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Angra III: obras retomadas em 2010 depois de 24 anos de espera

A iminência de uma catástrofe nuclear no Japão produziu uma reação sensata da presidente Dilma, segundo a qual o governo não tomará decisões sobre a política nuclear brasileira até que as consequências do desastre japonês sejam avaliadas.

O país, como se sabe, já tem em funcionamento as usinas de Angra I e Angra II, na região de Angra dos Reis (RJ). Por decisão adotada durante o segundo lulalato, em 2008, foram retomadas em junho do ano passado as obras de Angra III, paralisadas desde 1986.

A programação em curso no Ministério das Minas e Energia é construir mais quatro usinas nucleares até 2019, duas no Sudeste e duas no Nordeste, em locais ainda não definidos.

Sobre a decisão do governo de observar e aguardar o desenrolar da situação no Japão, leia aqui.

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Joaquim José de Oliveira em 28 de março de 2011

Sr. ministro, gostaria de saber se existe a possibilidade de se utilizar o mar como geradora de energia. Eu acredito na possibilidade, uma vez que o mar é a maior potência do universo. Por exemplo, no caso do Japão, poderia utilizar a usina nuclear para gerar a fonte de geradores à partir das águas do mar. Agradeço a atenção.

Góes em 21 de março de 2011

O profissional de segurança publica precisa ser reconhecido!!! Prestamos um serviço de suma importacia para a sociedade e merecemos respeito.

Rosely em 20 de março de 2011

Eu queria entender por que um "país tropical abençoado por Deus!" não utiliza a energia solar!!!! A Alemanha, com seis meses de neve por ano, já é o país que mais utiliza a energia solar! SEIS MESES DE NEVE POR ANO! E....pasme-se! A energia NÂO È SÒ para esquentar água. Se uma casa possuir energia solar e produzir mais do que gasta, vende o excedente para a companhia local...Tenho um palpite: pode-se construir pequenas usinas solares. Talvez por poder ser pequenas não valem a pena! Afinal, que propinas e superfaturamento pode-se ter!!!!????? Belo Monte & outros elefantes brancos, sim, são promissores para os políticos achacadores do povo!

carlos nascimento em 18 de março de 2011

Ricardo, Hora de profundas reflexões, enquanto ainda sobra tempo e espaço para mudarmos nossa estratégia e planta energética, os riscos do uso da fissão nuclear, qualquer que seja o grau, será sempre alto e as consequências funestas. Avaliem, o virtuoso Japão, detentor de elevado nível de educação e tecnologia, está à nocaute pela irracionalidade do modelo energético, nós brasileiros, com o baixo nível de neurônios dos politicos, iremos plantar uma tragédia que os nossos filhos e netos irão pagar sem qualquer dúvida. É hora de conscientização, o Brasil é um dos poucos Países do Planeta em condições de ofertar um modelo de energia limpa, temos abundância de recursos, hidricos, solares, aeólico,auto suficiência em petróleo, porquê arriscar e partir para modelos que todos nós sabemos, são altamente perigosos. Ouso dizer que o Japão está perdendo substancial percentual de seu PIB, durante conquistado ao longo das últimas décadas, o trabalho e o suor foi todo pelo ralo e a ameaça da radiotividade vai fazer estragos por um bom tempo. O episódio trágico serve de alerta, vamos cobrar uma revisão dos planos, antes que seja tarde demais. Carlos Nascimento.

pedro simon bolivar em 15 de março de 2011

usinas nucleares no Brasil eram, sao e serao absolutamente dispensaveis...ainda mais no paraiso que eh a regiao norte de sp e sul do rj. um verdadeiro absurdo, quase tao grande quanto a argumentacao "energetica" iraniana, forrado em oil barato... o Br tem potencial hidroeletrico gigantesco e ainda inexplorado. ateh no estado de sp - no rio tiete mesmo - hah MW disponiveis nao aproveitados. aqui os predios caem de maduro...e quem garante que aqui n tem terremoto eh um pedante.

SergioD em 15 de março de 2011

Ricardo, os projetos modernos de usinas nucleares são muito mais seguros que os de nossas usinas de Angra II e III, que em termos de segurança tem nível de redundância 4, quer dizer, 4 sistemas replicados para o desligamento seguro dos reatores. Com certeza esse episódio do terremoto no Japão, o nível de segurança de futuros projetos será muito mais aperfeiçoado. Como as avaliações do desastre japonês podem demorar anos, é mais que prudente que os novos projetos de usinas nucleares brasileiras aguardem sua conclusão. Um abraço

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