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Shirley MacLane e seu boxer (nome não identificado): duplas imbatíveis (Fotos: John Kobal Foundtaion/ACC Editions)

Chega a ser covardia: reunir nos mesmos enquadramentos as mais belas e glamorosas estrelas de Hollywood dos tempos áureos e simpaticíssimos cachorros de estimação. Em suma, dois dos temas que as pessoas em geral mais gostam de ver em fotografias.

A ideia, simples e ótima, acaba de se materializar no livro Hollywood Dogs, da editora inglesa ACC – ainda sem lançamento anunciado no Brasil -, organizado por Gareth Abbot e Catherine Britton e ilustrado com 147 amostras do pelo acervo fotográfico da John Kobal Foundation.

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Clarke Gable e um de seus cães na capa do livro “Hollywood Dogs”

Os retratos foram feitos entre 1920 e 1960, período considerado a “Era de Ouro” de Hollywood, e captam os normalmente inatingíveis movie stars em momento de pura espontaneidade, estimulados, é claro, por seus fiéis companheiros. Dentro ou fora dos sets de filmagens.

Evidentemente, cães que foram “atores profissionais”, como o inimitável Totó, de O Mágico de Oz (1939), também comparecem. Abaixo, algumas das imagens presentes em Hollywood Dogs.

 

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Marilyn Monroe e o maltês que ganhou de Frank Sinatra em 1961, e que batizou como… Máfia!
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Mr. Famous – assim se chamava o Yorkshire terrier de Audrey Hepburn. Eram tão inseparáveis que o cãozinho chegou a participar de um dos filmes dela, “Cinderela em Paris” (1957)
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Elvis Presley cai nas graças de amigo canino anônimo

 

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Elizabeth Taylor com a mão na massa, dando banho na sua cocker spaniel Amy

 

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Bette Davis com dois cachorrinhos em 1934
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Natalie Wood ganhou da mãe o poodle Morning Star, com quem posa nesta foto
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Frank Sinatra e Snuffy, cairn terrier com quem contracenou em “Meus Dois Carinhos” (1957)
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Brigitte Bardot já demonstrava o amor por animais que tanto a identifica hoje caminhando com um black spaniel na Riviera Francesa quando começava a trajetória que a tornaria um mito do cinema
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Rita-Hayworth com Pookies, cocker spaniel que ganhara de presente de seu então marido, o cineasta Orson Welles

 

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7 Comentários

Dulce Regina em 31 de outubro de 2013

Bruno, Bruno, toma tenência... Rsrsrs . De que época vc é ? Hoje em dia, não acontece " nada " com os meninos, qdo vêem uma moça bonita. Está tudo tão vulgar...Bons tempos de outrora ! Gostei da foto da Rita Hayworth, ela e o cocker spaniel, estão fantásticos. Setti, não gosto de fazer isto mas, reveja o nome de Frank Sinatra, na chamada. Abraços

Regis Alves Schwert Alves em 29 de outubro de 2013

Faltou dizer na foto “Elvis (à direita)”

Bruno Sampaio em 29 de outubro de 2013

Off topic, Setti. "Em entrevista ao Yahoo Mulher, Ji contou que a ideia de retratar o pós-operatório da cirurgia plástica surgiu através da vontade que a fotógrafa ficou obcecada para mudar seu corpo completamente e ser respeitada e admirada pelas pessoas. " Observe que beleza de construção gramatical a "reporter" fez nesse texto. É gente com essa formação que anda saindo de nossas faculdades. Vai ver que é por isso que andam quebrando tudo. Assim não há chance de errar...

Vera Scheidemann em 29 de outubro de 2013

Concordo com o Delcio ! Cães sempre roubam a cena onde quer que apareçam. Que bom que é assim. Vera

Delcio em 29 de outubro de 2013

Cachorros deixam qualquer um como coadjuvante.

Bruno Sampaio em 28 de outubro de 2013

A foto de Natalie Wood antecipou em décadas o conceito de cachorra. Precisava tanta pose? Uau! Quase tive que colocar uma mochila no colo, feito quando tinha 14 anos a caminho do colégio...

MILTON SIMON PIRES em 28 de outubro de 2013

CANARINHO NA MINA DE CARVÃO. Milton Pires Todo mundo, até eu mesmo, já se convenceu de que somos o “povo que deixa tudo para última hora”. Pagamento de imposto de renda, compra de entrada para futebol, inscrição no vestibular...a lista não tem fim. Deixar coisas para serem resolvidas perto do último minuto parece nos fazer bem. De certa maneira, imagino que ajuda a confirmar a aparência de povo “tranquilo” e que não se “estressa”, não é mesmo? Pois bem, afirmo que nossa capacidade de preocupar-se e propor soluções para o país está sujeita à mesma regra. Sabem por que estou escrevendo essas coisas? Porque me parece que de repente a internet, através de blogs, hangouts, redes sociais ou seja lá o que for, ficou cheia de gente que percebeu que é uma urgência tirar o PT do poder no Brasil. Seguindo a tradição nacional, essas pessoas perceberam – na última hora – o que é esse partido e qual o risco que representa para liberdade. Agora começam as idéias: formar partidos novos, continuar com trabalho cultural, implorar pela intervenção militar...Vejam, não estou aqui fazendo a crítica delas. Não estou apoiando ou descartando soluções mas apenas observando de uma maneria muito clara que não se pode fazer – de outubro de 2013 ao final de 2014 – aquilo que o movimento revolucionário vem fazendo no Brasil desde 1968! Sei que parece óbvio escrever esse tipo de coisa mas mesmo assim é necessário. O PT não vai sair do poder no Brasil em 2014. Poderá sair do governo; mas não do poder. A diferença entre uma coisa e outra é gigantesca e não vou, novamente, tocar no assunto. Digo ainda que, garantida sua presença no poder, o partido é capaz de inclusive abrir mão do governo já que, uma vez nele, uma série de coisas fica mais difícil de fazer do que quando se está na oposição. Até aqui vimos essa gente tomar conta de todo poder Judiciário, livrar da cadeia imediata os réus do processo do mensalão e continuar governando por medidas provisórias. Vencidos fomos quando tentamos nos opor à entrega da saúde pública brasileira nas mãos de pessoas que sequer sabemos se são médicos e agora aproxima-se o “marco regulatório da internet”. Observem quanto tempo a mídia brasileira – quase toda ela afinada com o governo petista – deu às denúncias de espionagem no país. Vejam o número de reportagens extensas a respeito da indignação da Presidente Dilma e o cancelamento da sua visita aos Estados Unidos. Tudo isso foi feito para “preparar o clima”...para fazer com que as pessoas pensem que a censura é de fato necessária e que o PT quer proteger o cidadão brasileiro. Até quando as pessoas vão continuar caindo nesse tipo de conversa? Há mais de um século atrás, quando mineiros desciam às profundezas das minas de carvão na Inglaterra, nenhum controle rigoroso havia sobre os vazamentos de gás nos depósitos subterrâneos...Além do risco de explosão, a intoxicação por monóxido de carbono era perigo constante. Preocupados com isso, os trabalhadores adquiriram o hábito de levar um canarinho numa gaiola. Mais sensível aos efeitos dos gases do que os seres humanos, enquanto o passarinho estivesse cantando sabia-se que era seguro continuar com as escavações. Seu silêncio ou sua morte indicavam perigo iminente e determinavam o momento de parar com o trabalho e retornar à superfície... Sem querer ofender esses belos bichinhos, imagino que deveríamos pensar na imprensa brasileira como um deles..rss e lembrar que – gostando ou não de pássaros – eles podem nos salvar a vida. Somos duzentos milhões de mineiros de carvão a centenas de metros abaixo da luz e do ar puro. Foi o PT que nos enfiou nesse abismo. Por enquanto ainda respiramos..e o canarinho ainda canta na mina de carvão. Para querida amiga Lúcia Nogueira Moraes.. Porto Alegre, 28 de outubro de 2013.

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