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Em fotografia de 1949, Pablo Picasso encara a lente da Life em Vallauris, no sul da França, onde viveu nas décadas de 1940 e 1950 (Fotos: Gjon Milli – Getty Images/Time & Life Pictures)

Esta segunda-feira, 8 de abril, marcou o 40º aniversário de Pablo Picasso (1881-1973).

E para relembrar o espanhol, seguramente um dos maiores artistas de todos os tempos, a revista americana Life publicou em seu site imagens do arquivo de um de seus colaboradores mais frequentes, o fotógrafo albanês Gjon Mili (1904-1984).

As fotografias foram feitas em diferentes sessões realizadas entre 1948 e 1967 e captam o gênio de Málaga em sua intimidade – curtindo o sol da Côte D’Azur francesa, por exemplo – , mas também trabalhando em seus ateliês.

Entre os cliques selecionados pela Life encontram-se também registros dos experimentos com “desenhos de luz” criados pelo próprio Mili para Picasso, além de retratos de sua companheira durante dez anos, a artista e escritora Françoise Gilot – 40 anos mais nova do que ele -, e de um dos dois filhos que tiveram, Claude.

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Contemplando obras suas feitas em cerâmica, Vallauris, 1949
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Posando com máscara do Minotauro em praia da Côte D’Azur em 1949: a obsessão do artista com esta figura da mitologia grega era tamanha que ele chegou a ter uma “fase Minotauro” em sua obra
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Obra de Picasso intitulada “Mulher com Carrinho de bebê” em sua oficina na igreja Notre-Dame-de-Vie, em Mougins, sudeste francês, 1967
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Pensativo em Vallauris, 49
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“Desenhando com luz”: Picasso ficou fascinado com a técnica que o fotógrafo Gjon Milli lhe apresentou, a de deixar o obturador da câmera aberto por mais tempo e captar o movimento de luzes…
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…e criou obras feitas de luz como esta
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Outro retrato do gênio na Côte d’Azur em 1949, agora com direito a flor em cima da orelha
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Outra imagem do ateliê de Picasso na Notre-Dame-de-Vie, em Mougins; foto de 1967
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François Gilot, companheira de Picasso por uma década, e o primeiro dos dois filhos que tiveram, Claude (a outra cria é Paloma Picasso): anos após a separação, ela escreveria um livro “lavando a roupa suja” com o artista que, enfurecido, nunca mais quis saber da família

 

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Grafia cubista? É difícil decifrar tudo o que está escrito – em francês – neste pedaço de papel, mas trata-se da autorização de Pablo Picasso para que Gjon Milli fotografasse sua obra

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6 Comentários

diego millis em 10 de junho de 2013

salve picasso grande méstre,que faz muita falta com sua personalidade e suas obras geniais.

Verlaine em 12 de abril de 2013

A melhor do Picasso, foi quando perguntaram a ele se costumava decorar sua casa com seus quadros. Ele respondeu? você e louco? Nao tenho dinheiro para ter um quadro que pinto....

Charles A. em 11 de abril de 2013

Com tantas mulheres lindas no blog,eu vim cair aqui...Sem camisa,prefiro as obras de arte do blog, como a Sofia Vergara,a Lisa Edelstein,etc,etc,etc

Aposentado em 11 de abril de 2013

Na primeira foto da sequência, ele parace o Abilio Diniz. Apenas visualmente.

SergioD em 11 de abril de 2013

Gênio. Picasso se inscreve numa categoria especial, como um Michel Angelo, um Monet. Não cabe aqui analisar a técnica de cada um, e sim a sua influência no mundo que os cercava e no de hoje. Grande post. Abraços

Ismael Pescarini em 10 de abril de 2013

Coisas que definitivamente não se misturam são talento e caráter. Picasso é um exemplo. Não me cabe julgar nem acho que essa discussão invalide ou diminua sua arte, embora ela sempre surja, principalmente quando o artista morre ou é lembrado em uma biografia honesta. Recentemente Niemeyer foi objeto de polêmica na imprensa. Mas o velho Picasso foi mesmo um marco nas artes plásticas, diria que depois dele a arte teve de migrar para o exterior dos museus ou morrer de tédio.

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