Não faltavam beleza e atrações em Acapulco, onde se realizou a primeira conferência de edições internacionais de Playboy de que participei.

Já na chegada ao hotel, no pacote de boas-vindas fornecido pelos colegas americanos, havia um cardápio digno de férias para ninguém botar defeito. Havia possibilidades de jogar golfe, fazer cruzeiros noturnos ou passeios a cavalo na praia, enveredar por algo que se chamava “cruzeiro de aventura”, passear em barcos com fundo de vidro para contemplar a vida marinha, praticar mergulho, esqui aquático e até iatismo ou pesca.

Sim, seria perfeitamente possível, se os participantes, além de conseguir dormir 3 horas por noite — diante da agenda apertadíssima de trabalho, que começava às 8h30 e terminava a tempo de jantar em horário americano, 19h30 –, também bancassem do próprio bolso milhares de dólares de extras.

Praticamente ninguém seguiu nem sequer parte dessa possível programação.

Eu, pessoalmente, resolvi dar diariamente longas caminhadas pela praia, diante de um cenário fabuloso. Descobri, porém, que a areia de Acapulco, linda à vista, é grossa e cortante, inteiramente inviável para caminhar — a ponto de os hotéis estenderem nas praias à sua frente passarelas de madeira para que os hóspedes pudessem chegar a seus guarda-sol.

De forma que, excetuados alguns belos jantares com o grupo todo, um deles ao ar livre, e a um coquetel com colegas, convidados e coelhinhas, meu lazer se limitou a duas incursões pela piscina do próprio hotel.

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