DESAFIO AO CONHECIMENTO DOS LEITORES: qual desses grandes heróis da II Guerra Mundial fez esse discurso?

Arthur Tedder, Bernard Montgomery, Charles Foulkes, Chester Nimitz, Douglas MAcArthur, Dwight D. Eisenhower, George C. Marshall, George S. Patton, Harry Crerar, Henry “Hap” Arnold, Omar Bradley ou Sir Bertram Ramsay?

Amigos do blog, qual desses grandes chefes militares Aliados da II Guerra Mundial  é o autor do trecho do discurso que você pode ouvir abaixo?

Para dificultar um pouco a tarefa, dessa vez temos 12 opções possíveis, em ordem alfabética. Como o discurso é em inglês, estão excluídos os grandes marechais e generais Exército Vermelho soviético, fundamentais para a derrota do nazismo.

1. O marechal-do-ar britânico Arthur Tedder, subcomandante supremo dos Aliados na maior operação militar da história — a invasão da Normandia, em junho de 1944 –, e oficial-general que representou o comandante supremo dos Aliados, o general norte-americano Dwight D. Eisenhower, na soleníssima cerimônia de rendição incondicional da Alemanha nazista, pela qual assinou o general Alfred Jodl, chefe de Operações do Alto Comando alemão, a 7 de maio de 1945, em Reims, na França.

2. O marechal-de-campo britânico Bernard Montgomery, famoso estrategista que derrotou o legendário inimigo alemão marechal-de-campo Erwin Rommel, a “Raposa do Deserto”, no norte da África, em 1942, liderou a invasão da Sicília, em 1943, e participou do planejamento da invasão da Normandia. Depois do desembarque, comandou todas as forças de terra americanas, britânicas e canadenses.

3. O general canadense Charles Foulkes, que comandou uma divisão de seu país na invasão da Normandia, e logo depois chefiou o I Corpo do Exército do Canadá na Itália. Para quem não sabe ou não se lembra, apesar de ter uma população relativamente pequena à época — 12 milhões de habitantes –, o Canadá fez um extraordinário esforço de guerra, enviando 1 milhão de soldados para combater o nazi-fascismo na Europa.

4. O almirante-de-esquadra americano Chester Nimitz, um dos quatro únicos almirantes de cinco estrelas — honraria máxima da Marinha — na história dos Estados Unidos, comandante-chefe da Frota do Pacífico que derrotou o fortíssimo poderio naval do Japão.

5. O general americano Douglas McArthur, um dos cinco únicos generais de cinco estrelas — máxima honraria do Exército dos EUA, superada hierarquicamente apenas pelo título de “general dos Exércitos dos Estados Unidos” que detém apenas o primeiro presidente americano, George Washington –, chefe supremo das forças norte-americanas no Pacífico e comandante Aliado da ocupação do Japão entre 1945 e 1951.

6. O general americano Dwight D. Eisenhower, general de cinco estrelas do Exército, comandante supremo dos Aliados que venceram a II Guerra Mundial e, posteriormente, presidente dos EUA (1953-1961).

7. O general americano George C. Marshall, general de cinco estrelas do Exército, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas americanas e principal conselheiro do presidente Franklin D. Roosevelt durante a II Guerra Mundial e depois, de 1947 a 1953, secretário de Estado norte-americano, sob o presidente Harry Truman, responsável pelo “Plano Marshall” de reconstrução da Europa. Vencedor do Prêmio Nobel da Paz em 1953.

8. O general americano George S. Patton, mitológico comandante do V e do III Exércitos dos EUA na Europa, tido por muitos como um dos generais mais audazes da história militar. Eisenhower o demitiu do comando do V Exército depois de ele haver esbofeteado em público um soldado, por suposta covardia, durante a campanha da Itália, em 1943, mas Patton retornou no ano seguinte e, à frente do III Exército, até 1945, avançou 2 mil quilômetros dentro de países ocupados pela Alemanha nazista a uma velocidade espantosa, libertando mais de 10 mil cidades e povoados e fazendo 1,2 milhão de prisioneiros.

9. O tenente-general canadense Harry Crerar, chefe do Estado-Maior do Canadá durante parte da II Guerra, comandante do I Exército canadense e principal comandante das forças terrestres canadenses durante o conflito.

10. O general da Força Aérea americano Henry “Hap” Arnold, comandante da então Força Aérea do Exército dos EUA e virtualmente fundador da Força Aérea dos EUA (USAF), que, sob sua orientação, se tornou durante a guerra a mais poderosa do mundo. Liderou os primeiros bombardeios à Alemanha nazista, em 1941, e supervisionou as operações aéreas contra o Japão. É o único general de cinco estrelas da Força Aérea.

11. O general americano Omar Bradley, figura-chave no desembarque na Normandia, quando comandou as tropas que conseguiram tomar de assalto as praias de Omaha e Utah e estabeleceu um quartel-general em terra. Posteriormente, formou o III Exército que varreria os nazistas para dentro da Alemanha sob o comando de Patton, seu subordinado. Comandou a invasão da Alemanha pelo vale do Ruhr e, chefiando o XII Corpo de Exércitos, chegou a ter 1,3 milhão de homens sob seu comando. Tornou-se, em 1949, o primeiro chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA. Foi o quinto e mais recente general a receber o grau de cinco estrelas, em 1950.

12. O almirante britânico Sir Bertram Ramsey, principal responsável pela Retirada de Dunquerque, em 1940 — o dificílimo resgate de 338.000 soldados britânicos cercados pelos alemães no norte da França — e, posteriormente, em junho de 1944, chefe da incrivelmente complexa operação naval de desembarque na Normandia, que envolveu 5 mil navios de diferentes portes.

TRADUÇÃO DO TRECHO SELECIONADO

“Tenho constantemente clamado por novas decisões políticas, essenciais à obtenção de uma solução [para a guerra XXX]. Mas houve esforços para distorcer minha posição. Na verdade, disseram que sou um belicista. Nada poderia estar mais distante da verdade. Conheço a guerra como poucos homens a conhecem, e nada, para mim, é mais revoltante. Há muito tempo defendo sua completa abolição, uma vez que a destruição que causa, tanto entre aliados como inimigos, tornou-a inútil como meio de resolver disputas internacionais. Mas, uma vez que somos forçados a ir à guerra, não há outra alternativa a não ser utilizar todos os meios disponíveis para levá-la a um rápido desfecho. O objetivo da guerra é a vitória, não a indecisão prolongada”.

Não consta desse trecho, mas a frase seguinte é histórica: “Na guerra, não há nada que substitua a vitória”.

Ouça aqui.

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122 Comentários

  • George S. Patton

  • Ernesto

    MAcArthur, durante a guerra da Korea, quando defendeu o uso de armas nucleares para terminar o conflito rapidademente e decisivamente. ‘Uma guerra nunca pode ser evitada, pode apenas ser adiada em benefício do inimigo’. mqvl

  • Norberto Chamma

    Douglas McArthur

  • cacalo

    patton

  • Ronaldo

    Out post:
    Olha o Assange provando do próprio veneno…
    .
    http://gawker.com/5714043/
    .
    Acho que a “imprensa” daqui nem vai tratar do assunto… Vamos aguardar…

    E o que é que tem o seu comentário a ver com o teste que propusemos, caro Ronaldo?

  • O trecho que você postou faz parte do discurso direcionado ao Congrelo dos Estados Unidos em 19 de abril de 1951 feito pelo veneráve general Douglas MacArthur, onde este faz uma exposição sobre o contexto asiático, sobre a importância estratégia daquele hemisfério, avanço do comunismo, entre outros temas. Ao que parece também apresenta sua defesa contra aqueles que o classificavam como um cultuador da guerra. Os pacifistas de plantão, afinal, sempre servem bem ao inimigo.

  • Peço perdão pelo meu comentário anterior. Não sei o motivo pelo qual alguns caracteres ficam faltantes ou saem errados. Me perdoe mesmo.

  • Guigui Artista

    Setti

    Muito bom … gostei!

    O que achem … que bom que achem!

  • Lilian

    Setti,
    Você está igual Prof. de Cálculo, quando a maioria acerta a questão, diz: aguardem! (risos)
    Bem, doze opções – Eisenhower (que tinha uma amante inglesa) curvava-se a quase todas exigências de Montgomerry que era amigo de Winston Churchill o que irritava “o senhor da Guerra” Palton.
    Pesquisei nome de navio de Guerra, uma homenagem é uma dica. Mas, está dificil!
    Meu voto: George S. Patton (que acreditava em reencanação, e segundo ele já havia participado de várias outras guerras em outras épocas…muito interessante! se não for ele, valeu por ter conhecido a sua história).
    Abraços!

    Oi, Lilian, obrigado. O que você diz sobre o general Ike é bastante contestável. Na verdade, ele cedeu a alguns palpites de Montgomery — que tinha méritos, foi um grande marechal-de-campo, derrotou o gênio militar alemão Rommel no norte da África –, mas os dois não se entendiam bem e, claro, Eisenhower sempre prevaleceu. Tanto que o subcomandante supremo dos Aliados na operação mais importante da guerra acabou sendo efetivamente um britânico, o marechal-do-ar Arthur Teddler, e não Montgomery.

    Abraços

  • Rafael Benzecry

    Acredito ser este áudio parte de um discurso do Gal. Douglas McArthur (Comandante Supremo das Forças Aliadas no Japão; 1945-1951).

  • Lilian

    O correto é reencarnação e eu digitei: reencanação. Desculpas!

  • mdv

    Caro Setti e leitores. No Guia da Folha de ontem, tem uma resenha sobre a nova biografia de Hitler cheia de rancor contra os “direitistas do Brasil”. O autor da resenha, que é professor de história da USP (claro!) associa a direita a ninguém menos que Hitler… Escrevi um post a respeito, se tiverem tempo. abraço Marcelo

    http://oluziada.blogspot.com/2010/12/la-vem-eles.html

    Caro Madavia, li seu post, excelente. É assustador que esse cidadão seja professor! Tentei postar um comentário mas acabei desistindo diante da quantidade de exigências que o mecanismo do blogspot requer. Disse, em linhas gerais, o que acabo de escrever.

    Um abração e obrigado pela visita e pelo comentário.

  • luiz fernando

    Douglas MacArthur.

  • Marcelo Caldas

    O general americano Douglas McArthur. Abraços
    Marcelo Caldas, Recife/PE

  • Pedro Luiz Moreira Lima

    Caro Setti:
    Um dos dois -Eisenhowerou Marshall intectualmnte os 2 generais superavam os outros.
    Se a resposta for o Patton,se for mesmo difícil acreditar,no entanto a história nos suprrende sempre.
    Um grande abraço
    Pedro Luiz

  • Pedro Luiz Moreira Lima

    Caro Setti:
    Saiu truncado mas deu para entender o sentido.
    Abração

  • James L Krieger

    Douglas McArthur

  • Fernando

    Meu voto vai para o britânico Montgomery.

  • carlos nascimento

    De antemão informo que foi necessário pesquisas, não ao google, sim em livros editados sobre a Segunda Grande Guerra, o conteúdo do texto é parte do discurso efetivado pelo Gen.McArthur ao Congresso Americano, buscando autorização para efetivar medidas extremas -bomba atômica – na luta contra as forças Asiáticas.
    Álias, particularmente, achei uma tremenda covardia Americana ter utilizado arma atômica, o mundo ocidental silencia sobre isso, a propaganda pró ocidente nunca procurou discutir a legalidade do emprego da bomba, limitou-se a reverenciar o fim da guerra e a derrota das forças do eixo.
    Vários inocentes não tiveram qualquer chance de defesa.

    Caro Carlos, não vou antecipar o resultado, apenas fazer uma observação a seu comentário: o Congressso não precisaria dar autorização para o uso da bomba atômica, nem isso é de sua competência. O Congresso só autoriza uma declaração de guerra, como ocorreu na II Guerra Mundial e em outros conflitos. Imagine se uma decisão militar estratégica seria discutida por dias e dias a fio pelo Congresso, com cobertura da imprensa… A autorização precisaria partir, como partiu, no caso de Hiroshima e de Nagasaki, apenas e unicamente do presidente (no caso, Harry S. Truman).

    Abraços

  • Elvio

    Setti,
    Consegui quebrar minhas “caixinhas de som” jogando um jogo, não tem a menor importância. Não saberia a diferença.
    Na minha modesta opinião, o Patton era guerreiro e portanto grosso, o Monty entrou no Oriente Médio já com o jogo ganho; mais político que soldado. Dono da teoria da quantidade,
    Sob pena de tomar um belo cacete, soldado e estrategista, nunca nazista o Mal Rommel foi o “cara”, surrou todos mesmo não acreditando no “lider”. Preferiu a morte a ser julgado por “dispares”. A praia de Omaha, foi uma carnificina, o Reich já estava morto e não sabia.
    Ricardo, mais um gol de placa.

    Obrigado, caro Elvio. Mas o Reich estava vivinho da silva, apesar da frente russa. Sem o Desembarque da Normandia — fui lá visitar e reverenciar, trouxe areia de Omaha Beach como lembrança –, sabe Deus o que teria acontecido com o mundo.

    abs
    Elvio

  • Elvio

    Ricardo,
    Como sempre, o espaço é seu, sem discussôes.
    O Gen Mac Arthur, (com seu cachimbo de sabugo de milho),ferrado em Corrigidor(?), junto com Ingleses, Holandeses e outros tomaram um cacete homérico dos Japoneses. Ele disse: “EU voltarei”,
    Voltou sim, depois que milhares de fuzileiros morrerem em Tarawa,Iwo Jima,etc..
    Achou que seria presidente, foi legado ao seu justo lugar, cagão que deu fuga aos serviçais (dele) e largou os combatentes nas mãos das tropas Japonesas, A Ponte do Rio Kwai.etc..
    abs

    Chiiiii, caro Elvio, acho que vamos divergir. Leia mais sobre o general McArthur. Acho que você é a primeira pessoa do mundo a dizer que ele foi um c…

    Abraços
    Elvio

  • cacalo

    revotando: mcarthur.

  • SergioD

    Ricardo, a voz é de Douglas Mcarthur. Achei que era desde o início e conferi com sua voz ao rever um vídeo que tenho sobre a Segunda Guerra Mundial com a gravação do seu discurso abordo do Encouraçado Missouri, durante a cerimônia de assinatura da rendição do Japão. É ele, só não sei aonde.

    Pelo jeito, a discussão sobre as bombas atômicas lançadas sobre o Japão ainda está rendendo, não?
    Essa discussão não vai acabar nunca. O que eu acho uma tremenda hipocrisia atual é considerar o Japão um país de coitadinhos só por que sofreram o ataque atômico. Perguntem aos chineses e coreanos quais são as suas memórias quanto as ações japonesas durante a segunda guerra. Perguntem ao sobreviventes do massacre de Nanquim (Nanjing, atualmente) o que eles acham. Para os que não conhecem o episódio cliquem no link abaixo:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Massacre_de_Nanquim

    Como diz a música cantada por Gilberto Gil, as bombas A criaram o Japão da paz, mas que até hoje se recusa a pedir desculpas aos demais países asiáticos dos seus atos durante a segunda guerra.

    Não houve santos durante aquele conflito. Haviam demandas justas contra ideologias totalitárias e racistas. Se colocarmos na balança os atos condenáveis de ambos os lados, acho que a balança ainda pende muito mais para o lado do Eixo, principalmente Alemanha e Japão.
    Um abraço

    É difícil discordar de você, caro SergioD. É por isso que tantos americanos — que mandaram 16 milhões de soldados às frentes de batalha — chamaram e ainda chamam a II Guerra de “The Good War”, a boa guerra, onde o mal estava caracterizado claramente de um lado. Perto dele, até os crimes do tenebroso Stalin, que era um dos Aliados, diminuíram de dimensão.

    Abraços

  • Elvio

    Ricardo,
    Aceito o conselho, vou procurar.
    Tenho uma má impressão desse senhor.
    Provavelmente a gente lê o que “casa”
    O termo usado C…, foi realmente desnecessário, e tambem não agregou nada.
    abs
    Elvio

  • luiz Wood

    ‘Conheço a guerra como poucos homens a conhecem’. George Patton pode ser o referencial de Lula. Nunca antes, na história das guerras, houve general igual a ele. A frase acima só pode ser de Patton, o nostálgico, que talvez tenha sido o general americano que mais procurou se identificar com a simbologia dos generais de Roma,lutando na Península Itálica, reencarnado das Legiões de Júlio César.
    OBS.: No Google há controvérsias.

  • Perola

    Teste muito difícil,mas pela pronuncia,caem fora os britãnicos,a maneira de falar é mais americana.E,considerando detalhes,por eliminação,escolho McArthur,sem nenhuma certeza.Estou ansiosa pelo resultado do teste.Valeu!

    Obrigado por sua participação e seu voto, cara Pérola.

    O resultado virá na terça-feira.

    Um abração

  • Camada von Ozonio

    RICARDO, PELO TOM POLÍTICO – GUERREIRO, DA FALA , ACREDITO QUE FOI O GENERAL NORTE-AMERICANO EISENHOWER , POSTERIORMENTE PRESIDENTE DOS USA….

  • Elvio

    Caro Elvio, a seu pedido não publico o comentário, mas venho com a resposta: também sou um leitor sem método, não sou dono da verdade e sei muito menos do que gostaria.

    Um abração e obrigado a você pela paciência.

    Ricardo Setti

  • LCC

    Setti,
    O Carlos Nascimento bateu na trave.
    A voz e o texto são realmente de Douglas McArthur.
    É herói da II Guerra Mundial, mas neste texto ele fala de outra guerra, a da Coréia (1950-53), onde comandou com mão de ferro as tropas aliadas, sob a bandeira da ONU.
    A nova “solução política, essencial à obtenção de uma solução” era uma ousadia para um mundo ainda traumatizado: a força nuclear.
    Para conter o impeto norte-coreano, alimentado pela China Comunista, McArthur queria simplesmente usar a bomba atômica.
    “Não há outra alternativa a não ser utilizar todos os meios disponíveis para levar [a guerra] a um rápido desfecho”, pregava o “não belicista” McArthur neste discurso.
    Traduzindo: usemos a bomba atômica!
    Trombou com seu chefe supremo, o presidente Harry Truman, que tinha liberado o horror nuclear em Hiroshima e Nagasaki.
    Apesar de todas as suas medalhas e sua história, McArthur foi demitido do comando da guerra em 1951 e voltou para casa, onde tentou ser candidato à Casa Branca pelo Partido Republicano. Ele perdeu a indicação.
    Errei, Setti?

    Grande Xiru,

    A resposta virá nos próximos dias. Não posso dizer sim nem não…

    Abração

  • Marco

    Caro R. Setti: Essa é muito fácil, não tem erro Foulkes !
    Abs.

  • Ronaldo

    Caro Ronaldo, sobre o comentário que você pediu para não publicar, não publico, mas digo que não há motivo para pedir desculpas.

    Tudo bem.

    Um abraço

  • Ronaldo

    Quanto ao desafio: Gen. Douglas McArthur.

  • Atento

    Setti,

    Achei bacana essa “janela” que você abriu em seu blog para discutir história e aprendermos mais sobre ela. Espero que nos propicie outras oportunidades como essa.

    Não vou arriscar um palpite quanto ao discurso, mas apostaria na certeza das afirmações de alguns comentaristas (McArthur).

    Também achei sensível de sua parte ter guardado um pouco das areias de Omaha Beach: demonstra a compreensão do momento histórico e o drama humano que ali se desenrolou. Acho que esta praia, palco de sangrenta operação durante a invasão da Normandia, guarda um grande simbolismo, representando também todas as praias, montanhas, pontes, trincheiras e casamatas que tiveram que ser tomadas, num trabalho de formigas que matou e mutilou milhões de pessoas ao longo de anos, tudo para que o nazi-facismo fosse derrotado.
    Respeitar essa areia é uma homenagem a coragem e o sacrifício de todas àquelas vidas interrompidas. Eu também guardaria aquela areia com carinho.

    Que legal que você entendeu o sentido de eu trazer, cuidadosamente, numa caixinha plástica em forma de cilindro de filme Kodak, um pouco da areia de Omaha Beach. Também visitei o cemitério onde de Coleville-sur-Mer, aquele que aparece no começo e no final do filme “O Resgate do Soldado Ryan”, onde repousam milhares de soldados americanos mortos no Dia D e dias seguintes. Impressionante ver a quantidade de jovens de 18, 19, 20 ou 20 e poucos anos que tombaram ali na luta contra a barbárie nazista.

  • Antônio Simões

    Acredito que a voz seja do Gal.Douglas McArthur. Caro Setti,a II Guerra Mundial;as nações e ideologias em conflito daquele período e as suas conseqüências globais, passa a ser algo não mais presente nas vidas das pessoas hoje em dia:está transformando-se em memória infelizmente.Observo fatos como o tal de site Wikileaks e o sr.Julian Assange(ególatra irresponsável e criminoso!) serem transformados em “defensores e mártires da democracia e liberdade de expressão” por seus milhões de mesmerizados seguidores,cegos e ignorantes,do sacrifício que as potências democráticas tiveram de arcar para sustentar a verdadeira civilização.Preferem hoje vilipendiá-las e detestá-las,não sabendo o que seria do Mundo se o triunfo em tal guerra fosse dos nazi-fascistas ou,no pós-guerra,dos comunistas…Sim é verdade,eu acredito que a vitória sobre a máquina de guerra nazista foi totalmente da União Soviética,pois,destruíram mais de cem divisões de primeira linha da Wehrmacht,contudo,é bom recordar que as táticas usadas pelo Exército Alemão eram do conhecimento dos soviéticos desde 1935 quando ambas forças armadas fizeram exercícios militares juntas!!Não se deve esquecer a vergonhosa aliança entre esses dois Tiranos homicidas que foram Stálin e Hitler:o primeiro desfile proclamando uma vitória russa na Europa foi ao lado do Exército Alemão e das tristemente célebres SS,na arrasada Polônia em 1939,que foi dividida entre os dois bárbaros regimes.E menciono também a agressão soviética à Finlândia,que heróicamente desbaratou o Exército Russo sofrendo enormes perdas.E até o último minuto que antecedeu a invasão nazista,os russos mandaram alimentos,minérios e petróleo para o seu aliado alemão..Esses e outros fatos podem ser vistos em documentário realizado pelo Parlamento Europeu em conjunto com o governo Lituano,chamado “A Sangrenta História do Comunismo”.É um assunto para mais de metro,e vou ficando por aqui mesmo.PS:Stálin e seus crimes gigantescos perpetrados contra os próprios russos e outros grupos humanos minoritários existentes em seu “Império Vermelho”,e depois da II Guerra,praticados na Europa Oriental,não perdem a dimensão quando confrontados com os dos nazistas meu caro Setti,pois foram preparados e urdidos com a mesma frieza e cinismo que os dos nazistas.Um abraço Setti.

  • regi nat rock

    Tem gente que afirma ser de MacArthur, mas não é.
    É Patton e, irônicamente um sujeito que odiava a guerra pois conhecia como poucos a tragédia humana.

    Não sei se Patton odiava a guerra — mas que era um general infernalmente competente, isso ninguém discute…

  • Antonio Skoldharougs

    Caro Ricardo Setti.

    Esse discurso por proferido pelo General MacArthur. Na volta da campanha do Pacifico. Um outro fato pitoresco do MacArthur, o navio que o transportava, foi alvo de um intenso bombardeio aéreo, acompanhado com tiros de metralhadoras, e o Gal. McArthur continuou incólume no passadiço do Navio, quando alertado por soldados do perigo de continuar ali, o Gal. MacArthur disse: “Calma Rapaz! Não trouxeram a bala que vai a frustração da derrota, se entregou ao alcoolismo e terminou a sua vida no ocaso da gloria.me matar pra essa guerra, ela já foi fabricada, mas ainda não a trouxeram para as guerras que participei, a bala da minha morte não está nessa guerra”.
    MacArthur discursa no Senado e Câmara dos Deputados;
    Esse discurso foi proferido por MacArthur em 1951, depois da sua volta da campanha da Ásia aos Estados Unidos, ele voltava da Austrália com as suas tropas em 17 navios e ao passar palas Filipinas a Frota naval que o transportava recebeu um pesado bombardeio aero e naval da Coréia, ele consegue voltar aos EUA, faz esse discurso para os Senadores e Deputados Americanos, fala sobre a necessidade de intervir no conflito coreano, já que havia o perigo do comunismo se alastrar naquela parte da Ásia, a intervenção levou a guerra, conhecida como a guerra da Coréia, guerra culminou na e sua divisão das Coréias.
    McArthur depois do fim das Guerras da: Coréia, Vietnã, Cambodja e Filipinas. Volta ao seu país vitorioso, se candidatou a presidência dos EUA e foi derrotado, e não conseguiu superar

  • Antonio Skoldharougs

    Caro Ricardo Setti.

    Esse discurso por proferido pelo General MacArthur, na volta da campanha do Pacifico, um outro fato pitoresco do MacArthur, o navio que o transportava, foi alvo de um intenso bombardeio aéreo, acompanhado com tiros de metralhadoras, e o Gal. McArthur continuou incólume no passadiço do Navio, quando alertado por soldados do perigo de continuar ali, o Gal. MacArthur disse: “Calma Rapaz! Não trouxeram a bala que vai me matar pra essa guerra, ela já foi fabricada, mas ainda não a trouxeram para as guerras que participei, a bala da minha morte não está nessa guerra”.
    MacArthur discursa no Senado e Camara dos Deputados;
    Esse discurso foi proferido por MacArthur em 1951, depois da sua volta da campanha da Ásia aos Estados Unidos, ele voltava da Austrália com as suas tropas em 17 navios e ao passar palas Filipinas a Frota naval que o transportava recebeu um pesado bombardeio aero e naval da Coréia, ele consegue voltar aos EUA, faz esse discurso para os Senadores e Deputados Americanos, fala sobre a necessidade de intervir no conflito coreano, já que havia o perigo do comunismo se alastrar naquela parte da Ásia, a intervenção levou a guerra, conhecida como a guerra da Coréia, guerra culminou na e sua divisão das Coréias.
    McArthur depois do fim das Guerras da: Coréia, Vietnã, Cambodja e Filipinas. Volta ao seu país vitorioso, se candidatou a presidência dos EUA e foi derrotado, e não conseguiu superar a frustração da derrota, se entregou ao alcoolismo e terminou a sua vida no ocaso da gloria.

    Caro Antonio, não vou comentar de quem é o discurso porque o resultado só sai na terça-feira. Mas farei apenas uma observação: o general Dougas McArthur nunca foi candidato à Presidência dos Estados Unidos e, portanto, não foi derrotado. Seu nome foi cogitado depois da II Guerra Mundial e, novamente, depois da Guerra da Coreia, mas ele não quis.

    Abraços

  • Calisto

    Parabéns pela coluna ser ao mesmo tempo opinativa e recheada de acontecimentos históricos passados.

    Obrigado, caro Calisto.

    Um abração e volte sempre.

  • Roberto P. Pedroso

    O general americano Douglas McArthur

  • Eduardo

    É o general americano Douglas McArthur discursando, se nao me engano, na Academia Militar de West Point, a convite, depois de ter ido para a reserva.

  • Liles Freitas

    “Não há substituto para a vitória”, é parte da declaração de MacArthur, sobre o andamento da estratégia da ONU/EUA, na guerra da Coréia.Graças a isso, foi demitido pelo “velho” Truman, em abril de 1951.Ele soube da demissão pela esposa, que lhe telefonou.”Jean, finalmente estamos indo pra casa”, teria respondido e continuou o jantar tranquilamente.

    Abraços.

  • SergioD

    Ricardo, no filme Mcarthur, que teve como protagonista Gregory Peck, tem-se a impressão que ele chegou a propor o seu nome para o Partido Republicano nas eleições de 1952.
    Ano passado, em minha primeira viajem a Europa, fiz questão de visitar as praias da Normandia, apesar das pressões familiares. Não cheguei a visitar o cemitério de Omaha, mas o local que mais me impressionou, depois do restos dos portos artificiais da praia de Gold, foram as crateras preservadas de Point du Hoc.
    Vale a pena a visita.
    O mais engraçado é que na volta, junto de alguns amigos perguntaram se havia venda de souveniers, um me perguntou se ainda haviam em exposição capacetes com buracos de bala, se estavam a venda!!!! Pode?
    Não cheguei a trazer areia das praias, mas as fotos de contam em mais de cem.
    Um abraço

    Então tivemos o mesmo impulso, caro Sergio. Nâo dá para acreditar que “rangers” americanos escalaram aquele penhasco do Point du Hoc e chegaram lá em cima debaixo de fogo de metralhadora, depois de atravessar uma praia minada, com arame farpado eletrificado e tudo o mais.

    Impressionante a simplicidade que há no marco comemorativo dos 50 anos do Dia D, com uma pequena placa que diz mais ou menos: “Aqui, no dia 6 de junho de 1944, forças aliadas desembarcaram para salvar a Europa”. Ela foi colocada numa solenidade em que estavam, entre outros, os então presidentes Bill Clinto e François Miterrand e a rainha Elizabeth II, da Grã-Bretanha.

    Quanto a McArthur e a política, ele foi sondado, mas não quis. Até porque evidentemente o nome natural para ser candidato era o do general de cinco estrelas Dwight D. Eisenhower, comandante supremo dos Aliados e, àquela altura, com aura de herói ainda maior do que McArthur, Omar Bradley e outros grandes comandantes americanos na II Guerra.

    Abraços

  • João Campos

    Ricardo, usei uma ferramenta da Neuro Linguística para tentar encaixar a voz do discurso com as fotos dos comandantes. Retirei os rostos mais jovens da pesquisa. Fiquei com os mais velhos, com os pescoços mais largos; depois fui ver seus currículos e daí escolhi 4 que imaginei terem aquela entonação pelos perfis fisiológicos. Acabei optando pela intuição e Eisenhower me pareceu o dono da voz. . .
    Parabéns pela coluna!

    Obrigado pelos parabéns, caro João. Na terça-feira daremos a resposta correta e as circunstâncias do discurso.

    Abraços

  • costamcs

    Essa é difícil, mas eu voto no General Patton, rebelde e hérói!

  • Joe

    Caro Setti, acho que esse discurso foi pronunciado pelo Gen. McArthur.
    Por outro lado, não tenho certeza, mas acredito que o episódio do esbofeteamento do soldado tenha custado o comando VII Exército ao Gen. Patton e não do V Exército. Teria ocorrido na Sicília, no final de 1943, quando ele disputava uma batalha pessoal contra “Monty”, sendo que nessa época o comandante do V Exército era o Gen. Mark Clark.
    A propósito, meu pai, de quem muito me orgulho, integrava o V Exército, sendo seu comandante o Gen. Clark.
    Finalmente, não posso atribuir a derrota do maior de todos os estrategistas Feldmarschall Rommel, à capacidade do Marechal Montgomery e sim à insistência de Hitler em deixar o Afrika Korps à sua própria sorte. “Monty” era muito inferior a Rommel e a Patton, mas como marqueteiro, não tinha rival àltura.

  • jfaraujo

    É um pronunciamento do general Dwight Eisenhower após o ataque de Pearl Harbour. Ele era bom comunicador, o que lhe garantiu ser presidente dos EUA posteriormente.

  • aze

    Setti, vc está subindo o nível de dificuldade do desafio rs. Não parece sotaque americano, mas vou de Patton. A voz e o discurso se casam com a cara dele.

  • carlos nascimento

    Ricardo,

    Veja como é apaixonante esses temas , a História da segunda grande guerra, a queda do Império Romano e outras passagens, deveriam servir de ensinamentos aos tempos atuais.
    Li o que vc contestou em meu comentário abaixo, posso estar errado, vamos aguardar na terça-feira para tecer considerações.
    Quero aproveitar para fazer-lhe uma indagação:
    – O desembarque da Normandia ocorreu em 06/06/44, teve o dedo mágico de Winston Churcill na decisão da operação, foi bem sucedida, apesar de milhares de soldados de ambos os lados terem tombados, mesmo assim, essa operação acabou resultando na famosa frase de Churcill “nunca tantos deveram tanto a tão poucos”.
    – Um ano depois , em 06/08/45, os Americanos tomaram a decisão – Truman – de lançar as bombas no Japão, aniquilando com as forças japonesas.

    Aqui vai as minhas indagações: Os americanos na época do desembarque da Normandia já detinham a arma atômica, porquê resolveu sacrificar milhares de soldados, desembarcando de peito aberto na praia, quando poderia ter feito o mesmo procedimento adotado no Japão, eu arrisco a dizer que Churcill VETOU o uso atômico na Europa, pois temia os efeitos da propagação nuclear e as suas consequências politicas.
    Diante disso, devo ainda dizer foi PRECONCEITUOSO a decisão americana, na EUROPA não pode, no continente ASIÁTICO, bem são raças diferentes.
    O que vc me diz, tem fundamento essa minha visão?
    A famosa frase foi feita no contexto de que Churcill sabendo que poderia empregar a bomba atômica, utilizou seres humanos – soldados – evitando desgraça maior, é isso.
    Carlos Nascimento.

    Sua assertiva é altamente duvidosa, caro Carlos. Não consta de qualquer documento sobre a II Guerra Mundial. Não se esqueça de que o Japão é uma ilha. Já uma bomba atômica sobre a Alemanha causaria danos terríveis a um sem-número de diferentes países, vários de dimensões pequenas, incluindo os próprios Aliados e a países neutros — a radiação atingiria o Reino Unido, a França, a Suíça, a Espanha, a Escandinávia etc.

    A decisão, obviamente, não teve nada a ver com racismo ou preconceito.

  • E.Vandenberg

    Os “belicistas” = George S. Patton ou Douglas McArthur.

  • Oliveira

    Ola Setti
    essa eu acho que não erro como nas outras vezes, rsrs.
    .
    Creio que esse discurso é do general Douglas McArthur.
    Seu tom de voz e o estilo do inglês é bem característico, assim como era o seu cachimbo igual ao do Popeye.
    Sempre me lembro de sua frase quando ele foi obrigado a se retirar das Filipinas: «I came through and I shall return!»
    Um abraço

  • Beto gaúcho

    Vou dar um chute Ricardo Setti. O mais despojado deles era o George S. Patton. O mais impulsivo.

  • sinisorsa

    Escolho Douglas McArthur, muito embora eu tenha uma leve dúvida porque me parece que esse discurso poderia ter sido proferido pelo Ike…

  • elizio

    Eu fico com Eisenhower.
    Chamou-me a atenção o finalzinho:…não a indecisão prolongada (deve ter sido pela demora dos EUA entrarem ativamente na guerra).

  • Claudio

    Pelo modo de falar, tenho quase certeza que foi Patton

  • elizio

    Gostei do tema e emendando a galopeira:
    Patton não deveria ser muito estimado não; bem diferente do russo Jukov, adorado pelos seus soldados – e aqui vai uma dele: de carro, pela estrada, dos dois lados soldados russos feridos; ele parou mais à frente e ficou esperando…parou todos os carros com oficiais e os foi agrupando em fila – perguntou aos oficiais: não socorreram os feridos? Em seguida, rebaixou-os um a um.
    Quanto ao Montgomery, requisitou um bombardeiro B-17 aos americanos, para uso exclusivo em seus deslocamentos.
    Gostei demais do tema; provoca nossos conhecimentos.

    Obrigado, caro Elizio.

    Um abração

  • Profquintana

    General Douglas MacArthur

  • Leandro Ribeiro

    Patton, pelo pouco que sei sobre ele. Mas a voz arrastada e de aparência cansada (se é que posso dizer isso da voz de uma pessoa) me lembrou muito o Churchill. Cheguei a pensar que era ele.

  • Guilherme Macalossi

    Creio que a autoria da declaração é de Dwight D. Eisenhower.

    Patton, meu general favorito, gostava da guerra e jamais falaria isso. Disse certa vez sobre soltados que tinham fadiga de batalha: “este é um santuário para guerreiros, tirem estes covardes daqui, eles fedem”

  • regi nat rock

    Infernalmente competente, sim! Meu caro, qualquer militar – de verdade – odeia a guerra, e está sempre torcendo pela paz, pois sabe que serão dos primeiros a enfrentar a desgraça pagando o preço mais alto possível. Patton era o homem que, se tinha uma missão a cumprir, ia lá e a cumpria com sobras, tirando tudo que podia e mais um pouco de si e de seus comandados. O episódio que lhe custou o comando do VII exercito, bem ‘desenhado’ no filme que retrata (com alguma liberdade)sua trajetória, demonstra bem, não seu carater belicista, mas sim sua incrivel responsabilidade pelos que se sacrificavam sofrendo dos mesmos receios que aflige qualquer um numa luta dessas. Me indique um que não tenha medo e lhe aponto um psicopata. Coragem nada mais é que a capacidade de controlar o medo e não a ausência de. Ainda assim, pediu desculpas públicas. Não deve ter sido fácil a ele. Em meu ver, o mais completo comandante para as tarefas necessárias na II guerra. Quem, talvez, mais de aproxime do perfil de Patton, é o General “beer” de nome impronunciavel que comandou a invasão do Iraque nos anos 90, e foi obrigado por razões políticas a parar antes do tempo. Tivesse ido até o fim, talvez nem 11.09 teria ocorrido. Enfim minha opinião de 2 centavos.
    PS. nunca fui militar.

  • carlos nascimento

    Ricardo,

    Sómente agora li suas considerações resposta -19/12 às 21:05 – perdoe-me, é importante para mim sua opinião: “qual teria sido o motivo dos Aliados não terem utilizado arma atômica na Europa e terem detonado duas(02) bombas no Japão, o cerne da questão é, o Japão sendo uma ilha, existiriam inúmeras maneiras de derrotá-los, bloqueio naval, bombardeios convencionais, etc.”
    Vc sabe que o Japão não teria condições de sustentar um bloqueio por muito tempo, sua planta energética dependia de fornecimento do exterior, a decisão tomada foi sem qualquer sombra de dúvida um ato politico “vergonhoso”, Truman decidiu buscando fortalecer sua popularidade interna na América, não mensurou o tamanho da IMORALIDADE, até hoje me revolta o silêncio da mídia pró ocidente em não querer discutir à legalidade do ato.
    Mesmo hoje ainda resistem em debater esse apocalipse, não tinham o direito de ter feito as detonações, apesar de Pearl Harbor, jamais, por isso sempre rendo homenagens a WINSTON CHURCILL.

    Carlos, a coisa é muito mais complexa, muito menos preto-no-branco do que você diz. Recomendo a leitura de um dos grandes livros — de vários autores — jamais escritos sobre a II Guerra Mundial no qual há um capítulo longo e detalhado sobre como foram as intensas e extensas discussões sobre lançar ou não a Bomba sobre o Japão. O livro se chama “Grandes Decisões Estratégicas” e está à venda, na Internet, na Biblioteca do Exército.

    Abraços

  • AVNC

    Dwight David Eisenhower

  • André

    É MacArthur. Eu acabei de assistir ao discurso final dele para o Congresso. A voz é absolutamente idêntica.

  • carlos nascimento

    Caro Ricardo,
    Encerrando o assunto sobre esse tema, apesar da polemica, digo-lhe: Pesquisei bastante sobre o projeto “Manhattan”, a questão da bomba nuclear deveria ser usada como arma de intimidação, nunca como instrumento de força, na episódio ocorreram abusos, quando lançaram a primeira bomba, a de hiroshima – 06/08/45 – no primeiro impacto morreram 140 mil seres humanos, a maioria civis, a insensatez já bastaria, os loucos – Truman e seus bajuladores – não quiseram demonstrar o estrago aos militares japoneses, simplesmente, detonaram a segunda em Nagasaki – 09/08/45, apenas e tão sómente tres(03) dias depois, somando mais 80 mil vitimas, também em grande maioria Civis, total do apocalipse sómente com o primeiro impacto – 220 mil seres humanos mortos – grande feito politico, um horror irresponsável.
    Para terminar o meu comentário um tanto insistente, talvez impertinente, ou até mesmo idiota – alguns irão achar- informo o que um dos maiores GÊNIOS (?) do milênio falou a respeito da decisão: Se a BOMBA fosse lançada pelo outro lado, a questão seria tratada como CRIMES DE GUERRA.
    Portanto, meu caro e respeitado jornalista Ricardo Setti, estamos devendo uma explicação ao GÊNIO chamado ALBERT EINSTEIN, quando iremos prender os CRIMINOSOS DE GUERRA.
    Carlos Nascimento.

  • Guilherme Macalossi

    Sabes que não tinha ouvido a gravação Ricardo. Só li teu post antes. E pela voz.. foi o Douglas MAcArthur. Alias, tem um filme maravilhoso sobre a vida dele com o Gregory Peck. Vale a pena conferir.

  • Flavico

    Pela voz é o MacArthur. Apesar de ser um sugeito histriônico e pitoresco, com seu cachimbo Missouri CornCob e seus óculos Rayban, ele era política e intelectualmente superior a outros grandes generais da época. Ele era um marqueteiro nato. Seu retorno `as Filipinas, desembarcando com água nos joelhos, rendeu fotos históricas. O discurso parece ser dele, sim. Feito no Congresso Americano. Mas aquele discurso feito por ele a bordo do USS Missouri no Ato de Rendição do Japão é bem mais famoso.
    Mas o General dos Generais foi mesmo Patton! Ele queria avançar mais e mais rápido sobre Berlin para não deixar nada para os soviéticos. Ele anteviu o que ocorreria com a Europa se os russos pusessem as mãos em Berlin. Ele sabia que ali acabaria a Segunda Grande Guerra, mas também começaria outra: a Guerra Fria.

  • Milton Galvão

    Se não me falha a memória, esse discurso é do General Douglas McArthur.

  • Atento

    Caro Setti,

    Vou chutar: a frase é de MacArthur.

    Aproveite e corrija a legenda da foto: Marshall está identificado como “E. L. M. Burns”.

    Obrigado pela correção, caro Atento. Realmente me enganei. Obviamente é, como você assinala, o general Marshall.

    Quanto à resposta, aguarde.

    Um abração

  • Zaratrusta

    Setti, sem qualquer possibilidade de chute, mas fazendo “uso intensivo” dessa maravilha cibernética que é o GOOGLE, descobri que foi o General Douglas McArthur! Desse mesmo General, que foi um tremendo estrategista da Guerra do Pacífico que poderia ter poupado o genocídio japonês, carrego até hoje uma famosa “Oraç!ao de Um Pai” que lhe é atribuída! Conheces?

    Sim, conheço. Não sei se foi realmente escrita por ele. Quanto à resposta correta, será dada em post ao longo desta semana caro Zaratrusta.

    Abração

  • SergioD

    Como da primeira vez, Douglas MacArthur. Se não me engano discursando em West Point, não?

    A resposta certa será dada em post ao longo da semana.

    Abração

  • João Fernandes

    Douglas McArthur

  • Plínio

    Acredito que esta frase seja do Gen. Eisenhower.

  • Fernando

    Caro Setti, aproveitando a deixa desse assunto relacionado a militares, gostaria de sua opinião sobre algo que sinceramente não tinha conhecimento e o qual me deixou estupefato ao sabê-lo hoje através de um grande portal: em entrevista a Kennedy Alencar, o Ministro Marco Aurélio Mello considerou o golpe de 64 um mal menor que evitou algo muito pior. Se lembrarmos que nesse momento ele julga quem lutou contra esse “mal menor”, temos uma situação interessantíssima. O que você acha?

    Acho duas coisas:

    1) jamais imaginei que o ministro Marco Aurélio, sendo um ministro do Supremo, considerasse um golpe de Estado militar que privou os brasileiros durante 21 anos de direitos elementares como um “mal menor”.

    É espantoso e é triste.

    2) de certa forma ele, do ponto de vista de suas inclinações pessoais, antecipou não digo seu voto, mas seus sentimentos. Se foi um “mal menor”, ele não terá gostado de quem recorreu à clandestinidade para combater os responsáveis pelo “mal menor”.

    Mas é impressionante: o ministro Marco Aurélio é um homem afável, simpático, conhecedor do Direito — mas não perde de forma alguma oportunidade de ficar calado.

    Ministro do Supremo, nos Estados Unidos, se der entrevista, cai o mundo.

    Já aqui…

    Abraço

  • carlos eduardo

    Prezado Ricardo

    A voz grossa de Galã de Radio Nacional é inconfundível é MacArthur o conteúdo politico do discurso poderia deixar duvida entre ele e Eisenhower o único alem dele com aspirações politicas nesse grupo .
    Ricardo ele fez esse discurso na Câmara de Michigan em 15 de maio de 1952 , ele esta falando do impasse na Guerra da Coreia , um ano antes quando ele chefiava as forças americanas na Coreia ele aventou a hipótese de usar armas nucleares para vencer a guerra , Truman impediu e posteriormente demitiu ele.
    Durante o ano de 1952 , ele correu os EUA fazendo discursos , apoiando os canditados Republicanos , Taft e depois Eisenhower , (Truman era Democrata).
    Esse discurso é um tipico discurso de Republicano de uso de força contra os inimigos , nesse caso com a referencia velada a Armas Nucleares.
    Ricardo o engraçado é que quando Eisenhower ganhou ele consultou MacArthur sobre o final da guerra , e passada as eleições o bom senso voltou e o uso de Armas nucleares contra a China e Coreia não foi cogitado.

  • thalis eduardo

    olha eu acho q é MacAthur explicando a sua posição favoravel ao uso de usar armas atômicas na Guerra da Coréia.

  • ORF

    Setti, no post das 20:20 hs, o Fernando se refere ao que aconteceu nos o 2/3 primeiros anos apos 64. Os militares queriam devolver o governo no comeco. Com os desdobramentos politicos e a reacao de grupos de esquerda, o “regime” endureceu e baixou os atos institucionais. Pelas suas palavras entendi que voce abomina o movimento de 64 e nao ve qualquer qualquer semente de democracia pretendido por ele no inicio. Como estudioso da historia politica do Brasil e pela credibilidade que tenho no que voce escreve, gostaria que voce escrevesse algo sobre o “mal maior”, ja que voce discordou do Ministro Marco Aurelio na entrevista ao Kennedy. Voce cre que no periodo 61 a 64 a esquerda brasileira pretendia aperfeicoar a democracia brasileira ou era uma democracia a la Cubana (se eh que voce me entende) Muito Obrigado, ORF

    Caro amigo ORF,

    Não vejo as coisas dessa forma maniqueísta: ou acreditar que as incompetentes e caóticas esquerdas brasileiras pretendiam “aperfeiçoar a democracia” ou o golpe de Estado como alternativa.

    O espaço de resposta aos comentários é pequeno para uma consideração tão ambiciosa como a que você me solicita.

    Vamos continuar conversando. E, nos posts, para lhe dizer a verdade, eu prefiro comentar e discutir o momento presente e o futuro do país. Sobre o passado, o que tenho feito aqui — e espero que você tenha a paciência de ler — é aos poucos relatar episódios que presenciei da história contemporânea, como jornalista. Faço isso na seção “Bytes de Memória” (ver barra de navegação superior do blog, na home page), seção que contém também temas mais leves que vivi como jornalista.

    Um abração

  • ORF

    A frase eh do McArthur

  • ORF

    No movimento de 64 os militares cometeram muitos enganos, um deles foi nao terem devolvido o poder aos civis depois de 2 ou 3 anos. Como eu disse em outro post, a coisa engrossou com os AI e ai houve o enfrentamento de ambas as partes: militares versus guerrilha e terrorismo. Minha pergunta pra voce eh a seguinte: Se em 2012, os quadrilheiros do PT fossem bem sucedidos com o mensalao e subjugassem o Congresso para implementar a hegemonia petista a quem o povo brasileiro teria que recorrer: a uma guerra civil ou ao poder constitucional dado aos militares? Sei que a resposta nao eh simples, por isso estou sugerindo que voce cubra este assunto. Mais uma vez, muito obrigado, ORF

    Caro ORF, hipóteses de ruptura constitucional eu não comento de forma alguma –e delas não cogito.

    Só acredito em luta política, na democracia e na legalidade.

    Um abração

  • JB/RJ

    Douglas MacArthur

  • Alex Mamed

    “Só acredito em luta política, na democracia e na legalidade.” E quando usam a democracia para solapá-la? Quando se subverte os meios democrático e não restarem outras formas? Basta lembrar que Lulla promte morder canelas, extinguir partidos e outros autoritarismos…

  • PAULO BOCCATO

    DOUGLAS MAcARTHUR !
    E ESTE DISCUUSO FOI PROFERIDO EM UMA PALESTRA EM SUA AMADA ACADEMIA MILITAR EM WEST POINT EM PLENA GUERRA DO VIETNÃ SENDO ACHO EU UMA DE SUAS ULTIMAS APARIÇOES EM PUBLICO GRAVADAS ANTES DE SUA MORTE !

  • PAULO BOCCATO

    AGORA, BAO MESMO ERA O PATTON E O LE MAY !

  • PAULO BOCCATO

    VOCE SABIA SETTI QUE O PATTON EM PESSOA, RECEM SAIDO DA ACADEMIA,EM INCURSAO NO MEXICO CONTRA PANCHO VILLA , FOI SOZINHO ATRAS DO MEXICANO ?
    UM DIA ,RECEBEU UMA DICA QUE PANCHO VILLA ESTARIA EM UM BORDEL NAO MUITO DISTANTE DO ACAMPAMENTO DO EXERCITO NORTE AMERICANO ;
    MONTOU NO CAVALO, SEMPRE AS DUAS PISTOLAS NA CINTURA E AO PASSAR PELA SENTINELA DISSE “DIGA AO CMDTE. QUE VOU PESSOALMENTE MATAR AQUELE COMEDOR DE ENCHILADAS!”…GRANDE GEORGE !

  • Aldo Ghisolfi

    IKE.

  • Edson

    o discurso é de Douglas MacArthur

  • Tocqueville

    Aposto em Bernard Montgomery, mas, reconheço, se trata de um chute.

  • Tocqueville

    Aposto em Bernard Montgomery.

  • Pedro Luiz Moreira Lima

    Querido Min Marco Aurélio:
    O desaparecimento de pessoas é um mal menor,assim com a tortura,a falta de liberdade.
    Min Marco Aurélio será uma MAL MENOR?
    Abraços
    Pedro Luiz.
    Para mim McArthur

  • J. Paulo

    Douglas MacArthur.
    Dentre os líderes, você esqueceu-se de mostrar o Gen. Sir Allan Brooke, Chefe do Estado-Maior do Exército Britânico, do mesmo nível de Marshall.

    Caro J. Paulo, se fosse mencionar todos os grandes comandantes da II Guerra do lado ocidental (sem contar os grandes marechais-de-campo russos), não caberia no post.

    Abração

  • PAULO BOCCATO

    E NAO SE ESQUEÇA TBEM DOS ALEMAES E ATE MESMO AO MENOS DE UM ITALIANO E UM JAPONES !
    VENCIDOS TBEM SAO INTELIGENTES .

    Sem dúvida, Paulo. Só coloquei grandes estrategistas dos Aliados por uma questão de critério: o lado (felizmente) vencedor.

    Abraço

  • Craterus

    Meu palpite: Douglas McArthur.
    Os outros eram, fundamentalmente, desconhecidos no início do conflito e, aparentemente, o discurso foi feito no início da WWII, por uma pessoa de certa proeminência (entre outras coisas, McArthur já tinha sido Chefe do Estado Maior do Exército Americano, tornado-se (após ir para a reserva), conselheiro/Comandante em Chefe das Forças Armadas Filipinas e, antes de Pearl Harbor, readmitido no quadro ativo, como CIC (no início Filipinos e Americanos) do Pacífico Sul por Roosevelt.

  • Craterus

    Adicionando ao palpite anterior:
    1) O sotaque não é britânico e, no caso de Montgomery, a voz também é muito grave (Monty “desafinava” e arranhava).
    2) A voz grave elimina, de longe, Patton e, a clareza das vogais deixa de lado, creio, Bradley e Eisenhower – middle west/Donald Duck sotaque).
    3) No contexto, acho que está me lembrando o discurso que McArthur fez no Congresso após ter sido removido por Truman do comando das Forças Aliadas na Koréia (e não um possível discurso relativo ao início da WWII).

    De

  • STen do EB

    George Marshall

  • Lito Francia

    Estoy de acuerdo con los dos anteriores: para mí fue D.MacArthur.

  • Aislan Carlos

    Olá Ricardo Setti, há poucos meses acompanho seu blog, e parabenizo pelo sucesso e ótimo conteúdo.

    Apenas para enaltecer o debate.

    No Brasil já tivemos general com 5 estrelas, a estes denominavam Marechal e em 1975 constava mais de 70 Marechais.

    De acordo com Livro A Ditadura Derrotada, escrita pelo nobre jornalista Elio Gaspari essa patente honorífica foi extinta no início do Regime Militar no Governo Castelo Branco.

    Caro Aislan, antes de mais nada obrigado pelo elogio e pelas visitas ao blog. Espero que continue vindo aqui e gostando.

    Quanto ao que você diz, é verdade. Esses marechais no Brasil de marechais só tinham o título. O único a receber o título em razão de sua posição numa guerra de verdade no século XX foi o marechal Mascarenhas de Morais, comandante da Força Expedicionária Brasileira (FEB) que lutou na Itália contra os nazistas, na II Guerra Mundial. Ele comandou cerca de 25 mil homens.

    Um abração

  • gajjjego

    George S. Patton

  • lenira vicari

    Gal. Patton

  • Diogenes Santiago Santos

    O discurso é parecido com o do General Douglas McArthur a bodo do encouraçado Missouri na Bahia de Tókio, na rendição do Japão. Apenas faltou a frase “os canhões se calaram”

  • Saint_Germain

    “War’s very object is victory, not prolonged indecision” Douglas McArthur. Discurso ao congresso americano. Estas palavras ficaram muito famosas no ano de 1951.

  • Pedro Luiz Moreira Lima

    Setti:
    Sobre Marechal Mascarenhas de Morais – que homem digno,corajoso e altivo realmente merece todos os elogios e Herói da Pátria.
    Parabéns pela lembrança justa.
    Pedro Luiz

  • paulo

    não por acaso Paulo Boccato pediu para colocar ao menos um alemão ou um italiano ou um japonês. na coluna do Caio Blinder ele já se declarou fascista e quem quiser ver lá as tiradas que o Caio deu, ri muito

  • carlos nascimento

    Ricardo,
    A chegada ao primeiro MILHÃO de acessos a gente nunca esquece, agora lembre-se, posso assegurar que foram esses geniais testes que trouxeram fidelidade ao seu blog.
    Hoje, talvez por dicas de amigos, vc esteja focando em Política, alavanca, mas entenda, o que fez a sua fama de blogueiro foi a diversidade e qualidade dos inúmeros conteúdos.
    Se me fosse permitido dar dicas, lhe diria, continue semanalmente trazendo essas delícias.
    abraços.
    Carlos Nascimento.

  • Kitty

    Caro Ricardo, boa noite!
    Me incluo, como muitos de seus leitores, que o cumprimentam por ter ultrapassado a marca de um milhão de acessos,em reconhecer que o seu blog é multi-diversificado e sempre atualizado.Há assuntos para todos os gostos que incluem passarelas de belas mulheres; musica no blog;arte; curiosidades tecnológicas;atualizações na política tanto brasileira como estrangeira; literatura; interessantes e divertidos vídeos;Bytes de Memória: uma galeria de importantes personagens da política brasileira, artistas famosos,temas de arte em geral,o que acontece no Vasto Mundo e Tema Livre. Daí o merecidíssmo êxito!
    Retornando ao tema postado sobre o grande herói da II Guerra Mundial guerra que fez esse discurso, na minha opinião, é o Gral. MacArthur!
    Um abraço//Kitty

  • carlos nascimento

    Ricardo,
    O momento atual – óbvio – torna necessário os embates políticos, a agenda é intensa, Eua, eleições de postes, dosimetria, pcc em atividade na pauliceia, cpmi dos guardanapos abortada, economia na AL descendo à ladeira, royalties do petróleo parando no STF, as empresas de Eike dando prejuízo, etc, etc.
    Porém, é necessário termos uma “JANELA” de lazer, de descontração, veja se com a proximidade dos ventos natalinos, algo possa ser postado para desanuviar um pouco os neurônios, revigorar os testes culturais, seria um bom elixir.
    TEMAS
    – Corinthians à caminho de Tóquio.
    – Palmeiras à beira do precipício.
    – Fluminense Campeão brasileiro de 2012.
    – Pesquisa – Qual o blog com maior número de acessos no País A-Reinaldo Azevedo B-Noblat C- Augusto Nunes D-Setti E – Outros
    – Filmes famosos, maior bilhetelria, maior números de Oscar, etc.
    – O que vc levaria para uma ilha de férias: 3 pedidos, sendo 2 bons e 1 de castigo, o castigo vc teria de escolher uma companhia política para acompanhante: maluf, suplicy, cabral…rs rs rs, essa pegadinha é de matar.
    Veja se isso é possível.
    abração
    Carlos Nascimento.

  • Guerra

    É. O dicurso é de MacArthur.

  • João Leopold

    Eisenhower. E na minha opinião um discurso fraco e inconsistente.

  • Zaratrusta

    Prezado Setti, Chegamos aa 09/11/2012, e portanto já percorremos praticamente 3 semanas, ultrapasando em 200% sua meta prevista de fornecer a resposta correta a essa pesquisa….
    Abraço!

    Você tem toda razão. Erro meu. A resposta virá ainda hoje.
    Obrigado pelo puxão de orelha.
    Abraço

  • Ailton

    Pena que estou sem audio, mas, a julgar por ser um discurso emblemático, posso dizer que tenha sido o McArthur, General Douglas McArthur.

  • Zaratrusta

    Sorry! Não era a intenção, … apenas passei aqui para confirmar minha resposta e vi que ainda não havia saído! Tenho fé que “vamos acertar o passo” na comunicação! :^) Abraço!

  • Ailton

    Trecho do livro ‘MAc Arthur’.

    O general MacArthur encontrava-se no passadiço do encouraçado MISSOURI. ao ser alertado por um soldado;
    -“General, senhor!!! queira se abaixar, os inimigos estão a atirar no navio e em nossa direção, estamos sob fogo intenso”
    o que responde o Gal Douglas MacArthur:
    -” acalme-se meu rapaz, a bala que vai me matar não veio para essa guerra, ou até mesmo, foi fabricada”.

  • Angelo

    Senhores,Caro Sr.Setti,ao ouvir o áudio,parece-me
    que é a fala do grande Gal.George C.Marshall.

  • Dênia

    – Eisenhower: ” Na guerra não ha nada que substitua a vitoria”

  • carlos eduardo

    Prezado Ricardo
    Vc publicou essa matéria em 21/10 , e ate agora nada.
    Acredito que quem organiza a sua agenda deve ser o Ministro Ayres Brito , ele é bom de datas , mais um pouco e essa aqui sai junto com o acordão do mensalão , isso se vc ou o Ayres não se aposentarem antes.

    Publiquei essa matéria realmente em 2010. Como, porém, de lá para cá quintuplicou o número de acessos ao blog, sinal de que há muitos leitores novos, republiquei o teste — cujo resultado já apresentara da primeira vez — para que esses leitores pudessem se manifestar.

    Vou dar o resultado sem falta esta semana.

    Abraço

  • milton marcondes

    creio que seja Douglas McArthur.

    Caro Milton, a resposta já está no ar, em nutrido post publicado ontem. Você acertou, mas agora o resultado já saiu, é tarde.
    De todo modo, parabéns.
    Se quiser ler o post, siga este link:
    http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tema-livre/resultado-do-nosso-teste-o-autor-do-discurso-e-o-general-douglas-macarthur-20-leitores-acertaram-e-vamos-lembrar-um-pouco-desse-grande-personagem/
    Abração

  • milton marcondes

    Moderação por qual motivo?

  • Claudio José Janotti

    Quais foram os comandantes americanos que ganharam a 5ª estrela ? Sei que ao todo foram 10 : 5 Generais, 4 almirantes e o ” HAP “.

    Grato,

    Claudio

  • ercina reis

    Tem um jeito de Churchill.

  • joaquim

    Douglas Mccarthur. Era um belicista, adorava a guerra. E era arrogante!

  • Fernando Diniz

    George S. Patton

  • rogério vicente quirino

    chester nimitz

    Caro Rogério, a resposta, à época, foi publicada em outro post, a a resposta certa era Douglas McArthur

    Obrigado por visitar o site, ainda em construção.

  • José Carlos Costa

    Gal. Douglas Mc Arthur

  • Jurandyr da Silva

    Douglas McArthur

  • Carlos Alberto Teixeira de Assumpção

    Chester Nimitz.