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A presidente Cristina falando à nação com o mapa das Falklands/Malvinas coberto com a bandeira argentina: “militarização” de milhões de km2 no Atlântico Sul com um só navio? (Foto: Leo la Valle / Agência EFE)

É patética, beira o ridículo atroz a acusação da Argentina, iniciada pela presidente Cristina Kirchner e formalizada hoje na ONU pelo chanceler Héctor Timerman, de que a Grã-Bretanha está promovendo “a militarização do Atlântico Sul” por ter enviado um único navio — o destróier HMS Dauntless — para patrulhar as águas das ilhas Malvinas/Falklands.

A assinatura, no começo da semana, de um decreto autorizando a liberação de documentos mantidos em sigilo durante três décadas sobre a Guerra das Malvinas (1982) – a “aventura militar” da ditadura militar argentina, como corretamente diz um relatório do governo – foi o pretexto para que a presidente abordasse o o tema.

Voz trêmula, falando à frente de um mapa das ilhas ao qual se sobrepôs uma bandeira da Argentina, a presidente declarou, sobre a “militarização” do Atlântico Sul:

— Não podemos interpretar de nenhuma outra maneira o envio de um destruidor (tradução para o espanhol um tanto assustadora para um destróier), acompanhado do herdeiro real vestido de uniforme militar e não roupas civis.

Ora, meu Deus do céu. “Militarização” do Atlântico Sul? Com o envio de um mísero destróier, por poderoso e ultramoderno que seja (tem até proteção contra radar)? O Atlântico Sul, que tem dezenas de milhões de quilômetros quadrados, está sendo “militarizado” pelo envio de um destróier para defender um recanto do que é, tecnicamente, território britânico desde 1833? (Vários países se revezaram, antes, no controle das ilhas, sendo que os argentinos só tiveram soberania sobre elas durante dois anos).

Tudo o que está ocorrendo, na verdade, é que o HMS Dauntless(“destemido”) está substituindo uma belonave de menor porte, a fragata HMS Montrose, como parte do sistema de defesa das Falklandas, como os britânicos denominam o desolado arquipélago de mais de 700 ilhas, ou Malvinas, como é tido pelos argentinos.Trata-se de um rodízio de rotina.

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O poderoso destróier “HMS Dauntless” submetido a duras provas antes de entrar em serviço, em 2010 (Foto: dailymail.co.uk)

Desde a invasão das ilhas promovida pela ditadura argentina em abril de 1982, e que resultou em fragorosa derrota militar frente ao Reino Unido e na queda do regime tirânico, os britânicos, compreensivelmente, mantêm um esquema de defesa para as ilhas.

Dele fazem parte a Marinha, o Exército e a Real Força Aérea (RAF). Na parte naval, é esquema constituído sempre por um navio de guerra de maior porte – e já houve “destruidores” antes, como o HMS Edinbugh e o HMS Clyde, este último, por sinal, praticamente idêntico ao HMS Dauntless – e por um barco de patrulha.

O Exército mantém, em sistema de rodízio, 1.200 homens bem armados, o que inclui pelo menos uma potente bateria antiaérea, numa base a 60 quilômetros da capital das ilhas, Port Stanley.

A RAF estaciona nas ilhas quatro caças Thypoon, dois aviões de transporte de tropas, cargas ou combustível, e dois helicópteros de regate Sea King.

Um desses Sea King, por sinal, é motivo de especial irritação por parte do governo argentino, porque no aparelho está fazendo treinamento de dois meses e meio o príncipe William, futuro rei, que é tenente-aviador da RAF e pretende, acumulando horas de voo, ser promovido a capitão.

William serve as Forças Armadas como especialista em busca e resgaste. Mas é claro que o envio de “William Wales”, como ele é conhecido, às ilhas é um recado político do governo britânico.

Como disse o porta-voz do primeiro-ministro David Cameron, “os [cerca de 3.500] habitantes das ilhas são livres para determinar o seu próprio futuro e, a menos que eles queiram, não haverá negociações com a Argentina sobre soberania.”

E, gostem ou não os argentinos, os habitantes das ilhas, descendentes em sua maioria de ingleses que aportaram no arquipélago há mais de 300 anos, não querem. Pesquisas de opinião ao longo do tempo conferem sempre perto de 99% em favor da manutenção dos laços com o Reino Unido – o que inclui um percentual de chilenos e descendentes que habitam o arquipélago.

O jornal Clarín, de Buenos Aires, enviou recentemente uma repórter para sondar o ânimo dos kelpers, como são conhecidos os habitantes das ilhas, e – como assinalou o Estadão, em recente editorial –, a coisa mais suave que ela ouviu sobre o governo argentino foi:”Deixem-nos em paz”.

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Claudia em 15 de abril de 2012

Nao esqueçam que a disputa é anterior à existência de uma popuolação nas ilhas. E que essa população só se formou após a invasão do Reino Unido em 1833. Portanto, é uma questão de integridade territorial, e não de autodeterminação. Bom argumento, prezada Claudia. Esse é um dos pontos que vem sendo discutido literalmente há séculos. Mas se o critério fosse estendido para o mundo todo, como ficariam as Canárias, a Madeira, a Córsega?... Deve haver uma centena de exemplos semelhantes. Grande abraço

Caipirão em 13 de fevereiro de 2012

Quanto à nossa vizinha, Argentina, só é primeira colocada no ranking da arrogância e no talento para a bufonaria.

Caipirão em 13 de fevereiro de 2012

Concordo com você, Ricardo, respondendo à dúvida de Milton Bissoli(12/02; 14:17) que a Europa já passou por duas guerras devastadoras, sem esquecer um outro tanto de pragas e pestes, e demonstrou sua capacidade de reerguer-se. Mas será que irá resistir a tantos, e em sequência, governos de esquerda?

Razumikhin em 13 de fevereiro de 2012

Não posso publicar comentário preconceituoso e ofensivo como o seu, Razumikhin. Ok. Também achei ofensivo aos hermanos, mas a intenção foi exatamente essa mesmo.

Reginaldo Gadelha em 12 de fevereiro de 2012

Essa tal Cristina é de fazer as pessoas rirem.

Razumikhin em 12 de fevereiro de 2012

Não posso publicar comentário preconceituoso e ofensivo como o seu, Razumikhin.

Paulista indignado em 12 de fevereiro de 2012

Se a moda pega, Evo Morales vai reivindicar a devolução do Estado de Acre.

@MauroVS em 12 de fevereiro de 2012

A dama de lata da Argentina está mascarando a inflação com a questão das Falklands. O FMI deu 180 dias em 01/02/2012 para mudança do método (índice) de cálculo da inflação.

Milton Bissoli em 12 de fevereiro de 2012

Cristina, Chaves, Evo, Lula e seu PT....estas bandas do Sul do Equador andam mesmo muito divertidas!!! Feliz você, caro amigo, que anda vivendo ao norte da linha...ops, a Espanha tbm não andam lá estas coisas... Será que esta coisa do mundo acabar em 2012 deve ser levada à sério?? Abraços Caro Milton, o norte da linha -- a Europa -- já atravessou de tudo, inclusive os dois maiores e mais devastadores conflitos da história da Humanidade -- a I e a II Guerra Mundiais. Vai passar por essa, também. E, não, o mundo não vai acabar este ano, não... Abração

Oscar Armando Baldoni em 12 de fevereiro de 2012

O embaixador argentino na Inglaterra, Carlos Ortiz de Rosas revelou que, em 1974 o governo inglês enviou uma proposta à Argentina aceitando partilhar a soberania nas ilhas em disputa. Poderia alternar a indicação do governador pelo império e pela Argentina. Era metade do mês de junho e Perón recomendou aprovar a proposta porque uma vez fincados nas ilhas, seria irreversível que se tornassem definitivamente argentinas. Naquele tempo YPF fornecia combustível, tinha linha aérea e até fornecimento de comestíveis desde o continente e o governo inglês desejava diminuir despesas. Aconteceu que Perón morre 15 dias depois e quando o chanceler Vignes leva o projeto à viuva (incompetente, na presidência), ela se omite, dizendo que não tinha cacife político para fazer isso. Burra. Poderia ter chamado a um plebiscito. Na realidade estava sob a influencia do almirante Massera, sinistro personagem. Assim, malogrou-se uma solução pacífica. O resto, ja sabemos. Em troca, não saberemos realmente que aconteceu na guerra que houve. Muita coisa ainda está escondida e lamento não só as mortes nos combates senão os suicidios posteriores (argentinos e ingleses) dos sobreviventes. Uma suspeita pode ser o emprego por parte dos ingleses de munição com ponta de uranio empobrecido. Os efeitos secundários dessa peste ainda não está difundido.

carlos nascimento em 12 de fevereiro de 2012

Desenhando, postei que: imaginemos "se" o arquipélago de F.Noronha estivesse em mesma situação de imbróglio, óbvio que não é o caso, apenas como instrumento de comparação, o espírito nacionalista de um povo iria se manifestar, independente de quem esteja no poder, hoje é claro, vivenciamos uma era de mediocridade - vide AN - seja no Brasil, como na Argentina, misturam-se as visões, entretanto, devemos ser coerentes, o direito de posse de seu território é universal e inalienável, as Malvinas estão no quadrilátero dos hermanos, portanto revindicar sua posse é legítima, separemos os olhares, não misturar a questão política da gestão Kircher - assombrosa - com a legitimidade dos direitos de seu povo. As vezes julgamos contextos, esquecemos de olhar as essências, no caso Argentino, talvez seja o maldito preconceito. A Argentina tem sim direito de buscar posse das ilhas, está fincada em sua área, o povo argentino não tem culpa dos desastres administrativos e políticos de seus líderes, também não é justo em nome disso pré julgarmos dando direito de causa aos Ingleses, o certo é levar a discussão para um Fórum Internacional, com julgamento e aplicação das leis que possam resolver esse litígio, armas nem pensar, seria idiotice de ambas as partes.

Fabio Figueiredo em 12 de fevereiro de 2012

É ridícula essa Cristina. Porque os habitantes das Falklands deixariam de ser cidadãos do Reino Unido, um país desenvolvido e culto, e com uma rainha nobre, educada, discreta e amada, para ser argentino, de um país menos desenvolvido e com uma rainha sul americana cafona?

Jeremias-no-deserto em 12 de fevereiro de 2012

Parece que a rainha cafona da Argentina, com a sua inequívoca vocação para a chanchada dramática, está com uma enorme vontade de mergulhar aquele país em mais uma vexatória aventura militar com essa provocação idiota aos britânicos.A coisa que os habitantes das Falklands mais temiam na última guerra era uma invasão dos soldados argentinos àquelas terras.Como pode uma nação invocar direito de propriedade sobre um território se TODA a população desse território não reconhece esse direito? Eu ainda acho que a la presidente daria uma excelente cantora de milongas.

Luiz Pereira em 11 de fevereiro de 2012

Setti, Os ingleses estão naquelas duas rochas há quase 200 anos. Os 1os a chegarem ali foram franceses. Depois, os espanhóis. Na ocasião, a Argentina era domínio espanhol. Quando a Argentina se tornou independente da Espanha, lá tentou colocar sua bandeira muito tempo depois de os ingleses terem tomado conta das duas ilhas. Comparar tal situação com Fernando de Noronha, ocupado por brasileiros desde sempre, não faz sentido. Se os argentinos desejam incorporar as Flaklands, então faz sentido o Brasil retomar a Província Cisplatina, hj Uruguai. Afinal, aquilo lá foi nosso até 1828. Fazia parte do Império do Brasil. Coisa pior é Gibraltar. E o espanhóis, nem piam, pois também tem o enclave de Ceuta. Quando os ingleses lá se estabeleceram aquilo era uma estação baleeira. Ninguém sabia de petróleo. Agora, um desafio a todos os que acham lindo aquilo ser argentino: se vcs fossem habitantes das Falklands, prefeririam ter nacionalidade britânica ou argentina? Pois é, então deixem os kelpers decidirem. Qdo vejo o Brasil se degradando sob esse governo lulo-petista penso que não há nada pior. Mas há: a Argentina. abs Em vários aspectos o grande país que é a Argentina está, mesmo, a meu ver, pior do que o Brasil. Quanto às Falklands/Malvinas, como você sabe, até sobre quem chegou lá primeiro vindo da Europa há controvérsias. Uma corrente diz que os holandeses chegaram ali algumas décadas antes do que os ingleses. O fato é que a soberania argentina sobre as ilhas foi efêmera. E, principalmente, elas são povoadas por gente que quer ficar unida à Grã-Bretanha. Abraço

A. F. em 11 de fevereiro de 2012

É o pré-sal... Os ingleses sabem dele desde 1833. Aliás, só defederam seu território e cidadãos do "sequestro" argentino de 1982 por conta do petróleo... Meu Deus! Quanto mais eu rezo, mas eu vejo assombrações!

PAULO ROBERTO URBANO DA CRUZ em 11 de fevereiro de 2012

Cutucaram a onça(neste caso o leão) com vara curta e tomaram uma surra fenomenal, mas parece que a lição já foi esquecida. Se fizerem abobagem novamente vão apanhar, só espero que os parceiros do mecosul não embarque neste delirio.

carlos nascimento em 11 de fevereiro de 2012

Ricardo, Sem entrar no mérito da capacidade intelectual e neural da Presidente Argentina, que faz parte daquele grupo de líderes latinos que estão de costas para o que seja inteligência e coerência, olhando apenas pela questão territorial e Institucional, penso que as Ilhas estão em área pertencente aos Argentinos, portanto, deveria ser discutida - alto nível - um prazo para que ela fosse devolvida ao controle dos hermanos, confesso não ter estudado a maneira pela qual os Ingleses se apossaram do controle das ilhas, mas o tempo requer que o território seja devolvido a quem de fato pertence. Imaginemos se o arquipélago de Fernando de Noronha estivesse hoje sobre a posse de algum País estrangeiro, qual seria a sua visão e análise disso? Vc seria contra ou favor buscarmos à posse do território ? Na verdade o que está em jogo são as fontes de riqueza - petróleo - que já foi confirmado existir naquela região, nem como base militar serve, pois a distância do Continente não permite voos com autonomia. Carlos Nascimento.

sergio em 11 de fevereiro de 2012

Estou torcendo por uma guerra entre argentina e Inglaterra. O (des) governo petralha toma partido, os ingleses derrotam ambos,matando uns 30 argentinos, o Brasil se rende, a dilma benguell vai presa, o lulla morre de susto e voltamos a ser um país decente.Com o Temer como presidente e tudo.(pois o pmdb gosta só de dinheiro, a gente aguenta)

Lilian em 11 de fevereiro de 2012

Setti, Cristina é a representante de Hugo Chavez. Bom final de semana!

Xoxó em 11 de fevereiro de 2012

Prezado Setti, De uma amiga do apedeuta você espera o que????

nena em 11 de fevereiro de 2012

Se os destemidos hermanos elegeram a Mrs. Botox mesmo sabendo como ela é, ou talvez por isso mesmo, com certeza irão apoiá-la nesta aventura nacionalista. Eles tem sangue quente e cada vez que esse sangue ferve é um banho de sangue. Com relação às Malvinas ficou a triste lembrança dos jovens recém incorporados ao Exército, inexperientes, que morreram aos montes pelo fantasia irresponsável do general Galtiere. Que a Inglaterra tome cuidados, sim, pq os hermanos podem querer pregar a peça-surpresa mais uma vez. Assisti no jornal de ontem a notícia da recomendação do ONU aos ministros dos 2 países que baixassem o tom das acusações.

BETHS em 11 de fevereiro de 2012

Cristina é o Chávez de saias. Ai, essa América LaTRina...

Pedro Luiz Moreira Lima em 11 de fevereiro de 2012

Amigos: Não foi a America Latina a fazer PIRATARIA pelo mundo e D.Inglaterra em caso de PIRATARIA tem o titulo de SIR. Nestor e Cristina merecem ódios gerais pela Democratização Verdadeiro em sua Historia e na Democratização de sua Imprensa - a mim e a muitos outros respeito e admiração. Finalizando o Marcelo Meireles pleno de razão"è o pré-sal meu filho...é o pré-sal." Abraços Pedro Luiz

Berlatto em 11 de fevereiro de 2012

Cá prá nós, hem?, Ricardo. Cristina Kircher é mais uma demagoga, populista esquerdóide que de tempos e tempos aparece aqui na nossa querida america-bananeira. Eu que sempre pensei que os nossos hermanos fossem inteligentes para escolher os seus representantes. Pura ilusão. Cristina é o Lula de saia. Como ele, faz políticas populistas, dá uma bolsa aqui, outra acolá, e vai ganhando as massas ignorantes e humildes com seu discurso contra as elites e pregando o nacionalismo chinfrim. Na realidade com os Kircher no poder a Argentina regrediu. E assim continua a burrice por essas plagas, né? Abs.

Mari Labbate *44 Milhões* em 11 de fevereiro de 2012

O Arquipélago das Ilhas Malvinas pertencem, energeticamente, à Argentina! NÃO HÁ DÚVIDA! Apesar da president"A" Cristina Kirchner ser desequilibrada, recebeu do Universo essa Missão: corrigir o Roubo da Inglaterra, no Século XIX! E por todas as escolhas erradas, a prepotente Monarquia Inglesa abater-se-á muito, após esse episódio de Colonialismo. NO SÉCULO XXI? Viva a ONU! Que o SOL-DE-OURO brilhe na América Latina, coroando a Libertação dos Povos Imigrantes! Jesus Cristo é: O SENHOR DO PLANETA TERRA!

Kitty em 11 de fevereiro de 2012

Caro Ricardo, Toda vez que o tema “curinga” Malvinas aparece nos jornais, logo penso que o governo da Argentina está com problemas e, que, para desviar a atenção dos mesmos, as ilhotas vêm á balia! No tempo da barbárie Galtieri os dois governos, tanto o argentino com a junta militar com popularidade zero, e o inglês comandado pela “iron-woman” Margareth Thatcher que também não andava muito bem das pernas no seu país, a guerra veio a calhar para ambos como cortina de fumaça para salvar a queda de popularidade. Ideia estúpida e infeliz, que vitimou tantos jovens, que muitos deles mal sabiam empunhar um fuzil. Eu já morava no Brasil naquela época, e juro, caro Ricardo não acreditava na barbaridade que estava sendo noticiada na imprensa! Estava sem disposição de escrever um comentário já que você , no seu excelente post, disse quase tudo, e eu não saberia o que adicionar. Quando se trata da Argentina só suspeita de comentar. Mas, não resisti á tentação de fazê-lo e aqui estou eu, deixando o meu comment! Os Argentinos, atualmente governados por Cristina Kirchner uma exaltada populista, deveriam curar-se dessa obsessão de que as “Malvinas são argentinas”. Já deveria bastar-lhes a lição que receberam quando foram levados a invadi-las pela loucura do Gral. Galtieri. É um direito dos kelpers , decidirem por qual país querem ser governados. Doe-me profundamente ter de dizer que a prepotência não levará á presidente argentina recuperá-las, nem que as use para tapear incompetências do seu governo porque isto não levará a nada bom se persistirem nessa linha. Haverão de aceitar o direito á autodeterminação dos habitantes das ilhas.! Embora que, geograficamente, as Malvinas pertençam a Argentina. Um abraço caro Ricardo/Kitty

Vanderlei em 11 de fevereiro de 2012

Bem, muitos taxistas de Buenos Aires juram de pé juntos que Nestor não morreu. Está livre e solto curtindo a grana que arrebanhou dos cofres públicos. A julgar pelo câncer que Cristina nunca teve e pela bravata junto a ONU, estou muito inclinado a acreditar que os irmanos sabem do estão falando.

Marcelo Meireles em 11 de fevereiro de 2012

É o pré-sal meu filho... É o pré-sal. - A lógica é que haja MUITO petróleo ali, pois tá "na mesma reta" do nosso pre sal. -

tico tico em 11 de fevereiro de 2012

E mais este outro link, como contraponto aos hermanos de isquierda, que julgam ter a Argentina, direito de no mínimo mais 30% de território. É assim na geografia e história deles. http://www.youtube.com/watch?v=voeo0Oiox-c&feature=related

tico tico em 11 de fevereiro de 2012

Prezado Setti, seu blog é variado, aborda assuntos sociais,políticos, musicais, psicológicos, e as maravilhosas donas do mundo, as de quem viemos. Para a bela e beligerante presidentA da argentina, uma link de contraponto. Se você concordar. http://www.youtube.com/watch?v=QrAlmZ3N0MM&feature=results_main&playnext=1&list=PLB14B78D49C0C815C

SidneyCWB em 11 de fevereiro de 2012

Cortina de fumaça para esconder as lambanças do governo e para recrudescer o "patriotismo" argentino e para dar alguma satisfação aos esquerdistas radicais sobre o combate aos "imperialistas". A Argentina já teve um povo mais inteligente...

duduvieira10 em 11 de fevereiro de 2012

Certamente meu prezado RS,,, sôa ridículo,,,essa pretensão de C.Kircher. É mais um pretexto para desviar o foco do fracasso de sua administração,,,muito comun na américa latina,,, assim como fez Peron,,,e o Gal. Galtieri que levou uma surra de M. Thatcher, onde milhares de recrutas argentinos morreram de frio e fome numa guerra totalmente sem sentido. Para justificar o fracasso de sua política interna. A Argentina caminha para buraco, não tem saída,,, a não ser .. ou jogar a culpa nos americanos.. Quem diria outrora,,,a orgulhosa, rica Argentina,, a mais européia das américas,, estar pedindo o pinico, teve todas as chances,, que se pode ter,,, não soube aproitar, hoje estaria dando de 10x)no Brasil. Não entrou na II guerra mundial, vendeu a preço de ouro alimentos para os dois lados,,, mas,,, o complexo do caranguejo baixou nos los hermanos, mas como dinheiro não aceita desafor,,, deu marcha ré,, andou pra trás... é isso ai prezado!! " Dont cry for me Argentina!!"

Valentim-Pr em 10 de fevereiro de 2012

Esta boxtoxquisiada vai levar a Argentina à se ferrar de novo se tentar encarar os britânicos. Esqueçam as Falklands hermanos... Forever... Quanto a cambada daqui que não permite navios de vossa magestic ancorarem, deve ser porque no passado, a marinha real perseguia/prendiam os mercadores de escravos que traziam da Africa rumo ao brasil, e os levavam à ferros. Mais uma herança maldita de portugal. Abraços à todos os 44%...

Tuco em 10 de fevereiro de 2012

. Das duas, uma: ou se esqueceram da surra, ou gostam de apanhar. .

Joe em 10 de fevereiro de 2012

Prezado Setti, a frase não é nova, mas vale repeti-la. Tristes trópicos estes. Juntaram-se Um Bolívar de Hospício, um Índio de Araque, um Reprodutor de Batina, uma Dilmula e a Miss Botox para infernizar a vida dos britânicos e kelpers. É lógico que a vinda do príncipe tem um significado, porém reclamar que um militar está de farda é o mesmo que reclamar que os padres da ilha estariam usando batina. A Argentina vive impondo derrotas comerciais ao Brasil, não jogando conforme as regras, violando acordos, impedindo que as trocas se façam de forma livre, embora queiram remeter para cá mercadorias sem a reciprocidade de tratamento, e a nossa presidente se cala solenemente, nada fazendo para proteger a indústria nacional. Quando o Gen. Lino Oviedo tentou dar um Golpe de Estado no Paraguai o Pres. Fernando Henrique mandou avisá-lo que não teria o apoio do Brasil e, dizem as versões, que a fronteira poderia ser fechada. O General desistiu e acabou se exilando no Brasil. Tenho saudades dos tempos em que os presidentes do Brasil costumavam ficar do lado correto da história.

wilson em 10 de fevereiro de 2012

Praga de urubú magro não mata cavalo gordo, a madame tinha agradecer mil vezes os ingleses por ter ajudado a acabar com a ditadura, ingrata.

Dorinha' em 10 de fevereiro de 2012

Esta senhora é lamentável. Remete a Argentina ao pior time do terceiro-mundismo da América Latina. Ironias da história: até meados dos anos 80, os argentinos gostavam de rotular os brasileiros de 'macaquitos'. Hoje, com movimentos como "Cristina Eterna" y "La Sangre por Cristina", o apodo volta-se contra eles em uma escala que não chega sequer aos primatas mais evoluídos - como homo sapiens e chimpanzés...

Luiz Pereira em 10 de fevereiro de 2012

Setti, boa noite, A fala não é menos ridícula do quem a profere. Aliás, são duas as pessoas a proferi-la: a presidente e "Él", seu cambondo de estimação. abs

Myrian Elizabeth em 10 de fevereiro de 2012

rsrsrsrs toda vez que a Argentina chega à beira do abismo, essa gente desenterra as Falklands rsrsrs Ridículo epic :) Verdade que os navios vindos das Falklands não podem aportar em portos do Brasil? Em resposta a sua pergunta, cara Myrian, sim. Abraços

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