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Ringo Starr com a filha e caçula, Lee: ela não está doente, não

Amigos, errei feio — e, em nome da ética e da transparência, devo admitir o erro, retirar o post do ar, como já fiz, e contar para vocês que, diferentemente do que noticiei, a caçula dos três filhos do beatle Ringo Starr, Lee Starkey, 41 anos, não teve recidiva no tumor cerebral que a afetou anos atrás.

Agradeço profundamente aos leitores que me alertaram para a possibilidade de erro, que se confirmaria, especialmente a leitora Lizzie Bravo.

Fui induzido a erro por textos de sites de jornais ingleses, com data atual, mas dando conta da situação que Lee viveu há dez anos, e que foi narrada en passant pelo próprio Ringo no imperdível documentário do diretor Martin Scorsese sobre o falecido beatle George Harrison, George Harrison — Living in a Material World.

Esse depoimento de Ringo Starr, já no finzinho do filme, é emocionante, versando sobre seu último encontro com George, de quem foi amigo a vida inteira e com o qual nunca manteve rusgas, como ocorreu entre outros beatles.

George morreria dias depois, na Califórnia, de um câncer contra o qual lutou bravamente, e teria suas cinzas espalhadas sobre o Ganges, o rio sagrado dos hindus, na Índia.

No filme, Ringo está muito emocionado, com lágrimas nos olhos e voz embargada, mas conta:

— Nas últimas semanas de vida do George ele estava na Suíça, eu fui visitá-lo. Ele estava muito doente, só podia ficar deitado. Só deitado. E, embora ele estivesse doente e eu o estivesse visitando, em seguida eu iria para Boston, porque minha filha [refere-se a Lee Starkey, a caçula de seus três filhos] estava com um tumor cerebral. Eu lhe disse ‘tenho que ir embora, ir a Boston’… e ele disse…foram as últimas palavras que ouvi ele dizer, na verdade: ‘Você quer que eu vá com você?’. [Emoção, risos]. Oh, Deus. Era o lado incrível do George.”

Em seguida Ringo diz um palavrão.

Felizmente Lee, 41 anos, designer de moda, não tem problemas de saúde conhecidos. Ela foi acometida de um tumor cerebral pouco depois da morte de sua mãe, Maureen Cox, primeira mulher de Ringo, em 1994. E voltou a enfrentar o pesadelo em 2001 (e não 2011) — ano da morte de George –, no mesmo Hospital Brigham and Women’s de Boston em que foi operada da primeira vez, depois que vários testes indicavam que o problema podia ter voltado. Após um tratamento, cujos detalhes não foram divulgados, Lee voltou a ter vida normal.

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Lee (em primeiro plano) como dama de honra do casamento de Ringo com Barbara, em 1980

O baterista dos Beatles se considera, hoje, um “homem de família”, é muito apegados aos filhos — inclusive aos dois do primeiro casamento de Barbara — e tem carinho especial por Lee, filha problemática que demorou a se acertar na vida. A caçula foi dama de honra de seu casamento com Barbara.

Como observaram vários leitores atentos do blog, aos quais agradeço, Ringo não estaria em excursão pelo Brasil com a filha vivendo uma situação grave.

Como eterno fã dos Beatles, apesar de ter dado uma bola fora no blog, sinto-me aliviado em saber que o velho e bom Ringo não tem esse motivo para se preocupar.

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32 Comentários

Armando Ferreira Lima em 14 de março de 2012

Setti, é incrivel como tem gente imbecil; no que se refere a doença da filha de Ringo, OK, a gente vai por informações, e alguém ao passar esta informação para você deve ter exagerado e você assim como eu, acreditamos em fontes que não deveriam ser acreditadas. A propósito, fui assistar ao show de Ringo dia 12/11/2011, lógico que a gente tem que entender que estes "artistas" fazem o que tem que fazer, porém existe uma hora que estão cansados assim como nós no dia a dia. Teve (na minha opinião) um elemento que diz ter aguardado o Ringo por quatro dias, foi até o hotel em que êle (Ringo) estava hospedado, acenou para êle, se jogou na frente do carro, mandou beijos, só faltou se despir para ter um autógrafo do ex-beatles, porém sem sucesso... Minha opinião um panaca...................

Hélio em 10 de novembro de 2011

Setti, o parabenizo pela sua postura ética, admitindo ter errado nesta notícia. Uma atitude como esta a cada dia que passa se torna mais rara entre os jornalistas de nosso país. Enquanto alguns profissionais jogaram fora o livro do Código de Ética Jornalistíca, vc com certeza o mantém sempre na cabeceira da sua cama. Parabéns! Obrigado, caro Hélio. Suas palavras me comovem. Mas, creia-me, julgo essa atitude como não mais do que minha obrigação. Abraços

Mauro Pereira em 10 de novembro de 2011

Caro Ricardo Setti, boa noite. No banco da credibilidade o saldo do caro amigo é ilimitado. Portanto, erra os burnier da vida, você equivoca-se. E não se esqueça que herrar é umano, né? Saudações.

Lizzie Bravo em 10 de novembro de 2011

Prezado Ricardo, muito obrigada por esclarecer tudo. Fiquei tão preocupada, mandei e-mail pra tanta gente que acabou que um jornalista americano amigo meu especializado em Beatles ligou pro escritório do Ringo e desmentiu a notícia. Não me considero de maneira nenhuma a maior autoridade em Beatles do Brasil, apenas tive o privilégio de conhecê-los nos anos 60 e gravar com eles. Mas com certeza tenho um "network" nacional e internacioal (os Beatle-amigos vão da Filândia à Argentina...), que consigo descobrir quase qualquer coisa, e estou às ordens se você precisar de alguma ajuda no futuro. Ser fã dos Beatles, ao menos pra mim, sempre foi compartilhar, e é com enorme prazer que o faço. Mais uma vez agadeço a atenção. Quem agradece sou eu, prezada Lizzie. E espero que tenha visto o agradecimento que coloquei a você no texto, logo no começo. Deveria ter feito no primeiro momento, mas, de todo modo, fiz o que era de absoluta justiça. Um grande abraço e volte sempre, tá?

Vera Scheidemann em 10 de novembro de 2011

Puxa ! Que ótima notícia. Vera

Pedro Luiz Moreira Lima em 09 de novembro de 2011

Amigo Setti: Pode dar destaque a esse artigo excelente do Paulo Moreira Leite. Um abração Pedro Luiz. Por PAULO MOREIRA LEITE Quem chegasse à 91a. delegacia de Policia Civil de São Paulo, na manhã de ontem encontraria um ambiente de paz. Na rua, três ônibus de cortinas negras, fechadas, traziam os 70 estudantes detidos que, pouco a pouco, seriam chamados a prestar depoimento sobre a invasão da reitoria da USP. No lado de dentro, delegados e policiais conversavam com os primeiros repórteres que apareceram. an style="font-size: small;">A idéia, disse um delegado, era denunciar os estudantes por um ato de desobediência, incontornável depois que eles não acataram a ordem da Justiça de deixar a reitoria. O passo seguinte seria um “Termo Circunstanciado de Ocorrencia”, documento que é menos relevante do que o célebre Boletim de Ocorrencia usado até para batida de automóvel. Feito isso, se dizia, eles seriam enviados para casa. Ao meio dia, a conversa havia mudado. Chamado para atuar nessas horas, o deputado estadual do PT Adriano Diogo compareceu a um encontro fechado com tres delegados e uma delegada envolvidos diretamente no caso. O deputado me pediu para acompanhá-lo como testemunha. Naquele momento, pretendia-se enquadrar os estudantes em três artigos. Além da desobediência, haveria o dano qualificado de patrimonio, em função de depredações encontradas na reitoria, e até por crime ambiental, por causa de pinturas nas paredes. (Ao longo do dia, essa postura mudaria mais uma vez e se abandonaria a acusação por crime ambiental.) “NÃO CHEGAMOS AOS CABEÇAS’ Na reunião com Adriano Diogo, os delegados disseram que eram crimes graves. Avisaram que iriam pedir a prisão provisória dos estudantes e que já estavam procurando presídios onde pudessem ser alojados. Lembrando que a única hipótese de escapar era pagar a fiança, que, estipulada inicialmente em R$ 1050, fora rebaixada para um salário minimo, um deles disse: “dificilmente todos poderão ir para um mesmo lugar. Eles serão divididos. Quem sabe tenham de passar a primeira noite aqui.” Uma explicação para a mudança de atitude é tecnica. Decidira-se por uma punição branda logo cedo, quando não havia sido feito um levantamento completo dos estragos na reitoria. “Depois se viu que a coisa era mais grave,” disse um assessor da Secretaria de Segurança. Mas ganhou curso em conversas entre pessoas envolvidas com a desocupação uma explicação política: os policiais foram instruídos a aplicar punições mais duras como parte de um esforço de imagem do governador Geraldo Alckmin. Como a maioria da população não enxerga o movimento dos estudantes com simpatia, uma reação considerada enérgica seria uma forma de associar Alckmin com uma preocupação em defesa da ordem. “Até segunda ordem a ordem é dar o exemplo,” me disse, ironico, um policial envolvido no caso. No encontro com Adriano Diogo, um dos delegados falou que as redes sociais deixavam claro que havia muito repúdio da população contra os estudantes. É um argumento estranho, já que o grau de periculosidade de uma pessoa não pode ser medida por sua aprovação maior ou menor no Ibope, nas colunas sociais ou na internet. O problema são os fatos. O deputado perguntou se não era uma punição demasiada. ”Ainda é pouco,” disse um delegado, que acrescentou, num tom que embutia até uma certa possibilidade de ampliar os interrogatórios e quem sabe, as investigações: “ainda não chegamos aos cabeças,” acrescentou, referindo-se aos sindicatos de funcionários da USP que mantém um convívio estreito com as organizações dos estudantes. Um pouco antes, a policia montou uma dessas vitrines fotograficas com parte do material encontrado na reitoria. Eram caixas de fogos de artifício, que um jornal descreveu erradamente como morteiro. Também foram exibidas meia duzia de garrafas de coquetéis Molotov. Os estudantes negam que tivessem levado o material para lá. No encontro com o deputado, o mesmo delegado prosseguiu: “não enquadramos posse de arma de fogo. Seria pior ainda para eles, pois é inafiançável.” A sentença era dura: “eles vão ter o que procuraram.” O tom da conversa era este. Por uns minutos, parecia que estávamos diante de uma equipe policial que acabara de apanhar um grupo subversivo dos anos 60 e 70. Minha impressão era que montara-se uma combinação de enganos. Lá fora, muitos estudantes diziam — com convicção — que seu movimento expressa a alvorada de um levante popular, exemplo do que acontece com a insurreição estudantil no Chile, a revolta dos indignados na Espanha, a ocupação de Wall Street e tudo mais. Na sala com os delegados, ouvia-se argumentos típicos da polícia política do regime miltar. Os confrontos políticos fazem parte da vida em sociedade. São mais claros e produtivos quando seus protagonistas sabem do que falam. Tornam-se confusos e desgastantes quando se baseiam em ilusões. A sensação ali na delegacia era de um espetáculo no qual nenhum dos protagonistas tinha idéia do enredo que estava representando. Não é obrigatório ter consciência de tudo o tempo inteiro. Mas quando enganos mútuos acontecem é mais fácil caminhar-se para o erro e o desastre. As pessoas tomam iniciativas e atitudes sem base no conhecimento da realidade, o que torna difícil atingir objetivos pretendidos. Ao contrário do que ocorreu em outras situações políticas, quando os estudantes eram aplaudidos ao fazer passeatas nas grandes cidades, hoje eles estão fechados em seu próprio mundo, como se conversassem apenas com eles mesmos. Isso se reflete em sua atitude em relação a USP, a mais respeitada universidade do país, sonho tão distante da vida da maioria dos brasileiros que eles sequer conseguem imaginar que seus filhos possam alcançá-lo, um dia. Ao sabe que iria me levar para a 91a. delegacia, o taxista lembrou que o rádio havia noticiado que este seria o destino dos estudantes e observou: “aquele movimento deles tá meio fraquinho, né…” Andando pela delegacia, Adriano Diogo não conseguia evitar um leve riso ironico ao relembrar a origem da ocupação da reitoria. “Os conservadores do PSOL e do PSTU eram contra,” diz ele, mudando o tom de voz na palavra “conservador,” mencionando a sigla mais à esquerda do Congresso brasileire e uma organização de atuação extraparlamentar, que rompeu com a CUT e hoje anima uma corrente sindical agressiva e voluntariosa, o Comlutas. Estudantes ligados ao PSOL e ao PST, que dirigem do DCE, eram contrários a invasão da reitoria. Numa assembléia tumultuada, onde cada parte acusa a outra de dar mais um golpe em deliberações estudantis, os alunos favoraveis assumiram os trabalhos e decidiram fazer a invasão. Um dirigente de uma das tendencias mais antigas dentro do Partido dos Trabalhadores apareceu na delegacia para encontrar dois militantes que participaram da invasão sem saber direito por que. “Nós discutimos e explicamos porque não deviamos apoiar essa ação. Mas, depois que a assembléia aprovou a invasão, eles acabaram entrando no bolo.” O mundo estudantil sempre teve a fisionomia de um aquário mas, neste caso, as particularidades parecem maiores do que a média. As duas ou três organizações que estiveram à frente da invasão da reitoria exibem um radicalismo que um dia teve suas ligações com o pensamento de Leon Trotski, o primeiro líder comunista a reconhecer que o regime saído da revolução russa de 1917 caminhava para um fracasso que poderia produzir um retorno ao capitalismo. Eles detestam a mídia, questionam a distribuição de renda ocorrida nos últimos anos como puro consumismo. Uma estudante me disse que a luta deles é difícil porque estão combatendo “essa democracia.” A fraqueza desses estudantes em relação a própria massa estudantil é enorme. Nas últimas eleições para o DCE, uma chapa conservadora mostrou uma presença que não se via há muitas décadas. A maioria dos observadores acredita que só irá crescer na próxima eleição. Há concretamente um choque de civilizações entre estudantes e a PM. Habituada a fazer seu trabalho junto às parcelas humildes da população, que não tem meios de defesa nem canais de denúncia e reivindicação, ao atravessar a universidade a PM entra em rota de colisão com um mundo diferente, com outros códigos e discursos — e mais poder de retaliação. Em vez de encontrar cidadãos socialmente indefesos, os soldados estão diante de brasileiros e brasileiras que tem outra condição social. As estatisticas informam que as universidades públicas estão longe de constituir um abrigo exclusivo de filhinhos de papai, como sustentam os advogados de sua privatização, mas são uma instituição que abriga pessoas que estão condenadas a agir e reagir como personagens de nossa elite cultural. Essa possibilidade de resistência dificulta a aplicação, nas universidades, do simples jogo bruto que é comum em outros lugares. Ouvi três histórias de violência que chamaram a atenção, ontem: 1- Uma estudante de Filosofia me disse que passou 40 minutos de pavor e agressão, por volta das cinco da manhã, quando começou a desocupação. Foi arrastada e jogada no chão, teve sua câmara de filmar e fotografar quebrada. Ao gritar por socorro, foi silenciada com um instrumento de borracha enfiado em sua boca. Mais tarde, apertaram seu pescoço com um cassetete. Quando me deu um depoimento, chorou várias vezes e mostrou o lábio com manchas internas escuras, que eram marcas da agressão, disse. 2- Um estudante de Letras contou que foi apanhado pela PM do lado de fora da reitoria. Derrubado, foi algemado, enquanto um PM usava o pé para apertar sua cabeça contra o chão. O pai deste estudante, um funcionário público, disse que viu imagens da cena na câmara de um cinegrafista de TV que cobria a cena. “Minha mulher também viu e não pára de chorar até agora. Era tão estranho ver aquela cena que eu não conseguia acreditar que fosse meu filho.” 3 – Um terceiro estudante me mostrou um corte no supercilio esquerdo por baixo de um curativo grosseiro, com esparadrapo. Disse que fora agredido por um PM durante a desocupação da reitoria. “Ele me acertou com um escudo,” disse o estudante. PROTESTO COM APOIO DE MINISTRO Entrevistei o major PM Sofner, da Comunicação Social. Perguntei sua avaliação sobre estes depoimentos. O major me disse que haviam apurado e que não era nada sério. Perguntei especificamente sobre o depoimento daquela estudante que foi arrastada, empurrada, jogada no chão. Ele me disse que não era verdade mas que estavam investigando. A impressão era de pura formalidade diante de um jornalista. Vamos combinar que não há comparação possível entre a violencia cotidiana da PM contra a população humilde de São Paulo e das grandes cidades brasileiras. Por essa critério, a atuação dos policiais com os estudantes poderia ser classificada como educadíssima. Até o ministro da Educação e candidato a prefeito de São Paulo Fernando Haddad – antigo aluno da USP – condenou publicamente a invasão, um apoio que os estudantes comemoravam discretamente em volta daqueles onibus em que ficaram detidos durante 17 horas. Talvez não haja mais curioso sinal dos tempos do que um protesto estudantil com apoio de ministro da Educação. Mas uma aluna reclamou que Haddad não precisava ter dito que a universidade “não é cracolandia, pois nós não achamos que seria correto fazer na cracolandia o que fizeram na USP.” O esforço de criminalização dos estudantes inclui a técnica de dizer e repetir a besteira de que eles não passam de maconheiros interessados em livrar-se da PM para fumar seus baseados à vontade. É injusto, mentiroso e irresponsável. Basta ler jornais para ter uma idéia das mazelas que envolvem a Polícia Militar e é importante que se discuta isso. A PM tem uma postura agressiva em relação a estudantes, quando poderia ter uma atuação mais ponderada. Mas não concordo com sua reivindicação, ”Fora PM.” Como a maioria dos brasileiros, acho que a segurança é um direito da população e um dever do Estado. A população quer tranquilidade para trabalhar, andar pela rua, divertir-se. A menos que se prove que os dados divulgados são falsos, o que não se fez até o momento, a entrada da PM na USP trouxe benefícios evidentes neste quesito. Sei que a corporação acumula um comportamento violento e autoritário que vai muito além do razoável. O debate sobre segurança é atual e tem uma dimensão nacional. Nenhuma proposta de reforma ou mesmo reconstrução da PM, autoriza que se dispense o serviço da corporação, apesar de seus defeitos. A boa educação política ensina que é preciso separar as coisas. Numa democracia, todos precisam aprender isso.

wilson em 09 de novembro de 2011

Setti é apenas um "Clerical Error" sem nenhuma má fé. Barriga vexatória foi a Globo no jornal Hoje , comprando a história de falso rapto de filho do militante da libelu pela PM.

José Figueredo em 09 de novembro de 2011

Ufa!menos mal Setti.Ringo tem aquela cara de eterno menino carente,mas tem aquele jeitão de pessoa boa.Muita falta fazem John e George.O mundo já não é mais o mesmo.Setti(Pai ou o Filho),porque Julian(JUD),não emplacou no Brasil,apesar da incrível semelhança com a aparência e as habilidades musicais profundas de LENNON?Já Sean parece patinar na carreira?eterno preconceito dos fãs com a Yoko? que tal um comentário sobre os herdeiros do Beatle número UM. É uma excelente ideia, José. Obrigado. Abraço

Lucia em 09 de novembro de 2011

Parabéns por assumir algo que muitos ignoram e pela transparência, Ricardo. Isso é o bacana da internet, a interatividade. Espero que nossos comentários tenham te ajudado, o que era nossa intenção, evitar o equívoco. Lizzie Bravo é a maior autoridade sobre os Beatles no Brasil. Pode ser uma boa futura fonte para você. Abraço

Ana em 09 de novembro de 2011

Setti, confesso que eu feliz por você ter se enganado. Afinal, o engano nos levou a uma notícia boa, não é mesmo! Bjs

Naldo em 09 de novembro de 2011

Falando em erro, aquela história das declarações do Gilad Shalit continua estranha. Só consegui confirmar o que foi declarado pelo leitor Sam Spade. http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/vasto-mundo/sargento-mantido-refem-por-mais-de-5-anos-pelo-hamas-pediu-a-libertacao-de-todos-os-prisioneiros-palestinos-e-a-paz/#comments

João Augusto em 09 de novembro de 2011

Ricardo Feita as devidas correções, segue o jogo. O equívoco não diminuirá a credibilidade do ilustre jornalista, tampouco o meu interesse pelo blog. Obrigado, caro João Augusto. Abraços

Regina Carvalho em 09 de novembro de 2011

O link do Jornal de Liverpool que vocês postaram na resposta da Lizzie Bravo data de 2001, ou seja 10 anos atrás... Então eu me enganei. Acontece. Vou ver o que houve. Veja este link de hoje: http://www.dailymail.co.uk/tvshowbiz/article-84158/Fresh-cancer-battle-Ringos-girl.html

Lucia Camargo em 09 de novembro de 2011

Este link do Liverpool Daily Post é de 15/11/01, sr. Ricardo. Concordo com o que a Lizzie Bravo, uma das maiores autoridades sobre Beatles no Brasil, disse. Ela consultou suas fontes no exterior, eu também tenho boas fontes, que desconhecem o fato, e nenhum jornal ou blog publicou algo recentemente sobre isso. Não faz sentido também o pai continuar em turnê se a Lee estiver de volta ao tratamento. Digo isso, sr. Setti, porque sou jornalista e sei o peso que uma notícia tem. Mas se o senhor tem suas fontes e está certo disso, o senhor está diante de um belo furo internacional. Pena que a notícia em si não e boa. Abs Não tenho nenhuma pretensão de ter um furo internacional, cara Lucia. Me enganei com o link do Liverpool Daily Post, é verdade. Mas veja este link, de hoje: http://www.dailymail.co.uk/tvshowbiz/article-84158/Fresh-cancer-battle-Ringos-girl.html

Rodolpho em 09 de novembro de 2011

Ricardo, o link que você postou de um jornal de Liverpool, terra dos Beatles, é de 2001. - http://www.liverpooldailypost.co.uk/liverpool-news/regional-news/2001/11/15/ringo-starr-s-daughter-fights-cancer-92534-11425594/ A não ser que eles sejam profetas e postaram um notícia no dia 15 de novembro deste ano. Você tem absoluta razão, caro Rodolpho. Me enganei. Mas veja este link, de hoje: http://www.dailymail.co.uk/tvshowbiz/article-84158/Fresh-cancer-battle-Ringos-girl.html

Lizzie Bravo em 09 de novembro de 2011

Prezado Ricardo, favor verificar a data do link que você me enviou abaixo: 15 de novembro de 2001 (DOIS MIL E UM). Este é o mesmo mês e ano de todas as notícias a respeito. Continuo recebendo e-mails de amigos do exterior dizendo que não existe uma só palavra sobre este assunto em nenhuma publicação atual - apenas as de 2001. Ringo chega hoje ao Brasil. Ele jamais estaria aqui se tivesse um filho com cancer num hospital - acredite. Você tem toda razão, cara Lizzie. Errei feio. Mas veja este link de hoje, dia 9: http://www.dailymail.co.uk/tvshowbiz/article-84158/Fresh-cancer-battle-Ringos-girl.html Vou checar e rechecar. Se estiver enganado, retiro o post do ar imediatamente.

patricia m. em 09 de novembro de 2011

Acontece o seguinte, caro Setti: um paciente com cancer nunca fica "curado". Nao ha "cura" para o cancer, todos sabemos disso. Ele entra em fase de remissao e pode retornar anos depois. Todo paciente com cancer sabe disso tambem. Eh dureza mas eh a verdade. Você se dirige a mim como se eu tivesse 7 anos de idade, cara Patricia, e não é a primeira vez. Só que no caso da filha de Ringo surgiu um tumor diferente do primeiro, segundo as notícias. E que ainda não se comprovou ser maligno ou não. E existe, sim, cura para o câncer, total, definitiva e sem remissão em um percentual de casos cada vez maior, bastando para isso consultar as estatísticas.

Mayara em 09 de novembro de 2011

Qual a fonte dessa notícia? O Daily Mail? Dezenas de publicações britânicas, inclusive jornais de Liverpool, terra dos Beatles, e diferentes emissoras de TV europeias.

regina carvalho pereira em 09 de novembro de 2011

Será que esta notícia procede? Não é a mesma de 10 anos atrás? Inclusive, um jornal londrino (http://www.dailymail.co.uk/tvshowbiz/article-84158/Fresh-cancer-battle-Ringos-girl.html) diz que "Ringo, 61 anos..." qdo na verdade ele está com 71! Idem sua esposa:apontam 55 anos pra ela, qdo na verdade está com 64/65 anos! Espero que chequem a veracidade, que a moça esteja bem e que tais notícias não prejudiquem os shows do Ringo, programados p os próximos dias, aqui no Brasil. Você acha que eu seria tão irresponsável de publicar em meu blog uma notícia de 10 anos atrás, meu Deus do céu? Um crédito de confiança a um jornalista veterano como eu não me faria mal. A provável razão de você ter tido essa impressão é que realmente me equivoquei com a idade de Barbara Bach, que nasceu em 1947 e, portanto, tem 64 anos, embora não pareça. Isso vou corrigir já.

Lizzie Bravo em 09 de novembro de 2011

Acabo de ser informada que a foto da Lee com a Stella não é recente, peço desculpas pela confusão.

Lizzie Bravo em 09 de novembro de 2011

Bom dia a todos. Passei esta notícia adiante ontem para minha lista de Beatle-amigos no exterior. Recebi inúmeros e-mails de volta. Ninguém encontrou absolutamente nada sobre este assunto na internet, a não ser um artigo do dia 14/11/2001 falando da doença da Lee. Sean Lennon publicou no seu twitter uma foto da Lee ao lado de Stella McCartney no Halloween, ou seja, 31 de outubro, onde ela aparenta estar muito bem. Das outras vezes, Ringo cancelou suas turnês para estar ao lado da filha. Estou achando muito estranho esta notícia estar apenas na Veja e não na imprensa mundial. E também o Ringo continuar se apresentando na América do Sul. Barbara Bach tem 64 anos, e não 55 como está na matéria. Gostaria de saber de onde vocês tiraram essa notícia tão séria, que não aparece em lugar nenhum além da Veja. Grata. Lizzie Bravo, Rio de Janeiro Você acha que um jornalista minimamente decente tiraria uma notícia dessas do nada? Me enganei, e já corrigi, sobre a idade de Barbara Bach. Mas, entre muitas outras fontes, veja esta, de um jornal de Liverpool, terra dos Beatles: http://www.liverpooldailypost.co.uk/liverpool-news/regional-news/2001/11/15/ringo-starr-s-daughter-fights-cancer-92534-11425594/

Vera Scheidemann em 08 de novembro de 2011

Reynaldo-BH Deus te acompanhe. Estamos torcendo por você ! Vera

JT em 08 de novembro de 2011

Se Lee tem apenas 31 anos, ela não poderia estar no casamento de Ringo como dama de honra em 1980. Talvez ela tenha 41 anos de idade. Não importa, ainda é muito jovem para enfrentar, de novo, um tumor cerebral. É verdade, Jean, erro meu. Já corrigido. Obrigado e abraço

Octávio em 08 de novembro de 2011

As vezes me pergunto porque pessoas que tanto fizeram pela felicidade das pessoas acabam passando por misérias como esta.

Reynaldo-BH em 08 de novembro de 2011

Bem fui ali e volto ja. Ate sexta.

Dulci em 07 de novembro de 2011

Reynaldo, não encontro palavras para expressar meus sentimentos. Há algum tempo, você ganhou a minha simpatia pelos seus comentários, sempre sensatos e inteligentes. Tivemos casos em minha família, eu já tive de pele, vivemos sempre em alerta. Desejo que encontre sua cura, 53 não é muito, estou logo atrás de você no número de anos e espero viver bem mais. Um grande abraço e muita força pra você!

Pedro Luiz Moreira Lima em 07 de novembro de 2011

Reynaldo Bh : Boa viagem e tudo ficará bom com vc. Um abração

Reynaldo-BH em 07 de novembro de 2011

Setti, desculpe-me o misto de desabafo e exposição. Mas estes dias tem sido meio intensos. Acho que consigo embarcar hoje a noite para NY, a trabalho. Volto na quinta, por ordens de quem manda em mim agora. Hehehe.. A vida segue e há de seguir. Mas a proximidade de fim de ano, etc., nos faz mais fracos. Ou frágeis. Assim, acabam saindo coisas mais expostas do que deveriam (ou poderiam) ser. É que acompanho (algo meio mórbido, mas descobri que normal na situação) quem luta esta luta! Lee Starr é uma delas. Sabe aquela coisa de grávidas só enxergarem quantas grávidas existem nas ruas durante a gravidez? Pois é.. Hehehehe). Fique livre para excluir os comentários se achar que passei de algum limite que não deveria. Um grande abraço e - espero! - até sexta! PS: ou uns pitacos ocasionais. A WEB ao menos para istp serve. Comentários seus não se excluem, de jeito algum, caro Reynaldo. Boa viagem e... força! Abraços

Vera Scheidemann em 07 de novembro de 2011

Puxa ! Que triste ! Há notícias que a gente não deveria saber nunca... Vera

Reynaldo-BH em 07 de novembro de 2011

A quem puder - e não se imagina o quão bem faz! - peço que auxiliem o Instituto Mário Penna, especializado em oncologia em Belo Horizonte. Fazendo doações. DE PALAVRAS! SÓ PALAVRAS! Um projeto inovador distribuiu telas de plasma na Radioterapia, Quimioterapia, Medicina Nuclear, Ambulatórios, etc. Onde existe pessoas assustadas e com medo. Sua mensagem irá até estas telas. E será lida por quem precisa, acima de tudo, de FORÇA e esperança. AGRADEÇO! Segue o link. http://www.doepalavras.com.br/

Reynaldo-BH em 07 de novembro de 2011

Nada me abala mais do que ver um(a) jovem sofrendo. Como diria o Renato Russo "há tempos são os jovens que adoecem". Não deveriam. Me abala e muito mais ainda quando a luta é contra esta barbaridade ainda não dominada pela ciência. Rezo todos os dias para que, espalhados pelo mundo cientistas a cada mínima conquista, continuem avançando! Ninguém pode imaginar o que seja um câncer na vida de uma pessoa. Ou de uma família. Setti, eu sei. E você sabe que eu sei. Eu tenho um. E luto, luto e luto, contra ele e contra o que ele provoca de alterações. Na minha vida. Nas minhas esperanças. No meu futuro. Mais já vivi 53 anos bem vividos. O que dizer a uma menina de 31 anos? Que justificativa, filosófica ou de fé, se dá a alguém abatido no ápice de um voo que não se repete? Que explicação dar ao inexplicável? Que consolo dar a quem sabe-se finito e sofre com um tratamento acima das forças humanas? O que dizer a Lee? Que queria pegá-la no colo? Não basta. Eu sei que não basta! Mas não me resta nada mais a dizer.

Pedro Luiz Moreira lima em 07 de novembro de 2011

Setti: Diga e expliquem o que quiserem - de minha parte em relação ao super boa praça Ringo - Porra que sacanagem!me perdoa o palavrão. Sabe duma coisa tou P da vida!ao menos Ringo e sua família tem um torcedor aqui.

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