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O menino Taj emula o grande Nat King Cole na fotomontagem feita pelo pai, Lance; abaixo, a capa original do disco, “The Very Thought of You” (1958) (Montagens: Lance Underwood)

Nat King

O pai é um fã incorrigível de música, com especial queda para um dos principais fetiches deste universo, as capas de discos; os filhos, entusiastas incondicionais das “viagens” do pai. Em alguma coisa interessante esta química teria que resultar.

Pois para expressar a paixão por seu grande, o americano Lance Underwood recrutou sua prole, ou seja, os meninos Taj e Amar, com o intuito de reproduzir as artes originais de seus álbuns favoritos, tendo a dupla como protagonista.

Não que Underwood seja um especialista em Photoshop ou direção de arte. E muito menos que seja fácil imitar os projetos gráficos das bolachas que ele venera, sobretudo as icônicas lançadas pelo selo de jazz Blue Note nos anos 1950 e 1960.

Mas a brincadeira valeu a pena. E está disponível para quem quiser curtir no tumblr QT Albums, nos quais Taj, Amar e, em alguns casos, o próprio Lance, bancam crooners (como o Nat King Cole da abertura do post), jazzistas, rappers e até astros do folk, como Bob Dylan. Abaixo, mais alguns exemplos:

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Taj em “Speak No Evil”, de Wayne Shorter (1964)

Amar em "Speak No Evil", de Wayne Shorter (1964)

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Amar e “The Times They Are A-Changin'”, de Bob Dylan (1964)

Amar e "The Times They Are A-Changin'", de Bob Dylan (1964)

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Taj vira o psicodélico Roy Ayers de “Ubiquity” (1971)

Roy Ayers

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Taj novamente, agora como Dr. Dre e “The Chronicle” (1992)

Dr Dre

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De volta ao jazz: agora Amar presta tributo a “The Scene Changes – The Amazing Bud Powell”, de Bud Powell (1958), com “canja” do pai Lance

Bud Powell

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E tome mais jazz: Taj revive Donald Byrd em “Fuego” (1959)

Donald Byrd

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Taj e “Smoke Stack”, de Andrew Hill (1963)

Andrew Hill

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2 Comentários

CMM JAGUATIRICA em 21 de abril de 2014

As regras para publicação de comentários no blog, conforme relembrei aos amigos leitores incontáveis vezes, não aceitam textos escritos somente em maiúsculas, em respeito à boa educação, aos leitores e seguindo uma norma internacionalmente praticada na web. Como presumo que você saiba, palavras em maiúsculas significam palavras gritadas, não é mesmo? Confira as regras no link http://goo.gl/u3JHm Obrigado</strong

Marco em 20 de abril de 2014

D. Setti, ficou bom o propósito. Abs.

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