Playboy França, como não poderia deixa de ser, era durante a gestão do editor Stan Barets — escritor e especialista em quadrinhos — uma revista com ares intelectuais.

Sabedor da tradicional resistência francesa a muitos aspectos da cultura americana, considerada massificante e algo vulgar, Stan buscava o refinamento. A nudez feminina, no caso de francesas, era sempre de discreta para discretíssima. Mostrar o corpo todo, sem reservas, era com o material fornecido por Playboy USA.

As estrelas de capa, em vez de serem chamadas, como em praticamente todas as edições da revista, assim mesmo — “a estrela da capa” –, que eram contratadas para um trabalho, assinavam contrato e recebiam o pagamento combinado, foram rebatizadas de “a convidada do mês”. Como você pode ver nesta capa com Natacha Amal, “l’invitée du mois”.

No post seguinte, escrevo um pouco sobre Stan, que se tornou um bom amigo.

Você vai ver que vale a pena. O cara era incrível.

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