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O novo gabinete grego presta juramento diante de dignitários da Igreja Ortodoxa: nem parece um país da Europa, no século XXI (Foto: en.rian.ru)

Vejam a foto acima.

Posse do governo interino grego, liderado pelo magistrado Panagiotis Pikrammenos, 67 anos, presidente do Conselho de Estado.

Pikrammenos designado foi pelo presidente da República, Karolos Papoulias, para conduzir interinamente o país até as eleições gerais de 17 de junho – uma vez que do Parlamento surgido do pleito do dia 6 passado nenhum dos líderes designados conseguiu formar um governo.

E pergunto: tem cabimento? Todo um gabinete civil, leigo, prestando juramento ante o primaz da Igreja Ortodoxa Grega, Ieronymos II, arcebispo de Atenas e “de toda a Grécia”, e vários outros bispos e arcebispos?

É consequência do fato de a Constituição grega prever que a religião ortodoxa é a “prevalente” no país – um dos poucos países do Ocidente a ter uma religião praticamente oficial.

Parece um país europeu, em pleno século XXI?

A Grécia, portanto, como se vê, não é atrasada apenas na economia.

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FRANCISCO GOMES em 21 de junho de 2012

Pelo fato exposto acima não concordo que isso seja diploma de atraso, vejo sim, que este país têm tradições que ainda não abriram mão, que nada tem haver com atraso. Permita-me dizer que fostes infeliz em vosso comentário, essa é a minha opinião.

Leonardo Scolari Aliende em 22 de maio de 2012

Agora, após ter lhe dito minha primeira impressão, preocupei-me em ler os outros comentários e respectivas respostas. Conclui que realmente seja esse sensacionalismo barato que permeia seu trabalho. Famoso "bem ou mal, falem de mim". Estratégia medíocre, mas que surte resultados quantitativos. E é disso que se trata, não é mesmo? Como eu disse, seu texto foi vergonhoso, mas provavelmente sua inteligência e aptidões para mídia devem ser valorosas. Queria eu ler mais informações de qualidade, discussões bem fundamentadas, mas não é aqui o lugar para isso, não nessa revista, talvez. Enfim, todos nós devemos de conseguir nosso lugar ao sol, e todas as formas hão de ser válidas, desde que exista o respeito pelo próximo. Raramente comento nas noticias que leio. E eu leio equivalente a cerca de 100 páginas por dia. Gosto de informação. Mas fiquei realmente chocado ao ler isso em plenas 6h tomando meu café da manhã. É como ler a opinião de um garoto de 15 anos, que acabou de aprender alguma coisa e está a emitir pareceres sobre esse suposto saber universalizante. Um dia teremos questões das quais esse saber não vai mais encontrar resposta. Respostas como essa não mais se sustentarão. Poderia simplesmente fechar essa página e ler outra coisa, boa ou não, mas vou me arrumar para ir a faculdade, ouvir talvez mais coisas que considero ridiículas. Enfim novamente, é uma pena. Uma pena. Uma pena é que você faça um julgamento tão severo, próximo do ofensivo, de um profissional como eu, visivelmente sem ter lido nada dos mais de 4 mil posts que já publiquei neste espaço. E que não admita que eu expresse minha opinião em prol de Estados leigos da forma que fiz. É uma pena. Uma pena.

Leonardo Scolari Aliende em 22 de maio de 2012

Com todo respeito. Todos nós podemos ter opiniões das mais diversas, fundamentadas nas mais inúmeras fontes de conhecimento. Temos a liberdade de consciência e de expressar nossas convicções. Utilizando da mesma prerrogativa, não posso me furtar a comentar que esse texto carece de qualidade em todos os sentidos possíveis. É preconceituoso e de uma ignorância que só me leva a crer que a única função de estar publicado numa revista de tamanho porte é servir a ignorantes sedentos por sensacionalismo barato Prêt-à-Porter. Uma pena, uma desnecessidade, uma vergonha. Vergonha é alguém que visivelmentge não conhece meu trabalho me acusar de preconceito, ignorância e de fazer sensacionalismo barato. É fácil atirar pedras de longe, não?

Charles A. em 21 de maio de 2012

Sr. Setti, o Sr. irritou-se injustamente comigo desta vez. Não insinuei que o Sr. é ateu, apenas opinei a respeito depois de ler alguns comentários "metendo o pau" nas religiões,mas não citei isso no comentário. Respeito e concordo parcialmente com sua opinião de que o estado deva ser laico,porém tolerante com religiões as mais diversas,mas não creio que deva ser anti-religioso;e há tradições que formam a personalidade, digamos assim,de um país.Também acredito ser preciso respeitar o direito das pessoas escolherem suas religiões e viver de acordo com suas convicções ,desde que isso não implique em agressões a outrem.Também não creio que o laicismo seja obrigatório;cabe a cada país decidir desde que não seja uma ditadura.Resumindo: acredito num estado livre,onde nem a religião nem o laicismo sejam impostos! Não entendo por quê os "progressistas" se irritam tanto com a religiosidade ocidental,mas não se incomodam com as barbáries cometidas pelos estados islâmicos.(Por favor, não me refiro ao Sr.- li outra postagem sua com críticas severas a esse tipo de estado religioso).Perdoe-me se o ofendi ou irritei;não foi intencional. Não há do que se desculpar, prezado Charles. Não me senti ofendido, não. Quem pede desculpas sou eu, por ter sido enfático demais. Entendo perfeitamente sua posição. Um grande abraço e... volte sempre!

Kleyner Arley em 21 de maio de 2012

A Milena Popovic não entendeu o artigo ou esqueceu-se de tomar o remédio pela manhã.

Charles A. em 21 de maio de 2012

Sim,a Grécia certamente foge ao perfil "progressista" de governos modernos como o da França, que reune um monte de gente politicamente correta que pouco compromisso tem com a competência e com o país, para formar um ministério monstruoso com o dinheiro público.Não custa lembrar que democracia é respeitar as escolhas e tradições alheias que sejam compatíveis com a civilização,inclusive as religiosas.Ateus costumam achar-se intelectualmente acima dos demais humanos.Não sei de onde tiram essa certeza,a não ser da preguiça de pensar no assunto. Aparentemente, é mais fácil ser ateu;não há necessidade de prestar contas morais nem a si mesmo(como se isso fosse possível), exceto a seus gurus espirituais,digo, intelectuais ,quase sempre de esquerda...quem despreza os dons espirituais humanos costuma jogar-se nos braços de ideologias espúrias.Mas, cada um no seu quadrado... Embora não diga diretamente, você insinua que sou ateu. Tirou isso de onde? Sou a favor de Estados laicos e da absoluta separação Igreja-Estado. É tão difícil assim entender e respeitar essa opinião?

Tico Tico em 20 de maio de 2012

Prezado Setti. A única utilidade dessas religiões todas, leia-se judaico-cristãs, é retardar o avanço de uma calamidade maior ligada um deus-brimo-do-deserto.

@Medeyer em 20 de maio de 2012

Concordo com a crítica, mas discordo do foco: não vejo diferença entre esse ato e os lordes da Inglaterra, q prestam juramento à Rainha, ou a Presidentes do Brasil e Eua, q prestam juramento à Bíblia. Sou judeu: o Knesset tbm prestaria juramento ao Sinédrio, se esse já existisse, da mesma maneira q o gregos fazem com seu homólogo. Entendo a crítica a essa submissão, mas não entendo a crítica aos gregos somente. Abs! A crítica aos gregos foi feita porque o fato acabou de ocorrer. Mas já critiquei, neste mesmo blog, a presença de crucifixo no plenário do Supremo Tribunal Federal, por exemplo, já comentei o absurdo que é os ministros espanhois jurarem sobre a Constituição -- e um exemplar da Bíblia --, já mencionei, criticamente, o "In God We Trust" que é um lema nacional nos EUA, o juramento dos novos presidentes diante não apenas do presidente da Suprema Corte, mas também da Bíblia etc.. Você não leu posts nessa linha porque deve ser leitor recente do blog, caso em que lhe dou as boas-vindas. Quanto ao Brasil, os presidentes não prestam juramente à nem com a Biblia, não, meu caro Medeyer. Não chegamos a isso, felizmente. Presta-se um juramento referente ao cumprimento da Constituição. Um abração

Fernando em 20 de maio de 2012

Prezado Ricardo, Concordo com vc; separacao do Estado da Igreja eh uma marca do iluminismo, assim com a divisao dos poderes. Se fosse grego, felizmente nao sou, ficaria incomodado com este resquicio. A religiao deve ser, acima de tudo, assunto privado, nao publico. E se quiserem associar o publico com o privado, seja em aspectos economicos ou religiosos, acredito que,entao, criticar eh legitimo. Eh triste ver que um Pais como a Grecia, com belissimas esculturas datadas de milenios (O museum de Atenas eh fabuloso), tenha se transformado num caos generalizado; mas muitos acreditam que a culpa eh dos "outros"... []s! P.S.: senti pelas freiras americanas, acusadas de serem "feministas"... []s!

Willer em 20 de maio de 2012

Atrasada mesmo, Ricardo. Mas não é o único país europeu a mostrar certo deficit de laicidade, veja você a Irlanda. Creio que a lei ainda vigore, mas na Irlanda, país onde a ICAR predomina, blasfemar pode lhe causar uma multa de 25 mil euros. O país onde uma lei como esta existe fatalmente estaria sob influência de forças que deveriam ficar longe de um certo poder temporal, não é mesmo? Mas sem intenção de querer aqui ficar cutucando sentimentos religiosos da simpática população do blog e estou certo que a matéria não teve esta intenção, compreender a influência da ortodoxia grega na formação deste Estado e sociedade exige análises menos apaixonadas e um tantinho mais objetivas. Sugiro aos meus colegas arriscarem uma lida na obra "Why Nations Fail"(link abaixo). De acordo com os autores, os fatores que determinam o sucesso ou o fracasso de um país, nação ou povo não dependem exclusivamente de religião e etnia não desempenha papel algum, antes, de decisões estratégicas tomadas ao longo do tempo e características de uma elite local que geram dois tipos de sistema, um seria "extrativista" e outro "inclusivista'. Why Nations fail, the origin of power, prosperity, and powerty. Daron Acemoglu e James Robinson http://whynationsfail.com/ Para quem tiver curiosidade e paciência, uma palestra do professor Acemoglu no Youtube: http://youtu.be/IRAkz13cpsk Terminando, acho muito legal que os gregos tenham uma religião própria, não é todo povo que tem um canal exclusivo de comunicação com Deus, além do mais esta é uma bela oportunidade para se testar a eficiência do hotline, pois se coisas são como parecem ser só um milagre salvaria os helênicos da falência completa. Abraços e um bom inicio de semana! Obrigado por seu comentário, sempre fundamentado -- e sempre simpático --, caro Willer. Não ignoro a importância da Igreja ortodoxa grega na manutenção da coesão do país. E, sim, conheço um pouco da situação da Irlanda e de seu catolicismo onipresente. Não sabia da multa por blasfemar, mas lembro-me de que houve no país, entre outros horrores ligados à religião, um período em que filhas "rebeldes", especialmente se amadurecessem sexualmente "antes do tempo" ou, o mal dos males, ficassem grávidas, eram internadas pelos próprios pais, e para sempre, em conventos de freitas que eram na verdade prisões. Ou seja, os conventos se prestavam a isso, e, neles, as moças viviam em condição próxima à de escravas. Está tudo documentadíssimo. Isso em plena vigência de um regime democrático.. Sou absoluta e totalmente em favor de que os Estados sejam laicos. Por isso, a situação do Reino Unido, país pelo qual tenho grande respeito e admiração,mas que tem a Rainha como chefe da Igreja Anglicana, religião oficial, me espanta e escandaliza. Acho o fim da picada. Você, porém, está certo em seu fino comentário sobre a hotline exclusiva que talvez os gregos tenham... Torço para que o país não precise de um milagre para erguer-se. Um abração

Mari Labbate *44 Milhões* em 19 de maio de 2012

La tua intelligenza è riflesso della Intelligenza di Gesù Cristo, nel Pianeta Terra, Setti. Apesar da torcida negativa do presidente-em-exercício, Luiz da Silva, os "loiros-de-olhos-azuis" sobreviverão e descobrirão a existência do Criador do Universo. E pensar que acusam, Silva e os petistas, os brasileiros-do-sul de preconceito contra nordestinos. De acordo com esse raciocínio, também eles são preconceituosos. No final, sempre acabam mostrando os seus "rabinhos de diabinhos". A "Guerra do Crucifixo" resolver-se-á com a Vitória do Cristo, na Itália e no Sul do Brasil. Nesses locais tenho certeza, pois iniciei um trabalho espiritual nesse sentido. Avisei até Silvio Berlusconi, na época do conflito com aquela estranha senhora. Concordo com você, Setti, sobre a inadequação de uma religião-oficial. Para a Evolução da Humanidade, basta a Nação declarar, em sua Constituição, ser Ecumênica, que é a tendência do Terceiro-Milênio. Assim agindo, os ateus também serão contemplados, visto que o ateísmo é um estágio passageiro, na vida do Ser Humano. Como pesquisadora de várias religiões, descobri que aceitar a existência de um Ser Superior já é maravilhoso: pode ser Jesus Cristo, o Sol, ou a Natureza. O poder civil necessita descobrir a Metafísica, pois os ateus, geralmente, morrem tragicamente, POR TEIMOSIA.

Ricardo Augusto Soares de Lacerda em 19 de maio de 2012

Ooohhhh Ricardo, vejo que voce e muito culto e em decorrencia de tanta cultura voce naturalmente abomina tais coisas. Salve-nos entao oh cultura suprema!!!! Ave Ricardo!!!!! Com certeza voce deve ter sofrido muito por causa do Senhor Jesus!!!! Digo mais, antes prestar contas diante de um Bispo, do que mutilar uma crianca indefesa no seio materno.

Milena Popovic em 19 de maio de 2012

No comentário anterior, o corretor ortográfico escreveu, contra minha vontade, "dosei" ao invés de "do seu". Perdão pela falha!

Milena Popovic em 19 de maio de 2012

Setti, Atrasado é você, com sua arrogância e falta de respeito pelo país dos outros. Eu respeito muito mais o patriarca da Igreja Ortodoxa Grega que um jornalista arrogante, que se acha o dono da verdade. Partindo dosei pressuposto, a Inglaterra é um país atrasadíssimo. Diga isto à rainha Elizabeth... Cada país com suas regras e cultura, Setti. Se você é ateu, não precisa querer impor sua religião (porque o ateísmo militante não deixa de ser isso, uma religião!) a todo mundo. Se os gregos não quisessem uma religião oficial, já teriam protestado há tempos. Mas eles querem. E não cabe a você, um jornalista que nem mesmo é grego, decidir por eles, Cuidado com a arrogância, ela não leva a lugar nenhum! Barbaridade, Milena. Então eu sou arrogante, dono da verdade, atrasado e... ateu! Fazia tempo que eu não ouvia tantos qualificativos. E esse julgamento à danação eterna você extraiu a meu respeito, das várias décadas de vida que tenho, por um único post! De duas, uma: ou você é um gênio, ou está de mau humor hoje.

Mike em 19 de maio de 2012

O poder civil dos países cristãos não se ajoelha diante de nenhuma religião. Ou o aborto, por exemplo, não seria legal na Inglaterra e na Grécia. Todas as leis são votadas por representantes eleitos democraticamente. - Esses países apenas referendam uma denominação ligada à identidade nacional do país. No caso da Grécia, a Igreja Ortodoxa. - Não há como contar a história da Europa sem falar de Cristianismo, Igreja Católica, Protestantes, Igrejas Ortodoxas. - Não há como contar a história do Brasil sem falar em Catolicismo. É impossível contar a história americana sem falar de Cristianismo e liberdade religiosa. Como falar da formação de Irlanda e Espanha sem falar do Catolicismo? - Qual o mal de prestigiar uma parte tão importante da formação cultural, histórica, social, econômica, lingüística e até do calendário de um povo? - Qual a vantagem de secularizar um país na marra? Qual é a ameaça representada pelo Cristianismo? - Não entendo de onde vem essa sua contrariedade tão grande. Por que essa intolerância toda com uma religião tolerante? Sou radicalmente em prol do Estado laico, Mike. É um direito meu, como é um direito seu não gostar de minha opinião e criticá-la. Tanto é seu direito que publico sua crítica a mim no blog. E também lhe envio um abraço.

Mike em 18 de maio de 2012

Calma, amigo Setti! Isso depõe a favor da Grécia e do cristianismo. Todos os países oficialmente cristãos (o oficialmente judeu e os oficialmente budistas) garantem plena liberdade religiosa. É o triunfo dos valores ocidentais, da liberdade de exercer suas crenças e valores e respeitar as alheias. Não vejo como não sentir orgulho disso. Atraso é ter religião oficial e enfiá-la goela abaixo de todo mundo (todos os países oficialmente muçulmanos). Atraso é a perseguição aos crucifixos que vemos no Brasil e EUA. É atraso. Ter religião oficial é atraso. O poder civil ajoelhar-se a qualquer religião é atraso. Estamos no século XXI, Mike.

Dana em 18 de maio de 2012

A terra da rainha e do principe orelhudo, a Argentina, Israel (que nao eh bem ocidente mas tudo bem)... varios paises ocidentais tem religiao oficial. O bizarro da historia eh ver um pais radicalmente esquerdista como a Grecia ter uma ligacao tao forte - e tosca - com a religiao. Isso eh o tipo de coisa que eu esperava ver no Egito...

Marcondes Witt em 18 de maio de 2012

Realmente, parece haver alguma mistura IgrejaXEstado, maior do que o desejável. Por outro lado, no berço da democracia, nas recentes eleições parece que o povo grego tem demonstrado que, por mais erros que tenham sido cometidos por seus dirigentes, não aceitam perder sua soberania para tornar-se mera colônia. A adesão à União Europeia implica, inevitavelmente, em cessão de parte da soberania dos países-membros. E o aprofundamento da UE, se ocorrer, vai significar mais cessão de soberania ainda.

miriam em 18 de maio de 2012

É, a Grécia é "atrasada" por ter suas tradições.E o Brasil, é atrasado por quê? Que coisa hem? Aqui temos o que há de "melhor" na política, até um semi-analfabeto foi eleito presidente, Somos ou não somos super desenvolvidos?

Rocha em 18 de maio de 2012

Eu NÃO sou ortodoxo grego. Sou Católico. E concordo totalmente com o Tuco (18/05/2012 às 18:32): a Grécia é MUITO MELHOR, nesse aspecto, do que o Brasil, pois lá existe praticamente um Estado com identidade Cristã, enquanto no Brasil NÃO existe um Estado "laico" coisíssima nenhuma. Aqui a petralhada transformou a República Brasileira em um Estado ATEU (o que é BEEEEEM DIFERENTE DE "LAICO") e substituiu a Democracia de Direito por uma DITADURA ideológico-política totalmente perseguidora da Cristandade. Tenho dito.

Gil em 18 de maio de 2012

A Grécia com todos os problemas que está atravessando, consegue oferecer um padrão de vida e proteção social como o Brasil nunca viu. Atrasada em quê?

Valdir A.C. em 18 de maio de 2012

Talvez o periodista preferisse que o novo governo grego prestasse juramento diante do parlamento europeu.... afinal a Europa vai às mil maravilhas, né?! Se os governos erupeus se orientassem sob os preceito judaico-cristãos (cujo o continente é berço) não estariam na banca rota e sob o domínio de Angela Merkel. Afinal ela teve sucesso no que Hitler fracassou: Dominar o continente.

Abraão Bastos em 18 de maio de 2012

Alguns acham um absurdo o juramento perante os bispos ortodoxos, mas se não fosse a resistencia da Igreja Ortodoxa Grega diante do islã Otomano, a Grécia jamais teria atravessado 2000 anos e chegado ao século 21 como nação.

Tuco em 18 de maio de 2012

. Lá difere pouco daqui, já que a malta política presta juramento e reverência ao Lula*****. E então? Se a Grécia é atrasada, o que é o Brasil? .

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