Dois caças que interessam ao Brasil estão em ação na guerra da Líbia

Rafale saindo da base militar na Córsega, França, em direção a Líbia

Atenção, amigos: acompanhando pela TV o noticiário internacional sobre o conflito na Líbia, talvez vocês consigam ver imagens em ação de dois dos três caças supersônicos que o Brasil estuda comprar, no interminável processo de renovação da frota da Força Aérea Brasileira (FAB), iniciado há mais de dez anos.

Para bombardear a Líbia, sobretudo nas primeiras levas do ataque iniciado na semana passada, a França enviou esquadrões de Rafale, fabricados pela Dassault, não muito diferentes do modelo em análise pelo governo brasileiro. A Força Aérea dos Estados Unidos, por sua vez, vem usando os F-18, fabricados pela Boeing.

F-18 estacionado na base aérea da OTAN em Aviano, na Itália

Parece que os F-18 voltaram a ganhar musculatura na disputa, que o governo só vai resolver no ano que vem, depois da visita do presidente Obama, que teria trazido consigo cartas dos líderes dos dois partidos — Democrata e Republicano — no Senado apoiando o processo de transferência de tecnologia do avançado caça, ou boa parte dele, ao Brasil.

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  • Paulo Bento Bandarra

    Não há dúvidas que o único testado em guerras é o F-18. O Rafale está sendo usado em uma desproporção de armas de combate contra uma pequena força aérea do terceiro mundo. Depois do mesmo ser arrasado por uma força nunca vista no história recente. Nunca entrou em combate real.

  • Roberto P. Pedroso

    Esse negócio de venda de aviões de guerra, deve dar um lucro danado para os países que fabricam. Sempre que eles então em crise inventam uma gerra e a primeira coisa que fazem é destruir os aviões que eles mesmos fabricaram e venderam para os outros países, agora com misseis disparados até por submarinos.
    Será que é porque os pilotos deles são melhores ou será porque a tecnologia de ponta sempre fica na mão dos mesmos?!
    – Outra coisa que me intriga e ninguem comenta é o grande volume de contrabando de armas, me parece que todas possuem número de série e seriam fácil fazer rastreamento de origem, teve um fabricante – teve alguem que comprou e depois contrabandeou, mas acho que isso não deve ser importante, caso contrário isso já estaria sendo feito, não é mesmo?!
    Se houvesse importância com certeza estariam criando até outras formas de rastreamento além do número de série.
    É interessante não é mesmo?! Que sempre os aviões dos Estados Unidos, França e Inglaterra é que ficam inteiros.

  • SergioD

    Ricardo, o F-18 não seria a minha escolha, como já falei por aqui. Torço muito pelo Gripen NG por que além de ser uma avião com potencialidades excepcionais ajudaria muito mais no desenvolvimento de nossa indústria aeronáutica. Além de tecnicamente ser o único dos três com capacidade de vôo em super-cruzeiro, voar em modo supersônico sem acionar o pós-combustor, o que o faz chegar mais rápido aos alvos gastando menos combustível.
    Vale registrar que um dos aviões do FX-1 também esta nessa operação na Líbia, o Mirage 2000.
    Apesar de toda essa demonstração do F-18 e do Rafale, ainda torço pelo pequeno caça sueco.
    Um abraço

  • Pedro Luiz Moreira Lima

    Na Primeira Guerra Mundial – morte de civis representava 35% de mortes.
    Na Segunda Guerra Mundial – a morte de civis representava 50% dos mortos.
    Na Guerra do Vietnam – a morte de civis representava 70% das mortes.
    Na Guerra do Iraque – a morte de civis representa 85% das mortes.
    A luta pela democracia e direitos humanos ainda irão em alguma parte matar os 100% de civis,aí sim a democracia e os direitos humanos estarão garantidos aos FORTES E OPRESSORES.

  • veiaco

    Pobre povo Líbio, que com a ditadura do Kadafi esta servindo de bucha de canhão, digo de avião para exibicionismo da trilhonária indústria bélica, que usa até presidentes como garotos de recado.(leia-se Obama e Sarkosi)

  • umberto

    Alô Ricardo,
    Analisando o assunto por um angulo comercial,lembro que a visita do Sarkozi e agora do Obama mostram o enorme interesse que demonstram para nos vender seus caças.Sendo ainda maildoso,acho que forçaram a barra sôbre as bobagens do Kadafi, e aproveitaram para transformar
    o ataque à Líbia como um grande “show-room” para a demonstração de seus produtos.

  • locolorado

    Boa Tarde !

    Entende-se o ato desesperado de Santos Dumond .

    SDS

  • Paulo Bento Bandarra

    Pedro Luiz Moreira Lima deveria apresentar as suas fontes de informações para basear estes números falsos. Tudo bem que se seja ideológico, mas falsear números, não dá! Vou insistir com você, Setti, Comissão da Verdade??? Que Verdade???

  • Marcelo F

    Por que eles não botam um F-18 para tirar uma lutinha com um Rafale? Vamos ver quem é o bom nessa estória, já que a aviação da Líbia não serviu nem para sparring.
    Sds.,
    de Marcelo.

  • SergioD

    Ricardo, gostaria de informar ao Marcelo F que no exercício CRUZEX, realizado há alguns meses no Nordeste, RAFALES foram derrubados por nada menos que nossos F-5M, aviões antigos e modernizados até se tornarem tecnologicamente equivalentes a caças de quarta geração em termos de aviônica. Pena que não tinha nenhum F-18 no exercício, apenas alguns F-16 mais antigos.
    Um abraço

  • Paulo Bento Bandarra

    Pedro Luiz Moreira Lima deixa claro o seu desprezo completo pela democracia e pelos direitos humanos no seu comentário. O que eu tenho dito, a nossa democracia e nossa liberdade não se deveu a estas pessoas que até hoje tem ojeriza por estes valores.

  • Paulo Bento Bandarra

    Pois é, SergioD, isto que nem os americanos usaram os F-5 em combate por eles mesmo. Imagine com caças de primeira linha pilotado por TOP GANs?