Com o escritor Mario Vargas Llosa em sua casa em Lima, no Peru, para a primeira de três longas sessões de entrevista para a revista Playboy, da qual era na época editor especial, a 8 de dezembro de 1985, uma das mais interessantes que já fiz. O escritor, que receberia o Prêmio Nobel de Literatura 25 anos depois, daria uma desconcertante resposta à minha última pergunta — por que você escreve? “Escrevo porque não sou feliz”, disse.

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