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1 comentário

Danilo em 17 de março de 2012

Setti, por falar em absurso, você conhece a Mimi? Sim, a Mimi Beardsley. Pois se não conhece, meus caro, saiba que você não está plenamente capacitado para ser consultor legislativo do Senado Federal (suposto que quisesse), e ganhar a bagatela de quase 24 mil reais mensais. Afinal, um bom consultor do Senado deveria se interessar, entre outras coisas, por subliteratura de alcova. Do que falo? No mais recente concurso para o Senado, ainda em curso, cuja primeira etapa foi realizada no último domingo, uma das questões exigia do concorrente que tivesse conhecimento de livro recentemente publicado nos Estados Unidos (e ainda não vendido no Brasil), em que a tal Mimi, que fora amante do John Kennedy, revela no detalhe suas aventuras amorosas com o valente. A imensa maioria dos brasileiros, e provavelmente boa parte dos americanos, segue a ignorar Mimi e suas aventuras do baixo ventre, mas os candidatos do concurso do Senado agora já a conhecem. A fogosa Mimi não foi a única estrela da prova da FGV. Também brilharam os monotrens da linha Jabaquara do metrô de São Paulo. Uma nota, antes que prossiga: a exemplo da eleição paulistana, também o metro de São Paulo ganhou dimensão nacional. Boa parte dos concorrentes de fora de São Paulo, e provavelmente os paulistas e paulistanos também, ficaram sabendo que “o consórcio vencedor da linha Jabaquara usará trens feitos na Malásia e construídos no Rio de janeiro”. Imagine o drama existencial que estes trens enfrentarão quando, na adolescência, se descobrirem malaios e cariocas a um só tempo! Que referência de origem terão estes pobres trens “maliocas” (malaios e cariocas)? Além dos trens “maliocas”, também o notório Gripen, o avião de caça sueco, foi lembrado no concurso do Senado! Isso mesmo: a FGV resolveu entrar no imbróglio da compra dos caças pelo Brasil e cravou: “o avião sueco só existe em forma de projeto e nunca foi vendido para qualquer força militar”. Esta foi a alternativa apontada como correta. É falsa, obviamente. O Gripen é operacional há anos: o caça, nas suas diversas versões, é utilizado pelas forças da Suécia, Hungria, República Checa, África do Sul e Tailândia. A pecha de que o Gripen é "um avião que não voa, que não existe" foi só uma bravata malandra do Ministro da Defesa francês, em reação ao relatório técnico do Comando da Aeronáutica, que manifestou a preferência da Força pelo caça sueco. O bravateiro francês apegou-se à filigrana de que a atual versão do Gripen, que foi oferecida ao Brasil, de fato ainda não ganhou os céus. Nenhum veículo da imprensa tratou a declaração como expressão da verdade. Já a FGV... Sem falar que, em novembro do ano passado a Suíça anunciou a compra de 22 unidade do mesmo modelo do Gripen oferecido ao Brasil, o que torna falsa também a parte final da afirmação. É isso, meu caro Setti. Um abraço ! Meu caro Danilo, não sei porque você estranha tudo isso. Principalmente o fato de que conhecer os relacionamentos de Mimi são algo fundamental para exercer qualquer função relevante nos quadros do funcionalismo do Senado... Estamos no Bananão, meu caro. Um abraço

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