Por Daniel Setti

Há mais de duas décadas “Before You Accuse Me (Take a Look at Yourself)”, clássico do precursor do rock Bo Diddley (1928-2008), é presença quase certa no repertório dos shows de Eric Clapton, que o gravou pela primeira vez no álbum Journeyman, de 1989.

E, para os apreciadores brasileiros deste delicioso blues, uma boa notícia: os set lists de recentes apresentações do guitarrista inglês de 66 anos, que inicia turnê pelo Brasil hoje no estacionamento da FIERGS, em Porto Alegre, têm incluído a música.

No vídeo abaixo, Clapton exibe-a em cuidadoso arranjo acústico, como manda a cartilha dos discos Unplugged lançados em colaboração com a MTV. Mas quem for à FIERGS hoje – ou às outras datas da excursão tupiniquim – pode esperar uma versão mais roqueira.

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9 Comentários

Kitty em 07 de outubro de 2011

Olá Daniel, Adorei!!! Este é realmente um delicioso Blues ou "jazz" melódico, cadencioso, onde pode-se apreciar a voz agradável do vocalista Eric Clapton e o habilidoso dedilhar( rasguear)das "guitars" e, claro, o tema Before you accuse me.Bom demais, Daniel. Já-já está indo para o Face para ser compartilhado com os amigos que estou certa que o apreciarão! Como sempre trazendo boas músicas,parabéns caro Daniel. Um abraço-um para seu pai, também!/Kitty Querida Kitty, fico muito feliz por você ter gostado tanto. Muito obrigado pelo elogio. Um abraço, Daniel

Reynaldo-BH em 07 de outubro de 2011

Pois é Daniel. Até a "improvável" (vê-se que és um cara politicamente correto.. hehehe) serviu para isso. A criatividade do Perpetuum Jazzile é interessante, não é? Veja que até o segundo hino nacional do Brasil, é uma sacada legal! (Ao menos melhor que Toto, Ari Barroso era!, rsrsrsrs). Abraços http://www.youtube.com/watch?v=jmttwEHdfB0 Um barato, Reynaldo. E impressionante como "Aquarela do Brasil" integra o grupo de canções universais. Um abraço, Daniel

SergioD em 07 de outubro de 2011

Reynaldo, Mury continua com antes. Pouco sofreu com as chuvas de janeiro. Inclusive tenho me hospedado lá uma vez que o acesso ao Hotel em que pousava antes ficou muito prejudicado. Mês que vem devo passar mais um fim de semana por lá. Se voltar por lá e quiser conhecer esse amigo aqui do blog peça ao Ricardo ou a Daniel para me avisar por email. Vai ser um prazer podermos conversar por lá. Um abraço

Reynaldo-BH em 06 de outubro de 2011

Novamente ao SergioD. Sacanagem amigo Sérgio. Falar de Nova Friburgo é me jogar lá atrás, no passado. Nos anos 1980, eu carioca morador do Leblon, ia sempre para Muri! Hoje me parece que é uma pousada chamada Miraypê. Era outro nome, no mesmo local. Com o chalé do Tarzan. Sauna seca que caia direto, por uma rampa, em um riacho cercado de hortências. Acho que ainda volto lá. Valeu a lembrança! Abraços.

Reynaldo-BH em 06 de outubro de 2011

Daniel, uma brincadeirinha de fim de noite! Qual sua escolha (não vale nenhuma das duas, ok? Aí é sacanagem... Hehehe). O ORIGINAL: Kearsney College Choir (Austrália) http://www.youtube.com/watch?v=xGy68f0jFTM Ou a CÓPIA mais famosa (Perpetuum Jazzile - Eslovênia) http://www.youtube.com/watch?v=yjbpwlqp5Qw&feature=related ................ Galera deste espaço, o que vcs acham? ABRAÇOS Nossa, adorei. Quem diria, a improvável "Africa" do Toto? Obrigado, Reynaldo. Um abraço, Daniel

Reynaldo-BH em 06 de outubro de 2011

SergioD: vai um link (meio jazz e muito Geraes) do Juarez Moreira. De Guanhães, cidade perto de BH. Assíduo instrumentista em festivais, ruas e bares de BH. Toca porque gosta. Vibra com o som que faz. Merece sua audição, se vc não conhece. Um grande abraço. PS: Só falta se além de escrever bem, curtir jazz, meu amigo SergioD ser fiel aos "cachorros engarrafados" (Os juanitos e joquinzinhos daniels!) Hehehe. Abraços. http://www.youtube.com/watch?v=3D7nYFAdz1o

SergioD em 06 de outubro de 2011

Reynaldo, sou um frequentador assíduo do Festival de Inverno de Nova Friburgo, na Serra Fluminense. Esse ano, depois de mais de dez anos de presença não pude comparecer por conta de problemas familiares, logo num ano que deveria ter ido para ajudar, com a minha presença, na recuperação da cidade mais castigada pela tragédia de janeiro desse ano. Como ia falando, o festival na realidade tem dois organizados. Um deles o SESC Rio, que proporciona shows de dança, música, teatro e cinema. O outro uma empresa de promoção cultural, contratada pela prefeitura, que incluiu apresentações de música erudita no mais fino gosto. Já assisti Turíbio Santos e Nelson Freire, tudo a preços populares ou de graça. No entanto duas apresentações me agradaram particularmente. Na primeira, pois fui pego de surpresa numa sexta-feira de julho, aniversário de casamento. Ao chegar a cidade, sem saber a programação, soube pela gerente da pousada onde me hospedei muitas vezes que Milton Nascimento se apresentaria num excelente espaço do Country Club da cidade. Naquela noite. Imagina a correria. Cheguei na cidade 45 minutos antes do show de abertura, com Arrigo Barnabe. No show do Milton, cantou com ele uma moça que esta sendo lançada naquela época. Maria Rita. Uma desconhecida para mim naquele dia, mas que se tornou presença constante na mídia nos meses seguintes. E não só pela ascendência materna. O outro show, ao ar livre, que calou fundo foi numa noite fria e enluarada de um julho desses (que falta me fez uma garrafinha de whisky ou de uma cachaça, de preferência da sua terra). Assisti a nada mais nada menos que um show do Clube da Esquina. Cara, dá para não ficar emocionado ao ver ali, tão perto, Mário Borges, Lô Borges, Fernando Brant, Toninho Horta e Tavinho Moura? Fora uma canja de Cláudio Nucci (morador da cidade) cantando Travessia junto com essa turma. No dia seguinte, um show de outra fera: João Donato. Nunca me esqueço dessa duas noites. Como gosto de daquela cidade. Torço para que se recupere logo. Reynaldo, você tem um grande motivo de orgulho: os músicos de sua terra. Um abraço

Malur em 06 de outubro de 2011

Este menino Daniel, sempre se superando. Merecemos? Acho que sim, né?! Se ele nos premia... Muito obrigado, Malur! Um abraço, Daniel

Reynaldo-BH em 06 de outubro de 2011

Daniel, me permito uma crítica a tal "cena cultural" (bonito nome para o velho agenciamento de bandas!) de BH. Temos um Festival de Jazz - inteiramente gratuito em praças e bairros - que movimenta a cidade por uma semana toda. Temos Juarez Moreira, Nivaldo Ornellas, Wagner Tiso, etc. etc. Temos bares de jazz e um festival em Ouro Preto. Duas casas de shows (arenas) fantásticas. E não recebemos Eric Clapton por cá! Somos - BH - conhecidos pelos eventos de Axé! São uns 3 por ano! Enfim, resta o investimento (nunca gasto!) de ir ao Rio dia 09 para ver/ouvir Mr. Clapton! Ô saco! PS: Antes que me acusem: apesar de tudo não deixo de morar em BH nem a custa de porrete!! Vá entender... Um absurdo BH ficar fora da rota, caro Reynaldo. Um abraço, Daniel

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