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A capa do documentário “Senna”: entre os melhores

Se também para vocês, leitores, os 17 dias de duração os Jogos Olímpicos de Londres foram insuficientes, aqui vai um pequeno consolo. Trata-se de uma lista dos 50 melhores filmes sobre esportes realizados até hoje, publicada pelo site da revista britânica especializada em cinema Empire.

O repertório é eclético, incluindo desde fitas históricas como Campeão de Boxe (1915), de Charles Chaplin (41º colocado) ao improvável encontro na frente das câmeras de Pelé e Sylvester Stallone em Fuga para a Vitória (1981) – marcando presença na 26ª posição -, passando por documentários essenciais do porte de Quando Éramos Reis (1996), registro da luta de Muhammed Ali e George Foreman no Zaire em 1974 (30º), e O Lutador (2008), protagonizado por um transfigurado e genial Mickey Rourke (13º).

Um belo passatempo, portanto, não só apto a junkies do entretenimento esportivo, como também para amantes da sétima arte.

Reproduzir as cinco dezenas de películas selecionadas por oito jornalistas da Empire seria muita informação para apenas um post (confiram aqui a lista na íntegra), mas abaixo vocês ficam sabendo quem são as dez melhores e assistirem a seus trailers:

10-Jerry Maguire- a Grande Virada (1996), de Cameron Crowe, com Tom Cruise e Renée Zellweger, saga de um agente de um jogador de futebol americano.

9-Campo dos Sonhos (1989), de Phil Alden Robinson, com Kevin Costner e James Earl Jones, para obcecados por beisebol.

8-Com a Bola toda (2004), de Rawason Marshall Turber, com Ben Stiller e Vince Vaughan, comédia sobre o dodgeball, mais conhecido por aqui como… queimada!

7-Desafio à Corrupção (1961), de Robert Rossen, com Paul Newman e Jackie Gleason, gira em torno das andanças de um craque da sinuca.

6-Tudo pela Vitória (2004), de Peter Berg, com Billy Bob Thornton, radiografia do funcionamento de uma equipe de futebol americano.

5-Moneyball – O Homem que Mudou o Jogo (2011), de Bennett Miller, com Brad Pitt e Jonah Hill, baseado na história de um gerente de um time de beisebol que promoveu revolução ao introduzir sistema de estatísticas.

4-Senna (2010), do inglês Asif Kapadia, documentário definitivo sobre Ayrton Senna (1960-1994), com aparições de alguns de seus maiores rivais (Alain Prost, Nigel Mansell, Nelson Piquet…).

3-Rocky, um Lutador (1976), de John G. Avildsen, com Sylvester Stallone (também roteirista) e Talia Shire, primeiro dos seis longas que contam a epopeia de um pugilista.

2-Carruagens de Fogo (1981), de Hugh Hudson, com Ben Cross e Ian Charleson, épico sob medida a fãs de atletismo.

1-Touro Indomável (1981), de Martin Scorsese, com Robert De Niro e Joe Pesci, possui argumento parecido ao de Rocky, só que o personagem principal foi um boxeador real (Jake LaMotta).

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4 Comentários

Hélio em 15 de agosto de 2012

Ótimos filmes, mas na minha opinião estão faltando Duelo de Titãs, com Denzel Washington, e Invictus, com Morgan Freeman, dirigido por ninguém menos que Clint Eastwood, simplesmente magistral. Abs!

JT em 15 de agosto de 2012

Faltou um clássico da luta livre mexicana: "NACHO LIBRE" conta a história de um cozinheiro de orfanato, filho de padre católico e mãe missionária luterana, que para melhorar a comida das crianças resolve se mascarar e ganhar dinheiro apanhando com o esporte, enquanto se apaixona por uma freira. Será que ninguém além de mim viu essa comédia?

Renato em 15 de agosto de 2012

PRECONCEITO DECLARADO!!!! NO FUTEBOL???? NO BRASIL???? Fiquei estarrecido quando li uma postagem feita por um pseudo jornalista chamado Luiz Augusto Simon, vulgo “Menon”. Nela ele afirma que o futebol brasileiro não está fazendo mais a “alegria do povo” como em tempos de outrora, e responsabiliza os atletas evangélicos, por conta de sua postura, pela tristeza nacional do nosso futebol. Na referida postagem o “infeliz pseudo repórter” usa o exemplo do jeito alegre e espontâneo de Usain Bolt, o velocista jamaicano, afirmando que os atletas evangélicos deveriam adotar a mesma forma de ser e agir do corredor africano. Abaixo apresento o texto na íntegra: “O futebol brasileiro com seus atletas evangélicos, fanáticos que não conseguem ver nada à frente a não se o dedo de seu deus fariam muito mais a alegria do povo se fossem alegres e espontâneos como Usain Bolt.” (Autor: Luís Augusto Simon, apelido de Menon, atualmente trabalha como jornalista da Revista ESPN e no site Trivela, fonte: http://trivela.uol.com.br/blog/menon/bolt-faz-falta-ao-futebol-brasileiro) É espantoso como ainda permitem que gente preconceituosa e ignorante leve o título de um profissional tão importante como o de jornalista, e lamento muito, que instituições como o UOL, a ESPN e o site TRIVELA, permitam que o preconceito ainda permeiem suas “páginas” jornalísticas. Afirmar que o desgosto nacional, que o desinteresse pelo futebol, e que a falta de alegria no esporte são de responsabilidade da postura dos atletas evangélicos é, no mínimo, preconceito religioso. Particularmente defendo que, tais jornalistas teriam que ser extirpados do cenário jornalístico brasileiro, pois, gente deste tipo produz os pensamentos reacionários que maculam a maravilhosa tolerância religiosa que existe em todos os setores da sociedade brasileira, pois, todos tem a liberdade de expressarem seus credos e convicções, seja evangélico, seja católico, seja espírita, seja umbandista, seja ateu, ou qualquer outra religião, nenhum destes grupos podem ser covardemente responsabilizados pela falta de alegria, no Brasil, do esporte mais popular do mundo. Um jornalista de verdade saberia discernir as verdadeiras razões da manifestação do fenômeno nominado de tristeza do futebol brasileiro, contudo, mesmo sem ser jornalista, tentarei ajudar este amador das notícias, pois então vejamos: 1) como ter alegria em um futebol desorganizado e estruturalmente amador? 2) como ser feliz diante de tantos escândalos de corrupção no futebol? 3) como regojizar-se diante da realidade de que muitos jogadores de nosso futebol não tem uma postura de atleta e sim de baladeiros e peladeiros de final de semana? 4) como postular a felicidade, se muitos de nossos jogadores são péssimos exemplos de moralidade para as futuras gerações? 5) como sorrir, diante de clubes de futebol que são verdadeiras máfias financeiras? 6) como exteriorizar contentamento, se o tráfico de influências e o jogo podre da política permeou as instituições do nosso futebol? 7) como sentir a mágica atmosfera de alegria proporcionada pelo futebol, se ele é usado como ópio para anestesiar o povo em relação aos grandes escândalos nacionais (julgamento do mensalão, aprovação do aumento salarial dos políticos, e outros)? 8) como vislumbrar o sorriso espontâneo e um expectador do futebol, se a imprensa esportiva é preconceituosa e tendenciosa, a ponto de não esconder seus podres até mesmo diante das câmeras de televisão? 9) como sentir alegria, se ainda há no futebol coisas como: cascas de banana em campo, preconceito religioso por parte dos jornalistas esportivos, os mosquitos da África, e outras “twitadas”? 10) como ser feliz, se ainda tenho que escrever tais coisas, para combater as influências nefastas das mentes pequenas que ainda existem no contexto do futebol brasileiro? Por fim, infeliz jornalista, já que estamos falando de preconceito religioso, pense um pouco no decálogo acima, e que você e as instituições jornalísticas que lhe dão suporte, possam questionar o que realmente deve ser questionado, talvez consigamos resgatar AS ALEGRIAS FUTEBOLÍSTICAS DE OUTRORA!!!! O FUTEBOL É DEMOCRÁTICO, ABAIXO TODA A FORMA DE PRECONCEITO!!!!!

lula o Verdadeiro Chefe do MENSALÃO em 14 de agosto de 2012

... Senna só nos deu alegrias. A última foi na semana passada, quando DERROTOU o lula no programa do SBT: o maior brasileiro de todos os tempos.

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