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Rebanho de ovelhas na Terra do Fogo, Argentina

Até o Príncipe Albert de Mônaco compareceu, no dia 19 de junho, ao Cine Odeon, no Rio de Janeiro, para o lançamento mundial do documentário Planet Ocean. O que dá uma ideia do prestígio que carrega o codiretor do longa de 90 minutos, o francês Yann Arthus-Bertrand, de 66 anos.

Cineasta, fotógrafo, jornalista e ambientalista, ele desde a década de 1970 viaja pelo planeta atrás das melhores imagens da natureza e do Homem interagindo com o Meio Ambiente.

Colaborou com revistas do porte de National Geographic e Life; dirigiu cinco outros filmes; e publicou seis dezenas de livros, incluindo o bestseller (3 milhões de cópias vendidas) It’s The Earth From The Air (é a terra vista do ar, em tradução livre), ilustrado por fotografias aéreas dos quatro cantos do mundo e lançado especialmente para a Eco 1992, no Rio de Janeiro. A modalidade, aliás, que tornou sua especialidade, a ponto de ter fundado a primeira agência de imagens do gênero.

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Paisagem urbana em Seul, Coreia do Sul

Ativista criador da fundação ecológica Goodplanet, Arthus-Bertrand rodou Planet Ocean com o objetivo de “mudar a visão das pessoas sobre os oceanos”, submergindo sua câmera nas água ou elevando-as aos céus de 40 países, incluindo África do Sul, Espanha, Nova Zelândia e Brasil.

Ele voltou ao Brasil recentemente, para novos trabalhos, em celebração a seu reencontro com a Cidade Maravilhosa, a Praça Floriano, na Cinelândia, sediou durante junho uma mostra com 126 fotografias, parte delas produzida no país.

Confiram abaixo uma seleção de outras imagens em alta definição clicadas pelo mago das fotografias aéreas. Para mais, acessem o site de Arthus-Bertrand, onde estão catalogadas por país.

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Phand Nga Bay, Tailândia
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Barco atravessa “mar de gelo” em Resolut Bay, Nunavut, Canadá
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Habitantes da região de Dogon, Mali
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Malé, capital das Ilhas Maldivas
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Campo de arroz em Pokhara, na porção nepalesa da cadeia de montanhas do Himalaia
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Elefantes correm no Delta de Okavango, em Botswana
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Barco carregado no rio Nilo Branco, sul do Sudão
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Vilarejo no Vale Rheris, nas montanhas Atlas, em Marrocos
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Pequena multidão em Abengorou, Costa do Marfim
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Parte dos 25 mil túmulos de soldados norte-americanos mortos em combate na I Guerra Mundial em Verdun, França
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Favela em Caracas, Venezuela
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Pinguim solitário (o pontinho escuro na imensidão do megapedaço de gelo) em Adelie Land, Antártica
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Yann Arthus-Bertrand em ação — sempre lá em cima (Foto: Antoine Verdel)

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9 Comentários

Luiz Almeida em 27 de agosto de 2012

A foto das plantações de arroz mostra patamares (tal como curvas de níveis) inundáveis. Belíssimas fotos!

Ismael em 20 de agosto de 2012

As fotos me lembram Tin-Tin ou Exupery, o autor do Pequeno Príncipe, um aspecto romântico da aviação que nos dá uma visão de escala desconcertante.

Teresinha em 18 de agosto de 2012

Realmente as fotos são lindas, intrigantes, chocantes e curiosas - como é feita a colheita do arroz naquela cultura tão irregular - fiquei impressionada!

Pedro Luiz Moreira Lima em 18 de agosto de 2012

Amigo Marcos: Realmente estou supreendido; Obrigado pela informação Abração Pedro Luiz

Marcos Bonin Villela em 18 de agosto de 2012

Informação para Pedro Luiz Moreira Lima: Na Primeira Guerra Mundial morreram cerca de 116500 americanos.

Mel em 18 de agosto de 2012

o trailer do 'the 11th hour' http://www.youtube.com/watch?v=7IBG2V98IBY

Pedro Luiz Moreira Lima em 18 de agosto de 2012

Amigo Setti: Como muitos a Primeira Guerra Mundial não tem um documentação rica e tão disponível.Sei que os americanos(me corrija)entraram na guerra em 1917 e nhão imaginava 2 milhões - o numero me supreendeu e o número de mortos idem 25.000 . Aprendendo Abração Pedro Luiz

Mel em 17 de agosto de 2012

....imperdível esse video Ricardo! Assim como o documentário 'A 11ª Hora' , um alerta precioso apresentado pelo Leonardo Di Caprio.

Pedro Luiz Moreira Lima em 17 de agosto de 2012

Amigo Setti: 25.000 soldados mortos americanos na Primeira Guerra Mundial?puxa viva!uma surpresa para mim. Não imaginava esta mortandade. Fotos legaas para se ver,curtir e lamentar. Abração Pedro Luiz Grande Pedro, Quase 2 milhões de americanos lutaram na II Guerra Mundial. E sabe quantos na II Guerra Mundial, contra o nazifascismo? 16 milhões. Eu já visitei cemitérios de soldados na Normandia, é um mar de cruzes brancas. Raramente se vê um morto com mais de 23, 24 anos. Abração

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