Com o ex-presidente da República José Sarney, então presidente do Senado, em seu gabinete em Brasília. À época, eu já havia negociado minha saída da Editora Abril, onde ocupava uma diretoria, por não mais quere levar vida basicamente de executivo e, como colaborador, tinha uma coluna na revista Exame e outra no site NoMínimo.

Raramente escrevi algum artigo sobre Sarney que não fosse crítico, mas, no plano pessoal, não apenas nada tenho contra ele – como aliás contra qualquer homem público -, como considero o ex-presidente um homem gentil, agradável e de boa convivência. Durante a conversa, lhe ofereci exemplar do livro que contém reportagem com que recebi um Prêmio Esso, “A História Secreta do Plano Cruzado”, da qual Sarney, naturalmente, é personagem.

Foto: José Sarney

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