Especialista em ginásticas para nomear amigos, Sarney fez de seu suplente assessor do gabinete. Pago pelo Senado, claro

Tem coisas que, todos sabemos, só acontecem no Brasil.

E outras que só mesmo sob a batuta do senador e ex-presidente José Sarney (PMDB-AP).

Para os amigos que não sabem, Sarney tem como primeiro suplente, já há 12 anos, o ex-governador do Amapá Jorge Nova da Costa – um maranhense, como ele, que o próprio ex-presidente nomeou para o cargo, em 1985, quando ocupava o Palácio do Planalto e o Amapá ainda era um território federal, e não um Estado.

Nesse jogo de compadres, quando Sarney deixou a Presidência foi Nova da Costa quem o “convidou” para candidatar-se ao Senado pelo PMDB do Amapá — na verdade, o ex-presidente, com baixíssimos índices de popularidade, temia perder a eleição se concorresse por seu Estado, o Maranhão. No então esquecido Amapá, o peso e o prestígio da Presidência exercida fizeram seu papel, e Sarney se elegeu.

Sarney, ainda presidente, poucos dias antes de deixar o cargo em 1990, com Nova da Costa, ainda governador 

Voltando a Nova da Costa: como Sarney – todos sabemos – nunca se licencia do mandato, o suplente, na flor de seus 84 anos de idade, não tem tido a oportunidade de exercitar-se como senador sem voto.

E, naturalmente, não recebe, nem provisoriamente, salário de senador.

Não tem problema, porém. Sarney, especialista em ginástica quando se trata de nomeações de amigos e congêneres, deu um jeito: Nova da Costa recebe, sim, senhor, direitinho do Senado, porque é… assessor do gabinete de Sarney.

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Nenhum comentário

  • José Saramago

    Claro como água
    Por José Saramago

    Como sempre sucedeu, e há-de suceder sempre, a questão central de qualquer tipo de organização social humana, da qual todas as outras decorrem e para a qual todas acabam por concorrer, é a questão do poder, e o problema teórico e prático com que nos enfrentamos é identificar quem o detém, averiguar como chegou a ele, verificar o uso que dele faz, os meios de que serve e os fins a que aponta. Se a democracia fosse, de facto, o que com autêntica ou fingida ingenuidade continuamos a dizer que é, o governo do povo pelo povo e para o povo, qualquer debate sobre a questão do poder perderia muito do seu sentido, uma vez que, residindo o poder no povo, era ao povo que competiria a administração dele, e, sendo o povo a administrar o poder, está claro que só o deveria fazer para seu próprio bem e para sua própria felicidade, pois a isso o estaria obrigando aquilo a que chamo, sem nenhuma pretensão de rigor conceptual, a lei da conservação da vida. Ora, só um espírito perverso, panglossiano até ao cinismo, ousaria apregoar a felicidade de um mundo que, pelo contrário, ninguém deveria pretender que o aceitemos tal qual é, só pelo facto de ser, supostamente, o melhor dos mundos possíveis. É a própria e concreta situação do mundo chamado democrático, que se é verdade serem os povos governados, verdade é também que não o são por si mesmos nem para si mesmos. Não é em democracia que vivemos, mas sim numa plutocracia que deixou de ser local e próxima para tornar-se universal e inacessível.

    Por definição, o poder democrático terá de ser sempre provisório e conjuntural, dependerá da estabilidade do voto, da flutuação das ideologias ou dos interesses de classe, e, como tal, pode ser entendido como um barómetro orgânico que vai registando as variações da vontade política da sociedade. Mas, ontem como hoje, e hoje com uma amplitude cada vez maior, abundam os casos de mudanças políticas aparentemente radicais que tiveram como efeito radicais mudanças de governo, mas a que não se seguiram as mudanças económicas, culturais e sociais radicais que o resultado do sufrágio havia prometido. Dizer hoje governo “socialista”, ou “social-democrata”, ou “conservador”, ou “liberal”, e chamar-lhe poder, é pretender nomear algo que em realidade não está onde parece, mas em um outro inalcançável lugar – o do poder económico e financeiro cujos contornos podemos perceber em filigrana, mas que invariavelmente se nos escapa quando tentamos chegar-lhe mais perto e inevitavelmente contra-ataca se tivermos a veleidade de querer reduzir ou regular o seu domínio, subordinando-o ao interesse geral. Por outras e mais claras palavras, digo que os povos não elegeram os seus governos para que eles os “levassem” ao Mercado, mas que é o Mercado que condiciona por todos os modos os governos para que lhe “levem” os povos. E se falo assim do Mercado é porque é ele, hoje, e mais que nunca em cada dia que passa, o instrumento por excelência do autêntico, único e insofismável poder, o poder económico e financeiro mundial, esse que não é democrático porque não o elegeu o povo, que não é democrático porque não é regido pelo povo, que finalmente não é democrático porque não visa a felicidade do povo.

    O nosso antepassado das cavernas diria: “É água”. Nós, um pouco mais sábios, avisamos: “Sim, mas está contaminada”.

  • Diocleciano

    Ricardo Setti,
    Estive observando que Sarney foi eleito presidente do Senado com 70 votos. Ou seja: quase que por unanimidade. Isso significa que a dita oposição (PSDB,DEM, PPS) votou nele em peso. Qual é a sua opinião sobre esse comportamento da oposição ???

    Minha opinião é a pior possível. Fique atento à coluna do Augusto Nunes, que passou o dia apurando, senador por senador, quem votou em quem (já que o voto é secreto e, portanto, não se soube no momento da votação).

    Por enquanto, o único senador da oposição — embora seja do PMDB — que não votou em Sarney, pelo que sei, foi o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE). Votou no candidato do PSOL. Um dos senadores tucanos diz ter votado em branco.

  • Marco

    Sarney fez pior ainda: permitiu q o estadista Nova da Costa assumisse por dois meses em 2001. Preferia estar enganado, mas creio q isso permita ao o ser humano em questão receber cuidados médicos e hospitalares (é possível q tb odontológicos) pelo resto da vida, extensivos á sua consorte, pelo resto da vida de ambos.

  • Roberto P. Pedroso

    Caro Ricardo,
    Este comentário não tem ligação com este post, eu tenho criticado muito os programas jornalisticos das emissoras de televisão aberta,mas a Reportagem apresentada hoje demonstrando o descaso dos governos municipal, estadual e federal com as vitimas das trgédias do Rio de Janeiro é digna de um “JONAL NACIONAL”, acredito que quem não teve ser divulgado.
    http://robertopontocom.wordpress.com/2011/02/05/uma-reportagem-digna-de-um-jornal-nacional/

  • Paulo Bento Bandarra

    Mais um ato de amizade que mostra o quanto o Brasil deve a Sarney, como diria Lula! Como o país poderia dispensar tal amigo dos amigos!

  • Rosa Maria Pacini

    Puxa, Ricardo, quanta maldade de sua parte para com esses dois “velhinhos” que apesar de já estarem na quarta-idade ainda trabalham “pelo bem do Brasil”! Com este gesto, Sarney só comprova “o seu desprendimento, a sua generosidade e a sua lealdade” para com velhos ou novos amigos. Quanto ao povo… Bem, este que se lixe; afinal está abaixo de cidadãos de primeira classe e de reputação ilibada” como o “senhor feudal do Maranhão”

  • Carlos Costa

    Simplesmente, tudo que vem desse senador sarnento,…tem safadesas,falcatruas,etc…etc…,ele nunca pensou no povo brasileiro.

  • Carlos Costa

    Caro Sr.Jornalista,:Me veio na cabeça,o período que esse morto vivo sarnento, era presidednte da República,…lembro-me que ele era do pmdb, e na oportunidade, todos, ou quase todos os governadores eram iqualmente do pmdb,…ou seja; tinha maioria absoluta,na câmara,senado,etc…,e o que fez, deixou o país mais pobre,com inflação totalmente fora de controle,mas os cargos e salários de seus amigos ( safardanas como ele),não tiverem nenhum problema,ficaram mais ricos,enquanto isso,o povo do Maranhão,morrendo de fome,sem estrutura hospitalar,sem segurança,sem nada….Esse morto vivo deveria ser tirado do senado,o mais rápido possivel.Me parece que foi nessa época que o sapão analfa,chamou todos os deputados de picaretas.

  • sandovalsader

    Caro Jornalista,
    Quando será que a Madre Superiora vai tomar compostura e parar de ofender o povo brasileiro?

  • Telma

    Oi Ricardo
    Recebi esse e-mail e achei interessante
    Fique à vontade para não publicá-lo.
    É apenas uma curiosidade que tem a ver com seu post, ou seja, para os Sarney, tudo pode,
    abç.

    O Maranhão fica no Brasil ?

    – Para nascer, Maternidade Marly Sarney;

    – Para morar, escolha uma das vilas: Sarney, Sarney Filho, Kiola Sarney ou, Roseana Sarney;

    – Para estudar, há as seguintes opções de escolas: Sarney Neto , Roseana Sarney, Fernando Sarney, Marly Sarney e José Sarney;

    – Para pesquisar, apanhe um táxi no Posto de Saúde Marly Sarney e vá até a Biblioteca José Sarney, que fica na maior universidade particular do Estado do Maranhão, que o povo jura que pertence a um tal de José Sarney;

    – Para inteirar-se das notícias, leia o jornal O Estado do Maranhão, ou ligue a TV na TV Mirante, ou, se preferir ouvir rádio, sintonize as Rádios Mirante AM e FM, todas do tal José Sarney. Se estiver no interior do Estado ligue para uma das 35 emissoras de rádio ou 13 repetidoras da TV Mirante, todas do mesmo proprietário, do tal José Sarney;

    – Para saber sobre as contas públicas, vá ao Tribunal de Contas Roseana Murad Sarney (recém batizado com esse nome, coisa proibida pela Constituição, lei que no Estado do Maranhão não tem nenhum valor);

    – Para entrar ou sair da cidade, atravesse a Ponte José Sarney, pegue a Avenida José Sarney, vá até a Rodoviária Kiola Sarney… Lá, se quiser, pegue um ônibus caindo aos pedaços, ande algumas horas pelas ‘maravilhosas’ rodovias maranhenses e aporte no município José Sarney.

    Não gostou de nada disso? Então quer reclamar? Vá, então, ao Fórum José Sarney, procure a Sala de Imprensa Marly Sarney, informe-se e dirija-se à Sala de Defensoria Pública Kiola Sarney…

    Seria cômico se não fosse tão triste….

    Infelizmente, o texto é verdadeiro…..

    A Consituição Brasileira impede que se dê nome a equipamentos e órgãos públicos, por caracterizar propaganda pessoal e eleitoral, mas no Maranhão pode, e pasmem!!!!!!…fica no nosso querido Brasil.

  • Jornalista Augusto Rocha

    Caro colega Ricardo Setti,
    Você é em informado, pero non mucho. Saio do anonimato para fazer uma revelação a respeito da história de amor e cumplicidade entre “Jorge Nova da Costa e José Sarney” senador pelo Amapá, terra onde eu nasci há 58 anos. Lá vivi até os 5 anos de idade, época em que meu pai, oficial-médico da Força Aérea Brasileira, Dr. Augusto Rocha era secretário de Saúde do governo Janary Nunes. Naquela época, apareceu no Território Federal do Amapá,um agrônomo maranhense, desempregado, irmão de um amigo de meu pai, também médico da FAB que procurou meu pai em nome do seu irmão Dr. Alcindo Nova da Costa, para pedir-lhe um emprego, seu nome: Jorge Nova da Costa. Isso foi no final dos anos 50. Em 1959, minha família deixou o Amapá e foi para São Luís do Maranhão, terra de minha mãe. à essa altura, já empregado por meu pai no Fomento Agrícola de Macapá, o agrônomo Jorge Nova da Costa lá ficou e fez carreira, até mudar-se para Brasília ainda na década de 60, convidado por seus irmãos uns 3 ou 4 oficiais generais, que os agasalharam na Secretaria de Defesa Civil do Ministério do Interior, de onde Nova da Costa saiu como secretário, na década de 80. Continuarei a contar essa história nefasta, a seguir…

  • Jornalista Augusto Rocha

    …Pois bem, o único irmão civil de 4 ou 5 militares, Jorge Nova da Costa discretíssimo se fez nas costas da ditadura. Quando cheguei em Brasília em 1980 procedente de Belém do Pará, minha mãe, maranhense e amiga das irmãs do agrônomo Jorge Nova da Costa de priscas eras, me fez a seguinte recomendação: “Procura o Jorge, ele é troço no Ministério do Interior, é irmão do Alcindo amigo de teu pai”. Assim eu o fiz. Procurei o agrônomo Jorge Nova da Costa, que era subsecretário da Defesa Civil e iniciei uma amizade com ele… passei a visitá-lo pelo menos uma vez por mês para conversarmos até que ele me chamou para lanchar com ele aos domingos, na sua casa, logo depois da missa. Tornei-me amigo dele, conheci a sua esposa d. Yeda e seus filhos. Inclusive, o mais velho era meu companheiro de clube aos domingos. Um dia, ele precisou assumir a superintendência interina da Sudene e me chamou às pressas na sua casa para que eu o orientasse nas entrevistas, uma assessoria de imprensa, porque ele dizia não ter muita intimidade com rádio, tv, etc. Empossado e bem assessorado por mim, que na época era repórter da Rede Globo, o agrônomo Jorge Nova da Costa foi para Recife assumir a Sudene sem sequer me agradecer pela assessoria. Esse foi o primeiro sintoma da sua ingratidão contumaz… Continuarei a contar essa história, a seguir:…

  • Jornalista Augusto Rocha

    Quando Jorge Nova da Costa voltou da sua interinidade na Sudene já foi para assumir a função de titular da Secretaria da Defesa Civil. Quando José Sarney assumiu a Presidência da República em 1985, enrolado na tal “Aliança Democrática”, do PMDB com o PFL, acordo espúrio dos políticos resistentes à ditadura militar com os “liberais” para eleger Tancredo Neves presidente no Colégio Eleitoral tendo ele Sarney como vice, como herdeiro dessa aliança Sarney se deparou com o deputado federal Antônio Pontes (meu amigo, já falecido), do PFL do Amapá, exigindo a sua nomeação para governador do território federal, que segundo ele, teria sido prometida por Tancredo Neves. Rejeitado pelo PMDB do Amapá, presidido por Azevedo Costa, Pontes não foi nomeado. Sarney enviou para lá um deputado de Sergipe, Gilton Garcia, que era assessor do presidente no Palácio do Planalto. Certo dia, Azevedo Costa que era meu amigo pessoal me procurou em Brasília e me falou do impasse. Dizendo que o PMDB não aceitava Pontes, mas que se ele aceitasse o diálogo com os pmdebistas, quem sabe eles poderiam até apoia-lo. E me pediu que pocurasse Antônio Pontes, meu amigo de longa data. Continuarei o assunto, mas, garanto que na proxima encerro…

  • Jornalista Augusto Rocha

    …Procurei o deputado federal Antonio Pontes que certo de que seria noemado governador do Amapá, nem quis conversa comigo. Ao falar para o presidente do PMDB do Amapá, Azevedo Costa, que depois seria eleito prefeito de Macapá, como Pontes me recebera, ocorreu-me o nome do agrônomo Jorge Nova da Costa, que de pronto eu citei para o Azevedo Costa, dizendo que o conhecia, que ele vivera no Amapá alguns anos, que era maranhense como o presidente Sarney e que, quem sabe Jorge Nova da Costa daria um bom governador. Sem ter alguém para indicar dentro do PMDB, Azevedo Costa pediu que eu marcasse uma reunião com Jorge Nova da Costa que ele desejaria conhecê-lo e ouvi-lo. De pronto, telefonei para o agrônomo Jorge Nova da Costa na sua residência e disse a ele que precisava coversar com ele pessoalmente. No mesmo dia à noite fui ao seu apartamento funcional na Asa Sul de Brasília. Al chegar lá, briquei com ele: “Dr. Jorge, o senhor quer ser governador do Amapá?” Ele riu e me disse: Que conversa é essa Rocha? Quem deveria ser governador é você que é de lá!” Contei ao agrônomo Jorge Nova da Costa da conversa que tive com o presidente do PMDB, etc. e etc. Que o Azevedo Costa gostaria de ter uma conversa com ele juntamente com todo o diretório do PMDB do Amapá no seu gabinete no Ministério do Interior. Com a concordância do agrônomo Jorge Nova da Costa eu saí de lá e liguei para o Azevedo Costa em Macapá e marcamos para uns 2 dias depois a reunião. Da reunião participaram além do Azevedo Costa, João Capiberibe, Jurandil Juarez, dentre outros. Lá ficou acertado que o PMDB do Amapá indicaria o nome de Jorge Nova da Costa para governador, já com o seu consentimento. à noite o agrônomo Jorge Nova da Costa me chamou na casa dele e me disse: “Rocha, você é o pai da criança, agora se vira para levar o meu nome ao Sarney”. Contemporâneo de infância dos filhos do presidente, Fernando e Sarney Filho, com quem estudei no Colégio Marista do Maranhão, eu fiz chegar ao Presidente da Repúlica o nome do seu conterrâneo agrônomo Jorge Nova da Costa, que o nomeou imediatamente. Se emplacasse, me prometera o agrônomo Jorge Nova da Costa que eu seria o seu chefe da Casa Civil do governo do Amapá, o Capiberibe seria seu secretário de Planejamento, e foi. O Jurandil seria secretário de Administração, enfim. Depois de empossado como governador, notei a repentina mudança de postura do agrônomo Jorge Nova da Costa, que já não me tratava com o mesmo entusiasmo de sempre. Duarante o jantar que ofereceu na sua residência
    ao pessoal do PMDB, seus futuros secretários, ele sequer se dirigiu a mim. Depois se aproximou e me disse que o presidente Sarney tinha exigido dele a maioria das secretarias, inclusive a Casa Civil, etc. E que para mim sorara a assessoria de Imprensa. Depois de agradecer a “deferência” eu lhe desejei boa sorte e me retirei do jantar, certo de que havia inventado um mau-caráter para governar a terra onde nasci. Para ser nomeado, Sarney exigiu de Nova da Costa que fosse candidato ao Senado. Mas, como saiu mal da Presidência da República, acabou ficando com a vaga que seria de Nova da Costa que há 12 anos é seu suplente e assessor no senado federal. Essa é a história de traição e de amor do pusilânime Jorge Nova da Costa com o presidente do Senado José Sarney. Desculpe caro Setti.

    Caro Augusto, não há de que se desculpar. Seu relato é importante.
    Obrigado e um abração.

  • Jornalista Augusto Rocha

    Em tempo: Depois de terem sido secretários do agrônomo Jorge Nova da Costa no governo do Amapá, João Capiberibe virou governador, hoje é senador e pai do atual governador; Jurandil Juarez creio que é deputado federal e Azevedo Costa foi prefeito de Macapá.E eu… deito e durmo, eles eu não sei!