Morte de ex-presidente atropela consolidação do poder dos Kirchner e seu projeto autoritário na Argentina

O então presidente Néstor Kirchner com os colegas Evo Morales, Lula e Hugo Chávez em reunião em Puerto Iguazú, na Argentina, em maio de 2006

A morte, aos 60 anos, do ex-presidente Néstor Kirchner atropela dois fenômenos em curso na Argentina: a consolidação dos Kirchner no poder com candidatura do marido à sucessão da mulher, a presidente Cristina Fernández de Kirchner, que por sua vez o havia sucedido no final de 2007 e deixa a Casa Rosada em dezembro do próximo ano, e o projeto autoritário francamente em curso na Argentina sob a inspiração do casal.

Apesar de sua saúde visivelmente frágil, de que foram sinais só no último ano duas intervenções cirúrgicas ligadas ao coração, o ex-presidente era candidatíssimo, a despeito da queda de prestígio de Cristina. Agora, o candidato do “kirchnerismo” à Presidência é uma interrogação, e desata-se uma briga interna no Partido Justicialista (peronista) que nem os mais experientes analistas argentinos se animam a prever como terminará.

Uma divisão do peronismo pode favorecer a possível candidatura do líder oposicionista Ricardo Alfonsín, deputado pela União Cívica Radical e filho e sósia quase perfeito do falecido presidente Raúl Alfonsín (1983-1989).

ESCALADA AUTORITÁRIA — Exceto pela condução da economia, em situação razoavelmente estável, a presidente vive uma escalada autoritária que pretende sufocar os dois principais conglomerados de mídia do país, críticos a seu governo — o grupo do jornal Clarín e o do centenário jornal La Nación –, tem oposição cerrada e militante do setor produtivo mais importante da argentina, a agroindústria, mantém difíceis relações com o empresariado industrial, apresenta crescentes dificuldades em aprovar medidas no Congresso e, como se não bastasse, anda às turras com a Suprema Corte em razão de decisões que contrariaram os interesses da Casa Rosada.

Colaboraram também consideravelmente para erodir seu prestígio fatos impensáveis na Argentina até há pouco tempo, como um surto de dengue ocorrido no verão passado, e um brutal, inédito aumento da criminalidade, em especial na capital e na grande Província de Buenos Aires, que a envolve.

A tentativa de sufocar o Clarín e La Nación passa por episódios tipicamente autoritários e sórdidos, como a montagem de uma história falsa destinada a provar que as famílias controladoras dos dois grupos adquiriram a maioria das ações da maior fornecedora de papel de imprensa do país, a empresa Papel Prensa — em que o governo argentino detém posição minoritária –, graças ao favorecimento da ditadura militar.

Os generais teriam pressionado, inclusive submetendo a prisão e a torturas, integrantes da família Graiver, que então controlava a Papel Prensa, a vender suas ações aos dois grupos de mídia. A história, desmentida por testemunhas que incluem integrantes da família Graiver, não se sustenta, mas Cristina ainda não desistiu. Recentemente, sem esclarecer em detalhes de que se tratava, defendeu a “nacionalização” da imprensa argentina, em grande parte crítica a seu errático governo.

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55 Comentários

  • Edson

    Ricardo, a Argentina pode dizer que teve o acaso a seu favor, com a morte de kirchner o projeto totalitáio da Argentina foi pro buraco, é mais uma baixa para o foro de são paulo e quiçá o Brasil será outra agora dia 31

  • MURILO

    SR.RICARDO, apesar de ser uma informação funebre,pois a morte de um ser causa profundo impacto ás pessoas mais proximas, a foto em si me causa espanto. o QUARTETO FANTÁSTICO , líderes oportunistas, caudilhos, populistas, demagogos,pensam apenas no poder unico,nada para o povão, que como sempre paga as contas.não sou ilustrado como as demais pessoas que deixam suas mensagens diáriamente,mas todo os dias leio suas opiniões, sejam para A,B.C,. PARABENS.

  • Bernardo

    É Lula… vaso ruim um dia quebra.

  • Licínio Miranda

    Ricardo, espere para ver o que acontecerá com o Brasil se a Dilma vencer.

    Esses órgãos de “controle social da mídia” que estão surgindo com uma velocidade assustadora nos estados brasileiros é apenas o começo.

  • Licínio Miranda

    Ah, e antes que alguém fale as instituições brasileiras são mais fortes que as dos países hispano-americanos, me poupem de tamanha bobagem – aliás, frequentemente repetida por jornalistas.

    Nossas instituições não são. Prova disso é que ninguém foi punido até hoje pelo Mensalão, não se investigou a origem do dinheiro dos Aloprados (que também não foram punidos), a farra com os cartões corporativos e assim em diante.

    Sem falar do nosso “presidente”, que se antes era cínico ao desrespeitar as leis, este ano mandou-as ao quinto dos infernos. Cadê o Judiciário? Não existe. Cadê a imprensa? Não existe (com a exceção da Veja, Estado de São Paulo, e alguns outros gatos pingados).

    Num país onde um Lula tem 87% de aprovação ótimo/bom (coisa que só vi em ditaduras e que não entendo por que os institutos atrelam pesquisas de eleição com aprovação do atual governo) revela bem o caráter dos brasileiros.

    Cada país tem o governante que merece. E no próximo ano teremos Dilma, uma nulidade completa. Digam ao Tiririca que pior pode ficar, e está ficando.

    P.S.: O correto em minha frase anterior é: Esses órgãos de “controle social da mídia” que estão surgindo com uma velocidade assustadora nos estados brasileiros são apenas o começo.

  • T>C> Almeida

    Triste é ver que um senhor da sua idade, já de cabelos brancos, tem como legado a manipulação de informações a favor deste ou daquele partido. Isto é claro ao longo de seu trabalho: Falou mal do Serra = mentira. Falaram mal do lula = verdade. O senhor, que já está em idade de encomendar a alma a Deus deveria pensar sobre esse legado de que falei. Afinal, isso significa que durante sua vida seu trabalho foi anti-democrático, falso, manipulador e qualquer um que analisar este trabalho vai concluir que o senhor passou uma vida vendido aos interesses alheios. Você não tem filhos, netos…? Se seus descendentes forem REALMENTE imparciais vão dizer: “Ah, meu tataravô, Ricardo Setti durante sua existência foi tão somente um lambe-botas de um partido chamado PSDB”.

    Você não me conhece para dizer essas barbaridades. Esconde-se no animato da internet como um covarde. Não tem idéia do que está falando. Usa recursos fascistas e totalitários para desqualificar o interlocutor, provavelmente porque neurônios contaminados ideologicamente são incapazes de produzir algo razoável. Vá ofender sua própria família e me faça o favor desumir daqui. Visivelmente, pelo que você escreve, você é altamente familiarizado com a prática de lamber botas, como vassalagem aos ídolos de barro que admira.

    Antes de encomendar minha alma a Deus, que espero ainda demore um bom tempo, pretendo incomodar o mais que eu conseguir a fanáticos desqualificados como você.

    Suma daqui.

  • M&F

    e aqui para nós também só a morte nos livra desse pesadelo autoritario a que estamos ameaçados com tentativas de controle da midia e outras leis bem duras que estão incluida no PNDS3.

  • samuel

    ricardo….foto da turma da pesada…no dia 31 da ate pra usa-la como ”costumes” do dia das bruxas.
    nela esta representada o que ha de atrasado,e um projeto de poder.
    um abraco.

  • Luís Roberto

    A Argentina conseguirá novamente a sua Liberdade Política. Menos um comunista na América do Sul.

  • jefferson

    Sempre que o governo é de “esquerda” o projeto é autoritário.
    Pena que o governo da Colombia não seja também julgado por inumeros crimes contra a humanidade protagonizados por aquele governo.
    E o Mexico então um narcoestado que está de braços dados com a “ajuda” dos estados unidos.
    A imprensa argentina e a brasileira apoiaram as ditaduras argentina e brasileira que isenção para falar em liberdade de(a) imprensa.

    Ahahahahahaha, morro de rir, Jefferson. O governo de Kirchner, “de esquerda”? Da sua ridícula mulher, a herdeira do trono, “de esquerda”? Me cite uma medida “de esquerda” do ilustre casal. Utilizam piqueteiros para intimidar adversários, lançam mão de métodos fascistas, dividem a sociedade argentina. Consulte a popularidade da “esquerdista” presidente Cristina, meu caro Jefferson.

  • jefferson

    Tenho muito receio de um imprensa tão dependente de contratos sem licitação com governos estaduais como o de são paulo.
    Clamam pelo “livre mercado” mas adoram um dinheiro estatal. Falta coerencia nessa publicações.

  • Estamos aí

    Esse cara foi assassinado….podem apostar nisso….tem dedo da CIA nessa brincadeira….agora que a mulher dele estava enquadrando so conservadores….hummm….tudo muito nebuloso…..

  • Estamos aí

    è, pessoal….pelo visto vocês gostam mesmo é da roubalheira no metrô de SP e na DERSA….o Serra tem 17 processos correndo na justiça, sendo 4 por improbidade administrativa, e a Dilma não tem nenhum….isso é ser honesto????

  • peçonhento

    Menos um aprediz de ditadorzinho! Na foto tem mais que poderiam arrumar as malas e vazar!

  • Curica

    *** **** ***** ***** ****** ****** ***** ***** ****espero que os irmanos saibam tirar proveito desse beneficio.

    Caro amigo, não dá para publicar comentário desejando a morte de pessoas, convenhamos. Abraços

  • Nilson

    Tem gente que pensa que é eterna, que nunca vão morrer. Já que os eleitores da Argentina não procuraram para a sanha autoritária em seu País, Deus o fez. Agora eu espero que Deus tenha misiricórdia do nosso Brasil.

  • Essa foto me parece uma versão ainda mais chumbrega de “Os Trapalhões”. Nem preciso dizer quem é o Zacarias…

  • graziela teixeira

    A PROVIDENCIA DIVINA CUIDOU DA ARGENTINA.

  • Enio

    Já pensou se a Dilma morrer? Aliás, qdo ela começa o (novo) tratamento? Pois eu já pensei, o PMDB assumi o país e o PT, o PT, orás CHUPPPAAAAA PT !!

  • Pois é, ele estava doente, mas mesmo assim continuou a sonhar com a sua volta ao poder,adotando a prática de revezamento com a sua mulher. E em vez de obedecer às orientações médicas para que fizesse “repouso absoluto”, decidiu participar ativamente de comícios visando manter-se no controle da situação. A Dilma não teve infarto, mas teve câncer e em vez de repousar está submetendo-se a uma campanha desgastante e poderá não aguentar o tranco. Tudo pela ambição de poder. Estas pessoas, em seus delírios de poder, sentem-se indestrutíveis, mas o destino vem mostrar-lhes o quanto estão equivocadas.A propósito insiro o link para Elis cantando “A Banco de Distinto” de Billy Blanco que é absolutamente perfeita para esta ocasião.
    [http://www.youtube.com/watch?v=_xz_OxKvd74]

  • Renato

    Na argentina era os Kirchners que tinham um projeto autoritário. Aqui é o PT. Acorda Brasil!!!

  • Ariel

    EU E MUITOS ARGENTINOS ESTAMOS FELICES ATE AS LAGRIMAS PELA MORTE DO INNOMBRABLE EX PRESIDENTE PENA QUE O INFARTO NAO E CONTAGIOSO E TEMOS MAIS LIBERTADE

  • Frederico

    Pois é; há países que têm muita sorte, todavia não devemos perder a esperança. Estou vendo comentários de que era um grande amigo do Brasil. Certamente, “muy amigo”. Deus é grande e muito em breve os 4 mostrados na foto acima estarão no depósito de lixo da história.

    Amigo do Brasil? Bem, respeito a opinião de todo mundo, mas aí já é demais. O que o(s) Kirchner(s) dão canelada no Brasil no âmbito do Mercosul… A Argentina tem obtido concessões comerciais do Brasil que, se FHC estivesse no governo, ou Sarney, ou Collor, seriam acusados de lesa-pátria pelos companheiros petistas.

    Abraços e obrigado pela visita.

  • Suely Marques

    Que sorte da Argentina!

  • Bacellar

    Falem oq quiserem mas o Kirchner foi o unico que segurou o rojao durante o troca-troca presidencial argentino entre 99 e 2003…e olha que os 10 anos de Menem foram, literalmente, uma heranca maldita…quanto a censura ja dizia Gardel; “Un CLARIN se oye, peligra la patria y al grito de guerra, los hombres se matan”…Hahahaha…

    Caro Bacellar, em minha modesta opinião a grande figura dessa transição foi o presidente-tampão Eduardo Duhalde — que, para nós, brasileiros, tinha a vantagem de ser o mais pró-Brasil dos presidentes argentinos desde Raúl Alfonsin.

    Precisamos reconhecer os méritos de “El Cábezón”.

    Valeu pelo Gardel, grande e inesquecível!

    Abraços

  • frank

    Don Ricardo,vou voltar a tomar minhas cervejinhas nos
    finais de semana;acho que esse negócio de cirrose é papo
    furado,o CARA de m……parece que esta cada vez + conser-
    vado.só pode ser o arco da marvada . Vida curta ao Rei.
    Vai lulla mas vá pro diabo que te carregue.Coisa ruim!!!!

  • Alexander

    Mais um caudilho latino que se foi! Não deixará saudades e já foi tarde… Enquanto isso, aqui no Brasil…

  • Bruno

    Menos um……só faltam mais 3……

  • Feiryot

    Não acho correto se refestelar com a morte alheia, mas ñ se pode negar q o enfraquecimento dos Kirchners poderá trazer beneficios à Argentina, q poderá se tornar país mais sério do q o Brasil no futuro.

  • Paulo

    E dizem que Deus é brasileiro… Ele é argentino! Menos um populista manipulador (economia, mídia, agronegócio, etc.) no Pais é igual a uma nova chance para a evolução dos nossos vizinhos.

    Caro Paulo, eu destestava politicamente o Kirchner, demagogo barato, mas, vamos lá, comemorar a morte da pessoa… Bem, cada um aqui é livre para se manifestar.

    Um abração e volte sempre.

  • silvia m

    E depois dizem que Deus é brasileiro. Dessa vez ele ficou do lado dos hermanos.

  • Luciano

    Caro Ricardo, o mais impressionante dessa história é a cara de pau do nosso “presidente” de decretar 3 dias de luto. Eu nunca esperei nada de bom vindo dele mas esse foi um golpe muito baixo, se aproveitar da morte de uma pessoa para se desvencilhar de suas responsabilidades para ir fazer campanha política em cima de palanque. É o fim do poço, aliás, talvez não se o seu projeto subir ao poder. Eu me pergunto aonde está o Ministério Público?

  • Carolina Murad

    Será que Lula deixa a campanha para ir aos funerais na Argentina? Duvido.

  • Valdir J. Silva

    si cuida sabo ***** o proximo será voce ******.

  • Frederico

    Disse que vi comentários sobre ele ser amigo do Brasil e grifei com ironia: “muy amigo”, querendo dizer que ele só prejudicou o Brasil em todos os acordos comerciais. Bem parece que não consegui me fazer entender. Tudo bem, da próxima vez eu desenho.

  • celsoJ

    Pela história, bem se vê que eles não sabem nem fazer um dossiê.
    Ao Paulo, das 16:13: não vale começar a rezar para o Aerolula cair…

  • José Fabiano Dias

    Olá caro Setti, tens razão, é preciso separar o político do ser humano, porém,verdade seja dita, o Sr. Kirchner era muito populista e um tremendo criador de caso com relação ao Brasil,em tempo;texto agradavel e muito interessante para a reflexão; grande abraço.

  • José Geraldo Coelho

    Não se deve comemorar a morte de ninguém, mas ficar livre de alguém é sempre bom. Se for por morte a gente comemora e dá uma rezadinha depois. Um despotóide a menos no mundo merece comemoração.

  • jefferson

    Setti se vc tivesse prestado atenção coloquei o termo esquerda entre aspas. Foi uma ironia tão sutil que vc não percebeu.
    Agora se a tal Cristina não é de esquerda não há porque se preocupar não é mesmo!

    Oi, Jefferson, não parecia ironia devido ao restante do comentário. Parecia sério: quando é um governo de esquerda, certa imprensa malha, quando não é etc… Os Kirchners são (eram) demagogos baratos, que levaram o pobre país vizinho a um buraco danado em muitas áreas.

  • jose silvestre

    Estive na Argentina recentemente e pude ver in loco a situação de pobreza e de fragilidade com que vive aquele país amigo. Não é o mesmo de 15 anos atrás e a morte do Kirchner foi um fato positivo para a recuperação da Argentina e de seu povo!
    Cristina Kirchner é tão amada pelos argentinos que dão até troco na troca com o Lula! Mandem logo o Lula pra lá!

  • Maria B.

    Oi, Setti

    Pelo jeito,a América Latina gosta mesmo é de ditadura. Argentinos chorando copiosamente a morte deste pretendente a ditador só se compara ao horror que vivemos nos dias atuais, com o povo enaltecendo um homem cujo único objetivo durante todo seus oito anos de governo foi o de achincalhar a democracia.
    Abraços!

  • Lílian

    Ricardo,
    Com a inversão dos parágrafos, ficaria assim:
    Cristina Kirchner,
    . tentativa de sufocar o Clarín e La Nación;
    . A morte, do ex-presidente Néstor Kirchner.
    Abraço!

  • José Américo C Medeiros

    A morte sempre é lamentável.
    Nasci na fronteira com a Argentina, e sempre fui admirador do seu povo educado.
    Lá, como cá, os mesmos problemas.
    Constantes manipulações políticas dificilmente identificáveis com os interesses de todos.
    E, lá, como cá, essa prática terrível do populismo exacerbado, pio só na aparência, que leva sempre a uma escolha infeliz em sucessões políticas.
    Temos isso em comum na América Latina, talvez com excessão do Chile que progrediu bastante na consolidação da sua democracia.
    A barbaridade está agora em nosso quintal, com um Presidente quebrando leis eleitorais sem que haja um santo homem do poder judiciário que lhe enfrente.
    De qualquer forma, que a terra seja leve a Néstor Kirchner, e que o povo argentino saiba encontrar bons caminhos.

    Amém.

    O brasileiro médio ironiza com essa história de “hermanos” e acirra, a partir do futebol, as rivalidades, mas viajei inúmeras vezes para lá, inclusive a serviço da Editora Abril nos anos 90, e entre os argentinos minimamente sérios você encontra uma grande admiração e uma grande curiosidade pelo Brasil.

    É um grande país e para mim eles são hermanos sem aspas.

    Abração, caro José Américo.

  • lucian

    Bem que Deus poderia **** ****** ****** *****……..

    Desejar publicamente a morte de pessoas aqui no blog não dá, não é, Lucian. Convenhamos.

    Sei que vc entende. Um abraço

  • luiz simoni

    Cristina sem Nestor + Dilma sem Lula = avião sem asas.

  • luiz simoni

    DIOS ES ARGENTINO

  • Jose Roberto

    Que tal o SUPREMO DEUS levar o cara da foto colocado ao lado do Evo e do Chaves também Amem

  • Cristina Cardoso

    Será um projeto divino?
    O Brasil poderia **** ****** ****** ******

    Cara Cristina, não dá para desejar a morte de ninguém neste blog, né? Sei que você compreende. Um abração.

  • Oscar

    Os jornais estão noticiando que há uma grande comoção na Argentina. Não é bem assim.

  • Wilian

    Ricardo Setti, não creio que encomendaram sua alma!!!
    Rs!!! Olha só, se vc realmente partir, deixe algum Centro Espírita credenciado porque sem suas análises políticas PRECISAS, ISENTAS E INTELIGENTES É QUE NÓS NÃO PODEMOS FICAR.
    ABRAÇÃO!!!

    Muito obrigado, caro Wilian, muito obrigado mesmo. Foi um leitor agressivo e grosseiro, que infelizmente os há. Mas, se depender de mim, ainda pretendo permanecer neste mundo um bom tempo, hahahahaha. Abração

  • Luiz Pereira

    Ricardo, boa noite,

    Condolências a família.

    Mas, pelo “projeto autoritário”, conforme consta no título da matéria, trata-se de um alívio para o país Argentina.
    É mais uma chance da Argentina repensar seu futuro.
    Abs.,
    Luiz Pereira

  • Isabel

    Prefiro Lulón & Dilmita vivos.
    A nação chorando 2 santos súbitos do pau oco, e o vampiro Temerário nos governando, seria karma demais. Ninguém merece.

  • Antonio G.

    O Lula que se cuide. Primeiro o molusco inteligente se foi. Kirchner que empurrou a sua mulher goela abaixo para governar los hermanos na Argentina, também partiu. É bom que o molusco tupiniquim faça um EKG do seu coração antes do resultado final na próxima segunda- feira.

  • Valeria

    Ricardo,
    Adoro os seus artigos e é a segunda vez que lhe escrevo.Desta vez é para dar-lhe um conselho.Quando algum espírito de porco escreva barbaridades como o energúmeno TC Almeida, ñ perca seu tempo lendo e muito menos respondendo guarde suas energias para brindar-nos com seus excelentes textos. Vida Longa

    Muito obrigado por tudo, Valéria: por gostar do que escrevo, pelo conselho e pela solidariedade.

    Volte sempre e, quando puder escrever, será um prazer publicar seus comentários.

    Abração do

    Ricardo Setti

  • luiz simoni

    Quando alguem morre, vem os comentários: era competente, honesto, trabalhador, estadista, democrata, o homem que mudou o modo de pensar dos Argentinos, etc…..mas não conseguiu explicar em vida o enriquecimento repentino do casal Kirchner, à Justiça Argentina. Queria sim era calar a imprensa noticiava os fatos.