta aqui. Todos perdemos. Prezada Marlene, muito obrigado pelo "preciosa coluna". Acho que o layout da home page do site pode, sim, ter aperfeiçoamentos e vou tratar disso. Mesmo assim, felizmente tenho um bom número de leitores diariamente. O post que você menciona estar com "falta de comentários" não significa que ele não esteja sendo acessado, pelo contrário, está entre os mais acessados. Também fiquei um tempo cuidando de apurações e sem mediar os comentários. Um abração e volte sempre, tá?

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