Enquanto os grandes da América Latina empacam, o pequeno Panamá está bombando e cresce 10% ao ano

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Economia em ebulição: vista aérea da capital, Cidade do Panamá, com o recém-inaugurado Hotel Trump (em forma de vela) à esquerda, maior torre da América Latina (Foto: Gobierno de Panamá)

O Brasil está às voltas com o chamado “PIBinho” — crescimento insuficiente do Produto Interno Bruto, que tem feito a presidente Dilma Rousseff promover uma virada ideológica e partir para privatizações e parcerias com a iniciativa privada.

O governo de Cristina Kirchner na Argentina mente sobre a inflação, promove crescimento artificial às custas dos cofres públicos e vê o capital estrangeiro sair correndo do país, ao som do tique-taque da bomba relógio que, cedo ou tarde, vai explodir. O México, outro grande latino-americano, está em compasso de espera diante da titubeante volta do vigor da economia de seu gigantesco vizinho e principal parceiro comercial, os Estados Unidos.

Nesse quadro de pasmaceira na América Latina, o pequeno Panamá é a grande exceção: um espetacular crescimento de 10% ao ano e uma dívida de somente 2,5 % do PIB que o digam. Com crise mundial e tudo, o FMI espera que o país cresça a uma média de 6% ao ano até 2016.

Dessa forma, essa ex-colônia espanhola que já fez parte da Colômbia está a anos-luz de distância de vários de seus vizinhos. A lista abrange desde o caudilhismo populista ou simplesmente ditatorial de Venezuela, Nicarágua ou Cuba até a pobreza extrema do Haiti, passando pelos recordistas e assustadores índices de criminalidade de Guatemala ou Honduras.

O canal

Parte do bom momento, como não poderia deixar de ser, se justifica pela atividade no Canal do Panamá, cujos 82 quilômetros de extensão garantem a importantíssima conexão dos oceanos Pacífico e Atlântico. Antes de sua inauguração, em 1914, navios cargueiros e petroleiros precisavam dar uma volta de 14 mil quilômetros, pelo Cabo de Horn, ponta sul do Chile, para ir de um ao outro oceano.

Construído por engenheiros da França e dos Estados Unidos – que comprou a concessão por sua posse em 1904 e assumiu a obra -, o canal já deu passagem a mais de 1 milhão de navios até hoje.

 

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Imagem da abertura do canal, em 1904 (Foto: canalmuseum.com)

Foi devolvido definitivamente ao Panamá em 1999 – conforme acordo com o governo do Panamá assinado 22 anos antes pelo presidente norte-americano Jimmy Carter, e que custou ao posteriormente Nobel da Paz quase um linchamento por parte dos setores ultraconservadores do Congresso dos Estados Unidos. Desde então, com uma administração considerada exemplar a cargo de uma entidade pública autônoma, sem interferência do governo, experimenta um renascimento comercial.

Desde 1999, o Canal já rendeu aos cofres panamenhos 6,1 bilhão de dólares — uma fábula para um pequeno país de 72 mil quilômetros quadrados 3,5 milhões de habitantes (a soma das populações de Guarulhos, Campinas e Goiânia). Atualmente suporta 5 % do tráfego marítimo mundial, com uma média de 40 cargueiros por dia. Esses números, já muito positivos, estão prestes a mudar em ritmo exponencial.

O novo canal

A excelente perspectiva se baseia na monumental ampliação da via interoceânica, iniciada em 2007 após ser aprovada em referendo nacional no ano anterior e orçada no equivalente a 13,4 bilhões de reais.

Com comportas de 426,72 metros de comprimento, 54,86 de largura e 18,29 de profundidade – medidas entre 25 e 50% maiores que atuais -, o novo canal deverá acomodar cargueiros muito maiores, aumentando sua capacidade em 3% ao ano, com a previsão de atingir o dobro da de 2005 no ano de 2025. As estimativas também contemplam a triplicação do potencial de arrecadação para o Estado.

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Obras de ampliação do canal (Foto: blog.newsok.com/thewanderer)

Uma ótima notícia tanto para os empresários panamenhos como para o governo do presidente Ricardo Martinelli – empresário dono de uma rede de supermercados – e seus colegas norte-americanos e chineses. As duas maiores economias do mundo são as maiores clientes do canal, tendo transportado por ali, juntas, no ano passado, 197 milhões de toneladas (144 milhões dos Estados Unidos, 53 milhões da China).

Aeroportos, portos, estradas, hospitais… 

O cenário gera mais otimismo diante da informação de que o investimento na verdadeira mina de ouro que é o canal apenas integra um plano bem maior dedicado às infraestruturas do país.

Ao final do período entre 2009 e 2014 – ano do centenário do Canal e da abertura de sua nova versão – cerca de 43 bilhões de reaus terão sido gastos não apenas no revolucionário acesso marítimo e obras complementares, como duas pontes sobre suas águas, mas também de uma série de itens que o Brasil, por exemplo, não consegue concretizar: a ampliação de cinco aeroportos, a universalização do saneamento básico, e a construção do metrô da capital, de portos, estradas, escolas e hospitais.

Além disso, o Ministério de Obras Públicas panamenho busca parcerias público-privadas – responsável pelo aquecimento de outro setor local, o da construção, que coalhou a capital e outras cidades de arranha-céus de 50 andares e mais – para explorar melhor um dos potenciais que por ora dá muito mais fama aos vizinhos: o turismo.

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As parcerias público-privadas aqueceram o setor de construção civil e dão um aspecto de constante canteiro de obras à Cidade do Panamá (Foto: Reuters)

O “milagre panamenho”, que faz com que, com grande exagero, o país já esteja sendo chamado de “a Singapura da América Latina”, não tem por base apenas o canal, mas uma legislação pró-negócios que atraiu grandes empresas dos setores financeiro e de seguros e deu segurança aos investimentos estrangeiros, que vêm sucessivamente batendo em 9% do PIB anualmente. As tarifas de importação, sobretudo para equipamentos e máquinas, são as mais baixas da América Latina.

Para ser uma Singapura, porém, o país precisa superar muitos obstáculos, a começar pela desnutrição das populações indígenas do interior e a má qualidade da educação. No ano passado, no último teste PISA, da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de que participou — exame que afere o nível de alunos de 15 anos de diferentes países –, o Panamá ficou em 63º lugar entre 64 países avaliados.

Economia, como se sabe, não é tudo, é só um bom começo.

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24 Comentários

  • Sidney Braga "Tcheves"

    Eu estive la em fevereiro e não vi isso não. País deixa a desejar bastante. O transporte publico da capital é realizado em onibus velhotes.

  • Lucano

    Lá tá bão?
    Muda pra lá, uai?

    Que comentário profundo, denso, inteligente. Impressionante!

  • Marco

    Dom Setti: Q bom q uma ordem social dessas está florescendo, como uma construção em crescimento, com um governo disposto a criar condições pré determinadas para isso.É um grande estímulo mesmo q pormenor q seja para economia útil e global. Enquanto por aqui, o q só aumenta é o mercado barnabé restritivo. O único sucesso só é feito por números manipulados!
    Abs.

  • IvoHM

    Dizem também que os grandes edifícios em construção são financiados pela lavagem de dinheiro proveniente do narcotráfico (Veja da semanda passada)e depois ficam vazios…

  • Márcia Maria

    Os chinelões q tem q se mudar para Cuba… Lugar de maloqueiros é lá…

  • Laudelino

    É simples: O país aboliu o banco central. Não tem e colhe os frutos: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1279

  • Alexandre

    No Panamá não tem Banco Central. Esse é o segredo!!

  • Johnny Jonathan

    O segredo é a ausência de um Banco Central gerando inflação e ciclos econômicos.
    http://mises.org.br/Article.aspx?id=1279

  • Ailton

    Perdão Ricardo Setti,

    Crescer 10% só com um canal para navegação internacional?

    O que existe por trás do Panamá? O Panamá virou um recente paraíso fiscal, para onde se destinam 40% de todo o dinheiro roubado no mundo, hoje o Panamá disputa com as Ilhas Caymãs a preferencia de ladrões.
    O Panamá na contramão da Suíça, no nomomento em que o país dos Alpes europeu, dizem não aos depósitos de dinheiro roubado, o Panamá abre os seus bancos para receber esse tipo de dineiro.

    Caro Ricardo Setti, CRESCER A ROUBAR, NÃO, NUNCA SERÁ SINÔNIMO DE SUCESSO!

  • Ailton

    Ricardo Setti

    IURD/EDIR e PANAMÀ, Lembram-te, a alguma coisa?

    De onde vieram os U$8.0 bilhões de dolares que o Edir injetou na Rede Record recentemente?? Vieram de Emprasas do esquema de fachadas do proprio Edir, e todas sediadas no PANAMÁ, elas estavam encarregadas de lavar o dinheiro da IGREJA, esse dinheiro saiu do país ilegalmente e trouxeram de volta, também, ilegalmente?
    Lembra como esse dinheiro foi parar no Panamá ele foi depositado em nome de seis empresas de laranjas, todas do pessoal do próprio Edir, e na hora oportuna, esse dinheiro voltou como se fora empréstimos de empresas internacionais, ao Grupo Record, dinheiro emprestado para ser usado na ampliação e melhorias de qualidade da emissora.

    PORQUE A TRIANGULAÇÃO?
    a IURD usou esse esquema para repassr dinehro à Rede Record, uma vez que esse tipo de investimento é proibido por lei, isso, devido as Igrejas seram tratadas com entidade sem fins lucrativas e por essa razão, são isentas de todos os impostos no Brasil, elas não pagam nenhum centavo de imposto aqui no país, devido a essa isenção, ficam proibidas de investir em bolsas de valores, ter bancos, ou mesmo redes de TVs, diantre da lei, as igrejas não podem investir na iniciativa privada que gerem lucros, pois, não tem como declarar o lucro do investrimento à Receita Federal.
    Daí a idéia da triangulação entre as Igreja da IURD, as empresas do esquema no Panamá e a Rede Record, tudo uma gigantesca farsa para burlar o fisco.
    O dinheiro da IURD foi parar na Rede de TV do Bispo, o que é proibido por se tratar de uma instituição isenta de triburos e uma empresa de capital aberto com fins lucrativos, a IURD colocou dineiro na rede de TV Record sem passar pelo fisco.

    Quem não lembra desse esquema?

  • Ailton

    Ricardo Setti.

    O Donald Trump’s não faliu em 2002? Ocorrera até o arresto da massa falida por parte do governo americano, ainda nesse ano, a justiça arrestou seis hotéis casino de: Vegas, Dallas, NewYork, Detroit, SanFrancisco e Miami.
    De folego insuperavel, Se recuperou, porém, Voltou a falir em 2004, outra vez se recupera, e outra vez, volta a falir, dessa vez em 2009, nesse ano, ficou até uma pendencia na justiça americana, se arrestaria as ações que o Donald Trump dispunha nos hotéis Hilton e Vintage Hoteis, é que, para evitar associação do seus nomes osescândalos financeiros, os proprietários desses hotéis, resgataram as ações de suas empresas, em poder dos Trump’s.
    Vejo o Donald Trump com essa ‘explendida saúde’ financeira e a menos de três anos de sua ultima falencia.
    Só podia ir parar no PANAMÁ,

    Meu caro e fiel leitor Ailton,
    Não acho o Panamá nenhum paraíso. Só reproduzi uma reportagem mostrando o crescimento do país.
    E há, naquele país, setores sérios preocupados com os aspectos mais obscuros da legislação panamenha na área financeira e em outras, que permitem operações “heterodoxas”.
    Sem consultar o texto novamente, não me lembro se isso foi mencionado, mas o Panamá ganha um razoável dinheiro também servindo de porto de origem a gigantescas frotas de navios, porque cobra preços muito abaixo do que é cobrado pelos países que realmente sediam as respectivas empresas.
    Abraço

  • Ailton

    “PBinho”? uma cifra de U$2.230 trilhões de dolares, bom!, como então chamaria um PIB de apenas U$550.0bi da era FHC?

    Hahahahahaha, Ailton, você é demais. Quer dizer que, além de ter culpa por tudo no Brasil e no mundo — não será ele também o causador do aquecimento global? –, FHC é, agora, um “abaixador” de PIB…?

    Você acha que o lulalato teria qualquer resultado positivo, em qualquer terreno, sem o que os presidentes Itamar e FHC semearam?

    Só rindo, mesmo.

    Abraços

  • Ailton

    Caro Ricardo Setti;

    Se Serra fosse eleito naquele 2002, fatalmente, ainda estariamos a viver até hoje, 2012, nos mesmo niveis economicos que 89% dos brasileiros viviam na era FHC!! ou seja, todos na mais absoluta pobreza, com 55 milhões na mais absoluta miséria, com a fome a dizimar multidões.

    Triste época foram aquelas, imagina se o Serra extende essa tragédia ao nossos dias?
    Isso é fato!

    Eu, provavelmente, ainda estaria na mesma favela, estaria a andar em três ônibus, de ida e volta, estaria a receber os mesmos R$120,00(U$70,00) em salário, esse era o valor do ultimo reajuste para o salario minimo tucano.

    Desde Setembro de 2003, sou Técnico em estrutura naval em um dos estaleiros reabertos pelo Lula, e por esse trabalho eu recebo R$6.700,00/mês, com pré-contratos assinados com a casa, para mudar de nivel er receber R$10.489,00 em Fevereiro de 2013.

    Q

  • Ailton

    Caro Ricardo;

    Quem saberia dizer, o que seria do Brasil se o Serra vencesse aquelas eleições em 2002??
    Provavelmente estariamos a viver um quadro mais trágico que aquele de 1995 a 2002!!
    Daí viriam que Lula não deu continuidade ao FHC, Lula fez sua administração no sentido oposto à administração do FHC, talvez, seja esse o motivo de seu grande sucesso!
    Se o Lula segue os mesmos ‘roteiros’ do governo anterior, a essa hora, estariamos tão ou mais quebrados, que aquele periodo de 1995 a 2002

    Você chamar de “trágico” o período de governo do presidente Fernando Henrique mostra que estamos a anos-luz de distância em matéria de opinião. Nem vou argumentar com você, caro Ailton. Mas, claro, respeito sua opinião e ela aqui está.

    Abraços

  • Corinthians

    Vamos ver…. Carta aos Brasileiros!
    Encerro minha argumentação…

  • Ailton

    Olá caro Ricado Setti,

    Bom dia!

    Referente ao texto (Ailton-14/09/2012 às 9:34) onde o amigo questiona a palavra “trágico” Palavra empregada no comentário sobre o governo tucano.
    .
    .

    A propria revista VEJA, publicou a palavra, “TRAGÉDIA” 41 vezes, em uma única reportagem sobre a miséria que assolava o BRASIL, até o ano de 2002!!
    .
    Amigo, alguns grandes jornalistas da nossa imprensa parece ter a mesma visão dos problemas brasileiros que tenho e a nossa revista VEJA, em 23 de Janeiro de 2002 publicou uma matéria que falava sobre a tragédia social brasileira, em 2002(portanto, no fim do governo do FHC), com o titulo de capa “MISÉRIA”, a REVISTA comenta que 23 milhões de brasileiros estavam na miséria absoluta, tempos depois descobrem-se que, esse numero era bem maior, e, ao invés de 23milhões, eram 55 milhões que estavam na mais absoluta miséria, segundo levantamento da ONU realizado por sua comissão para erradicar a fome, a FAO.
    A revista comentou que 21% do PIB eram gastos com interesses sócias dos ricos e que os pobres não tinham acesso aos recursos e se tinham, não chegava a 2% dos 21% do PIB, destinado a área social, revista comentou também que, as faculdades federais e estaduais estavam quase toda a disposição dos 10% de ricos. e que, era muito rato um pobre ingressar um ma delas, a revista disse que os 10% de aposentados ricos, levavam sozinho, todo o dinheiro do INSS no pagamento de suas aposentadorias.
    A Revista deixou claro em sua reportagem naquele ano, (2002) ‘Somos um país rico e acabar com a miséria era uma questão de vontade politica’ e que, bastava o governo se interessar em resolver.
    A Revista em epígrafe, é o exemplar de VEJA nº 1735. acesse esse site de arquivos de exemplares da revista
    Veja ( http://veja.abril.com.br/acervodigital/home.aspx ) clique no ano de 2002 e na capa “MISÉRIA”.

    Comentei apenas uma das publicações de VEJA, sobre a calamidade que se abatera sobre o nosso povo no passado, existem pelo menos, mais seis publicações sobre a tragédia social brasileira antes de 2002.

    Boa leitura.

  • Ailton

    Caro amigo Ricardo

    Eu posso falar dessa tragédia que se abatera sobre o nosso Brasil tucano, eu estive no ‘miolo, no epícentro’ dessa tenebrosa degradação social a que fomos expostos, uma degradação provocada por incompetencia governamental, era visivel como a situação dos brasilerios piorou sensivelmente naquela troca de governo, entre ITAMAR FRANCO e FHC, na era Itamar a vida era melhor, na era FHC a tragédia que se abatera sobre os brasileiros foi sem precedentes na nossa história, basta dizer, que 89% dos trabalhadores recebiam apenas um salario minimo, e esse salario era apenas R$120,00 ou U$70,00, imagina, U$70,00 para comer, vestir, laser, saúde, e transporte, eduacação, tragico.
    Hoje eu ganho U$3.500 e confesso que, as vezes eu passo por aperto,(mais pelo estilo de vida que tenho) imagina para quem recebia apenas R$120,00(U$70,00/mês) naquela epoca? E acredite, naqueles dias 89% da população dependia desses R$120,00(U$70) era o salario do mês, UMA TRAGÉDIA

    O Lula resgatou 35 milhões, desses 55mi. que estavam na mais absoluta miséria na era tucana, disse a OIT. (org. inter. do trabalho). A OIT em publicação internacional: “O presidente Lula criou uma das maiores justiças sociais de todo o globo nessa ultima decada, resgata 35 milhões de pessoas que viviam na pobreza extrema” disse o orgão (OIT) em seus reletórios sobre desenvolvimento humano em 2010.

    E o tucanário, ainda não sabe porque ficou tão dificil voltar!

  • Ailton

    Pwço corrigir “Leser”, para “lazer”,
    Essa maldita infiltração de vocabulários estrangeiros em nossa ultima flor da lácio.

  • Ana Benfica Tieghi

    vi alguns comentários abaixo sobre esse ou aquele político,a mim não interessa, o que gostei é que Panamá está de parabéns pelo canal em seu território por outro lado é pena que o nível escolar dos adolescentes está muito baixo.Então Panamá cuide da educação.

  • Maria Antonieta

    Setti;
    Se o pequeno Panamá dar uma de “Singapura”, vai comer a América Latina e os bolivarianos pelas beiradas! passar o rodo nessa cambada de idiotas terceiros mundista perfeitos idiotas latinos-americanos!!!

  • marcio

    Ailton 10:06
    Deixe de ser mentiroso puxa -saco petista!!
    Em 92 eu era vendedor de uma loja de magazine ,e via os rendimentos da pessoas ,bem alto para o padrão da epóca .
    Aonde voc~e tirou esta afirmação de 82% BRASILEIROS que ganhavam salario minimo ,Deixe de ser mentiroso seu àspide.Meu pai com oito filho sustentou com muito orgulho com um salario que davba pro m~es e sobrava.Se envergonhe seu cretino ,morto dafome isto é uma ofensa para seu pai ,que pelo que você diz catava papelão pra criar um *******.mentrioso ,ordinário

  • aparecido f.

    Também pudera os bilhões do petrolão está quase todo aplicado por lá….e depois de lavado volta aqui como investimentos estrangeiros….

  • Luiz C.

    O AILTON calado deve ser um Poeta!!! Sabem qual a diferença entre um Tolo e um Sábio? O Sábio fala quando tem algo a dizer; o Tolo fala, porque acha que precisa falar alguma coisa… Ou escrever!