Para um texto que escrevi, após enorme trabalho de pesquisa e de entrevistas, para o livro Fotografia em Revista — As melhores fotos em 60 anos da Editora Abril, realizei uma contabilidade da qual o próprio fotógrafo J. R. Duran, de quem tenho a honra de ser amigo, não tinha a menor ideia.

Até março de 2010, ele realizara nada menos do que 243 ensaios de nu para Playboy.

Acho, por essa e outras razões, que ninguém no Brasil entende mais do assunto do que ele. E, conversando com Duran, vi comprovada a antiga impressão de que em geral é mais fácil, ou menos difícil, fotografar atrizes do que belas mulheres de outras profissões.

A tarimba de interpretar personagens e a naturalidade adquirida por quem já enfrentou plateias de teatro repleta e, sobretudo, o olho da câmera de TV que leva sua imagem e milhões de pessoas aplainam o caminho do fotógrafo.

Essas duas páginas da revista de agosto de 1999, precariamente reproduzidas por câmara amadora a partir de um exemplar aberto sobre uma mesa, são suficientes para comprovar isso: a espontaneidade, a naturalidade e a alegria de Deborah Secco passam, integralmente, para as fotos.

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