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Imagem: You Tube

Amigas e amigos do blog, se errar é humano, sou hoje humaníssimo.

Acabo de retirar do ar um longo comentário tentando mostrar porque considero inadmissível que o Supremo aceite julgar os embargos infringentes que podem deixar livres da cadeia alguns mensaleiros quando o próprio site de VEJA já informara que, hoje, o Supremo começaria a apreciar os embargos declaratórios, devido à ausência de um de seus ministros, Teori Zavascki, em razão da morte de sua mulher.

Peço desculpas aos leitores que me honraram com o precipitado texto.

Prometo voltar ao assunto na hora oportuna — e certa.

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Corinthians em 16 de agosto de 2013

Setti, Se antecipar não é necessariamente um erro. Sabemos que isso vai acontecer. Ainda se fosse um penalti, aí sim poderíamos dizer que você deu uma de Rogério Ceni. Mas neste caso, nada mais do que uma previsão lógica. Eu ainda duvido que mensaleiro vá para a prisão. Descendo de italianos e reconheço o cheiro de pizza de muito longe.

golpista da oscar freire em 15 de agosto de 2013

Reinaldo Azevedo e voce quando se metem a "adevogar" prestam um bom servico a causa da oposicao a favor. Em frente, valentes. Você nem leu o texto e já joga pedras. Seu pseudônimo está bem escolhido.

neil ferreira em 15 de agosto de 2013

Embargos declaratórios, infringentes, a fala do novo Ministro Barroso me deixou com a pulga dentro da orelha. Pra mim, aí tem.

Reynaldo-BH em 14 de agosto de 2013

Setti, porém o Barroso, no voto dos embargos declaratórios considerou (e anunciou!) que irá aceitar os infringentes. Além de - mais uma vez - considerar as penas "elevadas". O que começa mal nunca acaba bem...

Marcus Prado em 14 de agosto de 2013

Caro Setti, Você errado, ainda é mais certo que toda a quadrilha PTralha reunida, ***alibabá à frente, e seus 40 (???) ladrões... Saudações !!! Muito obrigado por sua mensagem tão generosa, caro Marcus. Um grande abraço.

Isaias em 14 de agosto de 2013

Caro Setti, considerei uma antecipação sua do que certamente virá, por isso permita-me repetir o post: A lei 8.038/90 faz referência ao regimento interno do STF no seu art. 44 ao afirmar que "revogam-se as disposições em contrário..." Os ministros devem esquecer de quem os indicou, suas preferências políticas ou a voz das ruas e seguir estritamente o que está escancarado na lei!

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