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François Hollande e a companheira, Valérie Trierweiler, na capa de uma revista francesa: só há três meses no cargo, mas já em férias. É quase uma obrigação, na Europa, ir para algum lugar em agosto

Que crise, que nada.

Nem trilhões de euros de dívidas, empréstimos, necessidades de resgate de bancos gigantescos e países de primeiro porte conseguem mudar um hábito que já está no DNA dos europeus — inclusive dos líderes obrigados a lidar com macroproblemas.

Agosto é verão, e verão é sinônimo praticamente obrigatório de férias. Dezenas de milhões de europeus se deslocam de suas cidades de origem, a grande maioria para a praia, boa parte para a montanha — fugindo do calor espantoso — e outros para países das Américas, da Ásia, da Oceania ou da África.

As preocupações do presidente da França, François Hollande, com os rumos da quinta maior economia do mundo não o estão impedindo de desfrutar de uns dias agradabilíssimos com a companheira, a jornalista Valérie Trierweiler, no Forte de Brégançon, residência de verão dos presidentes franceses, instalada num delicioso ilhote na Côte d’Azur.

Hollande tomou posse no dia 15 de maio — tem três meses no Eliseu, portanto — mas já está em férias. Porque, afinal, estamos em agosto.

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A chanceler alemã Angela Merkel: dando um tempo na crise no frescor das montanhas do norte da Itália (Foto: AP)

Até mesmo a “Dama de Ferro” da Alemanha, a chanceler Angela Merkel, deixou um pouco em segundo plano suas convicções sobre austeridade antes que tudo para sair da crise ou suas pressões sobre o Banco Central europeu para que não compre títulos da dívida de países europeus periclitentes e partiu para algum lugar das Dolomitas, a cadeia de montanhas do norte da Itália que integra o complexo dos Alpes.

Está desfrutando das temperaturas amenas da região do Alto Adige, no nordeste da Bota, junto com o marido, o discretíssimo Joachin Sauer, catedrático de Química na Universidade Humboldt de Berlim.

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Mariano Rajoy e Elvira Fernández, em férias

Mariano Rajoy, chefe de governo da Espanha — a bola da vez da crise do euro e da crise financeira internacional — igualmente está trabalhando no Palácio de la Moncloa há pouco tempo: tomou posse a 21 de dezembro, mas, que diabo, a crise pode esperar um pouco.

Junto com a mulher, Elvira Fernández, desfruta de uns diazinhos na casa de verão da família em Sanxenxo, em sua Galícia natal.

Na Europa, no verão, literalmente ninguém é de ferro.

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Marco em 12 de agosto de 2012

Dom Setti: Não dá para querer enfrentar a crise cansado.... (Risos) Abs.

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