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O goleiro Iker Casillas recebendo o troféu das mãos do rei Juan Carlos

A sensacional final da Copa do Rei no Estádio de Mestalla, em Valência, na Espanha — em que um gol de Cristiano Ronaldo levou o Real Madrid a vencer seu arquirrival Barcelona por 1 a 0 — foi uma das grandes partidas de futebol dos últimos tempos, e sobre ela vocês, amigos do blog, certamente já leram e viram muita coisa.

Para mim, sempre interessado em detalhes, um momento especial, e raro, foi no momento da premiação, quando o grande goleiro campeão do mundo Iker Casillas, capitão do Real Madrid, se apoiou tranquilamente no ombro do Rei Juan Carlos para subir ao pódio de onde ergueria a copa que o time não abocanhava há 18 anos.

Aparentemente temeroso de o goleirão perder o equilíbrio no alto do pequeno pódio, o Rei — notório boa-praça e sempre bonachão — sustentou a mão esquerda de Casillas, enquanto ele erguia, com a direita, a taça de campeão.

Um grande momento.

Pena que a taça que Casillas recebeu do Rei caiu das mãos do zagueiro Sergio Ramos de cima do ônibus descapotado em cima do qual os jogadores desfilaram durante toda a madrugada passada pelo centro de Madri e foi parcialmente esmagada pelo próprio veículo. Mas, como se pôde verificar, a festa dos jogadores e torcedores não se interrompeu pelo incidente. A taça, que será restaurada, foi logo recolhida ao ônibus.

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1 comentário

carlos nascimento em 01 de maio de 2011

Ricardo, Vou aproveitar o espaço para comentar condutas que me soam estranha, veja: José Mourinho, técnico do Real Madri - R$ 2.500.000,00 -de salários mensais, Luis Felipe Scolari, técnico do Palmeiras - R$ 700.000,00 - de salários mensais, ambos foram expulsos em jogos decisivos e importantes, os dois são de uma truculência verbal pavorosa, incitam os seus jogadores a praticarem jogo violento, Pepe foi expulso, Danilo também, um é Português de nascimento, outro militou bastante tempo na terrinha de Cabral, qual seria a razão dos mesmos terem esse tipo de comportamento ? Êsse modelo não estaria ultrapassado, ao invés de priorizarem a boa técnica, buscam o jogo viril e até mesmo violento, para obterem sucesso, além de viverem culpando as arbritagens por suas derrotas. É hora disso ser revisto, já, com urgência, antes que esse tipo de profissional se multiplique no mundo. E viva o bom futebol, viva Xavi, Iniesta, Messi, Neymar e lógico PAULO HENRIQUE GANSO. Carlos Nascimento.

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