Amigos, vocês viram a grande novidade de hoje?

Não, nada a ver com Osama Bin Laden. Trata-se da farra aprovada pela Câmara dos Deputados, prevendo que o eleitorado do Pará se pronuncie, em plebiscito que ocorreria em novembro, sobre o desmembramento do Estado e a criação de dois novos Estados brasileiros: os de Carajás e de Tapajós.

O plebiscito sobre um Estado de Carajás já está decidido: o projeto de decreto legislativo a respeito fora aprovado pelo Senado e agora irá à promulgação. Já o de Tajapós ainda precisa ser votado pelo Senado – com adivinhem que resultado?

Chamei de “farra”, e justifico: dois novos Estados não vão melhorar em nada a população das respectivas regiões – 1,4 milhão de brasileiros que vivem em municípios do sul e do sudeste do Pará, em área de 284 mil quilômetros quadrados, no caso de Carajás, tendo Marabá como a maior cidade; no caso de Tapajós, 1,7 milhão de cidadãos espalhados por municípios do sudoeste do Pará e da região denominada Baixo Amazonas, mais ao norte, sendo que Santarém é a cidade mais populosa.

Dependurados no governo federal

Dois novos Estados não vão significar progresso, nem desenvolvimento, nem melhorias: irão, sim, implicar em dois novos governadores, dois novos vices, dezenas de secretários de Estado, seis senadores, 16 deputados federais (8 por Estado é o número mínimo), duas Assembleias Legislativas com uma boa centena de deputados estaduais, dois Tribunais de Justiça com seus desembargadores, dois Tribunais Regionais Eleitorais mais seus juízes, e dois Tribunais de Contas e respectivos conselheiros – e, claro, uma multidão ainda impossível de calcular de funcionários públicos.

Esses dois novos Estados não terão suficiente arrecadação própria, e ficarão por longos anos dependurados no Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE), mantido com uma bela fatia dos impostos federais — 21,5% da receita arrecadada com o imposto de renda (IR) e idem do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Se é que ainda não precisarão de injeções extras de recursos da União.

Farra, e farra da grossa, com governadores, vices, secretários, deputados, desembargadores, conselheiros e milhares de novos funcionários – tudo pago pelo seu, pelo meu, pelo nosso dinheiro.

E com aprovação geral de governo e oposição. Só o PSOL votou contra.

Com a pesada campanha e os interesses dos políticos envolvidos, inclusive prefeitos, muito provavelmente os plebiscitos terão o “sim” como resultado.

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thairis em 06 de dezembro de 2011

nao apoiiooo*****

matheus diaz em 31 de outubro de 2011

eu acho que não dividiria o estado moro no pará ha 11 anos vim da argentina e moro no nordeste do estado, e não vejo nada de beneficios para os habitantes, tanto dos três estados, o gover quer tirar mas dinheiro do povo e ogoverno fesederal não investe em nada nos estado do norte com excessão do amazonas, o para é o mas explorado poderia ser uns dos mais desenvolvidos,mas quando o governo federal repassa o dinheiro é mtt pouco, para um estado grande onde em todas as regioes tem habitantes, diferente do amzona estado grade mas com comsentração apenas na região de manaus. e ñ adianta dividir para desenvolver ,se fosse por isso o estado do alagoas seria o mas potente do pais e não São Paulo! POVO PARAENSE NÃO DEIXEM O QUE É DE TODOS V6 SER TIRADO AINDA MAIS DE V6 VOTEM NAO!55! ELES NÃO QEREM O SE BEM , MAS OS SEUS BENS!

AUREO ROFFÉ em 26 de setembro de 2011

Consigo entender a visão de quem não quer dividir a fatia do bolo, afinal de contas são muitos anos desfrutando daquilo que produzimos. A farra já acontece ha muitos anos em outras regiões com os nossos tesouros. A solução seria acabar com a farra já existente, diminuir com a colonização politica, e dar vez aqueles que já engoliram goela abaixo muitos discursos de intelectuóides de beira de sofaco.

Fernando Leopoldino em 17 de setembro de 2011

Sou cearense mas, em razão de um concurso público, moro em Itaituba, sudoeste do Pará. Acredito que a divisão será, a médio e longo prazo, muito benéfica para o Brasil como um todo. Esta região tem características próprias e precisa de investimentos macisos para o seu desenvolvimento.

Igor em 05 de setembro de 2011

Interessante! Pessoal do interior elege prefeitos e outros políticos incompetentes ou corruptos e a culpa do descaso da região é a capital Belém. A "brilhante" solução do problema segundo os separatistas: promover esses mesmo políticos a cargos mais elevados como Governador, Senadores etc. Evidentemente que o ônus dessa palhaçada que fique com os demais brasileiros que terão que bancar com 3 estados deficitários no mesmo estilo do Amapá. Viva a lei de Gersón! Viva a Corrupção! Viva o Brasil! PS: Não me venham com este argumento chifrim de escola e saúde porque o serviço desses bens é lastimável em todo o país, e não será diferente por essas bandas.

leila em 31 de agosto de 2011

Meu caro Setti, pimenta nos olhos dos outros é refresco! vou te contar só um pouquinho da história destas regiões pois tenho conhecimento de causa, bom para começar a região do estado do tapajós é uma das que mais tem potencial hídrico no país, já forneceu madeira, borracha, e em um passado mais recente encheu os cofres de muita gente em belém e sudeste do brasil com ouro vindo dos garimpos de nossa região, e o que sobrou para nós? pobreza, mercúrio e más condições de vida. Ali perto de santarém tem uma mina de balxita explorada com muitos funcionários vindos do sul e sudeste pois não temos universidades que formem estes profissionais...tudo bem e o que recebemos em troca? aumento de dst's, grilagem e alguns de nossa terra sendo explorados como peões. E em marabá então? correm milhões de reais em verdadeiros eldorados e exploração de minérios de ferro que durarão 200 anos ! cadê os royates? a cidade é violenta e mal cuidada, com certeza o dinheiro não está lá, deve ter ido para o nosso "grande pará" como gostam de chamar os "esclarecidos" de Belém. É muito fácil pensar que em nada colaboramos com o país, mas ninguém pensa no que já produzimos (a maior parte da extração de riqueza natural exportada do país vem daqui)e quase nada recebemos de volta porque os políticos estão muito distantes de nós, moro nesta região que tem os maiores rios e não tenho água na torneira da minha casa, nunca vi um sistema de tratamento de esgoto, sim senhor, nós aqui também pagamos impostos altos como todos os brasileiros, merecemos receber um pouco do que já doamos ao país, e ao estado, e acredite, já tentamos de todas as maneiras conseguir isso dentro do "grande pará" , queremos apenas ter a dignidade de reclamar na cara dos representantes do nosso estado, coisa que não podemos fazer agora,pois eles estão a 1.520 km de distância de nós em Santarém, por exemplo. só quem sofre na pele e que sabe, Ninguem de uma poltrona em São Paulo , no Rio ou em Belém vai sentir mais do que eu que vivo aki, falar é fácil,aceitar que eu pago muito caro para não ter retorno é que é complicado. Obrigado por expressar a sua opinião, Leila. Um abraço

miguel em 30 de agosto de 2011

Olá Setti, entendo a sua opnião. Você já foi espectador de várias barbaridades feitas com o dinheiro público e esse sentimento o motiva a fazer estes comentarios. É compreensível que as pessoas de outros Estados sejam contra, até li um comentário o qual sugeria que o prebicito deveria ser feito em todo Brasil, exceto no Pará. Esse pensamento é tão lógico que foi criada um regra para a criação de municípios fosse consutada só para a parte interessada, pois o município em sí não quer perder essa fatia do bolo. Setti, acredito que a sua inteligência não seja tão grande que chegue em nível de premunição ao afirmar que a divisão não trará desenvolvimento. Essas regiões têm potencial que acabam sendo drenados para Belém e é esse fato que motiva os habitantes de lá a votarem sim. Você falou que Palmas foi disperdício de dinheiro público, talvez. Mas Tocantins progrediu. Independente do resultado, o Pará já está dividido. Acredito que você deveria estudar mais sobre o assunto, pois para quem conhece o norte do Brasil, vc discursou despreparadamente. Só para ter noção do desinteresse com, a situação das pessoas de lá e do quanto é absurdo o sentido do texto, aqui vai uma sentença tão tola quanto:"Pq não fundir os Estados de Rio e São Paulo, teríamos menos Governadores, Deputados,..." Sentiu!? A economia desses gastos não é suficiente para unir vcs, mas vcs parecem não entender nossa realidade...

isaias dos santos neto em 30 de agosto de 2011

ESTADO DO TAPAJÓS É VIAVÉL! Exemplos como Tocantins e Mato Grosso do Sul mostram os beneficios não apenas para a região criada, mas sim para toda a região redividida. ... - DESENVOLVIMENTO ECONOMICO, URBANO, HABITACIONAL,EDUCAÇÃO, AGROPECUARIO, AGRONEGOCIO, AGRICULTURA, são exemplos das melhorias advindas do novo Estado. Em artigo no portal notajos, espõe sobre Tocantins: "As terras tocantinenses viraram o Eldorado do arroz, do gado, da soja. A zona rural deixou um pouco da subsistência e aprendeu o caminho do agronegócio e da exportação. Hoje antigo norte goiano colhe frutos da emancipação. “Nossa região era muito pobre, era uma região isolada, economicamente muito fraca e hoje passados 22 anos, esse mesmo número que ele mostrou comprovam que valeu a pena se criar o estado.” afirma o professor de história regional, Junior Batista." (http://notapajos.globo.com/lernoticias.asp?id=43293&noticia=Cria%C3%A7%C3%A3o do Tocantins é referência para Tapajós e Carajás) PORTANTO, OS ESTUDOS REALIZADO PELO IPEA SOBRE A INVIABILIDADE ECONOMICA DO NOVO ESTADO, NAO LEVA EM CONSIDERAÇÃO A ECONOMIA A PARTIR DA CRIACAO DO ESTADO, NO QUAL O AUMENTO DA ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS, NOVOS INVESTIMENTOS DO GOVERNO FEDERAL E A POSSIVEL CRIAÇÃO DA AREA DE LIVRE COMERCIO NO QUAL POR CONTA DE INCENTIVOS FISCAIS IRIAM ATRAIR GRANDES EMPRESAS MODIFICANDO ASSIM A ECONOMIA, AFETARIA DE FORMA POSITIVA NAO APENAS PARA A NOVA REGIAO, MAS SIM PARA TODA REGIAO NORTE DO PAIS. Qual será o PIB do Novo Estado? R$ 5.173 Bilhões, maior que os estados de Tocantins, Amapá, Acre e Roraima. Como ficará a distribuição de recursos na região? Em termo de Fundo de Participação do Estado (FPE), dos 123,25 milhões mensais (Receita Federal - 2005), o Estado do Pará ficará com R$ 107,3 milhões. O Estado do Tapajós passará a ter R$ 69,6 milhões em seus cofres públicos. A diferença virá da distribuição do orçamento da União. O Pará deixará de investir em 25 Municípios para trabalhar com mais recursos em 118. Qual o investimento para a instalação do Estado do Tapajós? De onde vêm os recursos? Na construção das instalações para o funcionamento do Estado do Tapajós, tais como: Sede do Governo, Assembléia Legislativa, Tribunal de Justiça, Secretaria e outros prédios, devidamente aparelhado com equipamentos básicos e necessários serão investidos R$ 904,8 milhões de reais. Os recursos, a princípio, devem sair naturalmente dos cofres da União, complementados com a receita própria do Estado do Tapajós. Como será composta a nova força política do Estado do Tapajós? Um governador; três senadores da república; oito deputados federais; uma bancada estadual de 28 representantes dos diversos municípios. A grande diferença é que o centro de decisão estará mais próximo do povo, com grandes possibilidades da maioria dos municípios ter o seu representante na Assembléia Legislativa do Estado. Que fontes de receitas serão destinadas ao suprimento dos investimentos do Estado do Tapajós? Pelas potencialidades regionais a arrecadação estadual de ICMS, IPVA, IPVNF passariam dos atuais R$ 6,6 milhões para R$ 52,8 milhões mensais; contará com 69,6 milhões como transferências constitucionais provenientes do FPE; O Estado do Tapajós terá força política para a aprovação de grandes projetos e emendas constitucionais que virão por conta desses dispositivos legais, atraindo com isso, novas verbas ao Novo Estado. Para a construção de infra-estrutura portuária, estradas outros investimentos, o Estado do Tapajós ainda terá como alternativa o financiamento de grandes projetos com recursos do Banco Mundial, BIRD, BNDS e outras agências financeiras. Além disso, terá autonomia para firmar acordos de cooperação internacional com diversos organismos nas áreas de meio ambiente, educação, saneamento básico, saúde e outros projetos que serão convertidos ao bem-estar da sociedade. DIGA SIM AO DESENVOLVIMENTO. VOTE 77 REPASSEM AO MAXIMO DE CONTATOS POSSIVEIS E VAMOS ACABAR COM O ISOLAMENTO E DESCASO DO GOVERNO ESTADUAL COM NOSSA REGIAO.

Ana Roberta em 27 de junho de 2011

Seria bom o senhor conhecer a realidade do povo dessa região, que só é lembrada qdo se fala em preservar as matas da Amazônia, fato que ai no sudeste o verde deu lugar ao cinza, e querem que o povo do Norte seja "engessado" para não progredir. Isso não seria um tipo de escravidão ? E quando o mesmo povo tenta algo melhor para sua sobrevivência é taxado de farra. Na sua opinião não vai melhorar em nada ? Como lhe falei precisas ver a realidade do povo, pois piorar não sei se seria possível!!!! DIGA SIM AO TAPAJÓS OU MELHOR SIM URGENTE !!!!!! Cara Ana, ninguém em lugar algum do Brasil quer que o Norte seja engessado para não progredir. Os brasileiros, todos, se orgulham da Amazônia e querem o progresso de seu povo. O Sudeste infelizmente tem cinza demais, mas felizmente ainda há muito verde. Toda a Serra do Mar, por exemplo, é recoberta por floresta densa, a Mata Atlântica, ao longo de milhares de quilômetros quadrados de costa. Quanto a Tajapós, depois deste post que você comenta, publicamos muita coisa de teor diferente, inclusive um Post do Leitor defendendo, com argumentos concretos e bem concatenados, a criação do Estado de Tapajós. Confira no link http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

Cleinilce Chaves em 27 de junho de 2011

"Meu filho atingiu a maioridade. Meu filho se formou. Adeus filho amado. Que Deus te acompanhe... ... Vote SIM pelo Tapajós". Não podemos separar o que nunca foi unido..... Sr. Ricardo venha conhecer o Oeste do Pará...é nosso convidado a fortalecer nossa luta centenária...

Cleinilce Chaves em 27 de junho de 2011

MEU SONHO E DE MILHARES DE VIDAS NO CORAÇÃO DA AMAZÔNIA: ESTADO DO TAPAJÓS UMA NECESSIDADE DESDE O BRASIL COLÔNIA! PESSOAS DO CONTRA: O QUE GANHARÃO MANTENDO UM ESTADO GRANDE EM TAMANHO E POBRE SOCIALMENTE??? OU O QUE VÃO PERDER EM AJUDAR MILHARES DE PESSOAS??E AINDA AJUDAR A SI PRÓPRIOS? ENTENDO QUE PARTES DO BRASIL NÃO QUEIRAM VER O NORTE FORTALECIDO, QUE CONTINUEMOS SENDO O QUINTAL QUE OS ABASTECE COM ENERGIA, MINÉRIOS, FLORESTAS...SE NÃO EXISTIR PESSOAS POR AQUI ACHO QUE SERIA MELHOR PARA MUITA GENTE, PRINCIPALMENTE ESTRANGEIROS .... UM ESTADO DO PARÁ MENOR EM TAMANHO E MAIOR EM SEGURANÇA E CONDIÇÕES DE COMPETIR COM ESTADOS DO SUL E SUDESTE! TALVEZ NÃO SEJA NADA DE QUESTÃO DE VIABILIDADE ECONÔMICA - DE ESTUDO DO IPEA! OU QUE SEJA A VIDA HUMANA DEVE VIR ACIMA DESSAS QUESTÕES, COMO DIZ A BÍBLIA VIDA EM ABUNDÂNCIA...COM DIGNIDADE E NÃO NO ABANDONO COMO O POVO DO OESTE DO PARÁ VIVE ATUALMENTE. NOSSAS BELEZAS E RECURSOS NATURAIS NÃO NOS ABASTECEM DE SAÚDE, EDUCAÇÃO, GERAÇÃO DE EMPREGO....... EU NUNCA VOU DEIXAR DE SER PARAENSE E DE AMAR O ESTADO DO PARÁ...MAS MEUS DESCENDENTES PODE SER TAPAJOARAS E TER O DIRETO DE GERIR SEUS COMANDOS E ADMINISTRAR SEUS RECURSOS E TER QUALIDADE E MELHORES PRESPECTIVAS NA VIDA. ANALISEM SOB OUTRAS ÓTICAS...SEJAMOS MAIS INTELIGENTES E UNIDOS EM PROL DO FORTALECIMENTO DA NAÇÃO AMAZÔNICA. SOU CONTRIBUINTE DO SETOR PRIVADO...NÃO TENHO NENHUM INTERESSE POLÍTICO, COMO MUITA GENTE DEVE ESTAR DE OLHO NESSA EMANCIPAÇÃO PARA TIRAR PROVEITO POR ESSE LADO, MAS INFELIZMENTE ESSE SISTEMA DE INEFICIÊNCIA DO SETOR PÚBLICO É GENERALIZADO, ENTÃO IMAGINEM COMO É UMA REGIÃO ENORME COMO A NOSSA COM ACESSOS DIFICÍLIMOS E AINDA VIVER ATÉ HOJE NOS MOLDES DE UM BRASIL COLÔNIA!

Joseci Jr em 26 de junho de 2011

Bem, eu pessoalmente acho que vai melhorar a qualidade de vida da população significativamente com a criação dos novos estados, vai haver mais investimentos nessas áreas, uma grande melhoria na infra-estrutura e novas oportunidades de emprego serão criadas. Ao meu ver o Pernambuco também deveria ser dividido em dois, o Ceará, Goias e Tocantins também, haveria uma grande melhoria na qualidade de vida das pessoas e um crescimento e desenvolvimento econômico também.

Terce Bronel em 06 de junho de 2011

Sr.Seti, entendo as suas preocupações, quando se refere a politicos, infelizmente no nosso país, a corrupção é uma das maiores do mundo. O estado do Tapajós, precisa ser criado e instalado urgentemente, só assim o desenvolvimento chegará nessa região, deixe os politicos de lado e pense nas pessoas que aqui vivem. Fico contente por você entender minhas preocupações com relação à exploração demagógica da criação de novos Estados, Terce. Alguns de seus conterrâneos não entenderam isso e me fizeram críticas duríssimas, algumas passando dos limites da boa educação. De todo modo, este é um espaço democrático, e publiquei depois de meu post inicial um Post do Leitor defendendo a criação do Estado do Tapajós, que, por sinal, teve mais leitura do que este post que você comenta. Segue o link, para o caso de você se interessar em ler. Um grande abraço e volte sempre. O link: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

Orlando Pereira em 06 de junho de 2011

A criação de novos estados já e considerado o melhor programa de desenvolvimento sócio econômico do País. A exemplo do Paraná desmembrado de São Paulo; o Estado do Amazonas desmembrado do Pará; Tocantins desmembrado de Goiás, este por sinal representava apenas 3,4% da economia de GO, hoje se reunificado representará 38% da economia. A criação d enovos Estados não custará nenhum centavo ao contribuinte, apenas haverá redistribuição do bolo orçamentário, e com o nosso dinheiro nós faremos o melhor proveito de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal e a nossa Constituição. Farra no Brasil, fazem os Municípios e Estados ricos do sul e sudeste do País, é bom lembrar que a Amazônia é o lastro econômico para todos os empréstimos que o Brasil recebeu dos bancos internacionais e que foram aplicados nas regiões bastante favorecidas, e o Norte do País "o lastro econômico" não recebe investimentos. A criação de novos estados na Amazônia é o único programa de desenvolvimento sustentável "menos impactante", melhor que siderúrgicas, indústrias textis, cortumes, etc. A região Norte representa 42% do território nacional e 17% da população brasileira, no entanto, recebe menos de 5% de investimento "vide a representação de mestres e doutores comparados ao resto do Brasil". Você acha que isso é farra? Antes de tecer comentários pejorativos, venha conhecer nossa realidade: Pará - campeão da prostituição infantil, matança de líderes sindicais, terra sem lei, sem dono, tudo por falta de investimento do governo federal. Ainda assim, isso é farra querermos um Estado ordenado, com justiça social e desnvolvimento econômico gerando emprego, trabalho. É isso que você chama de farra? Caro Orlando, o que chamei de farra é o explicado no post, e se refere a políticos oportunistas. Este é um espaço democrático, e como prova disso vou lhe passar o link de um Post do Leitor, da região do Tajapós, defendendo, com argumentos, serenamente, sem briga nem xingamento, a criação do novo Estado. Foi publicado e teve mais leitura do que meu post original. Um abraço e segue o link: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

Dr. Carlos Pantoja em 04 de junho de 2011

http://www.outroladodanoticia.com.br/inicial/13770-o-pedido-de-desculpas-de-ricardo-setti.html

Dr. Carlos Pantoja em 04 de junho de 2011

Antes de escrever algo ESTUDE REALMENTE O TEMA!

LOCUTOR SILVANNE COSTA em 04 de junho de 2011

CARO,MORO ATUALMENTE NA CIDADE DE AVEIRO,OESTE PARAENSE,PRÓXIMO A SANTARÉM,SOU FILHO DE SANTARÉM,PÉROLA DO TAPAJÓS,FIQUEI POUCO CHATEDO COM A SUA MATÉRIA,VIVEMOS NUM PAÍS DEMOCRÁTICO ONDE DEVEMOS RESPEITAR A OPINIÃO DOS OUTROS,MAS É IMPORTANTE QUE VOCÊ RECONHEÇA QUE FOI INFELIZ EM SEU ARTIGO,CARACTERIZANDO SER CONTRÁRIO A CRIAÇÃO DOS POSSIVEIS NOVOS ESTADOS EM TERRITORIO PARAENSE. MEU CARO É MUITO IMPORTANTE CONHECER DE FATO AS CAUSAS QUE LEVARAM MOVIMENTOS PRO-CARAJÁS E TAPAJOS A SE MOBOILIZAREM PARA TAL,É SABIDO QUE É DE GRANDE INTERESSE POLITICO PARTIDÁRIO DE PESSOAS QUE ALMEJAM OBTER FUTURAMENTE A GOVERNADORIA DE UM DESSES ESTADOS E VAGAS EM PREFEITURAS PRINCIPALMENTE DE SANTAREM ABRIRÃO VAGAS PARA NOVOS POLITICOS,MAS A NECESSIDADE É IMENSA,AS REGIÕES DE TAPAJOS E CARAJÁS SÃO REGIÕES QUE RECEBEM POUQUISSIMOS INVESTIMENTOS DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ,A EDUCAÇÃO EM GERAL TOTALMENTE PRECÁRIA,ESCOLAS QUASE SEM AS MINIMAS CONDIÇOES DE USO,A SAÚDE DE VEZ EM QUANDO É MANCHETE DO JORNAL NACIONAL E DENTRE OUTROS QUE INFINITAMENTE PODERIA SER ELENCADAS AQUI. NA CIDADE A QUAL EU MORO AGORA,AVEIRO NO OESTE PARAENSE,TEM MAIS DE 300 ANOS E POSSUEM APENAS 8 RUAS E NEM UM PINGO DE ASFALTO,AQUI OS CRIMINOSOS MATAM AS PESSOAS E NADA ACONTECEM,SE ROUBA E NADA,A POLICIA AQUI NÃO TEM SE QUER UMA VOADEIRA(VOADEIRA,POIS O UNICO MEIO DE ACESSO É FLUVIAL),TEM UM CARRO,E AINDA SÃO SUBMISSOS A GESTORES MUNICIPAIS..AMANHÃ OCORRERÁ UMA ELEIÇÃO SUPLEMENTAR,MOTIVO PELO QUAL PREFEITOS FORAM CASSADOS E POSSIVELMENTE OS QUE AMANHAM VENCEREM TAMBÉM SERÃO....O POR QUÊ ? AQUI NEM COMARCA TEM,NAÕ TEM FORÚM,NÃO TEM JUTIÇA ELEITORAL,NÃO TEMOS DELEGADO...NÃO TEMOS NADA,AQUI NÃO TEM LEI...E SANTARÉM SENDO CAPITAL DO TAPAJOS IRÁ MELHORAR POIS TENHO CERTEZA QUE AQUI TERÁ JUIZES,DELEGADOS E MUITAS COISA...MAS A CORRUPÇÃO VAI ACABAR É NOTORIO QUE NÃO. EM AVEIRO NÃO TEM EMPREGO O ÚNICO MEIO DE EMPREGO É A PREFEITURA E CAMARA MUNICIPAL....IMAGINEM UMA POPULAÇÃO DE 20 MIL HABITANTES..E OS RESTOI O QUE FAZEM? CONVIDO VOCÊ A VIR AO ESTADO DO PARÁ E PRINCIPALMENTE A REGIÃO DO TAPAJOS,VENHA CONHECER A BELEZAS NATURAIS DA NOSSA TERRA,COMER PEIXES DELICIOSOS PESCADOS NA HORA,MAS NÃO DEIXANDO DE VERIFICAR IN LOCO AS REIAS NECESSIDADES DESSES POVO,VENHA ATÉ AVEIRO ,VENHA ATÉ AO TAPAJOS. ABRAÇOS ! Caro Silvanne, Obrigado por sua visita, por seu comentário e pelo seu convite. Já conheço essa maravilhosa região, que é realmente desassistida. Aproveito para lhe passar o link de um Post do Leitor escrito por um amigo da coluna que reside na região e que é favorável à criação do Estado do Tapajós. Como este é um espaço democrático, publiquei-o com o mesmo destaque que dei a meu post inicial. Um abração e lá vai o link: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

Jardel Gores. em 04 de junho de 2011

Caro senhor Setti! Creio não termos dúvida da complexidade de tal assunto. Creio que seus argumentos e ainda suposições em breves momentos, foram fundamentadas e repensados, pois da mesma maneira compartilho de tais ideias em inúmeras questões políticas. Não preciso ser historiador e geógrafo de profissão, como sou, para debater em momentos da historicidade vergonhosa e construtora de ídolos como infelizmente teve nosso Brasil. Não precisamos ainda atentar as inúmeras belezas naturais, como principalmente riquezas materiais que possuem a região Norte, sendo elas ja exploradas ou não em questões geográficas. Descrevo isso, pois além de felizmente ser e sermos agraciados com bombardeios de informações da a cada instante, pude pessoalmente vivenciar ou perceber tais experiências. Atualmente moro em Rio do Sul, cidade do interior de Santa Catarina, porém a um ano atras realizei um sonho em viajar e morar em uma região do Norte. Neste caminho, de investigações, acasos, e desejos, escolhi Santarém como destino de vida, e trabalho, visto que a mesma cidade apresenta grandes potenciais econômicos e sociais. Mas caro amigo, não esquecendo contudo do item cultural colonizador, é alarmante o que depara-se ao chegar na região Norte brasileira, ou precisamente em Santarém. A morosidade, os desvios públicos, a burocracia, e as conhecidas verbas que se encaminham a saudosa capital de Belém, atravancam em muito o progresso tão ansiado e aspirado por tal região e povo. Pode a olhos, "sulistas" das migrações da década de 70 que levaram a prosperidade para o Norte, na construção militar da transamazônica, faltar ao povo da norte organização, mas jamais a força de trabalho e orgulho se caracterizar a o povo do Tapajós. Não sendo pessimista, também comungo convosco o perigo de efetivar-se novos cargos públicos, e ainda não objetivando uma utopia crônica, espero e desejo piamente reencontrar em breve Santarém, ou qualquer que seja a cidade no Norte, em melhores condições sociais. Pois se aqui no Sul, os professores estaduais estão em greve, a saúde pública caminha mau, e a questão da segurança esta complicadíssima, tais conceitos se agravam no Norte, sendo ainda acrescentada as vias publicas deflagrando um enorme descaso. Acredito que na independia de tais territórios a consciência nasça com melhoras significativas para o povo, pois da maneira burocracia que esta, e assim o isolamento que encontra-se tais cidades do Norte não condições mínimas para possibilitar melhoras sociais. Grato pela leitura. Caro Jardel, Quem agradece sou eu, pela visita e pelo comentário. Aproveito para lhe passar o link de um Post do Leitor feito por um amigo da coluna que reside na região e defende a criação do Estado de Tapajós. Um abraço e lá vai o link: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

Jéssica Jodan em 03 de junho de 2011

O sr. é um burgues. Nunca viu a cheia e a vazao dos nossos rios, nunca sequer compartilhou da exclusao social e de politicas publicas que sofremos. Vc é um tipico da sua regiao, explorador e egoista. O mundo nao gira em torno de vc´s Minha Nossa Senhora, Jéssica. Então você já sabe tudo da minha vida. Nunca vi isso, nunca vi aquilo, sou "um burguês", nada sei do que sofrem as pessoas no Brasil. E -- olha lá o preconceito, quase o racismo, hein? -- sou também "típico de minha região", o que significa ser "explorador e egoísta". Você se refere por acaso aos 42 milhões de habitantes do Estado de São Paulo? Todo mundo aqui é "explorador e egoísta"? E de onde é que você tirou que o mundo giraria em torno de "nós"? "Nós", quem, cara-pálida? Diferentemente de você, que já vai atacando e ofendendo quem não conhece, detenho um espaço democrático no blog, e acolhi muitas opiniões favoráveis à criação do Estado do Tajapós. Inclusive publiquei um Post do Leitor, civilizado e repleto de argumentos -- e, portanto, bem diferente de seu comentário -- defendendo a medida. Se quiser, leia no link http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/ E faça o favor de ter mais educação. Aqui é um blog de família. Saudações

Sandro Amazonas em 02 de junho de 2011

Caro jornalista Ricardo Setti, obrigado por divulgar em seu blog, as opiniões do povo de nossa região. Peço desculpas, pelas palavras asperas daqueles que se excederam nos comentários. E peço licença novamente para o Sr. publicar um artigo muito interessante que me enviaram pela net. QUANTO CUSTA CRIAR UM NOVO ESTADO DA FEDERAÇÃO? Por Sandro Araújo Imagine a situação: corre o ano de 1985. Você é um empreendedor e resolve estabelecer uma micro-empresa na cidade de Tocantinópolis, Goiás. Para obter a documentação necessária à instalação da empresa é necessária ao menos uma ida à capital do estado. Entre Tocantinópolis e Goiânia a distância a ser percorrida é de 1.287km. De carro, no mínimo 16 horas pela rodovia Belém-Brasília. Não é tão simples abrir uma micro-empresa… Noutra situação, um advogado da cidade de Araguaína precisa obter um habeas corpus para um cliente que foi preso. A ida a Goiânia é obrigatória para a obtenção da liberdade do cliente. Deverá percorrer 1.140km em pelo menos 13 horas e meia. Isto apenas de ida! Outro colega, da cidade de Araguatins, cujo cliente ficou inconformado com uma decisão judicial desfavorável, precisa ir ao Tribunal de Justiça em Goiânia para acompanhar um recurso judicial. São 1.381km a percorrer, boa parte pela mesma Belém-Brasília. Estes três casos ilustram a realidade vivida pela população do atual estado do Tocantins para exercer direitos simples ligados à cidadania: o acesso à justiça ou mesmo a regularização de uma empresa. Noutros casos, pessoas com graves problemas de saúde também precisavam percorrer distâncias semelhantes à busca de atendimento nos hospitais da capital goiana. Ressalte-se que boa parte dos atendimentos públicos de saúde era disponível apenas na capital. O Brasil é um país enorme. Mesmo com o desmembramento de Tocantins, ocorrido após a promulgação da atual Constituição Federal, em 1988, o acesso aos serviços públicos citados ainda demanda boa dose de paciência na estrada. Mas hoje o advogado de Araguatins precisa percorrer “apenas” 617km para chegar ao Tribunal de Justiça. Seu colega de Araguaína, 375km. E o empresário de Tocantinópolis, 521km. Em todos os casos, houve a economia de pelo menos 750km. Quem vive em Santana do Araguaia, cidade do sul do Pará, quase divisa com Tocantins e Mato Grosso, para abrir uma empresa, ter acesso à saúde ou ainda lidar com processos no Tribunal de Justiça do estado, precisa percorrer 1.203km. Quem vive em Itaituba, no Oeste do Pará, quase divisa com o Amazonas, percorre 1.374km para ir à capital. E o caminho inclui travessia em balsa. Outras cidades, como Novo Progresso, exigem do cidadão o percurso de 1.703km até a capital! Detalhe: todas as cidades citadas possuem acesso “facilitado” pelas poucas rodovias federais que cortam o território paraense. Na esteira da aprovação pelo Congresso Nacional da realização de plebiscitos para a possível criação dos novos estados de Carajás e Tapajós, reportagem divulgada no portal g1 alerta: “Tapajós e Carajás seriam estados inviáveis, calcula economista do IPEA“. Em resumo, o estudo informa que “os estados do Tapajós e de Carajás teriam, respectivamente, um custo de manutenção de R$ 2,2 bilhões e R$ 2,9 bilhões ao ano“. Diz ainda: “Diante da arrecadação projetada para os dois estados, os custos resultariam num déficit de R$ 2,16 bilhões, somando ambos, a ser coberto pelo governo federal” e completa: “O PIB do Pará em 2008, [...] foi de R$ 58,52 bilhões, e o estado gastou 16% disso com a manutenção da máquina pública. O estado do Tapajós gastaria cerca de 51% do seu PIB e o de Carajás, 23%. A média nacional é de 12,72%.“ Tratar a viabilidade ou a inviabilidade da criação de uma nova unidade da federação pela simples comparação do custo de instalação da mesma com o PIB que gera é, no mínimo, desleal. De fato, um dos principais motivadores para a criação é exatamente o estímulo ao desenvolvimento da região – o que, por si só, é enorme catalizador e impulsionador ao crescimento do PIB. Dados do IBGE permitem verificar esta afirmação: enquanto o PIB Nacional, a preços correntes, saltou de R$ 1.064.999.712 em 1999 para R$ 3.031.864.490 em 2008, com aumento de 284,7%, no estado do Tocantins o PIB saltou de R$ 3.015.695 para R$ 13.090.837, ou seja, 434%. Daí já se depreende que, pelo “simples” crescimento do PIB, o valor a ser gasto na manutenção de um novo estado, comparativamente ao PIB, tende a decrescer. Aplicada a mesma projeção, digamos, ao futuro estado do Carajás, em dez anos o custo da máquina administrativa em relação ao PIB deveria cair de 23% para 15%. Note-se que, em 1999, Tocantins já contava com 10 anos de instalação: nos anos que se seguiram à emancipação, a taxa de crescimento da economia do estado foi ainda mais vigorosa. Mais uma vez: não se deve julgar a “viabilidade” de uma nova unidade da federação exclusivamente pelo custo de instalação. A máxima econômica do “Custo x Oportunidade”, talvez aqui mais que noutras situações, é válida. Imagine-se a quantidade de oportunidades que se seguem à criação de uma nova capital, por exemplo. Na década de 1930, Goiânia surgiu e hoje é uma das mais dinâmicas cidades do país. Na década de 1950, iniciou-se a construção de Brasília e a capital nacional é hoje Patrimônio Mundial, abrigando mais de 2 milhões de pessoas: um em cada 100 brasileiros reside no Distrito Federal! Instalada de fato em 1º de janeiro de 1990, Palmas hoje abriga mais de 200 mil pessoas. Se antes os goianos do norte precisavam se deslocar para Goiânia para tudo, inclusive para o acesso ao ensino superior, hoje Palmas conta inclusive com uma Universidade Federal. Outro aspecto da discussão sobre o custo efetivo da instalação de um novo estado é sinalizado pelo próprio estudo do IPEA. Se somados os futuros estados de Tapajós e Carajás custariam R$ 5,1 bilhões por ano para funcionar, já arrecadam atualmente R$ 3 bilhões: ou seja, o “complemento” necessário é de R$ 2,1 bilhões. Comparativamente, o que são, hoje, 2 bilhões de reais dentro do Orçamento Geral da União? O orçamento da união, em 2011, prevê gastos da ordem de R$ 1.287.501.217.949 – quase um trilhão e trezentos bilhões de reais! Outros R$ 678.514.678.262 são previstos para a “rolagem da dívida pública”. Tomando-se por base o estudo do IPEA, o acréscimo de 2,1 bilhões necessários à instalação corresponderia a 0,16% do orçamento 2011! O Ministério das Cidades possui previstos para 2011 gastos da ordem de 22 bilhões de reais. O Ministério das Comunicações, por sua vez, tem orçamento de 4,37 bilhões em 2011. As Transferências a Estados, Municípios e ao Distrito Federal, de onde sairiam boa parte dos recursos para a instalação dos novos estados, possuem previsão de 178 bilhões de reais em 2011. Bastariam 1,18% destas transferências para viabilizar a instalação de Carajás e Tapajós! A criação dos estados é, naturalmente, um jogo de perde-e-ganha. Se a população residente nos novos estados tem muito a ganhar, é de se esperar reação contrária por parte dos residentes no que restará sendo o estado do Pará. De fato, se Carajás e Tapajós forem criados, o Pará verá seu território reduzido a apenas 17% do atual. No caso do Tocantins, Goiás perdeu “apenas” 45% de seu território, conservando a parte mais rica, situada ao sul. Por seu turno, o “novo” Pará ainda permaneceria com 60% da população atual e boa parte do PIB. A perda de território, porém, não parece ser bem “digerida” pelos “novos” paraenses. O próprio governador do estado, Simão Jatene, afirmou ser favorável ao plebiscito, mas sublinhou que a população “deve ter total clareza do que vai escolher e suas reais consequências”. O IPEA, como órgão vinculado ao Governo Federal, que ficaria com a “conta” da instalação dos novos estados, faz o jogo do “é inviável”, vai ser “caro”, o contribuinte não aguenta mais… Em artigo publicado em sítio dedicado ao estado do Carajás, é possível ver um aspecto curioso sobre a Divisão Territorial no Brasil, especialmente quando da criação do estado do Paraná – hoje um dos mais pujantes do país, o qual, à época e para os burocratas de plantão, era também considerado “inviável”. A aprovação dos plebiscitos, pelo Congresso Nacional, é um enorme passo para a eventual criação dos novos estados. A população diretamente envolvida será ouvida e poderá, democraticamente, decidir seu futuro. A conta da instalação pode ser alta. Mas os diversos exemplos permitem prever que todos ganharemos: os paraenses, os carajaenses os tapajoenses e o resto do Brasil. A justificativa do custo, como demonstrado, não pode e não deverá ser óbice à realização do anseio da população. ---- Publicado em http://www.araujosam.net/2011/05/quanto-custa-criar-um-novo-estado-da-federacao/

Diego madson em 29 de maio de 2011

Seu cmentario , foi muito injusto cm o povo de nossa região,ficamos profundamente sentido cm arevista veja,poxa, o povo do oeste do pa luta a mais de um século por essa causa e o senhor faz um cmentArio desse em uma revista q é ConheCida nacionalmente ,onde a maioria da população não conhece a nossa história nossa luta ,concertaza a maioria será contra ,pois vcs tem um veículo de grande Massa,e nós?,nos somos pequenos,por isso lutamos para sejamos lembrados e nosso lado também seja ouvido.dizer q o Tapajós e Carajás não trará o desenvolvimento,é um argumento que já caiu por terra diante do Tocantins e mato -grosso do sul. Caro Diego, O blog está aberto para opiniões que defendam, com argumentos, a criação dos novos Estados. Um leitor enviou um comentário tão bem fundamentado que publiquei como Post do Leitor. Veja no link http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

Jubal em 27 de maio de 2011

Caro jornalista, sempre é necessário que se leia textos como este escrito por você (desculpe a intimidade) sobre temas polêmicos. E a emancipação dos habitantes destas regiões citadas no texto é realmente polemizadora. Em primeiro lugar devemos sim nos preocupar com a farra do dinheiro público que será gerada por esta situação. Mas não deveríamos perguntar também sobre a farra do dinheiro público que está sendo diuturnamente gerada pela atual administração federal/estadual/municipal em todo este imenso país? Você fala em aumento de despesas, mas nós acenamos com a real atuação de agentes públicos em regiões mal assistidas pelos mesmos governos que não são solidários ao nosso momento de penúria. A distancia da capital em relação ao muncípio de Terra Santa, por exemplo, não permite que haja uma assistencia proclamada constitucionalmente. Isto é possível? Quando ocorre um desastre natural (como recentemente o de Miritituba) a assistencia social e material do Estado demora semanas para ser concretizada, pois o comando da Defessa Civil permanece em Belém, distante 1.000 quilometros da cidade de Itaituba. Se estiver mais perto não melhorará a vida da população desassistida? Por aqui não só existe uma única estrada estadualizada: a Transgsrimpeira, mas o governo estadual não coloca um centavo para sua manutenção normal e nem manda técnicos verificar a sua situação. Se o governo estiver mais perto não melhorará a vida dos seus habitantes? No município de Curuá, não existe uma agencia bancária e o pagamento do funcionalismo depende de transporte dos valores por conta do próprio prefeito, que corre o risco de assaltos. Assim como também não existe um meio de transporte normatizado pelas agencias reguladoras de transporte. Uma pressão de perto não melhorará a vida dos habitantes de lá? Poderia ficar citando os problemas de cada município que está envolvido neste desejo de emancipação, mas seria "chover no molhado". Você cita, em resposta a um comentário, que seu irmão médico teria trabalhado nesta região, em lugar inóspito. Como ele deve estar se sentindo agora quando há a esperança de melhora da assistencia médica, social e moral deste povo? Você talvez não saiba que a emancipação de Belém é um desejo secular dos tapajônicos e que também estamos preocupados em dar uma resposta concreta àqueles que só desejam melhorar a sua situação financeira através de farras públicas, pois os mais jovens estão preocupados em pressionar estes políticos para que sejam expurgados da vida pública. Caro Jubal, Obrigado pela visita ao blog e pelo comentário educado e informativo. Outro morador da região escreveu um comentário que considerei substancioso e informativo, em que, em vez de me agredir e ofender, como fizeram alguns leitores, trouxe excelentes argumentos concretos à discussão. Eu pedi autorização a ele para publicar como Post do Leitor, e assim foi. Esse post foi MAIS LIDO e MAIS ACESSADO do que o post original, este que você agora está comentando. O link do Post do Leitor é http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/ Aproveito para convidá-lo a escrever um Post do Leitor com os seus argumentos e exemplos. Este seu comentário já é bem interessante, mas, escrevendo para publicar, você certamente quererá mais tempo. Estou à sua disposição. Um abraço e volte sempre.

Ivanilce Silva dos Santos em 27 de maio de 2011

Caro Colunista, Peço-lhe que ao expor comentários sobre um fato tão importante procure obter mais informações plausíveis sobre a região analisada.Seus comentários denotam profundo desconhecimento da realidade local.Não utilizarei de dados técnicos,estatísticos e econômicos para comprovar a urgência da criação do Estado do Tapajós,como os outros leitores fizeram.Somente quero destacar algumas caracteríticas culturais marginalizadas pela administração central do estado do Pará e da população da região metropolitana que ignora a nossas peculiaridades culturais como o Círio de Nossa Senhora da Conceição,O Sairé,a música regional,a cultura cabocla de modo geral,e outros.Dando visibilidade apenas ao que é do centro e buscando ainda nos colocar numa camisa de força,ou seja querendo forjar uma identidade paraense homogênea e coesa o que não é possível em vista da diversidade etnica e cultural do nosso povo.A possibilidade de novos estados possivelmente favoreceriam que essas minorias artíticas e culturais obtivessem mais visibilidade e assistência do poder público.

Sandro Amazonas em 27 de maio de 2011

Quanto suas respostas para ler o post do leitor: Por falar em espaço democrático, sugiro que você leia Post do Leitor defendendo, com argumentos, a criação do Estado de Tajapós no link http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/ Sugiro que o senhor publique não somente na sua coluna/blog o referido artigo, mas também consiga junto ao seu diretor de redação, espaço na REVISTA VEJA, pois seu artigo infelizmente, conseguiu levar muitas pessoas a criticarema criação do Estado, com argumentos de: mais despesas para o País, mais politicos corruptos, ladrões..... e infelizmente estão conseguindo sufocar o foco principal da luta do povo desta região que é conseguir ser independente da capital do estado que só envia o que sobra para a nossa região, ficamos abandonados, sem investimentos (saúde, educação, infra-estrutura, segurança, emprego e renda), pois estes investimentos se concentram na Capital e cidades próximas. Por isso lhe peço assim como conseguiu 'armar' aqueles que são contra a Criação do Estado do Tapajós, ajude a nossa região divulgando a nível nacional na Excelente revista VEJA, do qual sou leitor assiduo, pelo menos o artigo do Caetano Scannavino Filho, para que as pessoas que infelizmente estão sendo influenciadas negativamente pelos comentários, tenham a chance de obterem outras informações. Caro Sandro, Não sou responsável pela publicação de artigos em VEJA, e normalmente não é o tipo de artigo que a revista publique -- artigo sem ter sido solicitado. Se eu "armei" os que são contra a criação do Estado do Tapajós (e quem sou eu para ter feito isto a partir deste modesto espaço?), preciso lhe dar uma informação importante retirada do nosso instrumento de edição aqui no blog: o Post do Leitor Caetano Scannavino Filho obteve o TRIPLO de acessos do que meu post inicial. E está sendo reproduzido em centenas -- centenas -- de blogs pelo país afora. Vocês também podem divulgá-lo à vontade. Um abraço

Fábio Cunha em 27 de maio de 2011

O senhor não sabe o que é ver ventiladores caindo nas cabeças de crianças, crianças sentando no chão, muros das escolas desabando, sabe porquê, porque há quilometros de distancia entre nosso municipio e a capital do estado, onde está a secretaria estadual de educação (só lembrando de barco pelos rios da amazônia são 3 dias, tenho que dizer rios, pois, pelo seu comentário, sem o minimo conhecimento da região o senhor pode bem pensar que de Santarém à Belem é pelo mar), a região oeste do Pará (Estado do Tapajos) vive a custa de emendas parlamentares, ou seja precisamos de algumas emendas acerca de investimentos básicos, como educação, saúde e segurança. De maneira nenhuma acreditamos que o Tapajós irá solucionar todos os nossos problemas seria pretensão demais, mas temos certeza que solucionará inumeros problemas que estão a anos a cargo do governo do atual Pará e nem sequer foram analisados quiçá resolvidos. Se for para falar de gastos publicos porque então o senhor não publica algo falando sobre as GRANDIOSAS mordomias financeiras do Congresso Nacional como um todo. Uma vez veio um um representante do MEC visitar nossa cidade, até o nome da cidade ele falou erroneamente... Teremos mais autonomia política, teremos mais força de cobrança e dentre outros benefícios. Venha um dia conhecer nossa realidade, pare de ficar olhando o interior da amazônia pelo google maps e depois disso reflita. Caro Fábio, Eu sei, sim, de situações como a que você descreve, porque Deus sabe o quanto vi de injustiça, miséria e desgoverno em tantos anos como jornalista. Não precisa me agredir dizendo que só conheço a Amazônia pelo Google maps. O que sabe você de minha vida profissional, do que fiz ou deixei de fazer? Para sua informação, tanto conheço a região, até por razões pessoais, que um de meus irmãos, médicos, trabalhou por 10 anos atendendo e ajudando a milhares de pessoas no mais fundo interior do Pará, onde inclusive teve seu segundo filho. Como, porém, este é um espaço democrático, publico sua crítica injusta, e convido-o a ler um post de um conterrâneo seu que também defende o Estado de Tajapós, mas o faz educadamente, com argumentos civilizados e com dados concretos -- tanto é que este Post do Leitor foi mais acessado, muito mais, do que o meu post que você agora critica. O link é http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

Sandro Amazonas em 26 de maio de 2011

Caro colunista Ricardo Setti, provavekmente não verei meu comentário aprovado por motivos obvios, mas espero sinceramente que pelo menos o Sr. leia, pois suas informações que não refletem a realidade da nossa região, infelizmente influencia de maneira negativa no pensamento de pessoas desprovidas de informações, e que são levadas pelos comentários de pseudo intelectuais, que infelizmente são contra o nosso progresso e falam que só irá trazer maleficios para o País, mas se esquecem de falar que no estado de SP, por ex existem até sub-prefeitos para aumentarem as despesas do R$$ público, e isso caro amigo, ninguém da sua região fala contra. Aos amigos do contra tentem se aprofundar no assunto acesse sites com informações concretas e ñ compradas por qm tem o poder R$$$, pois se vc só acessar informações dos poderosos de plantão, serás sempre um alienado politico, basta te venderem uma noticia que vc irá acreditar, sem ao menos tentar analisar diversas noticias sobre o mesmo fato. Basta vê o interesse dos que detem o poder em relação a construção da Hidrelétrica de Belo Monte, que irá beneficiar as regiões + desenvolvidas do País, consequentemente os grandes empresários. Isso ninguém se preocupa ou fala abertamente. A energia gerada com a Hidrelétrica será para exportação, e a nossa energia continuará sendo a mais cara do País, e isso meus amigos ninguém debate. Pois os mesmos que vendem noticias contrárias à criação do ESTADO DO TAPAJÓS, são os que serão os grandes beneficiados com a construção da hidrelétrica de Belo Monte. E NÓS CONTINUAREMOS A PAGAR A ENERGIA MAIS CARA DO PAÍS. Sem querer ofender ninguém, + qm é contra o ESTADO do TAPAJÓS são os sanguessugas, que vivem do RR$$$$ público, e que não estão nem ai para nossa região, e que difundem suas idéias e acabam convencendo pessoas que não querem saber do desenvolvimento regional, pois devem depender tbm do R$$$ público, seja com empregos no governo ou outros tipos de beneficios, que é dado a uma pequena corja de abutres, que não sabem fazer nada a não ser divulgarem as idéias dos que realmente são beneficiados com 1 Estado imenso e sem distribuição de emprego e renda.... Chega de vivermos de esmolas. EU DIGO SIM AO ESTADO DO TAPAJÓS

Bruno Eduardo em 26 de maio de 2011

Me diga, em algum momento você veio nessas regiões para fazer uma breve visita? você ja viu falar de alguma "farra" com dinheiro da nossa região? a unica noticia que eu vi sair no noticiario foi sobre a enchente que teve em itaituba e informando que não tinha mais água potável, quando nem sequer havia água tratada sendo distribuida! Nossa região é uma região extremamente sofrida, por conta do abandono da capital... e agora você que nunca e nem sequer esteve aqui, quer vir falar de farra, e menosprezar a região onde cresci? HIPOCRITA! Xingar o jornalista, como lamentavelmente faz você, Bruno, não resolve nada. Você, pelo visto, nem sabe o que significa a palavra hipócrita. Como este espaço é democrático, lamento que você não tenha lido um Post do Leitor de um conterrâneo seu que, diferentemente de você, tem educação e enviou um comentário bem fundamentado sobre porque ele defende a divisão do Pará -- no caso específico, a criação do Estado do Tocantins. Com argumentos, fatos, explicações. Sem ofender nem ser grosseiro ou cafajeste. Eu publiquei o comentário dele como post, com fotos, e teve um enorme índice de leitura. Se você ler com um mínimo de espírito desarmado o que escrevi, verá que jamais menosprezei o povo de sua região. Nunca faria isso. A farra a que me referi é a dos políticos -- e, anote aí, você ainda vai me dar razão no futuro quando constatar o que, em nome do povo sofrido da região, os políticos vão fazer. Sim, já estive na região, sim, até porque um de meus irmãos que é médico viveu dez anos nos fundões mais recônditos do Pará, cuidou, ajudou e tratou nesse período de milhares de pessoas e, inclusive, teve um filho lá, um de meus queridos sobrinhos.

Joao Marcos Godinho em 25 de maio de 2011

É incrivel como uma revista de renome como é a REVISTA VEJA deixe um jornalista como esse, ser editor de uma coluna, tu não sabe oque escreve vai primeiro pesquisar para depois escrever algo... É mesmo! Como é que VEJA deixa um cretino como eu escrever bobagens o tempo todo? Sabe o que você deveria fazer? Dirija-se ao diretor de Redação -- veja@abril.com.br -- e peça pra ele me demitir. Vá em frente!

Cleideane Moraes em 20 de maio de 2011

Eu realmente não tinha visto os comentários pois aqui a internet é tão rápida que terminei de ler o seu texto e só depois carregou os dados completos dá página, fiquei me sentindo tão mau com o conteúdo que fui logo expressando minhas emoções.

Cleideane Moraes em 20 de maio de 2011

ok, desculpe por exagerar nos comentários, mas é que fico muito triste em morar em uma cidade centenária que não possui uma UNIVERSIDADE PÙBLICA, na minha cidade (ITAITUBA), se fraturarmos um osso temos que se deslocar até Santarém (a cidade mais próxima) que fica bem distante, e outros problemas que costumamos enfrentar que já foi mencionado por colegas abaixo. E quando vemos uma possibilidade (pois é claro que ainda é difícil, ser aprovado se a mídia continuar criticando este projeto desta forma), é tratada com desdém, vendo apenas o lado negativo, quando postei meu comentário não tinha lido o "Post do Leitor". É isso, estou com esperanças, defendo a idéia,é claro que vai existir muitos cargos políticos, e muita gente "sacana" vai se beneficiar, mas e a população. Só respondendo as colocações da colega Cinthia, realmente esta região está cheia de gente que veio de fora, primeiro a borracha, depois o ouro, a madeira e agora os concursos públicos e o exército que trás muita gente de outros estados. Querida devo lhe informar que sou estudante e minha família não é rica, mesmo assim sempre sonhamos que esta emancipação, estas pessoas que vem de fora como vc mencionou, realizam um trabalho muito importante, é a oportunidade que temos para educação, saúde e segurança, já que vem de regiões onde tiveram a oportunidade de estudar, e podem contribuir para a educação no município, recebendo pouco pelo trabalha, mas como é um "bico", vale a pena pra eles e é excelente oportunidade pra nós. att!!!

Soraia Plachi em 20 de maio de 2011

Prezado Sr. Setti, Como santarena, fiquei imensamente satisfeita por ter visto em sua coluna (que não continuarei a ler, apesar de há anos ser leitora da revista) um tema concernente à divisão do Estado do Pará e a criação dos Estados do Tapajós e Carajás. Especialmente ao ver que apesar da sua indignação no texto, o Senhor mesmo admite que a criação do novo estado é inevitável (vide comentário do Sr. Jotta - 05/05 às 16:15). Trabalho com processo legislativo e infelizmente bem longe da minha terra natal, Santarém. Entendo que a aprovação do plebiscito com a audição do povo é mais do que uma vitória da democracia. Falta muito pouco, no entanto, para que a vontade do povo seja soberana: falta que nós, do baixo e médio Amazonas e do Sul do Pará unamos nossas forças para dar voz definitiva à nossa vontade e dividir de uma vez o que hoje é impossível de administrar. De acordo com decisão do Senado (19/05), o plebiscito será submetido a votação de todos os paraenses e o resultado – favorável, com certeza – refletirá a vontade máxima do povo que é dividir. As vantagens são incomensuráveis, até para a Capital do Pará, que ainda hoje nos encara como estorvos. Longe de me indignar com os comentários feitos pelo Senhor tanto no artigo propriamente dito quanto em respostas aos leitores, fiquei muito feliz em ver que o nosso povo existe (o senhor não faz idéia do que é participar de um blog com internet discada). Toda essa barulheira fez com que ganhássemos espaço nas belas palavras do Caetano/Saúde e Alegria, em: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/ Torcemos pela divisão do estado não só para deixarmos de ser dependentes das migalhas da Capital, mas também e principalmente para lutarmos pela nossa própria identidade.

Cleideane Moraes em 20 de maio de 2011

Vejo que o Sr. só está preocupado com seu umbigo, isto é perfeitamente normal, no país capitalista em que vivemos. Isso não lhe dá o direito de afirmar com tanta propriedade que investimentos em nossa região é dinheiro jogado fora, uma região que apenas agora estão começando a asfaltar uns poucos trechos da BR 230, normal pra vocês que são acostumados com o conforto e ganhar todo investimento da União, feito umas criancinhas egoistas que não admitem dividir nada, como se fossemos os bastardos da história, os "bichos do mato", os vagabundos que não participam em nada para o aumento do PIB do país, só produzimos gastos ao governo. estou esperando mesmo o plebiscito, não vejo hora de registrar meu SIMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM!!!!! Não estou olhando para meu próprio umbigo, não, cara Cleideane. Depois deste post, numa demonstração de que temos aqui um espaço democrático, ainda publiquei um Post do Leitor longo e circunstanciado em que o amigo do blod defendia com argumentos a criação do Estado do Tajapós. Não defendi a ausência de investimentos em nenhuma região do país, não seria louco de fazer isto. Leia de novo o post. E, caso você não saiba, São Paulo, onde vivo, constribui para a União com impostos com mais do que o dobro do que recebe de volta. Ninguém falou em bastardos da história nem em vagabundos. Você está me atribuindo injustamente palavras que não escrevi nem escreveria. Saudações e boa sorte.

osni carrer em 16 de maio de 2011

caro amigo LAURO paraense, o sr. esta coberto de razao, e povo do oeste do pará, vamos mostrar pra esse brasil, que aqui tem gente, e nao bicho, que merecemos respeito sim, nao é um colunista qualquer que deve dizer oque uma regiao toda quer, e tem outra esta istoria de colunista é ridicula, pra mim nada mais é doquie alguem que naoi tem nada a fazer da vida e fica ai inventando coisas e falando da vida dos outros. att osni

osni carrer em 16 de maio de 2011

Sr. ricardo se é que o sr. merece respeito. porque nao estou vendo respeito de vossa pessoa com o povo. do oeste do pará. da vontade do povo, do ansei de milhoes de pessoas que aqui estao praticamente mendigando, favores que os governos estadual e federal oferecem a nós. gostaria muito que o sr. vise ver antes de criticar a aprovaçao pelo congresso. no resto nao vou nem entrar no merito. porque o estado do TAPAJOS, tem todos os requizitos nescessarios pela sua implantaçao, e olhe que eu sou do paraná, estou aqui a somente 8 anos, porque o sr. nao criticou a aprovaçao do estado do tocantins, na criaçao de palmas no meio do nada, sem recursos nenhum. procure se informar melhor carro colunista. é muito facil estar sentado ai onde o sr, esta e criticar os outros, nao é verdade.com certeza o sr. é da turma que nao quer dividir com os outros, quer tudo pra si proprio, ou nao.e tenho dido att.. osni

Telma em 14 de maio de 2011

Caro Ricardo, Estude sobre o subdesenvolvimento da região norte, a mais pobre e esquecida pelos grandes centros e pelas duas metropolis, Belém e Manaus, depois você faz um jornalismo mais enriquecedor aos brasileiros. Este seu texto é tendencioso e pobre, como a nossa região, não tem embasamento histórico e técnico, mas recheados nos velhos argumentos sensasionalistas típicos da revista que o senhor escreve. Telma

JPSTM em 13 de maio de 2011

Ricardo... Em uma resposta a um comentário vc faz uma citação dizendo que o governador do Tocantins já está em seu quarto mandato. Foi uma clara referencia a sua ideologia em afirmar que os novos estados são inviáveis por privilegiar uma elite. Seguindo sua teoria...me explique a quantos anos o grupo político que governa SP está no poder? Qauntos mandatos possui o governador geraldo alkmim e que pela juventude e grande manobra que tem sobre a população paulista, quanto podemos apostar quantos serão seus mandatos? A quantos anos Paulo Maluf continua no poder? Quantos filhos, irmão, esposas, maridos de Deputados Federais, Senadores, Deputados Estaduais, Prefeitos e Vereadores de SP também ocupam um cargo eletivo? Seguindo sua teoria devemos então acabar com todos os entes federados existentes no Brasil! Para SP ser o grandioso estado que é hj, quanto custo já gerou para a União? Quanto os outros Estados tiveram que contribuir para o desenvolvimento de SP? Por quantos anos a união teve q sustentar SP para hj SP sustentar a União? Pois é...sempre haverá um financiador e um financiado, mas SP é a prova que se for bem feito, o financiado vira financiador! Quando se gasta muitos Bilhões no SUL é investimento, quando se trata de gastar alguns Bilhões no NORTE é custo! Mtto deslegal sua matemática!!!

Sabrina em 13 de maio de 2011

Sr. Ricardo, em momento algum eu critique a revista. "... dois novos Estados não vão melhorar em nada a população das respectivas regiões... " Com base em qual estudo estatístico vc concluiu isso? No estudo da "suposição"? Outra coisa, não estou dizendo que políticos não irão se beneficiar disso, mas deixo claro: eles se beneficiam muito na situação de agora, no pedestal.

Lauro PARAENSE em 13 de maio de 2011

Caro Ricardo Setti, como paraense, porém residindo em Goiânia/GO, que também é um estado dividido, percebi o quanto esse estado cresceu, participei de varias reuniões, pois fazia parte do comite Pro Criação Estado Tapajós, sabemos que é obvio que o governo tera que bancar por algum tempo se for criado mesmo, assim como foi o Estado do Tocantins, estado do Amapá e Roraima, que eram territorio Federal, e nem por isso o país quebrou, agora quem vive naquelas cidade do oeste do Pará é quem sabe o quanto é dificil morar ali, abandonado por todos, tanto governo federal e estadual, além disso somente Itaituba, essa cidade ja deu ao país muito dividendos em IUM, e foi uma fortuna que o governo embolsou com a retirada do ouro que lá tem, sem contar que esse imposto na realidade ficou em São Paulo, que não produz nenhuma grama de ouro, ou seja gerou também divisas ao seu estado, e no entanto esta lá, essa cidade rica entregue a sorte, e as suas contrarias a criação do Estado do Tapajós, aos seus comentarios negativos, mais ainda quando ainda residia em Itaituba, foi um economista da Fundação Getulio Vargas, dar explicações de um estudo feito pela entidade o qual o mesmo faz parte, informando da viabilidade da criação do estado,´a titulo de informação, há varios estudos nesse sentido, bem espero que eu tenha colaborado com alguma informação. EU CREIO NA VIABILIDADE DO ESTADO DO TAPAJÓS. ESTADO DO TAPAJÓS JÁ!!!!!! ESTADO DO TAPAJÓS JÁ!!!!!! ESTADO DO TAPAJÓS JÁ!!!!!! ESTADO DO TAPAJÓS JÁ!!!!!!

Cinthia em 13 de maio de 2011

PARÁ eu te quero grande!! Texto bem sensato e com Perfeita colocação!!Destaca-se também que muitas dessas pessoas que querem a divisão do estado nao sao nascidas da região. Vieram de fora, claro investiram na regiao e agora querem dividir a nossa terra é o preço que estao nos cobrando. Muitos tem sentido essa divisao como se esse povo fosse um monte de garipeiro que vem na nossa terra explora, degrada, e agora ainda querem dividir nosso povo. Pra que?? para enriquecerem ainda mais sobre o povo que anda imensamente sofrido na nossa terra. O que deviam pensar em vez de divisao era uma politica interna eficaz e que de fato pensasse na sustentabilidade da regiao de forma sensata. Nao deixar o povo mais miseravel. Portanto conrcordo plenamente que os unicos que sairam ganhando com essa divisao sao os politicos...Acho que seria uma boa todos irem pensando em se candidatar e garantir uma fatia desse dinheiro!! Farra com dinheiro publico!!

Josenias em 12 de maio de 2011

Se todos os brasileiros manifestassem o mesmo entendimento distorcido a respeito da Amazônia, a mesma teria que ficar intocável por séculos, negando-se aos nativos da região, o direito de desfrutarem das suas riquezas insondáveis de forma sutentável. Portanto senhor jornalista, entendo que este tipo de comentário é agressivo demais para nós que vivemos aqui, e sofremos há anos este tipo de preconceito por parte e quem vive nas regiões metropolitanas do país, pois nossos impostos e riquezas naturais são transferidos para outros centros, mas, não retornam até nós na forma de investimentos em áreas cruciais como saúde e educação por exemplo. Então venha ver o que realmente é ¨FARRA¨ convivendo junto aos ribeirinhos de nossa região, em um ano em que a cheia atinge vários metros além do normal, e os recursos da capital nunca chegam até eles. Se for comentar algo, faça-o com conhecimento de causa, para não cometer o que chamamos de irresponsabilidade.

Andressa em 12 de maio de 2011

Venha pra cá e veja o que é uma verdadeira FARRA DO DINHEIRO PÚBLICO. Mais de 50% do que deve ser investido na região está indo pro bolso de uma mulher, a cidade se destruindo, tudo caindo, pessoas morrendo e veja como a prefeita, os políticos andam com um carro impecável sempre da prefeitura para casa, da casa para o aeroporto. O dinheiro usado a ser criado o estado NAO É NADA PERTO DO QUE É ROUBADO AQUI TODO MÊS. É uma máfia enorme: O que chega em Belém para cá é desviado lá e dividido com a prefeita, o que chega direto pra cá é roubado pela prefeita, já existe uma ação no MP contra ela, mas nada dá de ser feito pq ela conhece todos influentes na cidade. Tá começando a ter uma noção do local????? É um faroeste e vc ainda está incentivando a continuar como está???? A farra do dinheiro está na divisão...ahahahahaah vc precisa aprender muuuuito sobre a Amazônia para poder opinar...só pra ter uma ideia: pesquise no google PIB do Pará, Educação no Pará e Saúde no Pará...e aqui é a maior área de extração de minérios do mundo, a gente deveria viver nessa pobreza? Vc acha mesmo que um local rico ficaria em último lugar em educacao, saude e PIB se realmente nao houvesse desvios????? Por favor Ricardo, não piore o que ja está ruim. Não é seu filho que morre esperando remédios do governo. Eu aguardo um pedido de desculpas na revista. Ué, pedir desculpas como? Não ofendi ninguém. Tenho o direito à minha opinião, goste você ou não, cara Andressa. E você não tenha dúvidas: vai haver um festival de nomeações, políticos vão se aproveitar da vontade do povo, se esta for pela separação, e por aí vai. Em Tocantins, o governador que começou o movimento para a emancipação de Goiás, Siqueira Campos, eterniza uma elite no poder: está no governo pela quarta vez -- quarta vez! --, o filho já foi deputado federal e senador, seus aliados políticos já foram governadores etc. Ele inventou de construir uma cidade para ser a capital (Palmas), em vez de instalá-la em uma das boas cidades já existentes. Isso provocou o enriquecimento brutal de uma pequena elite, com a especulação imobiliária e outras circunstâncias conhecidas de nós, brasileiros. A fortuna gasta na construção de Palmas não seria mais bem aplicada em estradas, hospitais e escolas, por exemplo? E isso que temo que vá acontecer nos novos Estados de Tocantis e Carajás. Temo, não, tenho certeza de que isso vai ocorrer. Espero sinceramente que, se o povo aprovar a decisão de separar os dois territórios do Pará -- decisão que obviamente acato, como democrata -- as coisas realmente melhoresm para as populações. Mas não sei, não... Mas, para mostrar como este é um espaço democrático, publiquei um Post do Leitor que defende a criação do Estado de Tajapós. Se você não leu, está no link http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/ Um abraço

Sabrina em 12 de maio de 2011

Ah e vc só se retratou aqui no Blog, para os leitores da revista, seu artigo continua intocável. Depois de ferir nossa esperança e desprezar nossa situação (com seu artigo vc conseguiu influenciar mta gente contra a divisão) o mínimo que poderia fazer seria um novo artigo sobre o assunto. Dessa vez, sendo menos tendencioso e mostrando a realidade. Nao precisa ser a favor, basta mostrar a realidade. Sr. Ricardo, se um dia vc vier conhecer minha regiao e o projeto nao ter sido aprovado vc se sentirá muito culpado por ter influenciado negativamente e verá que nós temos razão. Por favor, venha comprovar. Eu não preciso nem argumentar. Não tem asfalto (amortecedor é trocado a cada 2 meses), nao tem saúde,nao tem educação, segurança...parece ate piada, mas vivemos assim, com esse descaso. Cara Sabrina, a revista não tem nada com isso. Não a culpe pelo que ela não fez. O que publico no blog só sai aqui. Quanto a um novo artigo sobre o assunto, preferi deixá-lo, democraticamente, a cargo de leitores favoráveis à criação do Estado, já que este é um espaço democrático. Você pode ler o texto no link http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/ Abraços

Sabrina em 12 de maio de 2011

Primeira regra do jornalismo não tendencioso: conheça sobre o que vai abordar. Ricardo, quem escreve sem conhecer o assunto acaba ferindo mais do que a esperança das pessoas que aguardam por isso como a única luz a agarrar. Vc fala daí de SP que a divisão aqui do meio da Amazônia é luxo, pergunto: vc já veio aqui no interior? Já viu criança morrer de algo tão simples: gripe, por falta de atendimento médico BÁSICO e os pais voltarem pra casa sabendo que outros filhos vão morrer do mesmo jeito? Cidades construídas em cima de palafitas pq não existe rua? Ter um processo judicial parado por mais de 5 dias, que é o tempo que leva para um documento sair da cidade e chegar a Belém, (tudo é centralizado lá)? Vc vive essa nossa realidade? Então por favor, não fale do que não sabe. Não vivo essa realidade, felizmente, mas não é preciso viver na pele para saber como o povo sofre. No caso de vocês, do interior do Pará, imagino o descalabro que foi a gestão dessa desvairada governadora Ana Júlia, do PT. As críticas que fiz, se você as for reler sem paixão regional, vai verificar que são -- ou podem ser -- pertinentes. Ou você acha que políticos interesseiros não vão se aproveitar, em benefício próprio, do eventual desejo da população? De todo modo, para lembrar a você que este é um espaço democrático, publiquei no blog, com destaque, um Post do Leitor defendendo exatamente o que critiquei -- no caso, a criação do Estado de Tapajós. Leia no link http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/ Abraços

Paulo Sena em 12 de maio de 2011

Parabéns pelo transparência de suas idéias. Com a autorização do plebiscito abriu-se um debate. E é isso que estamos exercitando, porém acho que você foi pouco emocional e meio tendencioso, não sei se para angariar acessos e comentários a sua coluna ou se realmente ficou indignado. Acho que faltou conhecimento e sensibilidade a realidade na sua abordaqem. Convido-lhe para visitar a região Oeste do Pará. E depois fazer conclusões pautadas em suas convições e na realidade local. Creio que a sabedoria lhe é peculiar, lhe fará ver que precisamos ter uma definição equilibrada sobre a criação do Estado do Tapajós, do qual sou favorável, não por bairrismo ou emocionalidade, mas por sobrevivência. Obrigado pelo comentário sereno e educado, prezado Paulo. Este é um espaço democrático e aberto a críticas. Mas, por favor, não me rebaixe como jornalista a ponto de imaginar que eu faça textos "para angariar acessos". Quando fui contratado pelo diretor de VEJA para fazer o blog, ficou claro, da parte dele, que os números de audiência, embora sempre bem-vindos, não seriam um critério para julgar o meu trabalho. Por falar em espaço democrático, sugiro que você leia Post do Leitor defendendo, com argumentos, a criação do Estado de Tajapós no link http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/ Abração

Augusto Baía em 12 de maio de 2011

Prezado Ricardo Setti, venho aqui parabeniza-lo pelo debate que seus comentários geraram não só em seu blog, mas em toda a região. Agradeço, porque deram margem ao esclarecimento dos reais motivos da criação dos novos estados e reacende o debate também aqui em nossa região. Peço desculpas pelos comentários de pessoas que interpretaram mal suas palavras. Sou professor universitário e seria muito bom que através desse veiculo de comunicação possa-se enriquecer o debate com novos temas pertinentes a emancipação de tais regiões. Saudações. Obrigado, prezado Augusto. Se você também quiser escrever um Post do Leitor como o que publiquei de um amigo do blog que defende a criação do Estado de Tajapós (veja o link http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/), o blog está à sua disposição. Um abraço

fernando leal em 12 de maio de 2011

respeito sua opnião más quero só lembrar que somos milhares de cidadões brasileiros que temos a nescidade da aproximacão como nossos representantes politicos e essa seria a forma ideal de reconhecer nossas dificuldades e nescidades.Espero um dia ter o senhor em nosso maravilhoso estado do tapajós e assim possa analisar o por que da nossa luta.Gostei da sua forma de expressar suas idéias pois da mesma forma o povo quer expressar seria justo das duas partes opniões diretas e sem ofensas. Caro Fernando, este é um espaço democrático que abriga distintas opiniões. Leia o post de um leitor que defende a criação do Estado de Tapajós e que publiquei no blog http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/ Abraços

CESAR ARAUJO em 12 de maio de 2011

TU FALAS SEM CONHECER A REALIDADE.O OESTE DA PARA TEM UMA DAS MAIORES RESERVAS DE MINERIO DO MUNDO,É O MELHOR QUE SE PODE FAZER É A UNICA CHANCE QUE TEMOS.NOSSA UNICA RODOVIA NUNCA FOI ASFALTADA. Caro César, este é um espaço democrático, onde publico críticas e posts de leitores que contesam meus pontos de vista. Se puder, leia o Post do Leitor sobre a criação do Estado de Tajapós no link http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

wagner em 12 de maio de 2011

O colunista não conheçe a real situação em que se encontra o estado do Pará - e em especial as regiôes que compreendem o Sul do estado, praticamente esquecidas perante ao estado, manter uma posição com base em conceitos pré-estabelecidos em grande centro, é não fazer o "trabalho" de campo e levantamento de pesquisas...essas regiões são detentoras das maiores riquesas no estado pará,levar em consideração habitantes por metros quadrados em um estado tão grande é ao mesmo tempo substimar a capacidade de quem lá vive. wagner sousa benedito acadêmico do curso de letras SINOP MT Caro amigo Wagner, este é um espaço democrático e abriga pontos de vista os mais diversos, e, claro, críticas ao colunista. Sobre este assunto, sugiro que leia o Post do Leitor que está no link http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/ Abraços

Anna Paula Scherer em 12 de maio de 2011

discordo em parte com que Ricardo Setti escreveu. moro na região oeste do pará, que muito provavelmente ira virar Tapajós,e sempre passamos por varios problemas com má distribuição de verbas publicas. Mas acho que a divisão do estado deve ser mais bem pensada, pois até o momento vejo o interesse de alguns pouco e na sua maioria politicos na criação desse estado. Desejo que seja feita uma pesquisa de interesse publico no assunto. Entrei a pouco tempo na Federal do Oeste do Pará, e dentro da mesma pude perceber que há: Jogo Politico,massa de manobra, e muita outras coisas que não vem ao caso falar aqui. Ela já deve ser usada de base para mostrar que coisas mal planejadas dão bastante dor de cabeça.Mas usado das palavras de um professor meu, doutor em filosofia e que respeito muito "Temos necessidade de reavaliar os nossos conceitos, ou sera que achamos que as coisas são estão certas pq meia duzia de pessoas estão falando que está."Com isso termino deixando a seguinte conselho. Caro politico expliquem para o povo a necessidade da criação do novo estado.Coloquem o lado bom e o lado ruim da coisa. deixem tudo claro. Cara Ana Paula, obrigado por seu comentário. Mas, como este é um espaço democrático, onde publico críticas e posts de leitores que contesam meus pontos de vista, publiquei um Post do Leitor defebdebdi a criação do Estado de Tajapós no link http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/ Abraços

Edward M. Luz em 11 de maio de 2011

Prezado Setti, De fato o senhor não ofendeu a ninguém voluntariamente. Sei que não queria fazê-lo. Aliás, meus parabéns por ter aberto o tema para o debate neste sério e importante veículo de comunicação que é o seu blog que tem a chancela da Veja. Aproveito para lamentar pelas respostas desaforadas e desrespeitosas que você recebeu. Não posso falar por outros, mas como cidadão tapajoara lhe peço perdão pelos desaforos, refletindo contudo que eles são a face desrespeitosa e desaforada de uma reação uníssona de pessoas que se sentiram mais ou menos ofendidas ao ver esta luta legítima, civil e democrática sendo reduzida a um joguete meramente político e interesseiro. Se há algum interesse por trás de toda esta movimentação, o principal deles é o da uma população sofrida e abandonada pelas lideranças políticas do oeste e sul do Pará que já há décadas acalenta o desejo de verem-se livre do jugo dos corja feudal de Belém. Mas não sejamos inocentes. Lamentavelmente atos ilícitos, corrupção, desvios de verba e desmandos podem acontecer na administração deste novo estado. Estamos cientes disso. Mas desde já lutaremos para que isso seja a exceção, não a regra como é atualmente no Estado do Pará. Em minhas duas décadas de Pará, conheci santarenos que sequer conheciam a capital, porque julgavam que ficava muito longe, quanto mais visitarem a Assembléia Legislativa ou protestarem contra desmandos de seu Governador. Com a capital em Santarém, esses cidadãos até então geograficamente excluídos, terão a oportunidade de ver de perto, e sobretudo de participar da vida pública e democrática de seu estado. E como eu já lhe assegurei, nós, cidadãos tapajoaras não deixaremos que nossos políticos façam farra com o dinheiro de ninguém, muito menos com o nosso dinheiro. Já sofremos com isso há décadas pois nossos impostos vão para Belém sustentar deputados fajutos, assessores fantasmas, laranjas, picaretas dentre outros servidores públicos... Não queremos que isso se repita no Tapajós. Chega de políticos corruptos, chega de Barbalhos, Passarinhos e outros clãs feudais desse grande feudo que é o atual Pará. Queremos um estado novo, moderno movido por uma consciência moderna... e esta coluna é prova disso. Sr. Setti, se o senhor ainda não se deu conta, permita-me interpretar os fatos: sua coluna do dia 05/05/2011 é até hoje a prova mais cabal e inequívoca do desejo democrático, genuíno e autêntico dos cidadãos de bem do oeste do Pará da criação dos estados do Tapajós e Carajás. Aliás é um momento histórico e eu fiz questão de copiar seu post e todos os comentários que ele gerou, que até o dia 11 de maio já ultrapassam mais de uma centena, e com exceção do seu post a grande maioria defende a criação dos dois Estados. E quem são estes que aqui escreveram? E até agora,não vi nenhum político, deputado, vereador ou prefeito escrevendo para protestar. Conheço pessoalmente muitos dos que responderam, e posso lhe garantir: são cidadãos comuns, sem filiação partidária ou vida política. São médicos, professores, jornalistas, vendedores, gerentes e até um antropólogo desocupado, mas extremamente interessado neste evento. Perceba o que aconteceu: sem querer, e acho que até sem esperar tal reação você acabou de promover uma das páginas (virtuais)mais linda da democracia participativa de nosso país. Em cinco dias uma centena de cidadãos comuns vieram com suas palavras por vezes brutas e deselegantes, ou ainda educadas e convicentes para apresentar uma outra versão dos fatos: a de que apesar de um longo o sonho (que pode se transformar num pesadelo) Tapajós e Carajás podem ser realidade, podem dar certo e pode carregar nosso projetos de futuro para essa parte abandonada da Amazônia. É um fato democrático memorável. Portanto, eu lhe agradeço pela iniciativa de expor suas idéias, ainda que parciais, sobre o Tapajós e o Carajás. Valeu pelo espaço. E mais grato ainda pela oportunidade democrática que você concede a todos nós de comentá-la e corrigí-la no que acharmos necessário. Postar a respota Scannavino."Porque sou a favor do novo Estado do Tapajós" foi de uma sensibilidade e nobreza igualmente encantadora. Scannavino expõe com argumentos claros e convincentes nossos principais motivos e razões, quase todos sustentados pela esperança de que a criação do estado nos traga melhorias das quais estamos sendo tolhidos até o momento. Deixo aqui registrado: foi duro ler o seu post, mas foi prazeroso ver a reação de cidadãos tapajoaras defendendo livre e espontaneamente o seu novo Estado. Espero não ter que passar pela vergonha e pela dor tremenda de ver que você tinha razão!!! Que estava certo ao profetizar que os estados não passavam de uma manobra política. Prefiro sinceramente acreditar, sustentar minha esperança e lutar para que você esteja e permaneça errado ao crer e anunciar que os "dois novos Estados não vão melhorar em nada a população das respectivas regiões" e que "estes dois novos Estados não vão significar progresso para a população". Lutaremos para provar que esse foi apenas um erro de previsão que serve como um alerta para todos tapajoaras avisando-nos de que este seu futuro pode infelizmente se concretizar. Conhecendo a política brasileira como você conhece, é compreensível que faça esta previsão. Sonhando com um Brasil civilizado, participativo e democrático é imprescindível que desejemos outros estados para a região e acalentemos um outro futuro para a Amazônia. Cordialmente, Edward M. Luz

Edward M. Luz em 11 de maio de 2011

Sobre o orgulho cívico dos santarenos (que agora já não aceitam mais serem chamados de mocorongos) sugiro que leia o relato de Sir. Henry Walter Bates. The Naturalist on The River Amazons (1863). Bates que passa por Santarém em 1852 já testemunhou e registrou em suas páginas o orgulho especial que tinham os santarenos em sê-lo e o pendor cívico e patriótico que poucos anos mais tarde se tornaria o motivo central do sonho da formação do estado do Tapajós. Atenciosamente, Edward M.Luz(Antropólogo Consultor) OBS: sinta-se a vontade de corrigir alguns erros de digitação do meu comentário anterior... como palavras repetidas e espaços entre linhas e caracteres.

Edward M. Luz em 11 de maio de 2011

Prezado Ricardo Setti. Em outro post seu o senhor teve a nobre atitude de retratar-se e reconhecer que errou e errou feio comentando "a suposta passageira clandestina no avião presidencial". Com todo respeito que tenho pela sua coluna e pela revista Veja, sugiro que o senhor faça o mesmo com relação ao seu texto: Farra com nosso dinheiro: Congresso abre caminho para criar dois Estados novos, desmembrados do Pará. publicado em seu blog no dia 05/05/2011. Sim, sugiro humildemente que o senhor reconheça ter errado outra vez ao ter dado nesta coluna uma interpretação desinformada sobre esta luta civil que há décadas se desenrolam em nossa terras tapajônicas. Em seu outro post você reconhece ter errado por ter se deixado levar pela leitura de uma informação errônea publicada no Estado de S. Paulo, e creio eu que o senhor errou novamente exatmente pelo mesmo motivo: ter lido somente reportagens e notícias dos jornais sulistas A Folha e o Estadão publicaram nestes dias matérias e notícias extremamente preconceituosas, parciais e errôneas sobre nossos reais motivos cívicos pela luta do Carajás e sobretudo do Tapajós (luta muito anterior à de Carajás) querendo induzir o leitor a crer que a criação dos estados do Tapajós e de Carajás não passam de manobras políticas. Além do senhor, outros economistas e jornalistas noticiaram os fatos não como uma vitória da luta democrática de uma população que há décadas sonha em sair das garras do domínio feudal dos políticos de Belém,que... esses sim sugam nossa receita. Vocês, jornalistas do sul e sudeste noticiaram os fatos como se a aprovação pela Câmara de plebiscitos para o desmembramento do Pará e criação de dois novos Estados - Carajás e Tapajós como simples manobra para criação de cargos executivos, mais empregos públicos e espaço para troca de favores políticos. "Não vejo como os problemas daquela área seriam mais bem resolvidos com essa providência", resumiu a economista Luciana Gross, da Escola de Administração da Fundação Getúlio Vargas(FGV). Permita-me dizer com todas as letras e palavras que vocês ERRAM redondamente e erram por ignorar os fatos, a história da região e a mente dos cidadãos que há décadas sonham com um estado que reaplique na sua região a verba que é enviada para a Capital e por lá fica. Eu sou antropólogo e estudo cultura política, sou goiâno de nascimento (Vianópolis-GO), mas sou tapajoara de coração pois passei minha infância e adolescência na cidade mais linda da amazônia brasileira, também conhecida como Pérola do Tapajós, a saber: Santarém, que pelo desejo de milhares de cidadãos, será futura capital do Estado do Tapajós. Nela vivi as décadas de 80 e 90 das quais me recordo com saudade cada dia vivido. Desde desde os primeiros anos da década de 90 eu tive a oportunidade de estudar e aprender com amados professores do Colégio Luterano de Santarém que nos ensinaram a sonhar e a lutar pela formação do Estado do Tapajós. Todos os professores que tive estavam à época e continuam ainda hoje empenhados nesta luta cívica e democrática pela separação e formação do Estado do Tapajós, sendo um deles, o Prof. Edivaldo Bernardo o presidente do Comitê de Formação do Estado do Tapajós. E este não é um sonho recente Sr. Setti. Remonta às primeiras décadas do século XX. Getúlio vargas foi o primeiro presidente a visitar o norte do país passando porBelém, Santarém e Manaus. Pois saiba Sr. Setti, que quando o hidroavião do presidente Getúlio Vargas pousou nas águas verdes do Tapajós, trazendo o nosso intendente (prefeito da época) já segurava em suas mãos um ofício que era o primeiro pedido formal de criação da província do Tapajós. Estávamos então em 1939 e de lá pra cá gerações de paraenses e santarenos de nascimento e de adoção vêm acalentando fervorosamente o sonho de ver essa terra dando de sí o que melhor ela pode dar: crescimento, desenvolvimento sustentável, pessoas educadas e formadas em boas universidades do Tapajós. E o senhor terá o direito de ver com os próprios olhos. Nós, cidadãos tapajoaras não deixaremos que nossos políticos façam farra com o dinheiro de ninguém, muito menos com o nosso contribuinte. Já há décadas vimos nossos impostos indo para Belém. Não deixaremos que isso se repita no Tapajós Portanto, Sr. Setti, enganam-se você e todo os outros que julgam tratar-se de jogo político ou eleitoral. A autorização do plebiscito é um passo significativo para a grande vitória democrática do povo desta região: o sonho de nos vermos libertos do julgo dos políticos da Capital e de podermos assim gerenciarmos o nosso próprio FUTURO. E Viva o Futuro que chegou realizando sonhos antigos. Viva Estado do Tapajós e todos aqueles que lutaram por mais esta vitória. E viva a democracia que nos permite lutar por aqueles sonhos em que acreditamos. Edward M. Luz Obrigado pelo seu comentário crítico, mas civilizado, caro Edward. Não acho que seja caso de retratação, não ofendi ninguém. Expressei livremente minha opinião, o que continuarei a fazer. Tampouco me inspirei em matérias do Estadão e da Folha para escrever o comentário. Lembrei-me, isto sim, de artigo que escrevi no Jornal do Brasil, onde então trabalhava, durante a Constituinte, quando houve um febre -- interesseira, diga-se de passagem -- entre os congressistas para criarem novos Estados. E coube ao falecido senador José Richa, do Paraná, relator dessa parte do projeto de Constituição, brecar, com o apoio de vários parlamentares, as loucuras que queriam fazer -- desmembrando, inclusive, o próprio Estado do Paraná, imagine você. Mas aqui é um espaço democrático, como tenho sempre repetido, caro Edward. Como exemplo disso, convido-o a ler post de um leitor favorável à criação do Estado de Tapajós, que publiquei hoje no blog. O link é http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/ Um abraço e volte sempre.

Vicente em 11 de maio de 2011

Caro jornalista Ricardo, Sou paraense e não nasci em nenhuma das cidades que comporão os novos estados, porém, vivo no Oeste paraense, defendo a criação dos estados e sei o quando é necessário a emancipação. As diferenças são gritantes em termo de incvestimentos. Um estado com extensão tão grande pode ser melhor aproveitado em termos de investimentos a médio e longo prazo. Do jeito que está, vivendo grande parte do extrativismo com os recursos aplicados em infra-estrutura da capital e região metropolitana é que é prejuízo para a nação. O Pará é grande demais para ser administrado com eficiência. O grande parque industrial do estado está na região metropolitana, assim como 70% dos ivestimentos. O que acarreta uma dívida sócio-econômica imensurável para com os municípios que formarão os futuros estados. São dessas regiões interioranas que saem os recursos para manter 41 deputados estaduais. O interior contribui com o superávit da balança comercial dos 4,8 bilhões de exportações contra 400 milhões de importações. Como consegue isso? Com extrativismo dos minérios, madeira, pescado, especificamente "ouro", entre outros que de certa forma engordam os números do PIB (metropolitano) paraense e do PIB brasileiro. Regiões como Santarém, a futura capital do tapajós, tem potencial turístico fantástico a ser explorado. Hoje a região Oeste do Pará já vive uma realidade similar a divisão. veja bem, a cidade de Santarém, funciona como uma metrópole intermediária, aqui tem sede regional da Secretaria da Fazenda, Hospital Regional, aeroporto, Porto mercante, porto graneleiro, Centros de integração regional das secretarias de estado, etc... Isso confirma a necessidade de ter-se uma adminitração da região com autonomia administrar e desenvolver-se como estado. Em poucos anos, a nação vai agradecer pelos resultados esperados. Obrigado por sua visita e seu comentário, Vicente. Se puder, leia o post http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

Ediego Batista em 11 de maio de 2011

Olá Prezado Setti É muito triste que um grande colunista, que uma grande revista diga coisas sem ter qualquer conhecimento da região e dos diversos motivos das lutas de duas regiões paraenses. Ao contrário do que muitos leigos ( e preconceituosos) em relação a Amazonia, aqui há tembem rete de internet... (só para esclarecer), ainda bem, senão, opiniões sen nexo como essas sempre passariam como verdadeiras. A "farra com o dinheiro público" existe em qualquer lugar do país, ou achou que so aqui que iria existir?... e mais, se achas isso, deve imaginar que os moradores do norte não tem capacidade de lutar por seus direitos? fazer suas reivindicações?.. Como amazonida, espero que a divisão do estado traga bastante benefícos ao dois estados. Moro em Oriximiná, uma cidade que está incluida no "novo Estado do Tapajós". Uma das mais importantes exportadora de Alumina do País. A cidade contribui com muitos impostos, mas o estado distribui a região metropolitana. Assim como Oriximiná, os outros municípios tem o mesmo problema. por fim, reitero o convite Venha conhecer a região..., por que os políticos, quase todo mundo já sabe como são(assim é facil comentar)! Caro Ediego, como este é um espaço democrático abrigo críticas, e aproveito para convidá-lo a ler Post do Leitor defendendo a criação do Estado de Tapajós. Veja o link http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

Roberta - Belém (PA) em 11 de maio de 2011

O descaso sofrido pela população do futuro Estado do Tapajós e do Carajás é enorme.Garanto que o colunista em questão nunca pisou em solo paraense. Regiões enormes e distantes da capital sofrem com o completo abandono do governo estadual, na verdade a própria cidade de Belém é abandonada, a cidade sofre diariamente com alagamento, insegurança, sem educação de qualidade, sem saúde básica; o poder público é ineficiente na gestão da capital e região metropolitana, imaginem então o caos do interior. A "farra" de políticos acontece em todo lugar, que traga então um maior poder político ao norte do Brasil. Somos brasileiros e não desistimos nunca. Estado do Tapajós já!!!!! Já pisei, sim, cara Roberta. Até porque meu irmão médico, paulista como eu, ajudou a desbravar o interior do Pará, trabalhando, mais de 30 anos atrás, no meio da mata, contratado pelo Projeto Jari, e inclusive tem um dos 3 filhos nascido lá. Como este é um espaço democrático, aceito críticas e convido você a ler um Post do Leitor defendendo justamente o que você defende. O link é http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

Marcos Machado em 11 de maio de 2011

Dividir ou Somar? Ao contrario do que se pensa a respeito do Desmembramento do Estado do Pará e consequentemente a criação de dois novos Estados: Tapajós e Carajás, é preciso ter em mente que a divisão será apenas geografica, pois o Estado do Pará possui dimensões continentais com uma area territorial que caberia tranquilamente tres Estados de São Paulo, e para que o desenvolvimento seja distribuido de maneira equitativa torna-se nescessario a criação do Estado do Tapajós e Carajás, estes novos Estados juntamente com o Estado do Pará, somariam forças para o desenvolvimento da Região Norte do Brasil, por isso acredito que não devemos pensar em divisão e sim em somar forças politicas e economicas para o desenvolvimento do Norte do Brasil, acredito ainda que por força da Constituição Federal de 1988, o Congresso Nacional proporcionará a população o direito de atraves do plebicito externar sua vontade a respeito da criação dos referidos Estados. Por favor, leia o post http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

Luiz Fernando em 11 de maio de 2011

Caro Ricardo, O seu raciocínio é lógico, com dois estados a mais com certeza vai ter mais despesas! A tal "farra" que se refere estará explicada. Porem as pessoas tem que entender que vc não é contra a divisão do Pará muito menos de dividi-lo, pelo menos foi isso que entendi na sua matéria, apenas esta dando um alerta do que pode vier a acontecer... Porem uma pouco de falta de interpretação acabou gerando essa irritação do povo paraense, um povo que sofre com o descaso de seu governo onde cidades são esquecidas pelos governantes... Gostei da reportagem em alguns pontos, como também discordei em alguns. Mas como uma pessoa é uma sensata tenho a certeza que escreverá falando deste mal entendido... que você não é contra a divisão e sim contra a corrupção e farra com o dinheiro publico pode gerar. Por favor, leia o post http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

elissom do rego sousa em 11 de maio de 2011

Este é um espaço democrático, Elissom, mas também não sou masoquista. Por isso não publico seu comentário insultuoso. Sugerir que o que escrevo é "matéria comprada" é uma ofensa grave. Só não baixo o nível conforme você merece porque sou uma pessoa educada. Peço, então, delicada e educadamente, que você não volte mais ao blog. Não preciso de leitores com a sua má-fé. Saudações

Bernardes em 11 de maio de 2011

Boa tarde, Caro Setti, infelismente não foi num bom momento que postou sua critica, sei que não quiz ser contra a criação do Estado, mas expos sua opinião com relação aos politícos que só querem "farrear" com o dinheiro público e tenho a absoluta certeza de que você postará na sua próxima coluna que o Estado do Tapajós é necessário para o crescimento da região. Por favor, leia o post http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

ygor alcântara lisboa em 11 de maio de 2011

prestigiado colunista esperamos em nome do estado do carajás uma retratação formal em nome da imparcialidade desta redação. o senhor com seu comentário absurdo coloca em xeque todo o trabalho da revista veja que é sempre falar a verdade. o seu comentario mal feito não deve refletir o pensamento da revista veja. retrate-se com o povo do carajás e tapajós em nome da lisura e da continuidade de seu trabalho nesta redação. Caro Ygor, não ofendi ninguém ao expor minha opinião sobre algo que certamente ocorrerá com a criação dos novos Estados -- o oportunismo que fará certos políticos se aproveitarem do entusiasmo da população para obter vantagem. Critico, mas não ofendo. Não vejo, portanto, do que deva me "retratar". É crime ter opinião diversa da sua? Se puder, leia o post http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/ Saudações

paulo cesar dos santos em 11 de maio de 2011

muito deprimente ver tanto intelecto discutindo tanta misura, não se preze a tão pouco. seus comentarios sempre exatos, concisos e agora... deprimente. quem você pensa que é para prever o futuro? mãe Diná? Não tenho qualquer pretensão de prever o futuro, caro Paulo César. Para constatar que este é um espaço democrático, por favor, leia o post http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

ABEL em 11 de maio de 2011

ACHO QUE O PESSOAL DO SUL DO BRASIL PENSAM QUE AQUI SOMOS RICOS E VIVEMOS NA MORDOMIA, MANO AQUI TRABALHAMOS DE SEGUNDA A SEGUNDA, VENHAM PASSAR UM DIA E QDO FICAREM DOENTE PASSARÃO 4 DIAS NA FILA DE ESPERA. TAPAJÓS JÁ ! Por favor, leia o post http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

Virley Pinto em 11 de maio de 2011

Para iniciar a conversar quero saber quem é Ricardo Setti? Onde vive? O que faz? além de ser colunista é claro. Qual a classe social? e a qual partido político pertence? Depois dessas perguntas, venho agardecer ao caro "colunista" que é extremamente "inteligente". Ora, se o estado será divido, consequentemente, haverá governadores, desembargadores, funcionários, secretarias, é obvio. Porém, para me pronunciar à respeito do fato preciso relamente saber quem é para poder entrar na discussõ, pois, uma vez que não dá para discutir com quem só faz comentários sobre o que os outros já escreveram, preciso de fatos e embasamento teorico para discutir. Hein, caro Ricardo, você pode responder? Quero fazer uma analise de seu currículo para ver se realmente você entende de desenvolvimento, de economia, ao menos a doméstica. Estamos no norte do Brasil, mas somos um povo entendido, não andamos pelados e não moramos em ocas. Certo! Aguardo. Não ofendi ninguém expressando uma opinião, caro Virley. Quanto a mim, não sou nada além de um jornalista. Se quiser constatar como este espaço é democrático, abrigando opiniões diversas e divergentes, leia o post http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/post-do-leitor-porque-sou-a-favor-do-novo-estado-de-tapajos/

marcos freire em 11 de maio de 2011

tinha oferta de viajem nas companhias aereas para cá semana passada, pena que.... nao deu tempo.

gilberto bentes em 11 de maio de 2011

legal! gostei! porque não propoe para reduzir custos a fusão dos estados do sul e sudeste?

joão gilberto em 11 de maio de 2011

assistir ao globo reporter ainda é uma boa

fabrício Santarém - Amazônia - Brasil em 11 de maio de 2011

Eu sempre digo para se falar de algo você tem que se fundamentar, é assim com a maioria dos advogados para ganhar uma causa. Acredito nobre jornalista que essa sua fundamentação é muito pobre digna de muito preconceito. Venha conhecer a região assim você fará uma matéria com teor digno de um profissional cauteloso sem qualquer mediocridade. Abraços.

juliana plachi em 11 de maio de 2011

que vergonha!!! ajudem pelo amor de Deus! cadê o Mainardi quando mais precisamos dele???

Marcos em 11 de maio de 2011

O povo de Belém ta falando que querem dividir o Pará, quando na verdade são os povos do Tapajós e do Carajás que não querem fazer (e não se sentem) parte do Pará, querem uma independência, e isso não é de agora, já vem de muitos anos. De que serve um Estado grande se os investimentos públicos são concentrados na região metropolitana de Belém e as outras regiões se sentem excluídas e esquecidas. Como podemos ver na divisão do mapa que a ORM (http://www.orm.com.br/projetos/divisaopara/2010/) fez, as duas regiões a serem desmembradas são as mais ricas do estado em recursos naturais e geração de riquezas e, ao mesmo tempo as mais pobres em investimentos, ou seja, somos explorados, levam nossas riquezas e não temos nenhum retorno, somos esquecidos. O povo de Belém e região metropolitana não querem perder os lucros gerados nas regiões do Tapajós e Carajás, querem continuar nos explorando enquanto ficamos cada vez mais pobres, sem infraestrutura, sem educação de qualidade, sem saúde, sem o direito a investimentos com lucros gerados com nossas próprias riquezas. Nossos nobres deputados estaduais querem continuar fazendo o que fizeram na câmara estadual, desviando o dinheiro dos nossos impostos (gerados em sua maioria no Tapajós e no Carajás) para seus bolsos. A divisão já existe a muito tempo, só não vê quem não quer, falo isso porque quando chega a hora de investir os recursos, o maior beneficiado é o povo que mora na capital e perto da região metropolitana de Belém, a fatia maior do "bolo" de recursos fica com uma minoria. Chega de exploração, Tapajós e Carajás Já!!!

Santarém - Tapajós -Brasil em 11 de maio de 2011

Ai que Buuurrrooo o Pará da "0" pra elE! aff só podia ser do sudeste!

Dy em 11 de maio de 2011

Quanta informação né??? mas antes de se dar ao trabalho de escrever toda essa "balela", já visitou as cidades/regiões citadas acima??? sabe dos problemas que enfrentamos??? é meu caro é muito fácil falar quando se vê a situação de fora né???quer um conselho??? comece escrever do que realmente o senhor sabe, conhece, viu, presenciou, viveu...nós da Região sabemos bem do que precisamos, dos problemas que enfrentamos, que mais um conselho??? melhor ficar caladinho...porque quem fala o que quer, ouve o que não quer!!!

Josias em 11 de maio de 2011

Antes de vc falar isso seu jornalista, deverias primeiramente conhecer nossa região, tanto clamamos por melhoria, pra essa parte que é esquecida, não somente pelo governo estadual, mas tbm pelo governo Federal. Diz q será somente "farra de dinheiro", q ñ conseguiremos nos gruiar com nossas pernas, conserteza vc ñ sabe nada da nossa econômia. vou falar um pouco pra vc. cidades que farão parte do tapajós.Juruti,importante município produtor de minério de Bauxita(minério de ferro)entre outros minérais, a qual a alcoa é a mineradora q explora. Porto trombetas, no município de Oriximiná, a qual a mineradora, Mineradora Mineração Rio Do Norte explora, outras várias fontes minerais, sendo a Bauxita o principal minério explorado!e ainda os município de Terra Santa e Alenquer tbm possuem estes minérios q futuramente serão explorados, Monte Alegre, fonte de minério de Calcário, Itaituba fonte de minério,o qual é produzido o Cimento, famoso Cimento Nassau! tudo isso gera milhôes de Reais em impostos q ficarão no novo estado.A capital Santarém importante município turístico mt visitado por pessoas de todos os países e tbm é um importante produtor agrícola q tbm gera uma importante riqueza, q hj é engolida pela capital do pará, belém. Nossas Rodovias estão abandonadas, Tranzamazônica e Santarém Cuiabá, principalmente, com a divisão do estado, teremos sim conceteza nossa independencia, desenvolvimento e geração de riqueza ñ somente pro estado, mas tbm pro Brasil como todo.Um exemplo Simples será a Contrução de Belo Monte q ñ Será pra atender nós Paraenses e Futuros Tapajoara, mas pra atender vcs do Sudeste.Queremos nos libertar e ser um estado Promissor!!

Odair Corrêa em 11 de maio de 2011

Meu Caro Ricardo Setti, Gostaria de cumprimentá-lo pelo artigo, que abre a discussão sobre a proposta de emancipação territorial no País, notadamente na Amazônia, com a possibilidade real para a criação dos estados do Tapajós e Carajás. E tenho ouvido e lido comentários diversos, a nível de Brasil, tratando do assunto, mas, apesar de uma maioria de equívocos, surgem alguns que são coerentes, isentos das emoções que norteiam expectativas contraditórias à esperança de um povo, que desde o século XIX, luta por essa realização. A Amazônia, com uma população em torno de 20 milhões de habitantes, nove estados federados, montados em 2/3 do espaço territorial brasileiro, carece de atenção do próprio estado federativo, com o direito que têm, para o desenvolvimento, progresso e crescimento não apenas do lado social da população amazônica, mas também alavancar o País, rumo ao seu melhor destino. Falar de inserção de novos deputados, senadores, governadores, desembargadores, tribunais, assembléias, para dizer da inviabilidade emancipacionista de uma região, significa quão pequena é a idéia que se faz da grandeza de uma unidade federativa. Olhemos para os EE.UU, em espaço territorial um pouco maior que o nosso, 50 estados estados devidamente instalados, muito bem obrigado. Eles são mais inteligentes que nós? Quando a Presidente Dilma, coloca sua posição institucional, no sentido de favorecer os mais pobres e miseráveis, ela estabelece a possibilidade de ação regional que vai ao encontro das esperanças vividas da população amazônica. Inclui-se aqui o Pará, que tem uma população de 7,5 milhões de habitantes, cujos 3 milhões são os pobres, com uma maioria neste item, de aproximadamente 2 milhões de miseráveis, aquele que não têm o que comer durante o dia. Isto acontece em uma região, potencialmente rica em água e outros minerais, em biodiversidade genética de mais de 2,5 milhões que perfaz o banco genético deste meio e que comporta, o maior complexo aquífero do planeta “Alter-do-Chão”. Realmente meu caro Setti, se os investimentos que foram aplicados para o sul, desde o descobrimento, houvessem sido aplicados no Norte/Região Amazônica, tenho a convicção de que não seria necessário, como o é, a emancipação territorial do Pará e daqui a pouco, do Amazonas. A visão distorcida do centro-sul do País, equivoca-se quando, através de alguns, tenta subverter a ordem natural dos procedimentos ao longo do tempo, querendo engessar uma região que assegura o desenvolvimento econômico da Nação, ou será que estou enganado, quando a peso de toneladas de ouro da região do Rio Tapajós, de 1980 em diante mantivemos o País funcionando com a importação do petróleo, às custas de mais de 300 mil garimpeiros que deram suas vidas no embalo dessa operação, que hoje o estado deve reconhecer, pelo menos através da previdência! A Nação nos deve respostas. Que elas venham pela área de melhorias para a qualidade de vida. E, saiba meu caro Setti; “O melhor e maior projeto de desenvolvimento regional que este País já realizou, foi exatamente a emancipação dos territórios do Acre, Roraima e Amapá, com a criação do Tocantins e Mato Grosso do Sul”. As chances no caso do Tapajós e Carajás são muito melhores, pois já começamos com PIB’s avançados e não ficaremos no fim da fila dos estados federados brasileiros. É necessário informar, somente o Tapajós, possui 04/05 estudos técnicos de viabilidade econômica, um deles junto à ALEPA, inclusive estudos isentos de paixões, mas puramente econômicos, realizados por especialistas até do Rio de Janeiro. Isto serve para dar suporte aquilo que estamos construindo. São 156 anos de luta em favor de um povo que necessita fazer a sua manifestação pela democracia, conforme estabelece o Par. 3* do art. 18 da CF. Um abraço, Odair Corrêa.

Reinaldo Ferreira em 11 de maio de 2011

Caro colunista, lia a revista veja com se fosse um livro de cabeceira que me dava informaçoes veridicas e outras que vinham melhorar meus conhecimentos, isso era quando eu estudava. Hoje e ha muito tempo vejo a veja como uma revista como a mairia dos meios de comunicação do País que tenta fazer da sua opinião a opinião publica. Sou da regiao oeste do Pará, regiao que deseja se emancipar do Pará, para o seu conhecimento Sr Ricardo, vc nao conhece o Brasil e nem seus problemas, venha visitar esta regiao que vc terá noção para falar...A luta de criação do Estado do Tapajos, tem mais ou menos 150 anos de luta, que existe já estudos sobre a viabilidade economica, é bem verdade que precisamos atualizar os dados ao momento presente. Que nesta região existe grandes reservas mineiras a serem exploradas e outra já em processo como sao os caso de Oriximina no Rio Trombetas (MRN) e Juruti (ALCOA), assim como exploraçao de ouro, agricultura, pecuaria, pesca entre outros. Eu nao posso falar das condiçoes do seu estado Sr Ricardo porque nao conhecço, se for o RJ, quanto é o custo da insegurança desse estado para o País, vc ja se perguntou? Assim o senhor nao pode levantar uma opiniçao sem base solida (inveridicas) num veiculo de comunicaçao como este.

Carlos Alfredo em 11 de maio de 2011

Caro Ricardo, adiciono ao seu comentário apenas o termo "farra", que certamente é utilizada com propriedade nas demais regiões do Brasil, em especial Brasilia. Recomendo a vc viajar para a região norte, e tentar conhecer os futuros estados, que atualmente são "vinculados" geograficamente a capital do Estado do Pará e suas benesses, porém, na prática o anteparo de tais futuros estados, atualmente, são: Maranhão (com suas limitações), Mato Grosso, Goiais, Tocantins e Amazonas). A capital não atende a sua propria população quanto a saude, moradia, educação, segurança, tem uma Assembleia Legislativa aos moldes de "Ali Babá e os .....larápios", enfim, teria que relacionar mais mazelas. Como governar ? Santarém, Altamira, Marabá, Parauapebas, Redenção, Xinguará, Conceição do Araguaia, Paragominas, etc., vc conhece? Já ouviu falar de Alter do Chão, Juruti, do carnaval de Óbidos, das belezas de Oriximiná, (Turismo),... Precisamos sair do discurso pronto, de diagnósticos inconsistentes e oportunistas e primeiramentente sair dos gabinetes, pesquisar, ouvir, checar "in loco" e a partir dai, emitir opinião que realmente possa ajudar o leitor a buscar o melhor caminho para decidir de forma coerente e objetiva os destinos da região norte. Do jeito que está, não dá pra continuar.

JPSTM em 11 de maio de 2011

Ricardo... Peço vênia ao amigo para tecer humildes comentários a respeito do tema. Não estaria na hora de revermos o pacto federativo? Quanto tempo devemos esperar para dizermos que a hora é certa? O Brasil é o país do futuro? Quando saberemos se o futuro chegou? Estas respostas são muito defíceis de ser respondidas pois para cada uma teremos inúmeras opniões. Uns diriam que o tempo é presente, outros que deve aguardar mais um pouco e muitos ainda diriam que "isto nunca vai acontecer". Vivemos em um mundo multipolar, em um país multifaceta mas que sobretudo não aprendemos a ser irmãos. Cada povo tem seu interesse, cada população suas ambições, cada cidadão um ponto de vista, e assim caminhamos e cantamos, braços dados ou não, porém, o brasileiro em especial converge para um ponto comum, o futuro da nação. Devemos aprender o sinonimo da união para almejarmos soluões conjuntas para nossos problemas. Muitas vezes para sermos unidos devemos abdicar de certos preconceitos e entender que não podemos nos mover ao alvedrio do clamor das emoções. Este debate é muito sério porque estamos considerando não só uma região em si, mas os aspectos que interferem em todo o país. O desenvolvimento de determinada região consequentemente implica ao desenvolvimento das circunvisinhas se soubermos trabalhar em UNIÃO. Isto não significa que temos de estar presos, acorrentados, porque acredito sim no desenvolvimento de nossa Federação através do redimensionamento federativo, gerando desenvolvimento para os mais recondidos e escondidos vales desse Brasil de NÓS TODOS! Nossa obrigação é com o hoje, para tentarmos melhorar o que vem amanhã. Nunca saberemos se os novos estados darão retorno positivo ou negativo se não tentarmos hoje! "O vencedor alcançou o primeiro lugar poque entrou na disputa". Sinceramente, me dói menos pecar pelo excesso do que fracassar sem nunca ter tentado.

Bruno Massanore em 11 de maio de 2011

Olá Sr, Setti! Sou moroador da cidade de Santarém e apenas faço um convite.. Venha conhecer a realidade da região.

José em 11 de maio de 2011

Bom dia Sr. Ricardo "Amigos, vocês viram a grande novidade de hoje" resp.: sim vie e não hoje mais desde quando min entendo por gente esta "batalha" do povo sofrido do estado do Pará, em especial o oeste do Pará. já foi feito ate baixo assinado para a criado e tudo mais! E muito triste nós dias de hoje ver uma materia desta fala "Dois novos Estados não vão significar progresso, nem desenvolvimento, nem melhorias" facio e viver ai em São Paulo que tem: estradas, hospital, industrias etc... aqui isso não pode chega porque o governo só lembra do norte do estado... a região oeste não tem estradas a Br 163 já tem decadas e não fica pronto para vim uma mercadorias do sul do pais tem que ir para Belém (2 a 4 dias) e depois espera mais 4 dias para chega em Santarém por barco... este e um das dezenas de exemplos que varios amigos estão colocando aqui! 99% de todos os comentarios aqui e Positiva a Criação dos 2 novos estados! e se Deus quizer vai ser criado!

IVANILDO SILVA em 11 de maio de 2011

Sugiro ao colunista que primeiramente busque informações sobre a região para só então se pronunciar sobre o caso....com certeza ele não conhece a região em questão, pois se conhecesse a realidade da região não escreveria o que escreveu!!!!! É uma pena um colunista da conceituada revista Veja escrever um negócio desses....ninguém merece!!!!!

jsneves em 11 de maio de 2011

Nao adianta querer agora colocar outro post defendendo a divisão, obrigado mas sua opnião nao nos interessa mais, e outra coisa c tiver vergonha nunca pise em Santarem, vc nao e bem vindo em nossa cidade. Deixe de ser agressivo e sem educação, caro leitor que não se identifica. Vou colocar um post de um leitor que, diferentemente de você, tem argumentos para sustentar sua opinião e não xinga nem ofende ninguém. Sou um democrata, e costumo publicar posts de leitores que NÃO defendem meus pontos de vista. Todos os leitores costumeiros da coluna podem atestar isso. E, meu caro, piso em Santarém e em qualquer outra cidade do país quando eu quiser, porque sou um cidadão livre. Não é você quem vai me proibir, nem é você quem fala pela população da cidade. Que ego, hein? Parece o Lula...

wilclef em 11 de maio de 2011

Já que o Sr. irá publicar um post defendendo a divisão do Pará, pesso-lhe que antes que escreva qualquer coisa sem nenhum embasamento teórico, visite Santarém, visite marabá, conheça as dificuldade desse povo, ande nas ruas cobertas de lama e repletas de buracos e esgotos a céu aberto, visite os postos de saúde, faça entrevistas com os moradores, conheça o potêncial ecônomico de cada região. A população quer ser ouvida Sr.Setti.

Ana Paula em 11 de maio de 2011

Meu querido Ricrado Setti Vejo que você e muitas pessoas que moram na Região Sul do nosso tão Grandioso País, não conhecem a realidade da região oeste e sul do estado do Pará. Criticar é muito fácil, mas venha morar em nossa região onde somos completamente esquecidos pelo governo da capital. E não estou falando como uma pessoa que mora em uma outra região, estou falando como uma cidadã paraense que vive na cidade de Santarém e sofre com o descaso de nosso políticos da capital. A maioria dos recursos arrecados em nossa região passam longe do oeste e do sul do Pará, eles ficam na região metropolitana de Belém. Agora antes de escrever um artigo desse tipo, faço um convite ao senhor e aos seus leitores que não sabem o que estamos passando a anos, venham VIVER em nossa região. Venhamm , mas venham para MORAR e não apenas PASSEAR, ai sim você saberá exatamente sobre o que estamos falando. Ah e só para esclarecer, o projeto do nosso estado não surgiu assim do nada, procure se informar e seus leitores tbm, a mais de 10 anos a população de nossa região vem lutando por isso.

wilclef em 11 de maio de 2011

Apenas não Diga FARRA, apenas isso... Desrrespeito no meu tempo é isso!!!

Ricleidson Batista em 11 de maio de 2011

Caro colunista, fica evidente em seus comentários que o Sr. não conhece a região ao qual se refere. Sugiro que antes de tecer qualquer comentário, faça uma pesquisa ou visite a região para depois sim tirar suas próprias conclusões. Como acredito que o Sr. deve pertencer a uma região mais "economicamente evoluída" gostaria de lembrar que a sua evolução só é possível pelos recursos energéticos que são oriundos em grande parte da nossa região. E que infelizmente por nós termos governantes inescrupulosos o ICMS cobrado para o povo da nossa região ainda é maior do que o que vocês pagam e o custo do serviço também é diferenciado, por justificativa de que na sua região é que existe produção de bens e serviços únicos para o país. Quem sabe com a criação dos dois novos estados não seja possivel planejar a implantação de novos polos industriais para o nosso país que doravante está passando por um processo de transformação (celeiro do mundo - essencialmente agrícola para país em vias de desenvolvimento industrial). Seria muito mais fortúito da sua parte excrever um artigo visando a conscientização da população para eleger políticos que prezem por uma boa administração do bem público - que como o Sr. muito bem colocou É NOSSO - pois como diria Hebe Camargo: " O Bolo até que muda, mas as moscas são sempre as mesmas. Aqui no Norte do país não tem só agricultor e índio (que aliás já são poucos e alguns em fase de extinção, infelizmente), aqui tem gente que como o Sr. levanta cedo pra trabalhar e procurar contribuir para o progresso do nosso país porque talvez assim nós tenhamos uma vida melhor.

wilclef em 11 de maio de 2011

Meu caro reporter, não será necessário apontar nenhuma frase, pois o que o Sr. disse a respeito da Criação do Estado do Tapajós já é um desrespeito com a população dessas cidades carentes e que precisam de recursos para melhorar de vida, a auxência do estado nessas cidades é alarmante e até revoltante. Cada um têm uma opinião a respeito da criação do novo Estado, eu respeito a sua opinião, mas do jeito que o Sr. se colocou diante dos fatos é que causa uma sensação ofensiva. Digamos não ser "Farra" com o dinheiro público, mas sim, um investimento do dinheiro público para a melhoria da vida de milhões de brasileiros esquecidos. Apenas não coloque a carroça na frente dos bois como o Sr. fez ao acusar e pedir a demissão do pilodo do avião presidencial devido a suposta- leia denovo (SUPOSTA) passageira clandestina no vôo. E evitar uma retratação e um papelão perante seus leitores. Admiro o seu trabalho, se não fossem as críticas o que seria do brasil não é mesmo!!! Caro Wilclfe, você acha que retratar-se é um "papelão"? Pela minha ética, é outra coisa, bem melhor. Se você respeitasse meu trabalho, como diz, não teria escrito isso. Estarei em breve publicando um Post do Leitor defendendo, com argumentos objetivos, e sem ofensas, a divisão do Pará. Abraço

JOSIVALDO em 11 de maio de 2011

AO QUE PARECE O ELEMENTO AUTOR DA INFELIZ MATÉRIA ESTÁ ACOMETIDO DA SÍNDROME DA JUMENTICE AGUDA.

Higino Gama em 11 de maio de 2011

Sr. ricardo Setti. Antes de políticos ambiciosos ou oportunistas como queira classificar, a divisão do Estado representa um imenso avanço em cidadania para pessoas totalmente esquecidas a nível de Brasil. A região oeste do Pará (Estado do Tapajós) segundo levantamento dos municípios que vão compor o Estado, a grande maioria (80%) defende a criação, que acima de tudo é uma libertação dos desmandos da capital (Belém). Só para efeito de conhecimento há alguns anos atrás tínhamos problemas de eneriga elétrica (disponibilidade hídrica em grande quantidade). Recebíamos toda semana uma tabela que parecia mais um tabuleio de xadrez, aquele mesmo que tem duas tonalidades de cores, informando que um dia teria energia e outro que iria faltar. Que falta de vergonha de um governo estadual que se diz comprometido com o povo, e hoje pagamos a maior tarifa de energia do país. Em frente a nossa cidade temos o Encontro das Águas, o Azulado do Tapajós com o Barrento Amazonas e qual nossa surpresa. Não temos abastecimento, a pouca água que chega vem de cima, com o excesso das chuvas nesse período. Estes são apenas alguns problemas públicos que estou citando, fora os demais que podem ser verificados na maioria dos municípios da região, como: sáude precária, escolas interditadas por falta de infra-estrutura, transporte (aéreo, terrestre e hidroviário) ineficiente, aumento da violência, entre outros. Conhecer nossa luta é ser mais um a somar à nossa emancipação. Problemas existem em todas as esferas, seja social, política, econômica, ambiental e cultural. O gasto dos investimento públicos com a criação dos novos estados estão orçados em 5,1 bilhões e somados os dois arrecadam juntos 3 bilhões, o complemento seria pouco mais de 2 bilhões o que equivale a 0,16% do orçamento da união em 2011. Lembre-se que o governo investe apnas 10 anos na criação dos novos estados. São paenas detalhes que devem ser levados em consideração. A transferência para a criação dos novos estados tem orçamento de 178 bilhões e a criação d TAPAJÓS e CARAJÁS, bastariam 1,18% desse total. A farra pode existir, mais acredito que seja em outros estados pelo menos, ou seja, os dois estado já começariam grandes. Apenas para conhecimento. O convite está aberto, venha nos visitar.

carlos fabricio plachi em 11 de maio de 2011

Caro colunista Ricardo Setti. Muito nos entristece saber que uma pessoa tarimbada na arte da comunicação se “equivoca” tecendo comentários infundados “sussurrados” por outros, defendendo causas “espartanas”, é claro que vai haver cabide de emprego, claro que vai haver mais deputados, senadores, assessores, e mais isso, mais aquilo ou aquilo outro. Mas e daí? Com o novo estado ou sem eles os canalhas continuarão roubando sempre e sempre mais. O Delúbio voltou e o Jader também... Alguém foi preso nos escândalos políticos passados? Qual político já foi preso neste país por ser ladrão? Se a sua preocupação é fundada com os gastos extras, durma sossegado caro Setti, se conforme com a idéia, aprenda com nosso exemplo esperando 20 anos pela divisão do estado, pois a roubalheira nunca vai acabar, ela é germinal em nossa sociedade “todo povo tem o governante que merece” fomos nós quem colocou o tiririca, o Romário ou o cãozinho do teclado lá dentro? Setti... A roubalheira maior acontece agora mesmo debaixo dos narizes mais aguçados, nos PACs (Plano para Abestado Acreditar). Nós teremos divisas para pagar nossos custos, os custos extras e ainda sobrará um trocadinho bem graúdo para roubarem quando precisarem os políticos corruptos nos próximos mensalões. O importante nesse momento e termos esse trocadinho. Por que ter esse medo constante de deixar outros crescerem? De evoluir, de ser autônomo de quererem ter direitos iguais? Caro Carlos, se forem criados os novos Estados, estarei torcendo com todas as minhas forças para que as regiões cresçam e progridam, e para que as condições de vida do povo melhorem extraordinariamente. Não estou entre os que têm o que você chama de "medo constante de deixar outros crescerem". Por que teria? Não sou contra meu próprio país, Carlos. Você pode divergir de mim à vontade, mas peço que me respeite e não diga que escrevo comentários "sussurrados" por outras pessoas. Em breve estarei publicando um Post do Leitor defendendo a divisão do Pará com argumentos sólidos, e sem agressões ou ofensas. Abraços

Catarinense em 11 de maio de 2011

Caro Setti a criação de novas UF não se pode ver como um gabinete de novos politicos e sim uma desentralização governamental, não se pode tratar mais estes milhões de brasileiros desta forma um abandono, o brasil tem que deixar de ser colonia e sim uma nação para todos nós, VEJA os EUA tem 50 estados, defendo sim a criação, não só Carajas e Tapojos mas o MT do norte, Triangulo Mineiro, Planalto Central, Araguaia e outros, estou em Santarem desde 2005, e vejo uma necessidade a criação deste novo e tão esperado estado do Tapajos, talvez como você tratou a criação desses estado não foi a sua intenção, mas ofendeu um desejo de todos nós, mais 3 milhões de brasileiros, eu acho que você deveria ser ongueiro e não jornalista, por serem tão contra o desenvolvimento do país.

Jarlison Sá - Amazonia em 11 de maio de 2011

Engraçado na chamada da sua coluna diz que você nao aceitara nenhum descalabro (Fato que ocasiona grande dano; derrocada, ruína , desgraça..), mas não é exatamente isso que o Senhor está propondo nesse artigo que simplismente esqueçe que existem mais milhoes de pessoas nessas regiões que vivem abandonadas, a mercê do governo estadual, uma região de grande potencial mineral, turistico.... o Senhor esqueceu simplismentes, que nosso povo tenta fugir da região por não tem oportunidades de emprego assim como fizeram no passaso os Cearenses que aqui moram...Esqueceu simplismente que na história do Brasil ja se falava da região que no passado alimentou grandes capitais, capitais com a Borracha.... Simplismente esqueceu de que essa causa já existia a mais de 150 anos no congresso e no senado .... simplismente esqueceu antes de tudo quem deve ser consultado é o povo e não os Políticos, e esse mesmo povo fara nascer um novo Estado e que pode decidir se aceitara ou não corruptos no Poder. Para não esquecer consulte: http://www.estadotapajos.com.br/

Ilarilda Duarte de Araújo em 11 de maio de 2011

Q infeliz..

Caripunas em 11 de maio de 2011

Caro senhor Ricardo, vejo que em parte o senhor está correto. Mas, creio que precisas vir aqui na região, conhecer direitinho o que nós tapajônicos passamos.Estamos à mais de 800km da Capital, Belém, e tudo que chega para nós é por muita insistência e dificuldades e quando có chega a metade da verba. Passamos por constrangimentos quando por aqui chega visitantes, não há saneamento básico, infra-estrutura das ruas, os orgãos públicos não h´´a funcionários o suficiente para atender a população.Isso por que, eles não querem ficar na região, pois não há como fazer qualificação, como mestrado, doutorado..As cidades mais interiorizadas como Alenquer,Óbidos,Monte Algre mandou seus jovens para cidades como Santarém e Altamira para fazer um curso superior, pois nas suas cidades de origem não há universidade.. Nós do Oeste paraense precisamos de um estado, com bases proximas a nós, onde possamos ter recursos também próximos à nós... Querido colunista, são tantas coisas que precisas conhecer aqui de nossa região, para poder você ter uma outra visão além do que os sulistas tem sobre o Estado do Tapajós.. Venha conhcer o nosso Oeste Paraense... Já estive aí, caro Caripunas. Obrigado pelo convite, pretendo mesmo voltar. E vou publicar Post do Leitor com amigos do blog que vivem nas regiões do Pará que querem se separar, expondo seus argumentos. Um abração

marcus em 11 de maio de 2011

Sem noção, voce deveria se informar melhor sobre a região e todo o processo que esta acontecendo e nao é de agora, ao inves de ficar escrevendo asneiras, voce nao conhce a realidade da população.

Gisele Oliveira de Sousa em 11 de maio de 2011

Ola caro Setti, bem pra começar quero dizer que desde q me entendo por gente ouço nesse projeto de criação dos novos estados...Sou santarena e ñ e so por minha cidade que defendo a criação mais tambem por toda a região,Setti se vc soubesse o quanto nós da região do oeste do Pará sofremos com falta de saude, educação, infra-estrutura,segurança e tudo mais que um cidadão digno merece tmb seria a favor.É certo que concertesa avera mais gastos, mais politicos aproveitadores mais enfim aonde é que ñ tem? Precisamos nos libertar desse governos que so olha pra Belem e cidades vizinhas somos uma região rica em turismo, mineração e acredite temos muito mais a oferecer pro nosso país...Peço que reveja mais essa situação se quiser venha nos visitar e so então saberá o por que dessa luta...

Jornalista Milton Corrêa (Santarém) em 11 de maio de 2011

Razões para se criar o Estado do Tapajós (com informações do site www.estadotapajos.com.br) Em termo de Fundo de Participação do Estado (FPE), dos 123,25 milhões mensais (Receita Federal - 2005), o Estado do Pará ficará com R$ 107,3 milhões. O Estado do Tapajós passará a ter R$ 69,6 milhões em seus cofres públicos. A diferença virá da distribuição do orçamento da União. O Pará deixará de investir em 27 Municípios para trabalhar com mais recursos. Qual o investimento para a instalação do Estado do Tapajós? De onde vêm os recursos? Na construção das instalações para o funcionamento do Estado do Tapajós, tais como: Sede do Governo, Assembléia Legislativa, Tribunal de Justiça, Secretaria e outros prédios, devidamente aparelhado com equipamentos básicos e necessários serão investidos R$ 904,8 milhões de reais. Os recursos, a princípio, devem sair naturalmente dos cofres da União, complementados com a receita própria do Estado do Tapajós. Como será composta a nova força política do Estado do Tapajós? Um governador; três senadores da república; oito deputados federais; uma bancada estadual de 28 representantes dos diversos municípios. A grande diferença é que o centro de decisão estará mais próximo do povo, com grandes possibilidades da maioria dos municípios ter o seu representante na Assembléia Legislativa do Estado. Que fontes de receitas serão destinadas ao suprimento dos investimentos do Estado do Tapajós? Pelas potencialidades regionais a arrecadação estadual de ICMS, IPVA, IPVNF passariam dos atuais R$ 6,6 milhões para R$ 52,8 milhões mensais; contará com 69,6 milhões como transferências constitucionais provenientes do FPE; O Estado do Tapajós terá força política para a aprovação de grandes projetos e emendas constitucionais que virão por conta desses dispositivos legais, atraindo com isso, novas verbas ao Novo Estado. Para a construção de infra-estrutura portuária, estradas outros investimentos, o Estado do Tapajós ainda terá como alternativa o financiamento de grandes projetos com recursos do Banco Mundial, BIRD, BNDS e outras agências financeiras. Além disso, terá autonomia para firmar acordos de cooperação internacional com diversos organismos nas áreas de meio ambiente, educação, saneamento básico, saúde e outros projetos que serão convertidos ao bem-estar da sociedade. Prezado colega Milton, Muito obrigado por seu comentário e seus esclarecimentos. E também pelo link. Estarei postando nas próximas horas um Post do Leitor defendendo, com argumentos objetivos como os seus, a criação do Estado. Um grande abraço

Michael em 11 de maio de 2011

Aprendi que nem sempre quando um Cavalo relincha, quer dizer que o que ele fala é importante....

Augusto Baía em 11 de maio de 2011

Senhor Ricardo Setti, é muito triste ver comentários como os seus sobre uma região a qual tenho certeza que não conhece, diferente da região sudeste do país, a região norte sofre com o esquecimento de todos os governantes, isso inclui o três ultimos presidentes, moro na cidade de santarém mas sou de uma cidade vizinha e a divisão do estado do Pará pode sim ser muito positiva para as regiões sul e oeste do Pará, uma vez que essas regiões poderão tomar decisões políticas que tragam desenvolvimento e melhorias básicas para a população como saúde e educação, que foram abandonados pelo anterior governo do estado, ou quem sabe até investimentos através de industrias, sem que dependam do cabresto político da capital. Vou citar o exemplo da cidade onde moro, a prefeitura está desde o inicio do ano tentando arrecadar recursos com os governos do estado e federal, mas a previsão para a liberação de recursos é somente para o mês de junho. Esse exemplo vem mostrar como os recursos arrecadados através de impostos pelo estado são mal distribuídos, sendo que a maior parte dos recursos são repassados para a cidade e região metropolitana de belém. Resumindo: é muito fácil criticar quando se está de fora. Então eu lhe faço o desafio. Saia do conforto da sua casinha ai na região sudeste e venha morar na região norte do país pra ser mais especifico em algumas das cidades da região oeste ou sul do Pará por pelo menos 1 ano, ai sim após esse período tire suas conclusões. Espero que o senhor seja mais feliz nos proximos comentarios.

Genivaldo Oliveira em 10 de maio de 2011

caro amigo colunista, peço que visite a regiao oeste do pará, e veja com os próprios olhos a calamidade que aqui se encontra.Depois que você ve de perto a realidade do povo sofrido, peço que faça um novo debate sobre o referido tema. abraços

moises rabelo- stm em 10 de maio de 2011

Acertas quando trata como farra o estardalhaço da politicagem e como irão aumentar o numero de parasitas dos 3 poderes, porem é inevitável. Desde ja somos lesados com os inumeros e auto " impostos " que pagamos, porem com a divisão teremos uma crescente chance de que a economia venha a desenvolver. Chega de achismo, veja pelo lado auto sustentavel, ate uma criança sabe que se realmente acontecer essa divisão sera mais promissor. Não acredito em fadas, papai noel ou super homem, mais tenho certeza que para o povo TAPAJONICO e de Carajas melhorará.

Joseph Arimatea em 10 de maio de 2011

Sr Ricardo Setti desculpe-nos pela enxurrada de ofensas que vem recebendo por seu inadequado comentário em uma revista tão prestigiada e imparcial como a revista Veja. Mas se olhares um pouco a nossa realidade, nosso sofrimento, nossa longa caminhada até chegarmos a essa possibilidade ínfima de evoluirmos sócio e culturalmente, tais verberações são justificadas e até coerentes. Pois, infelizmente por desconhecimento da causa não sabeis vós, que nosso povo luta há décadas pela divisão do estado, não somente por querermos ser independente ou por mais empregos, renda, dinheiro, saúde, educação, e tudo o mais que o novo estado nos trará. Peço gentilmente que nos avalie sob outro vórtice: Somos estrangeiros em nosso próprio habitat, somos desprezados, retaliados, perseguidos e escoriados do que vocês abençoados pela civilização chamam de sociedade. Muitos passam fome simplesmente por falta de uma assinatura oficial de um “órgão superior”, obrigam-nos a migrar de um lado a outro como retirantes das famigeradas secas nordestinas mendigando à capital em toda estação chuvosa e em toda estação de seca. Temos os maiores rios do mundo, mas nada dessa água chega nos tubos. O Estado do Pará é um grande e inadiministrável Estado. Nosso governador que sempre foi plantado pela capital vem nos visitar a cada dois ou três anos dependendo das implicações políticas vigentes, inaugurar uma escola de madeira aqui, uma ponte improvisada ali, e quem sabe se não chover, que é muito improvável, inaugurar um quartinho 3x4 chamado vislumbradamente de Posto de Saúde avançado, sem equipamentos e sem médicos!!!! Já pensou? Um posto de saúde sem equipamento, sem medico, um verdadeiro CSI tupiniquim, mas... Com verbas licitadas e empreiteiras contratadas. Ah!? Mas porque nós não nos revoltamos e denunciamos estes descalabros? Podeis perguntar! Farinha pouca Ricardo; é melhor que água sem a farihna. Ilustre colunista, como o senhor se sentiria se fosse obrigado a vestir bombacha, tomar chimarrão e tiver que falar bah, Tche! A cada final de frase? Então, o que temos nós a ver com a cultura de outro povo? Que temos se na capital se toma açaí com farinha depois do almoço? Não temos identidade cultural alguma com o povo do Pará. No passado os índios tapajoaras era a maior tribo indígena pré cabraliana da America do Sul, viviam em uma região vasta, com costumes próprios, práticas autênticas, porém pouco conhecidas, com tradições medievais preservadas em nossas cidades até os dias de hoje, por isso não nos desce o tal “tecnobrega”, “tecnomelody”, nem o “treme terra tupinambá” e muito menos o intragável sorvete de açaí “com leite” tão apreciado pelos paraenses. Então porque não “perder” um pouquinho do seu tempo, e examinar que Belém fica muitos quilômetros da última cidade do estado, e não adianta querer economizar para constatar o fato, peça verba extra para a redação, pois, o senhor vai ter que andar muito de barco e de avião, esqueci de mencionar que estamos a 30 anos isolados do Brasil, aguardando a realização do sonho do asfaltamento da lendária BR-163, lembra do bordão militar? “O progresso do sul para o desenvolvimento do norte”, pois é! Ficou também no sonho! Vários presidentes, militares e civis, muitas promessas, muitos votos e... Atoleiro e mais atoleiro. O sonho literalmente não acabou. Veja algumas reportagens e certifique-se que a sua opinião sobre a “farra” é apenas uma opinião “sua” que não condiz com nossa realidade, a qual não se encaixa nos anseios de 500.000 assinaturas a favor do plebiscito. E se bem me recordo o plebiscito é nosso, o direito de votar certo ou errado continua também sendo nosso. Será que até nestes últimos momentos, quando estamos tão próximos de ver uma luz, mesmo que seja uma luz fímue de um candeeiro apagado tantas outras vezes por nossos corruptos políticos, seja agora ofuscada por um comentário inapropriado de alguém tão culto? Em nome do povo do Tapajós, quero lhe pedir perdão se alguns foram grosseiros em seus comentários, geralmente não somos grosseiros, muito pelo contrário, somos hospitaleiros ao extremo, e se vier à Santarém, minha cidade, ficarei muito feliz em recebê-lo em minha casa, mas venha de avião, é mais barato, os barcos que fazem a linha de Belém para Santarém demoram 4 dias e 3 noites e o senhor ainda vai gastar com alimentação... É, a maioria dos barcos também pertencem aos empresários da capital do Pará. Desculpe-nos: décadas de opressão, descaso e alienação, nos tornam muitas vezes brutos, ignorantes no fino trato, incapazes de notar que o foco do “seu” comentário não foi partidário, nem racista ou muito menos parcial. Seu comentário foi simplesmente: Um comentário sem fundamentos sólidos. E que por desconhecimento real da situação, generalizou um acontecimento corriqueiro no nosso país (cabide de emprego) e jogou uma colherzinha de cal em nosso pequeno e iniciante sonho de deixarmos de ser indigentes e ganharmos o tão sonhado título de cidadão brasileiro.

moises rabelo- stm em 10 de maio de 2011

É mais um exemplo da petulancia e soberba dos amigos de baixo, espero que sua ideia seja menosprezada e ninguem a leve em consideração, percebo uma pincelada de desprezo pelo cidadão do norte e nordeste, eis mais uma prova da famosa discriminação regional,.Ainda bem que vivemos em um país no qual a " democracia " impera. Não tenho não uma pincelada, mas nem um átomo de "desprezo pelo cidadão do norte e nordeste", como imagina você. Alguns de meus melhores e mais queridos amigos são dessas regiões. Não confunda as coisas para me acusar, injustamente, de algo que jamais senti ou pratiquei. Discorde de minhas ideias, mas não me desqualifique como pessoa.

EU QUERO PLEBISCITO JÁ! em 10 de maio de 2011

Prezado Setti, Sou santarena,desde pequena ouço falar na criação do estado do Tapajós (tenho 22 anos).e so agora `talvez¨ o que parecia tao distante pra mim se torne realidade.Talvez voce nao conheça a regiao...por isso retrata a divisão como ¨farra¨...é bem mais fácil criticar,quando não se vive na pele o esquecimento do estado.

jsneves em 10 de maio de 2011

Caro amigo, sem instruçao nenhuma refere-se sobre nossas regioes. Por acaso, no seu mapa do Brasil que vc tem sem sua casa existe a regiao Norte. Se existe preocure estuda-la, para depois vc fazer esse tipo e comentario infeliz.

Caetano Scannavino Filho em 10 de maio de 2011

Oi Setti, Sim, será um prazer contribuir nesse debate. Pode publicar. Sou coordenador da ONG Projeto Saúde e Alegria (www.saudeealegria.org.br). Abraços Obrigado, caro Caetano. Este é um espaço democrático e você vai contribuir para o bom debate. Abração

Joaquim Onésimo em 10 de maio de 2011

Infeliz, sem qualquer aporte que sirva como referencia para seus comentários, o jornalista Ricardo Setti fala sem conhecimento de causa. O povo do oeste do Pará sabe o quanto é preciso se desvencilhar do Pará para poder usufruir daquilo que lhe é seu de direito. Comentários como o de Setti merecem repúdio. O povo do oeste do Pará sabe que é preciso lutar para poder vencer. E isso faremos....

Kleison Paiva em 10 de maio de 2011

Post totalmente infeliz, não chamo vc de amigo, pois não conheço. É de maneira clara que o senhor não conhece nossa região um caos está o oeste de PA, futuro estado do Tapajós que briga há muitos anos para se tornar independente do PA. Voto SIM pela criação do Estado do Tapajós e Carajás!!!!

Colares Junior em 10 de maio de 2011

Caro amigo, acho que você foi extremamente infeliz em seus comentários.Com toda honestidade, acho que você deveria se retratar com aquela gente hospitaleira do Oeste do Pará.Sou paraense, nasci em Belém, mas foi o Baixo Amazonas-Oeste do Pará que adotou minha família, especialmente meus avós que vieram escapando da guerra no Líbano. Pra que você tenha uma idéia, somente no município de Altamira cabem aproximadamente 4 suíças. É incrivel, mas é verdade. É bem verdade que hoje nao vivo no Brasil, mas amanha mesmo já estou comprando a minha passagem exclusivamente para ir votar a favor do Estado do Tapajós. É uma questao de honrra! Já chega de atrazo e abandono. Aquela regiao tao linda do Brasil, merece ser tratada com mais carinho e respeito. Claro que além do meu voto,vou aproveitar a oportunidade para comer aquele tucunaré assado de brasa. E convido você também. Topas? um forte abraço! Caro Colares, vou estudar -- já estou estudando -- mais o assunto, graças a comentários equilibrados e gentis como o seu. Mas não ofendi ninguém, muito menos a gente hospitaleira do Oeste do Pará. Não tenho porque "me retratar". Critiquei a ambição de políticos, que é inegável, mesmo quando misturada a reivindicações populares. Obrigado pelo convite simpático. E fique certo de que mergulharei no tema antes de voltar a tratá-lo. Abraços

Caetano Scannavino Filho em 10 de maio de 2011

Prezado Setti, Antes de mais nada, o felicito por ter levantado o assunto dos novos estados em sua coluna, independentemente da forma com que você o trata. Mais feliz ainda ficaria se o mantivesse nas próximas publicações, com as considerações do outro lado, até como processo democrático enriquecedor do aprendizado que um debate qualificado nos traz. A discussão sobre a divisão do Pará pode e deve ser nacional. No entanto, o Brasil precisa entender a Amazonia. Fala-se muito na sua internacionalização, mas o que precisa mesmo é nacionaliza-a, sobretudo o principal centro econômico e de formação de opinião - o eixo RJ/SP - compreender melhor suas realidades, desafios, culturas, oportunidades de negócios, etc. Aí deixará de enxerga-la como um “ônus” que só tem conflitos e desmates, e perceberá que temos um grande "bônus" nas mãos, uma riqueza imensurável que se manejada de forma sustentada e includente poderá impactar o nosso PIB e justificar que o Brasil, o “país do futuro” que ouvíamos na infância, chegou. Há vários projetos para criação de novos estados tramitando no Congresso. Nesse caso, a lógica comum do pensamento vai ser sempre tender para o oportunismo, os custos de implantação, a solução que não é solução, entre outros coerentes argumentos. Mas não podemos colocar toda farinha no mesmo saco – aliás, estaríamos escondendo as delicias da farinha "puba" do Tapajós, algo muito típico e especial da nossa região. É importante entender que cada caso é um caso. Tratarei aqui da Amazonia - onde municípios tem o tamanho de estados e estes, de países - mais especificamente da nossa região do Baixo Amazonas. A proposta pelo Estado do Tapajós não se trata da divisão de uma área já interligada como o Triangulo Mineiro, mas sim de uma parcela imensa da Amazonia, sem facilidades de transporte, energia, comunicação, saúde, educação,... com contextos bastante distintos dentro de um mesmo Pará. A região de Santarém, município polo do Baixo Amazonas, está a quase 1.000 Km de Belém ou de Manaus (1h de avião ou 2,5 dias de barco), não tem poder significativo para eleger governador (decidido no eixo Belém-Ananindeua, de maior concentração populacional), tampouco vê acontecer políticas estaduais sendo aplicadas e/ou adaptadas para a realidade oeste do Estado. Nascido em SP e morador santareno há 23 anos, nunca fui um entusiasta pela divisão do Pará, sempre acreditei que uma gestão estadual descentralizada poderia responder em parte às demandas da região oeste, mas depois de testemunhar mais de 5 sucessões, com governos de "a" a "z", percebi que a coisa é mais embaixo. É de identidade territorial mesmo. Poderia discorrer sobre "somos esquecidos", "excluídos", mas temos que debater para frente. A região do Baixo Amazonas tem uma dinâmica própria, está na confluência de importantes rios, no ponto final (ou inicial) da rodovia BR163 que está sendo asfaltada ligando-a com o centro do país, num processo ainda intenso de ocupação, expansão da fronteira agrícola, empreendimentos mineradores, de energia, entre outros. Enfim, uma fronteira altamente estratégica para o futuro da Amazonia, no meio entre o "já desmatado" (leste, sentido Belém) e o "desmatamento a ser evitado" (extensões florestais a oeste, sentido Manaus), demandando há tempos de uma governança própria que atenda suas realidades, contextos, desafios e cultura a partir de sua identidade regional. isto já numa Amazonia com sérios problemas de governança. Não sejamos ingênuos se em uma primeira eleição ao Governo do Tapajós, tenhamos na disputa um candidato oriundo de Manaus e outro de Belém, mas não tratamos aqui de um momento no curto-prazo da historia, mas de fazer historia para as próximas décadas. Pensar no futuro é vislumbrar o potencial do Tapajós como o estado verde da União, com suas unidades de conservação, vocação florestal, condições propicias para negócios sustentáveis, ecoturismo, serviços ambientais... quem sabe um modelo de desenvolvimento “2.0” que agregue o social, o econômico, o ambiental, o cultural e possa impulsionar uma outra visão para o resto do país. Na historia recente dessa região cheia de problemas, a mobilização em torno da "guerra da soja" culminando num positivo acordo de moratória, do ordenamento territorial com a criação de novas áreas protegidas, do reenquadramento de grandes empreendimentos (mineração, agronegócio, etc) em prol de mais responsabilidade socioambiental, do "Plano BR163 Sustentável", da criação do primeiro DFS do país (Distrito Florestal Sustentável), entre outros exemplos, partiu muito mais dos atores locais (públicos, empresariais, sociais) articulados do que de iniciativas da gestão estadual - em geral "participassiva" ou contrária ou obrigada a fazer por pressão - mesmo quando de sua competência. A ausência e/ou inadequação do ente estadual no atendimento às peculiaridades do Médio Amazonas acarretou há tempos uma cultura de dialogo muito mais direta com Brasília do que com Belém. Isto também tem custos. E temos que admitir que custos são inevitáveis quando se cria um novo estado. Mas não pretendo retrucar falando das receitas de ICMS da BR163 (ainda maiores quando asfaltada), dos impostos/compensações dos empreendimentos mineradores (Juruti, Trombetas, ...), entre outros recursos financeiros que vão para Belém e não retornam na mesma proporção à região. O fato é que simplificar a análise da sustentabilidade à numero de habitantes x impostos, aí então é melhor excluir a Amazonia do mapa, fechar os olhos para as oportunidades e potenciais, esquecer da sua importância para o país e o mundo, além de não querer entender que sem solução para o social não se resolve o ambiental. De uma certa forma, São Paulo precisa sim pagar a conta da Amazonia hoje para a Amazonia sustentar SP amanhã. Sim, é um desafio imenso, uma batalha constante, mas sonhar não é proibido. Não é nem essa questão dos outros sempre estarem decidindo pela gente, dos "mocorongos" (termo aos nascidos em Santarém) também serem cidadãos brasileiros,... Só queremos uma chance para o debate, mas que vá além do dizer "não" apenas por causa de outros projetos de criação de novos estados...de se abrir um precedente perigoso...de farra de políticos...de mais salários para deputados e senadores... O que foi aprovado no Congresso não foi a criação do Estado do Tapajós, mas sim um processo de consulta popular, onde virá a tona os prós e contras. Enfim, uma discussão extremamente saudável. Para os radicalmente contrários, serve o consolo do eixo Belém-Ananindeua também participar do plebiscito, o que torna sua aprovação muito difícil. Ser a favor ou contra o Estado do Tapajós é uma coisa. Ser favorável ao debate de preferencia qualificado é outra. Se não surgir um novo estado no Pará, que o debate ao menos resulte em soluções mais permanentes (politicas de “estado”, no sentido da palavra) para essa importante e determinante região para o futuro da Amazonia. Perdão pela extensão da mensagem, mas se já é difícil o Brasil entender a Amazonia, mais ainda é compreender os "Parás". Para os interessados em entender mais como surgiu esse movimento secular pelo Tapajós, segue link para um post recente do jornalista Manoel Dutra: http://blogmanueldutra.blogspot.com/2011/05/estado-do-tapajos-uma-historia-feita-em.html Abraços tapajônicos! Caetano Scannavino Filho Caro Caetano, Obrigado pelo comentário educado (diferentemente de outros que recebi devido ao post) e bem fundamentado. Como colaboração ao debate, gostaria de publicá-lo, além de neste espaço, como um Post do Leitor, no blog. Você me autoriza? Em tal caso, você poderia me dizer sua profissão ou atividade principal? Fico aguardando. Um grande abraço

Tom Edson. em 10 de maio de 2011

Sr. Setti, seu comentário mostra o puro desconhecimento do assunto e total falta de sensibilidade com a população daquela região. Quando o sr soube do assunto, ontem? É claro que sempre há interesseiros por tráz de um movimento como esse, mas também há um povo sofrido que luta para ter direitos iguais dentro do seu estado, e que procura construir um futuro melhor em sua região para que seus filhos e netos não venham a sofrer o descaso que hoje é vivido pelo povo da região do Oeste e Sul do Pará. DIGO SIM PELA CRIAÇÃO DOS ESTADOS DO TAPAJÓS E CARAJÁS, e espero que o sr se intere mas sobre o assunto e que possa rever seus conceitos. Um abraço.

Donaldo Pedroso em 10 de maio de 2011

Meu voto pelo SIM.Nosso estado do Pará de imensas proporções se torna inviável administrativamente. Com isso o estado acumula indices elevados em todo quanto há: corrupção, analfabetismo, prostituição, trabalho escravo, exploração do trabalho infantil, etc,etc... Tem-se que dividir melhor a riqueza do futuro estado do Tapajós. Quero ser Tapajoara.

Jaime Paixão em 10 de maio de 2011

Caro jornalista, reitero o convite de nossos conterraneos abaixo para uma visita ao Estado do Pará...eu disse Estado do Pará...e não somente a região metropolitana! Verás de perto nossa realidade de abandono. Após sua visita, deixo livre para tecer comentários, porém, sem conhecer na íntegra as condições em q vivemos, nossa população, costumes, crenças, verás a diversidade de cultura e povos distintos q existem neste imenso Estado. Conhecerás a história de nossa luta e terás a certeza de q não é por um acaso ou oportunismo q merecemos essa emancipação. Por favor, venha conhecer as cidades do interior do Pará.

Jornalista Milton Corrêa em 10 de maio de 2011

Nobre colega, sou um dos que, ao longo dos meus 31 anos de atividade na Imprensa santarena e regional, acompanho e defendo a criação do nosso Estado do Tapajós, por entender ser este o caminho para de fato, nos tornarmos geopoliticamente independentes e cortarmos de vez o cordão umbilical com Belém, a capital do Pará, que ao longo de décadas e na passagem dos vários governos, sempre nos marginalizou, deixando-nos longe dos investimentos governamentais, como se não fossemos e agora não queremos mais ser paraenses. Mais que esta razão, temos outros motivos, como exemplo a capacidade econômica da nossa região, que nos garante ser um estado viável, em condições de crescimento socioeconômico e cultural, com um PIB acima de muitos estados brasileiros. Mais que isso, temos na cidade de Santarém, o centro poralizador de desenvolvimento de 27 municípios que vão compor a nova unidade da Federação, o maior centro universitário do interior da Amazônia. Somos uma região atualmente rica, com milhares de pobres, porque Belém do Pará nos engessa, quando toda a arrecadação dos impostos da nossa região, são levados para lá (Belém) e de lá nos mandam migalhas, como se aqui fosse e assim nos tratam o quintal da capital do Pará. Os governos do Pará, muito devem a região Oeste do Estado, a partir da má qualidade do serviço prestado pela Companhia de Águas e Esgotos (Cosanpa), pelas oscilações e paralisações constantes da energia elétrica, pela falta de investimentos em setores como educação, saúde, infraestrutra urbana, etc. Poderia escrever muito mais, relatando como somos tratados pelo poder central do Pará, com desprezo, descaso e desdém, mas penso que o que escrevi, seja suficiente para que todos entendam porque queremos a criação do nosso Estado do Tapajós e que seja agora, já. Chega de sofrimento. Os políticos de Belém aparecem por aqui, em tempo de eleição, depois de eleitos somem e esquecem que a nossa região existe. Essa é a prova inconteste do nosso descontentamento com essa gente que não gosta de nós. Estado do Tapajós, no plebiscito vamos votar sim! Caro colega Milton, Muito obrigado por seu comentário equilibrado e informativo. É uma colaboração importante para o debate aqui no blog. Sempre que quiser trazer mais considerações sobre a questão da redivisão territorial do Pará, estarei à sua disposição. Abraços

wilclef em 10 de maio de 2011

Que reporter mal informado vocês tem, esse irresponsável não sabe a realidade pela qual os moradores desses municípios passam, eu como assinante fico completamente arrependido de contribuir com o pagamento do seu salário todos os meses ao assinar essa revista e ver uma informação completamente equivocada sobre a realidade desses promissores Estados. Sr. Setti Antes de falar o que o senhor não sabe, visite o Estado do Pará, visite a Cidade de Marabá e a cidade de Santarém. Farra é o que o Sr. está fazendo em difamar esse povo. Favor apontar, meu caro, a frase em que eu difamei o povo do Pará ou qualquer outro povo ou pessoa. Faço absoluta questão. Estou esperando.

MÁRCIO PICANÇO em 10 de maio de 2011

Caro Senhor Ricardo Setti, concordo com a senhor a respeito da farra do dinheiro público, mas o problema é que essa farra acontece muito, mas muito longe da região oeste do Pará, tanto que a grande maioria da população jovem dessa parte estado é obrigada a se mudar para Manaus em busca de emprego, pois o que há muito em nossa terra é desemprego e ruas esburacadas fora outros sérios problemas sociais, e como se ainda não bastesse nós paraenses aqui em Manaus ainda passamos pelas maiores humilhações, pois somos chamados de ladrões, oportunistas, comedores de jacaré fora outras barbaridades, é bem possível notar isso pelas declarações do próprio prefeito da cidade de discriminou uma moradora de um bairro afastado do centro, quero dizer com isso é que é um grande sonho da região oeste do Pará se ver livre do julgo de Belém que insiste em enviar migalhas de um pão vencido a uma região tão sofrida como a nossa, portanto senhor Ricardo peço gentilmente que antes de escrever um artigo tão infeliz como esse que o senhor visite a nossa região e conheça a nossa realidade, depois o senhor decida se realmente é desperdício de dinheiro público ajudar uma região tão sofrida como a nossa.

Thiago tavares em 10 de maio de 2011

Convido o amigo a passear pela nossa região vai ver que esse dinheiro não vai ser mal gasto...

William Jp nCoeolhgo em 10 de maio de 2011

A opinião do camarada deve ser daqueles que conhecem bem o Brasil. Se mora no Rio: Ipanema, os bares da zona sul etc. Se S. Paulo a av, Paulista, Os rumos para fica a Aamazonia com certeza não deve constar no seu alrquivo, tempouco desenolvimento econômico, social, história etc.

Samuel Alvarenga em 10 de maio de 2011

Por que a mídia do Centro-Sul é tão cética? A redivisão territorial do Pará não será somente estrutural. Criar um novo estado, implica, sim em custos, porque é necessário ter estrutura adequada. Agora, eu acredito que seria mais prudente o senhor analisar os reais motivos, os porques de as populações do Sul/Sudeste e Oeste do Pará lutarem por estados próprios. Não vamos ser ingênuos de que não há interesses políticos, econômicos, etc. Interesses existem, em se tratando de política. O fato é que a criação dos estados do Tapajós e Carajás atendem ao clamor popular de UNIDADE. Unidade que jamais foi conquistada estando a sede do governo do estado a quilômetros de distância de Municípios como Jacareacanga, Faro, Trairão, no Oeste do Pará. Mais uma vez, os articulistas da revista Veja (que vem se notabilizando por coberturas cada vez mais parciais - veja o exemplo das eleições presidenciais)tratam um assunto com total desconhecimento. Os dados e as informações de sua coluna não traduzem o que realmente os estados do Tapajós e Carajás trarão para suas respectivas populações.

COHEN em 10 de maio de 2011

Sr. Setti Somos um estado rico, porém miserável. Já fomos um os maiores produtores de borracha do País. Não somos mais. Aqui é proibido plantar novos seringais pra não mutilar a floresta. São Paulo pode… Já fomos os maiores produtores de ouro do País. Não somos mais. Este serviço só pode ser feito por grandes empresas que tiram e levam embora pra bem longe daqui nossa jóia. Tentamos ser produtores de grãos. Também fomos proibidos. Nesse caso até entendo pela preservação da floresta… Mas e o povo que vive aqui, vai fazer oque pra sobreviver? Esperar a chegada dos colonizadores portugueses para saquearem aquilo que nos resta? Trocar nossas riquezas biológicas por espelhos? E o Sr. chama de “farra” uma luta que já dura mais de 20 anos. Nós queremos apenas tirar esse gesso que foi colocado em nossas pernas para podermos voltar a andar… Não queremos mais ficar sentados na beiro do rio vendo navios passarem cheios de bauxita levando embora nossos direitos de donos da riqueza… Queremos apenas cuidar melhor de um futuro que com certeza será útil para todo o planeta, que é a floresta amazônica...

Antenor Pereira Giovannini em 10 de maio de 2011

Sr Setti, desculpe mas aonde eu agredi o senhor ou fui mal educado? Pedindo que tire a bunda da cadeira e nos visite? Isso o ofendeu? Isso mostra falta de educação? E nos chamar de farristas porque queremos nos libertar do jugo de Belém? Os dizer que seremos aproveitadores e incompetentes para nao sair da saia federal ? Isso não é sentir ofendido? O senhor conhece alguma de nossas regiões ? O senhor sabe como nós vivemos e como vivemos? Tem uma idéia de como as pessoas se locomovem e conseguem sobreviver nesse imenso contorno dos rios Tapajós e Amazonas? Apenas isso. Creio que para discutir esse assunto é preciso conhecer e aí sim opinar e não simplesmente em cima de suposições ou erros passados achar que todos são iguais e todos irão cometer. Como outros companheiros que já expuseram sua opinição venha visitar, convide alguém para nos visitar e depois transformem em debate, Apenas isso. Se o senhor se sentiru ofendido, não tive intenção. E com detalhe: Não sou nortista, sou paulistano da gema e que apenas há 8 anos vive nessdas terras o suficiente para sentir na pele o que significa essa divisão não para uma ou duas cidades mas para uma imensa regiao OK, caro Antenor. Vamos colocar uma pedra sobre o que passou, se bem que, convenhamos, propor "tirar a bunda da cadeira" não é propriamente a maneira mais gentil do mundo de começar um comentário, não é? Mas passemos a discutir civilizadamente, como outros leitores já têm feito. Conheço a região, mas estou aberto a informações. Um abraço

Grazziano Guarany em 10 de maio de 2011

Sr. Setti, realmente me desculpe, não tive a intenção de acusa-lo de racismo. Fui levado pela emoção no momento. Está desculpado, caro Grazziano. Abração

Sidnei em 10 de maio de 2011

Fazer crítica é fácil. Muito mais fácil quando se fala sem conhecimento de causa! Muito, mas muito mais fácil, quando não há nenhum estudo cientifico embasando suas palavras... para afirmar que "não haverá progresso, nem desenvolvimento, nem melhorias". Sugiro que venha até o Estado do Pará, mais especificamente nas cidades da região oeste do Estado, fique por aqui ao menos 1 ano, pegue algumas doenças regionais, utilize os hospitais do SUS. E caso não seja atendido de modo adequado, entre com ação na justiça contra o sistema de saúde... Enquanto aguarda a decisão judicial, abra uma empresa aqui, e tente sobreviver com a carga tributária do Estado do Pará. Para se locomover compre 1 veiculo, pagando os impostos do Estado (não compre em outro estado, compre aqui mesmo) faça o emplacamento e descubra os valores de taxas do DETRAN-PA, além de abastecer pagando em média R$3,00 por litro de gasolina.... FÁCIL... agora transite nas ruas com pavimentação asfáltica (ou seria esburacação asfáltica) pagando um dos RENAVAN mais caros do Brasil. Depois, com "CONHECIMENTO DE CAUSA", é que o senhor poderá emitir opinião sobre desmembramento territorial.

Jota Ninos em 10 de maio de 2011

Caro colega, Setti, Sou jornalista paraense, nascido em Belém e residente em Santarém, futura capital do Estado do Tapajós. Sou favorável à redivisão territorial do meu estado, e acredito que esse fato ajuda a se iniciar um debate amplo sobre o pacto federativo. Fico triste em ver que meus colegas jornalistas do sul, como você, se deixem envolver pelo velho discurso de que a criação de novas unidades da federação criam apenas despesas para a União. Como bem disse o colega Aldrwin, é preciso que a revista Veja e seus profissionais façam um trabalho jornalístico mais apurado, vindo até aqui para entender o contexto em que surge o plebiscito pela criação das duas novas unidades federativas na Amazônia. Aí poderão discernir o que é gasto e o que é investimento para uma região tão esquecida. Para colaborar com você, indico que leia o livro escrito por um dos mais respeitados jornalistas paraenses, natural de Santarém, Professor-Doutor da UFPa., Manuel Dutra, que talvez você até conheça pessoalmente. A obra "O Pará Dividido" é um estudo sério sobre as motivações seculares que movem, mais especificamente, a população da região oeste do Pará, onde surgirá o Tapajós. Luta iniciada ainda no Brasil-Colônia e que por pouco se tornou realidade na Constituinte, quando o Tapajós poderia ter sido criado junto com o Tocantins (por falta de maior articulação política, fomos vencidos por políticos de Belém, à época). Para ler uma parte do texto do livro e até conseguir forma de adquirir este livro, indico este link: goo.gl/Aa9m9 Acredito que você, diligente como é, deverá se aprofundar no estudo do tema e, quem sabe, possa rever seus conceitos, antes de pensar no Pará apenas como um estado de políticos oportunistas querendo se aproveitar do dinheiro da união. Não que eles não existam, afinal estão presentes na nossa sociedade mesmo nos grandes centros. Espero que não seja tão "Settico", como bem disse o Aldrwin. E que nos dê chance de contribuirmos com o debate do pacto federativo, que é tão urgente para todos os brasileiros. Obrigado, Jota Ninos Caro Jota, Obrigado por seu comentário fundamentado, gentil e educado -- coisa um tanto rara no caso desse post, que me produziu várias agressões por escrito. Obrigado também pelo link, que verei com atenção. Obrigado por contribuir de forma civilizada para o debate. Espero que outros defensores da divisão do Pará sigam o seu exemplo. Um abraço

Antenor Pereira Giovannini em 10 de maio de 2011

Sr Setti por gentileza quando puder tire a bunda do ar condicionado e convide alguns dos seus eleitores que comentaram bobagens nesse seu texto e venham coinhecer o que não conhecem. Vomitam sobre riquezas minerias sem se darem contas que tais riquezas saem do interior mas não retornam em espécie e em ações para esse mesmo interior. Fica tudo na chamada capital... Vena nos visitar e veja que aqui onde moramos não conseguimos ir à capital do nosso estado de carro. Isso mesmo. O que o senhor faz para ir e voltar até Presidente Prudente, Presidente Bernardes e outros municipios de São Paulo, aqui nos não o fazemos. Não existem estradas. Apenas de barco (3 a 4 dias de viagem) ou de avião. O senhor suportaria isso até quando sendo a sua região uma que colabora com os impostos para que a capital fique mais iluminada, mais limpa, mais acessivel e ovcê esquecido no meio do caminho. Meio do caminho porque aqui ainda é metade e temos outro municipios mais esquecidos que o nosso longe daqui. Então, apenas visite, veja e sinta com seus proprios olhos o que uma região rica porém pobre por causa das elites belenenses, vive mesmo tendo 350 anos de existencia. Ajude a ser um pouco a lei Aurea e nos livre dessas escravura belelense. Sr. Antenor, que tal se o Sua Senhoria fosse um pouquinho mais educado e civilizado, mostrando que seus veneráveis pais não perderam tempo consigo, e apresentasse seus argumentos sem agredir o colunista? Democraticamente publico sua manifestação, mas não deveria, por falta de educação sua.

Anderson Pantoja em 10 de maio de 2011

Senhores, convido vocês para andar de Belém a Jacareacanga, são mais de 1.500 kilometros, isso é de avião em linha reta. Essa discussão não vai levar em nada, os governos que passaram, estadual e federal era do PT, não realizaram nem uma obra de grande relevância, para nossa região. Era nossa esperança, mas dizem que ela é a ultima que morre. Segundo informações, a ex-governadora reclamava da distancia, por isso não realizava obras. O povo deu o troco. Visite-nos, venha a Jacareacanga de carro pela rodovia Transamazônica

Grazziano Guarany em 10 de maio de 2011

O Sr. Setti ja ouviu falar de Palmas no Tocantins ? Conhece os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul ? O quanto estes lugares pioraram depois das divisões ?

Grazziano Guarany em 10 de maio de 2011

Sr. Setti, o tema da divisão do estado do Pará remonta ao final do XIX, registrado em livros e publicações da época. Gostaria que o senhor tentasse conversar com alguns prefeitos da região oeste do Pará e que perguntasse para quem apelam quando precisam de força política para conseguir liberação de verbas para projetos já aprovados. Se o senhor se interessar posso mandar dados de alguns prefeitos que já declararam até em programas de rádio o nome de deputados e senadores de outros estados, como Amazonas, por exemplo, que atendem com mais presteza alguns municípios abandonados pelo Governo do Estado do Pará do que os políticos que gerem remotamente o nosso estado. O senhor sabe quanto tempo leva uma pessoa para chegar de barco de Belém, a capital do estado, ao Município de Terra Santa ? Pois bem eu lhe digo: 5 dias! Saiba que na nossa região o barco é o principal meio de transporte. Saindo de Belém para ir até Santarém de avião, percorre-se uma distancia maior do que do Rio de Janeiro a Curitiba, pois saiba que não temos estradas asfaltadas, as de terra passam a maior parte do ano intrafegáveis. Na verdade quando vi na televisão a estrada que liga Islamad a Abbottabad no Paquistão fiquei com inveja, pois as nossas são bem piores . Mundando o tema só um pouco, quando falarem em preservar a Amazônia perto do senhor, pergunte se os amazônidas como eu também devem ser preservados ou apenas descartados. Pergunte se os ribeirinhos de rios como Amazonas, Tapajós, Arapiuns, Nhamundá e outros tem o mesmo direito que os outros brasileiros do sul e sudeste, ou se apenas as mineradoras podem retirar nossos minérios e enviar para os estados ricos da união onde devem ser beneficiados e gerar empregos. Sr. Setti, gostaria de ouvir do senhor que a onda crescente de racismo e discriminação contra nortistas e nordestinos não vem de pessoas com opiniões próximas às suas. Pelo amor de Deus, Grazziano, me critique quanto quiser, apresentando -- como faz agora -- argumentos racionais, mas não me venha com essa sórdida insinuação de racismo, porque nada mais longe de mim do que isso.

Eduardo Velasco em 09 de maio de 2011

A região que receberá (espero que não exista nem esse nem outro ou outros Estados) o nome de Estado do Tapajós pode ser um riquíssima região mineral. A crítica é: dinheiro público e a sua incapacidade de gerar o que promete. Só isso! Os que são a favor ou os contra (como eu) podem conhecer ou desconhecer as respectivas realidades. A questão é outra. E Brasília é o exemplo perfeito e acabado.

Aldrwin em 09 de maio de 2011

Prezado Setti, não o chamei de "garoto de apartamento" e nem o mandei tomar vergonha, o termo foi para os que comentam sobre as suas afirmações releia o que escrevi e perceberá. Estou errado ao dizer que muitos que aqui escrevem conhecem mais países europeus e estados americanos que as cidades envolvidas no debate? Fui exagerado? Acredito que não. Pior que o sr. pagar altos impostos em São Paulo somos nós do interior que pagamos muito mais (embutidos em impostos em cascata e custos logísiticos) e recebemos benefícios infinitamente menores. Não temos estrada, apesar de termos rios com potencial hidrelétrico nossas cidades tem uma das energias mais caras e de pior qualidade, nossas cidades não tem saneamento, água ou destinação de lixo, não temos alternativas econômicas que conciliem desenvolvimento e preservação ambiental, não temos saúde (há uma piada que diz que o melhor hospital é o aeroporto) entre outras tantas deficiências oriundas da falta de políticas públicas e aplicação dos tributos arrecadados que não retornam. Mais uma vez o convido, junto com a redação da Veja a visitar de Castelo dos Sonhos a Faro a nossa realidade e certamente compreenderá o nosso abandono e interesse de gerenciar de perto nossas capacidades produtivas. A sua "justificativa" para a "farra das grossas" foi muito mais passional e desprovida de fatos do que a minha reação. Como pode AFIRMAR que em nada vai melhorar a vida da população? Como pode ser tão preciso nesta afirmativa? Que parâmetro foi usado? Entretanto, se começamos com "coices" que voltemos ao debate civilizado e baseado em dados, fatos e argumentos. Peço desculpas pelas palavras grosseiras que foram apenas uma reação ao seu texto agressivo que comparou um direito básico de ouvir o povo através de plebiscito à uma ação do Bin Laden. Se o sr. é um homem do interior, sensível às necessidades e não apenas mais um desses "garotos de apartamento" que vem se queixar dos custos da república sem enxergar os benefícios que os servem, saberá diferenciar o que é interesse político do que é interesse público. Abraços. Caro Aldrwin, voltemos ao debate civilizado. Você está desculpado. Como democrata, sou e serei o último dos brasileiros a ser contra a livre expressão da vontade popular. Minha longa convivência com políticos, porém, me fez ter um pé atrás com relação a iniciativas como essa, que muitas vezes levam em conta, antes de qualquer interesse, o do predomínio político de determinados grupos sobre o novo Estado. Foi o que ocorreu com Tocantins. Não tenho elementos suficientes para julgar se sua criação foi boa para o país. Muita gente que escreve para o blog diz que sim. Mas Tocantins foi em boa parte produto da luta do então deputado Siqueira Campos por sua criação, e não por acaso ele está hoje em seu QUARTO mandato como governador, elegeu aliados quando não pôde se candidatar, o filho foi deputado e senador e assim por diante. A construção da capital, Palmas, foi um dos casos mais notórios de desperdício de dinheiro público em âmbito estadual, fora os "bons negócios" que propiciou. Nada, absolutamente nada impedia que a capital do novo Estado fosse instalada em uma das cidades de seu território, poupando todo o dinheiro investido na construção da cidade em serviços essenciais ao povo. Palmas se tornou terreno de uma brutal especulação imobiliária, enriqueceu muita gente e não consegui enxergar benefícios para o povo em sua construção. É esse tipo de preocupação que me assola quando vejo movimentos emancipatórios. Você entende? Um grande abraço e volte sempre.

Aldrwin em 09 de maio de 2011

Sobre a Paranóia prezado Setti, não é de todo descabida diante das tradicionais subserviências que as mídias (e seus escribas) tem com determinados grupos de interesse. Não o conheço e peço desculpas se houve algum viés de ofensa, mas diante do que foi dito (afirmações tácitas de que isso se trata apenas de uma "farra e das grossas") e da publicação de comentários que praticamente só concordam com seu ponto de vista, não seria tão paranóico o pensamento. Discordamos nos pontos de vista e tentei argumentar. Confesso que com certa raiva pois nasci e cresci em Santarém e por mais de 30 anos vi uma região potencialmente rica e próspera afundar constantemente diante do parasitismo sistemático das elites de Belém que hoje esperneiam por perder as suas "colônias". quano leio afirmações de que essa luta é apenas para engordar fileiras políticas, sem ao menos ouvir ou conhecer a realidade da região, isso irrita e entristece pela perda da oportunidade de contribuir para o debate. Não quis ofende-lo e lamento se o insultei, mas gostaria de convida-lo a rever seu posicionamento ouvindo outros pontos de vista. Quero convida-lo a conhecer a nossa região e compreender os nossos reais motivos de separação. Assim como o sr. teve hombridade de reconhecer que errou no pedido de demissão do coronel do avião presidencial, certamente poderá mudar seu ponto de vista sobre este tema. Não me importo que este texto seja publicado ou não. Assim como o sr. quer o melhor pra seus filhos e neto, nós também queremos para os nossos, sem depender de ninguém. Um abraço e espero poder continuar usando seu espaço para dialogar sobre este assunto importante. Caso queira mais informações sobre o tema, me envie um e mail.

Aldrwin em 09 de maio de 2011

Sugestão: Recomendo que o Sr. Ricardo Setti que reclama dos custos da democracia e do modelo republicano (tribunais, polícia, institutos, autarquias, câmaras, assembléias, deputados, senadores, governadores, etc) inicie uma mobilização contra essas enormes "despesas" aí em São Paulo. Comece já a exigir o fim de sub-prefeituras, diminuir o número de vereadores, deputados estaduais e federais, senadores, juizes (por que não acabar com todos eles de uma vez né?), menos fóruns, menos tribunais, menos tudo isso que o estado lhe proporciona e que "custa muito" e não traz retorno. Acabe já com essas despesas aí Sr. Setti! Estado mínimo já! Cada um por sí, sem impostos, sem responsabilidades, sem compromissos com a coletividade. Seja coerente com eu discurso de redução de custos. Abaixo o leviatã. Se achar que é uma idéia absurda, ou que será considerado um déspota, talvez esteja na hora de repensar seus conceitos sobre a criação de um estado mais próximo dos seus cidadãos, mais próximo das reais necessidades e particularidades regionais. Se o sr. só enxerga a estrutura do estado como despesa e não como meio de promoção de oportunidades, equidade e progresso, está na hora de rever ou expor claramente seus conceitos. Venha visitar Marabá e Santarém. Venha conhecer de perto o que nos levou a querer separar. Talvez seu discurso mude.

Aldrwin em 09 de maio de 2011

O Sr. Setti poderia ter ao menos a dignidade e hmbridade de publicar meu comentário. Parece selecionar apenas o que interessa. Não gosta de contra argumentos às suas afirmações? Grande Jornalista. Se não se ampara em argumentos, é possível supor que está a serviço dos interesses privados de alguém. Obrigado pela lição sobre dignidade e hombridade, Aldrwin. A paranoia sobre um jornalista correto e decente, pai de filhos e avô de neto, estar "a serviços dos interesses privados de alguém" não deixa passar pela sua cabeça algo bem mais simples, não é mesmo? Por exemplo, que tive determinados problemas -- como todo mundo tem -- e estou atrasado na resposta a vários comentários, inclusive o seu.

Romildo em 09 de maio de 2011

EXTRA , EXTRA. VALE REPASSA R$700 MILHOES PARA PARAUPEBAS EM 5 ANOS , KD AS OBRAS SOCIAIS , KD O DINHEIRO ?

f penin em 09 de maio de 2011

Setti, Sua posição em relação ao retalhamento do Pará é perfeita. Os abutres estão agitados, sentem o cheiro de carniça a grandes distâncias.Esqueceram de propor a divisão de Minas, Amazonas, Bahia, Mato Grosso e Goiás. Os 2 últimos ainda são muito grandes, porrisso poderiam ser também incluídos. O Maranhão, para presentear a famiglia Sarney,prestar-se-ia igualmente ao retalhamento. Cada elemento do clã receberia uma capitania hereditária como agradecimento aos relevantes serviços prestados ao Brasil e ao aperfeiçoamento da moralidade pública.Belo artigo Setti. Parabéns.

Negreiros em 08 de maio de 2011

Concordo plenamente com os companheiros favoráveis a divisão, sobretudo com Mendes e Geydson por conta dos argumentos relevantíssimos. Sou santarena, estudante, favorável a criação do estado DO "(não de) Tapajós e não mamo na teta de nenhum político para estar defendendo a divisão do estado. Quem tece comentários da natureza dos que li nestes posts provavelmente não conhece nossa realidade, nunca veio ao Pará, não estudou em escola de aluno jacaré, não precisou do serviço de saúde desumana, nem sofreu o desprezo do governo centralizado na capital. A verdade é que o Pará é apenas a região metropolitana de Belém, mas o "resto" simplesmente é o que sustenta esse estado, por isso o medo de perder a fonte de tributos que mantém o "grande e forte Pará". Somos sustentáveis econômica e culturalmente. É mais provável que o Pará venha a viver da mendicância da União do que Tapajós e Carajás. Isso é fato e não me venham com teorias feitas em laboratórios com ar condicionado por quem não conhece a região, e que partem de números tendenciosos fornecidos pelo governo. SIM ao Estado do Tapajós e ao Estado de Carajás.

Aldrwin em 08 de maio de 2011

Prezado Setti, é curioso ver um colunista de uma mídia que recebe patrocínio do governo federal, que vende dezenas de exemplares para o governo do estado e sempre usufruiu de benesses tributárias escrever confortavelmente (imagino eu) de uma poltrona em São Paulo sobre as farras com dinheiro público. O mais interessante é o seu viés meramente econômico e torto da visão política. Voce está certo ao dizer que serão criados novos cargos, novas secretarias, novos deputados, novos senadores. É isso mesmo caro Setti. É isso mesmo que queremos (também). Não pelos cargos em si mas pelo que a representatividade política pode proporcionar. Vivemos numa democracia e devemos respeita-la. Se o povo quiser ser dono do seu próprio nariz, não será com esses argumentos vazios que voce vai evitar. Ao mesmo tempo que voces da Veja se queixam da presença do estado "sufocando" a economia, se queixam também da falta de retorno da Federação pra São Paulo. Ao mesmo tempo que reclamam de tributos, reclamam da falta de investimentos. Ao mesmo tempo que se queixam da ida de imigrantes de todo o país para inchar a megalopole, não compreendem que se dividissem mais recursos, gastariam menos e teriam mais qualidade de vida. Recomendo que o sr. leia mais sobre o quanto essas regiões (Tapajós e Carajás) pagam de tributos à união e quanto dela recebem. Veja quanto de nossas riquezas já foram usadas para financiar sua infra estrutura, educação, saúde e financiamentos que o governo federal proporcionou a são paulo, Rio e demais "centros" nacionais. Além do mais, sr. Setti, Esse seu artigo poderia traquilamente ser publicado trocando alguns nomes na Lisboa de 1500 onde certamente alguns "Setticos" sem muita visão de futuro enxergavam os gastos com o estabelecimento de colônias apenas como despesa e não como investimento. Os Setti´s da história sempre enxergaram o leviatã do estado como um mal a ser combatido, desde que dele tenham total usufruto. Muito fácil reclamar do estado enquanto se está cercado dele na educação, saúde e infra estrutura. Não vemos Paulistas lutando pra ter menos deputados, menos senadores, menos secretarias estaduais, menos obras do estado no município de São Paulo, Campinas ou Ribeirão Preto. Nem vou entrar no mérito de discutir os impactos positivos sobre o principal que foi esquecido pelo sr. As pessoas. Quando se tem estado presente tudo o que se quer é ter menos estado. Quando não se tem, tudo o que queremos é ter estado. Aposto que o sr. Setti e o bando de "garotos de apartamento" que aqui comentam conhecem mais países da europa e estados americanos que brasileiros. E ainda se queixam do uso do "nosso dinheiro". Tomem vergonha pois os maiores beneficiários das nossas riquezas são vocês. Agora é a nossa vez de usufruir. Aldrwin, você bate duro em mim, diz barbaridades, me coloca como um troglodita que não entende de democracia, de alguém que usufrui das benesses do Estado -- não sei como, porque só o que faço é pagar impostos, altos, pela vida afora, eu que trabalho há mais de 40 anos na iniciativa privada --, me chama de "garoto de apartamento", me diz para "tomar vergonha", diz imensa bobagem ao colocar VEJA como beneficiária de dinheiro público -- mas me chama de "prezado"... Pois bem, está aí seu comentário, sem qualquer censura. Você sabe muito de minha vida, não é mesmo? "Garoto de apartamento"? Minha família só eu sei o que viveu no interiorzão do Brasil, meu pai -- que Deus o tenha -- até tocaia a tiros sofreu, e vem você dizer asneiras sobre quem não conhece. Então estamos empatados: você acha que eu proferi asneiras sobre a divisão terrotorial do Pará (e vou estudar melhor o assunto devido a outros comentários de leitores, com argumentação menos emocional que a sua), e eu asseguro que você disse bobagens a meu respeito e a respeito de VEJA. Saudações

Eduardo Velasco em 08 de maio de 2011

Li os argumentos dos defensores a favor da criação desses e outros estados a juntarem-se à federação, os quais desejam a emancipação e pensei comigo: realmente a mosca azul do patrimonialismo, do estado gastança, das instituições estatais, modorrentas, chupanças de dinheiro público sem fim que vc ainda haverá de acrescentar em mais uma penada, a idéia do crescimento-desenvolvimento onde dinheiro (impostos) parece dar em árvore, a incorporação à mentalidade de que há que se dividir, instituir o roubo (órgãos estatais), criar-inventar-políticos de toda ordem e naipe faz realmente parte da mentalidade, do DNA mental e cultural brasileiro. Vou ler de novo Roberto de Oliveira Campos, um dos poucos que ousou criticar a 'invenção' de Brasília. Suspeito que a ilha da fantasia é um exemplo acabado de como brasileiro não sabe fazer conta. Os Tocantinenses que me perdoem: é um estado onde o desenvolvimento com o custo do metro quadrado de futuro mais caro. Mas a cultura mental patrimonialista da gastança justifica tudo. Seria inútil argumentar com um hábito enraizado de burrice que passa dos 500 anos que chamam desenvolvimento e progresso.

Henderson em 07 de maio de 2011

Concordo com você em parte.Não conheço a realidade do norte do país e por tanto seria leviano de minha parte falar a respeito do que se passa naquela região e em especial no interior do Pará. cabe aquela população decidir, pois talvez só assim o restante do Brasil olhe as dificuldades daquele povo.

Dawran Numida em 07 de maio de 2011

Mendes-06/05/2011 às 20:44 Nada lógico fundamenta esse desejo de ter mais dois estados no Brasil. Serão só gastos a mais. Todo o resto continuará na mesma. Serão só mais duas burocracias modorrentas a demandar recursos públicos do País todo.

Geydson Brandão em 07 de maio de 2011

Meu caro amigo que se denomina "Paraense" não sou nenhum cabo eleitoral, sou um jovem de 18 anos, estudante, que vivo em Parauapebas, sudeste do estado. Pelo visto você é do contra, mas gostaria de saber se o senhor estar satisfeito com a situacão do nosso estado? Você ja viu diversos governos passando e a situação continua a mesma, nosso estado é enorme, precisamos dividir, a riqueza precisa ser concentrada nas regiões, enquanto na capital existe um enorme borboletario com ar-condicionado e tudo, um enorme centro de convenções, tudo construido pelo governo. No interior existe cidades totamente isoladas, com estradas esburacadas, só a lama, escolas caindo ao pedaços. A divisão é necessaria, é o melhor! E PODE TER CERTEZA, O POVO, NÓS ESTUDANTES, VAMOS A LUTA,ESSE SONHO NINGUEM TIRA DA GENTE!

Mendes em 06 de maio de 2011

Caríssimo Ricardo Setti, entendo perfeitamente seus argumentos e o pensamento de quem concorda com você. É importante deixar claro que eu, se conhecesse apenas a parcialidade que você conhece, concordaria e defenderia cada vírgula escrita no artigo. O outro lado da moeda é que as regiões do Tapajos e de Carajás podem perfeitamente se desenvolver com recursos próprios. Carajás é exportador de carne, detendo 60% de todo o gado de corte do Pará, abriga o municípios mineradores onde atua a Vale e outras grandes mineradoras, inclusive Parauapebas, cuja balança comercial alterna a liderança NACIONAL com Angra dos Reis, estando atualmente em segundo lugar, após a referida cidade carioca. Tapajos, que é a região que eu menos conheço, tem turismo e agricultura desenvolvida, além de regiões com elevado potencial de mineração. Diante da riqueza das referidas regiões, persiste o problema que motiva o sentimento separatista: Carajás e Tapajós pagam vultuosas somas em impostos que vão para o Governo do Estado em Belém e por lá ficam, sendo aplicadas na capital e municípios circunvizinhos. Mesmo se considerar as piores circunstâncias em que dois novos possíveis governadores corruptos só invistam parte das riquezas locais nas duas novas capitais e circuvinzinhanças, já haverá a melhora em ver que há cidades além de Belém e proximidades sendo beneficiadas. Considerando que há sustentabilidade nos novos estados, é possível assegurar que, como dizia o poeta Tiririca, pior do que está, realmente, não fica.

Pernambucano em 06 de maio de 2011

Esse plebiscito,deveria ser realizado,não por aquelas populações,mas sim, pelo Brasil todo,excluindo o Pará. Ou, não irá nem um centavo do bolso dos brasileiros,........para essa bazófia.

Paraense em 06 de maio de 2011

Os defensores,são EVIDENTEMENTE,cabos eleitorais,com o nariz nas tetas do estado.Que comparação absurda....pelos argumentos, dopessoa,São Paulo estaria dividido do Brasil há muito tempo,veja a divisão Européia,....e inclua nos seus argumentos.VAMOS FALAR Á SERIO VÁ.Se o estado está tão ruim como diz o ilustre cabo eleitoral,geydson, peça informação ao seu governador do estado, ele sabe aonde foram parar as verbas para desenvolvimento do Pará ou não?quanto aos argumentos,....quanto é gasto por ano,com festinhas tolas, hein....lá no interiorzão mesmo.

Marco em 06 de maio de 2011

Amigo Setti: Eu entendi o q tu quis dizer, q o problema não é a questão de distribuição d recursos econômicos, mas apenas uma questão de discussão política indiferente a indíviduos, mas sim a grupos q inevitavelmente querem a predominância política da região. Por isso não se justifica. Abs.

Geydson Brandão em 06 de maio de 2011

É um absurdo você escrever esse tipo de coisa, argumentos dessa forma, sem conhecer a realidade! Você com certeza, nunca andou por aqui. Nunca viajou de Marabá para Redenção ou Parauapebas, três cidades importantíssimas dessa região, nunca viu como são as estradas dessa região. O estado do Pará já tem quase 400 anos e é um dos piores em todos os sentidos, falta tudo. A educação é péssima, a saúde precária, violência, estradas em péssima situação. O Pará é um estado continental, o governo não chega em todos os lugares. Eu vivo aqui. Eu sei! A riqueza precisa ser distribuídas nas regiões, precisar ser concentrada. Se eu não me engano, cerca de 70% dos investimentos do governo estadual se concentram na região metropolitana, enquanto todo o interior do estado fica com o restante. A falta do governo é tão grande no interior, que por volta de 2 meses atrás, um raio caiu perto da delegacia da cidade de PARAUAPEBAS e queimou todos os computadores, foi preciso a doação de novos computadores por entidades não governamentais da nossa cidade, porque o governo com certeza ia demorar meses para repor esses computadores, prejudicando assim o trabalho. Poderia citar diversos(centenas de exemplos aqui). Só peço que o senhor procure saber mais sobre essa luta que vem a mais de 20 anos, uma luta de um povo que sofre. O exemplo estar ai, o Tocantins que é bem aqui do lado, hoje é um estado que mais cresce, estar bem desenvolvido em comparação com todo o estado do Pará. Eu tenho 18 anos e em julho eu vou morar em Tocantins, longe dos meus pais, família e amigos, porque aqui em nossa região não tem universidades, nem cursos superiores. Mas talvez o senhor não intenda isso. O poder precisa chegar mais perto do povo! Só para o senhor ter uma ideia, as cidades que mais desmatam no Pará estão muito distantes da capital, com esse estado enorme é difícil fiscalizar. É DIFICIL ESTAR EM TODAS AS CIDADES! No projeto da criação do estado de CARAJÁS, existe cidades, que se quer tem rede de telefonia, não existe meios de comunicação nelas, cidades separadas do mundo. Em toda nossa região a energia é muito precária, TODOS OS DIAS, FALTA ENERGIA NA CIDADE DE PARAUAPEBAS, isso não é exagero da minha parte, isso é verdade! E é porque Parauapebas tem mais de 150.000 mil habitantes, imagine as outras cidades. Fiquei extremamente triste com seus comentários! Pesquise mais sobre o estado do Pará, sobre nossa região. Sobre o estado de Carajás. tenho conhecimento de causa! EU VIVO AQUI E EU SEI O QUE NOSSO POVO ENFRENTA! Desde já agradeço e espero que você coloque esse comentário, desse jovem que quer o melhor para todos! o melhor para o povo de Carajás, o futuro estado de Carajás. Ninguém vai acabar com esse sonho, ninguém vai poder calar a voz do povo que clama por melhorias! Não vamos desistir de Carajás! Pois é meu sonho; e um sonho de um POVO!

André Pessoa em 06 de maio de 2011

Prezado Ricardo Setti, é incrível como lhe faltam os fundamentos mais elementares para avaliar uma decisão como essa, da divisão do Pará. O seu discurso "liberal" (mordo a língua para não chamá-lo do jeito que merece) poderia ser aplicado EXATAMENTE DO MESMO MODO à criação do estado do Mato Grosso do Sul e de Tocantins. E o que é que a experiência PROVA em relação a esses dois estados é que que ambos passaram por um surto de desenvolvimento após a emancipação, a ponto de o Mato Grosso do Sul hoje em dia ser um estado mais rico do que o Mato Grosso, do qual foi separado (situação parecida está acontecendo com Tocantins). Veja bem, eu sou belemense, sou nascido e criado aqui e moro na cidade, então teria todos os motivos para ser contra a divisão do estado, já que ela significa uma perda de poder relativa para o meu estado, mas eu entendo perfeitamente o anseio das populações do sul e do oeste do Pará pela emancipação. É verdade que o Estado em Belém funciona mal, mas aqui ao menos ele existe, situação oposta à das grandes cidades do sul e do oeste do Pará, onde ele é praticamente inexistente. Todos os governadores do Pará, todos, sem exceção, foram nascidos em Belém, e nunca deram a mínima para as outras regiões do estado. O sul do Pará pelo menos é uma região riquíssima (é a maior província mineral do mundo), e poderia ganhar muito se tivesse uma administração mais próxima e que investisse na própria região os frutos dessa riqueza mineral. É verdade que um tamanho menor não garante uma administração melhor, senão Alagoas não seria o descalabro que é, mas é verdade também que as distâncias continentais do Estado atrapalham sim a administração pública. O perfil demográfico do Pará é bem diferente do Amazonas (este sim, eu seria contrário à divisão). Existem pessoas morando em todos os cantos do estado, e todas merecem alguma atenção do governo. E por favor, pare com essa campanha de desinformação contra os servidores públicos. Será que não existem servidores públicos atualmente nessas regiões? O que o sr. acha que acontecerá com eles? Serão todos transferidos para Belém? É claro que não: serão aproveitados, no que couber, nos órgãos análogos criados nos novos estados. Mas é claro: se houver falta de servidores públicos (e há, com certeza), novos terão que ser contratados (o que deve ser aterrador para um "liberal" como o sr.). É verdade, serão mais 2 governadores, 6 senadores, 7 ou 8 deputados federais (já que o próprio Estado do Pará perderá quase metade dos seus para os novos estados) e uns 40 deputados estaduais a mais (muito menos do que "a centena" do qual o sr. equivocadamente disse). Mas que importância tem isso? Só tem importância para alguém que odeia os políticos, que odeia todos os políticos, como o sr. O Fundo de Participação dos Estados e Municípios é um DIREITO, que têm todos os estados e municípios do país. Não queira de modo atabalhoado transformar o que é um direito em um privilégio. As suas afirmações de que a divisão não irá melhorar em nada a vida dessas populações, nem trará desenvolvimento ou progresso, são simples BAZÓFIA. A experiência do Mato Grosso do Sul e de Tocantins mostra exatamente o contrário. Por favor, consulte os alfarrábios do IBGE e comprove: veja quanto cresceu o PIB de cada um desses estados em comparação com os dos quais foram desmembrados, veja por exemplo os números da previdência no Tocantins. E veja bem: não há garantia nenhuma de que a divisão será aprovada no plebiscito: esse será o primeiro plebiscito de divisão estadual onde todos os habitantes do estado a ser dividido votarão. No Pará, já começou a campanha de desinformação contra a divisão, e além disso os habitantes da região nordeste, da capital e do Marajó (regiões supostamente prejudicadas) são a maioria absoluta dos votantes, sem contar que muitos dos habitantes das regiões que pedem a emancipação são dessa região tradicional do Pará, que no entanto saíram de suas cidades para procurar OPORTUNIDADES MELHORES no sul do Pará. Entendeu o que eu falei? Habitantes da região tradicional do Pará saíram de suas cidades em busca de melhores oportunidades de trabalho na região que o sr. acusa agora de querer se pendurar na União. Aliás, não foram só os paraenses que fizeram isso: é imenso o contingente de gaúchos, paulistas, mineiros, matogrossenses e outros que moram no sul do Pará hoje e não se sentem representados pelo governo em Belém. E só para deixar bem claro: eu respeito quem seja contra a divisão do estado. Eu conheço muita gente que estudou a fundo a questão do estado do Pará e é contra a divisão. O que não me inspira muito respeito é gente que não conhece a realidade do estado, que provavelmente nunca pisou aqui, ficar querendo dar lições peremptórias baseado em idéias genéricas e ridículas sobre como deveria ser a atuação estatal. E isso foi exatamente o que o sr. fez.

Eleitor em 06 de maio de 2011

Nossas excelências, já perceberam,que podem fazer o que der na telha,que o povo nada fará,criar mais cargos,criar mais despesas desnecessárias para o momento,não passa na cabeça dessas autoridades,pelo que vejo, esse estado de coisas não tem fim...... Dá a impressão que vivemos em um país maravilha,tudo está bom. Já ouvi dizer,que se aprovado essa separação,outras viram, parece-me que, São Paulo irá se separar dessa bagunça.

Jotavê em 06 de maio de 2011

Sugestãozinha de artigo para a Constituição: Será considerada nula qualquer lei que represente evidente escárnio à moralidade pública e ao bom senso. Parágrafo Único: a pouca vergonha não poderá ser objeto de plebiscito ou referendo.

Corinthians em 06 de maio de 2011

Infelizmente o Brasil continua tentando aplicar mágia pra resolver problemas - problemas aliás que são gerados por incompetência. O Pará é o maior estado do Brasil ? O mais populoso ? Existe algum argumento válido ? Realmente é isso que o post diz, farra com nosso dinheiro - me espanta a oposição ter votado a favor, mas não me espanta este projeto aparecer logo após que a governadora do PT perdeu as eleições. Alguém precisa enfrentar o coronelismo do norte/nordeste do Brasil que faz questão de manter o país em um modelo retrógrado para permanecer com seus privilégios.

wilson em 05 de maio de 2011

Vai ser a farra do pato(O contribuinte)no tucupi.

Natale em 05 de maio de 2011

Sr. Setti, este é o meu ponto de vista: Sou favorável a divisão do Estado do Pará, conforme o projeto de decreto legislativo, pois defendo, realmente, uma República Federativa do Brasil. Representa 14,6% do território brasileiro (8 514 876 km²/densidade demográfica de 22 hab./km² ), é o segundo maior estado do país com uma área de 1.247.689 km², com uma população de 7 588 078 habitantes e uma densidade demográfica de 6,08 habitantes/km². A área do Estado do Pará, representa 2,29 vezes a área territorial da França e em 5,02 vezes o território do Estado de São Paulo. -)Estado de São Paulo: tem uma área 248 209 km², uma população de 41 252 160 habitantes e uma densidade demográfica de 166,2 habitantes/km² -)França: que tem uma área de 543.965 km², uma população de 65.447.374 habitantes e uma densidade demográfica de 115 habitantes/km².

mané brasileiro em 05 de maio de 2011

Setti Brasileiros e Brasileiras,arregacemos as mangas e vamos firmes ao trabalho, porque vai aumentar(e muito) o numero de vagabas que teremos de sustentar.

José Geraldo Coelho em 05 de maio de 2011

Administrar estados do tamanho do Pará e Amazonas é muito difícil. Eu creio que a redivisão política do Brasil deveria ser até mais ampla. Sei que vou comprar briga com muita gente mas em Minas tem o caso do Triangulo Mineiro e Alto Paranaíba que são regiões completamente alheias ao estado. Juntas, essas duas regiões formariam um estado com bom futuro. Têm vida própria e se relacionam muito mais com São Paulo e Goiás. Veja o bom resultado da divisão de Goiás e Tocantins e os estados do Mato Grosso. Além da divisão territorial são divisões culturais. É claro que essas divisões custam caro ao país mas são benéficas para as populações. Ampliar o território do Distrito Federal também é uma medida interessante. Caro José Geraldo, há casos e casos. O Acre, por exemplo, transformado prematuramente em Estado em 1962, foi sustentado pelo governo federal por muitos anos. Tocantins pode ter tido suas vantagens, mas veja a loucura de desperdício (e corrupção) que foi construir a capital, Palmas. Por que não instalar a capital em uma das cidades já existentes? É um absurdo completo, serviu para enriquecer empreiteiros, políticos, amigos do rei às custas dos impostos da população.

Alberto Porém Júnior em 05 de maio de 2011

Boa noite Setti, Vamos ver então. Quando ocorreu a separação entre os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul diziam que o norte iria morrer a mingua, que era um absurdo. E agora 32 anos depois temos um Mato Grosso forte e um Mato Grosso do Sul também. Goiás e Tocantins seguiram na mesma trilha e Tocantins vai indo, mas vai, tem 22 anos. Você conhece o Pará? Andou de carro do extremo sul até Belém? Bom eu já fiz este percurso e digo, é muito grande. A divisão em três estados vem bem a calhar pois vai diminuir as distâncias entre o poder e o povo. Aberrações como fazendas de 4,7 milhões de hectares grilados como tinha a CR Almeida não podem existir. No que concerne a criação dos estados faço um paralelo. Já viu nenê nascer e já começar a andar, ler e escrever? Leva 18 anos até que ele seja declarado adulto e neste tempo os pais tem que arcar com a criança e depois adolescente. Custa dinheiro? Custa. Não teremos o bônus sem antes arcar com o ônus. Temos mais cargos a preencher neste estados? sim. Da mesma forma que damos casa, comida, educação e roupa lavada aos nossos filhos. Bom poderíamos não ter, ai como díria o Poetinha: Melhor não tê-los! Mas se não os temos. Como sabê-lo? Daqui a 30 anos veremos o resultado se for aprovada a criação dos estados. Grande Alberto, boa noite para você também. Obrigado por seu comentário, bem argumentado, que enriquece a discussão no blog. De minha parte, vou fazer um grande esforço para viver os 30 anos a que você se refere, hahahaha, até porque quero ver meu netinho de 10 meses ter os filhos dele. Se depender de mim... Abração

Kitty em 05 de maio de 2011

Boa noite Ricardo, Como se não bastasse a farra de termos 37 ou 38 Ministerios para albergar tantos apadrinhados entre os quais :os sem mandato, porque perderam as eleições ou os cumpanheiros insatisfeitos com a distribuição de benesses. Agora inventam mais essa!!!Você está certo, meu caro, esso só serve para o inchaço da máquina pública que, junto a boa vontade dos mais pobres, garantirão expressivos lucros eleitorais. E como você muito bem explica, não terão arrecadação suficiente para sustentar uma corja de novos parasitas que se nutrem do nosso dinheiro. Claro, Ricardo,têm gente experta por trás disso,além de políticos oportunistas, que não perdem a chance de tirar proveito do poço sem fundo que se tornou "A casa da mãe Joana", infelizmente o Brasil!!! Muito bom o texto!!! Abraços

oliveira em 05 de maio de 2011

Claro que as pessoas que não vivem na área a ser beneficiada defendem a não criação do estado, por um simples motivo, não querem repartir o bolo, mas basta ver o desenvolvimento que se deu no Estado do Tocantins, que antes era uma região esquecida por Goiãnia pelo mesmo motivo, o desenvolvimento se dá pelas proximidades com o centro administrativo, pois está aos olhos do administrador, fazendo uma analogia, a abertura de uma fazenda se dá sempre da sede para as beiradas, e isto no municipio no estado e no pais não é diferente, são paulo é o que é hoje por ser, primeiro uma região bastante rica em seu solo e topografia, depois por estar mais perto da sede no ínício dos tempos de Brasil.

Lélio Gomes de Moura em 05 de maio de 2011

Bom, mesmo sendo seguidor do seu blog, não concordo completamente com o texto acima... Basta olhar o que aconteceu com o estado do Tocantins. Houve desenvolvimento sim. Muitas pessoas de minha região mudaram para Palmas, Gurupi, Miracema, devido ao desenvolvimento dessas regiões, em busca de oportunidades. E muitos deles conseguiram e estão enraizados por lá. Antes da divisão do estado de Goiás, não tinha conhecimento destas cidades. Acho que a divisão traz sim um maior desenvolvimento para regiões que em alguns casos são esquecidas por governos estaduais. É o nosso caso, no Triângulo Mineiro. Quem dera aquele projeto do Estado do Triângulo tivesse vingado. Com certeza haveria um maior desenvolvimento em nossa região, que durante vários governos estaduais, ficou esquecida. Seriam mais oportunidades para aqueles que ficam sofrendo em Capitais que cresceram desordenadamente, sem planejamento, e que hoje não há soluções para seus problemas (transporte, poluição, violência, moradia, abastecimento...). No meu ver, outros dinossauros deviam ser fatiados: Amazonas, Bahia, Mato Grosso. Agora, se bem geridos os recursos públicos, despesas com cargos que aumentariam com as divisões, seriam insignificantes perante os benefícios que populações esquecidas por governos estaduais teriam. Um erro não justifica o outro. Gestores e parlamentares corruptos sempre existirão. O que falta em nosso país é JUSTIÇA. Com todos os impostos que pagamos, Estados e Federação tem condições de governar com tranquilidade. O problema é que os recursos, QUANDO CHEGAM, ao destino, muitas vezes, ainda são aplicados de forma incorreta. O que se tem de fazer é acabar com a FARRA COM DINHEIRO PÚBLICO e IMPUNIDADE. Construir e lotar CADEIAS PARA CRIMINOSOS DO COLARINHO BRANCO. Como diz o ditado "Impunitas peccandi illecebra" (a impunidade ESTIMULA ao crime).

José Alberto Scur em 05 de maio de 2011

DIVIDIR PARA MELHOR GOVERNAR..... vi muitos exemplos de cidades se demembrando na Italia, criando municipios independentes. Porque lá funciona? porque os cidadãos tomam conta dos novos comunes. e aplicam as soluções localmente, sem depender das burocracias rstadual e federal. Neste caso pela imensidão e pela inoperancia dos atuais governos, penso que pode ate funcional, é só excluir a administração petista.....

Mauri em 05 de maio de 2011

Perfeito! Vamos aliviar essa conta e separar São Paulo do Brasil! Vamos retomar a idéia, cansei da bandalheira e NÃO quero a filha do sapo barbudo (nome dado pelo inimigo, atual melhor amigo do pai della) como minha presidentE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

JT em 05 de maio de 2011

Imaginem o campeonato de futebol nestes estados... Acho até que no começo eles deveriam se juntar para um campeonato em conjunto. Teríamos um grande clássico entre Carajás e Tapajós, o famoso Cara-Tapa. Falando sério? Cidades do interior de Rio e São Paulo já contam com mais de um milhão de habitantes. A criação de novos estados é um despropósito, mesmo em regiões mais ricas, como o noroeste do Paraná - lembro que já quiseram criar o estado do Iguaçu. Você tem razão, caro Jean, inclusive sobre o suposto Estado do Iguaçu. Devemos a derrubada dessas loucuras ao falecido senador e ex-governador do Paraná José Richa que, na Constituinte, conseguiu tirar da pauta a criação desse e outros "estados". Imagine o Paraná sem um pedaço! Um abração

Vera Scheidemann em 05 de maio de 2011

Meu Deus ! O pior é que uma barbaridade dessas rapidamente é aprovada. Que coisa, nem dá para acreditar... Vera

PéAtras em 05 de maio de 2011

Creio que a motivação deste projeto seja mais enfraquecer o poder regional, pois a região é de grande interesse para projetos do governo federal. A Vale tambem opera por essas bandas e sabemos o quanto o governo federal gostaria de meter os dentes no pescoço da empresa...

Jota em 05 de maio de 2011

Absurdo Setti!! Faltou citar no seu texto: esses dois novos estados elegerão 6 novos Senadores, e mais alguns deputados federais. Terão também TRE, varas novas de justiça... enfim a conta é absurda... Pior que mesmo que a oposição queira barrar essa farra, não vai conseguir, pois não tem maioria. Está ficando até difícil de acreditar nos absurdos que aparecem no Brasil. Você tem razão. Vou acrescentar ao texto. Quanto à oposição, bem, como escrevi no post, os deputados da oposição que hoje estavam na Câmara não se opuseram. Exceto o PSOL. Então, não vai acontecer nada. E, no plebiscito, vai vencer o "sim", já que há grande empenho de políticos das respectivas regiões, começando por prefeitos e por aspirantes ao futuro governo, em que a criação dos novos Estados ocorra.

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