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Débora Rodrigues, a ex-militante sem terra estrela da capa de “Playboy” em outubro de 1997

(Os leitores não têm a menor obrigação de saber, mas a uma certa altura de minha longa carreira no chamado jornalismo hard – cuidando especialmente de temas políticos e relações internacionais – e no desempenho de cargos editorias executivos, coube-me ser diretor de Redação da revista Playboy, entre 1994 e 1999.

Um período muito rico, que, felizmente, deu resultados muito positivos para a Editora Abril e rendeu muitas histórias que nunca contei. E que agora, no blog, estou contando, como já fiz antes. Se quiser conferir a história anterior, leia aqui).

Em 22 anos de história de Playboy até então, nunca tínhamos vivido nada parecido – mesmo agora, aos 35 anos de idade, a revista não viu o fenômeno se repetir. O fato é que de alguma forma vazou, dentro do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a informação, verdadeira, de que uma de suas militantes, Débora Cristina Rodrigues, havia assinado contrato para posar nua para a revista.

A imprensa, como sempre, ficou sabendo. E seu súbito, avassalador interesse por Débora transformou a bela sem-terra num caso espetacular do que os americanos chamam de instant celebrity — alguém que passa, em questão de dias, do absoluto anonimato para a condição de celebridade.

Foi uma loucura midiática – não estou exagerando. Parecia que o mundo vinha abaixo. Reportagens pipocaram não apenas em jornais e revistas das maiores capitais, como O Globo e a Folha de S. Paulo, a Istoé e o Jornal da Tarde, ou os belo-horizontinos Diário da Tarde e Hoje em Dia, ou, ainda, o Correio Braziliense, do Distrito Federal. A coisa se espraiou por dezenas de jornais regionais do país, do Rio Grande do Sul a Pernambuco, do Paraná à Bahia.

Eu a descobri lendo jornal na praia

Playboy tinha sob contrato, na época, uma assessoria de imprensa encarregada principalmente de divulgar a revista para a mídia do interior do país, além de providenciar clippings – coleções de recortes de jornais e revistas e gravações de programas de rádio e TV em que a se mencionasse Playboy. Tenho até hoje, nos arquivos de meu escritório, a montanha de material sobre Débora.

Os programas de fofocas nas redes de TV não falavam de outra coisa. Celebridades, como a socialite Thereza Collor ou a atriz Danielle Winits, palpitavam. Num programa de rádio em São Paulo, a hoje senadora Marta Suplicy (PT-SP), que ainda comentava profissionalmente assuntos de sexo e relacionamento, mesmo sem saber nada de concreto do caso espinafrou a revista e a mim, pessoalmente, por “explorar” uma militante dos “movimentos sociais”.

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Thereza Collor: para ela o ensaio não combinava bem com uma militante

Até um deputado do PT, o bigodudo Luiz Eduardo Greenhalgh (SP), acabou entrando na história, para “defender os direitos” de Débora.

Eu não imaginava, juro que não, que tudo aquilo fosse ocorrer quando, lendo sossegadamente ao sol o Estadão de domingo ao lado de minha mulher no refúgio litorâneo onde recuperava as energias com a família, na escondida minipraia de Sorocotuba, no Guarujá, a 90 quilômetros de nosso apartamento em São Paulo, dei com uma reportagem sobre José Rainha Júnior, o líder dos sem-terra no Pontal do Paranapanema, no extremo oeste do estado.

Num canto da foto em preto e branco de Rainha com um grupo, aparecia uma bela mulher, de calças jeans, rabo-de-cavalo, um boné do MST e grandes brincos tipo argola. Era Débora, e resolvi na hora que iria colocá-la nas páginas de Playboy.

“A beleza no rosto e nos olhos”

Na semana seguinte, na reunião que sempre fazia com meu braço direito na contratação de estrelas e na produção de ensaios fotográficos, a editora Ariani Carneiro, mostrei-lhe o recorde de jornal em que aparecia a foto de Débora e pedi para que ela desse um jeito de entrar em contato com a moça.

Ariani lançou mão de sua formação como jornalista e em pouco tempo, com indicação de colegas do Estadão e os bons ofícios de militantes próximo a Rainha, conseguiu localizar Débora. Ela tinha um emprego na prefeitura de Teodoro Sampaio, cidade de 20 mil habitantes a 670 quilômetros de São Paulo, na região do Pontal.

Não se assustou com a proposta. Ariani, porém, para evitar surpresas sobre as virtudes físicas até então apenas entrevistas numa foto preto e branco da jovem, convidou-a a vir a São Paulo, para conhecê-la pessoalmente.

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José Rainha entregou os pontos: “Nesse caso, por curiosidade, vou ver, sim”

Débora só me contaria depois, mas, apertada financeiramente, foi de carona para São Paulo e chegou até a dormir em banheiro de posto de gasolina.

De todo modo, apareceu na redação, naquela época situada não no imponente edifício que a Abril ocupa hoje na avenida Marginal de Pinheiros, mas num prédio menor, no bairro do Brooklyn. Eu estava em um compromisso fora, Ariani a recebeu.

Débora, aos 29 anos, divorciada aos 20, mãe de dois filhos e tendo uma vida dura – fora motorista de ônibus de bóias-frias, entre outras atividades –, não ostentava um corpo escultural, constatou Ariani. Mas ela ainda se lembra:

— Fiquei impressionada com a beleza do rosto dela, principalmente os olhos.

Um belo dinheiro na época

Ariani merecia minha total confiança nas avaliações do potencial das candidata a ensaios e Débora, portanto, estava aprovada. A surpresa e o barulho que fariam uma edição com uma militante do MST nua nas páginas de Playboy já não seriam poucos.

Sendo realmente bonita, então, era o melhor dos mundos. Ariani lhe fez a proposta financeira que combináramos, ela topou e, dias depois, receberia por Sedex cópias da minuta do contrato, que assinou e devolveu, mantendo uma para si.

Jamais revelo valores de cachês, mesmo tantos anos depois de deixar a revista. Vou abrir exceção desta vez devido à polêmica que se seguiu sobre esse ponto específico: o contrato previa o pagamento de 20 mil reais a Débora.

Um belo dinheiro – lembrem-se de que o episódio é de 13 anos atrás [na republicação do post, 15 anos atrás]. Suficiente para comprar em 1997 dois automóveis médios, ou mesmo pagar parte de uma casa em Teodoro Sampaio.

Recebido o contrato, no começo de abril, estávamos num ano tão movimentado que a feitura do ensaio acabou sendo adiada, adiada…

Editores reportando em Buenos Aires, na Europa, nos EUA…

Àquela altura, já estávamos profundamente voltados para a necessidade de assegurar uma estrela de grande apelo para a edição de 22º aniversário, em agosto – com o detalhe de que a revista de agosto deveria estar pronta na Gráfica da Editora Abril entre o final de junho e o começo de julho.

Eu, pessoalmente, iniciara os primeiros contatos com Marisa Orth, excelente atriz de teatro, cinema e TV mas cuja imensa popularidade decorria sobretudo da burralda personagem Magda, do humorístico dominical Sai de Baixo, da Rede Globo. (Marisa seria, efetivamente, a protagonista da edição de aniversário, com enorme vendagem nas bancas, como contarei em futuro post).

A Redação estava a pleno vapor. Só para citar alguns casos: o editor Ricardo Castilho, entre outras tarefas, preparava dezenas de milhares de questionários que seriam enviados a professores de todo o Brasil para municiar o hoje extinto Ranking Playboy das Melhores Faculdades do Brasil, elogiado pelo ministro da Educação, Paulo Renato, como o mais completo instrumento de avaliação do ensino superior antes da criação do Provão.

O editor Nirlando Beirão, que acabara de voltar de Buenos Aires com um nutrido perfil do estrambótico presidente argentino Carlos Menem embarcara para a Europa, onde retrataria as delícias do principado de Mônaco. O editor Marcos Emílio Gomes estava nos Estados Unidos cuidando de três reportagens – uma delas, a história de um brasileiro que aguardava execução no corredor da morte de uma penitenciária na Flórida. E por aí vai.

O vazamento da assinatura do contrato com Débora, e também dos valores, se deu justamente porque demoramos a produzir o ensaio com a integrante do MST, e ocorreu exatamente no mês de agosto, com a revista trazendo Marisa Orth na capa já nas bancas e, graças a Deus, vendendo barbaridade.

Stedile: “prejudicial para a imagem do movimento”

Falaram Stedile, Thereza Collor, Danielle Winits…

Ao explodir na mídia, veio a público todo tipo de reação. Curiosa acabariam sendo as diferentes posturas dos sisudos, enfezados dirigentes do MST.

João Pedro Stedile, o líder nacional, deixou momentaneamente o planejamento de invasões de fazendas para considerar “prejudicial para a imagem do movimento” que Débora posasse para Playboy.

Segundo Stedile, se o ensaio fosse associado ao MST – um delírio absoluto numa revista que se pretendia elegante e sofisticada como Playboy, e que naturalmente não passava pela cabeça de ninguém na redação que tivesse algum juízo –, afetaria “moralmente” o movimento. Outro chefão dos sem-terra, Gilmar Mauro, amenizou. “Ela não faz parte da direção e não nos cabe julgar suas decisões pessoais”, disse, acrescentando que o MST não era formado por “anjos”.

José Rainha Júnior, talvez até por conhecer Débora pessoalmente, deu um passo adiante. Considerou um “absurdo” a hipótese de se aplicar alguma punição à integrante do MST por causa das fotos. Jurando não ser um “consumidor freqüente” da revista, entregou os pontos: “Nesse caso, por curiosidade, vou ver, sim”.

Celebridades variadas, procuradas pela mídia, entraram no caso. A bela Thereza Collor, esclarecendo não ter “nada contra” a disposição de Débora, opinou, não obstante, que um ensaio de nu poderia impactar o movimento que ela integrava. Norma Bengell, a primeira atriz a aparecer em cenas de nu frontal no cinema brasileiro, no célebre filme Os Cafajestes (1962), lembrou: “O corpo é dela, ela faz o que achar que deve”.

A atriz Danielle Winits também apoiou Débora, assegurou ter recusado um convite da revista – que não houve, só viria muito depois – e considerou “baixo” o cachê acertado. Marta Suplicy, por conta própria, num programa de rádio em que comentava temas da mulher, fez coro sobre o tema “cachê baixo” – que deixara felicíssima a principal interessada, Débora –, falando em “exploração”.

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Norma Bengell : “O corpo é dela, ela faz o que achar que deve”, disse a atriz

Chegam o deputado e seu bigodaço

Tanto se avolumou o falatório que a própria Débora houve por bem querer renegociar o valor do contrato. Por indicação da turma do MST, apareceu para representá-la o deputado federal do PT paulista e advogado Luiz Eduardo Greenhalgh. Combinamos um encontro na redação e, lá pelas tantas, surge o deputado, com seu formidável bigodaço.

Greenhalgh me conhecia há muitos anos. Não éramos próximos, mas tínhamos amigos comuns, freqüentamos as mesmas pessoas e as mesmas festas durante um bom período, quando jovens. Seu apelido brincalhão entre os amigos, ainda me lembro, era “Pirata”. Mesmo assim, ele me tratou com impessoalidade, e a desconfiança de quem lida com um potencial explorador dos pobres e oprimidos.

Além de querer elevar as cifras, exigiu – como se fosse necessário – que nenhum símbolo do MST aparecesse no ensaio. E complementou com a obrigatoriedade de que a moça aprovasse as fotos antes de sua publicação.

Não tive maiores problemas com os três temas.

A fama instantânea de Débora justificava uma melhoria na remuneração, que passou a ser de uma parte fixa bem superior aos anteriores 20 mil, e uma parte variável, que consistia em lhe pagar um xis por exemplar vendido acima de 200 mil exemplares, um xis adicional se as vendas ultrapassassem 300 mil e assim por diante. Algo semelhante, com valores bem inferiores, ao que propus a Vera Fischer, em post já publicado neste blog.

Quanto aos símbolos do MST, bem, o que queríamos era transformar Débora em uma deusa, com lingerie e jóias refinadas, fotografada num belo cenário. (Para que se tenha idéia de como foi, no ensaio, Ariani utilizou, entre outras peças, fina lingerie La Perla, uma camisa de seda de Alexandre Hercovitch e jóias H. Stern).

Finalmente, a aprovação das fotos, com cópia assinada uma a uma pela contratada, era uma rotina em se tratando de estrelas, algo que Débora já se tornara. Nenhum problema.

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Luiz Eduardo Greenhalgh: renegociando o contrato em nome de Débora

O cerdo da mídia, até com helicóptero

Feito o acerto, que estabelecia adicionalmente a confidencialidade dos detalhes financeiros, lá se foi, todo satisfeito, o deputado, que dias depois, porém, revelaria em entrevistas detalhes sobre a participação de Débora nas vendas.

Com a enorme repercussão do caso Débora, resolvemos, é claro, produzir imediatamente o ensaio, que estamparia a capa de outubro. (A de setembro já estava na gráfica). Trazida a São Paulo para preparativos num salão de beleza, Débora voltou à redação, quando finalmente a conheci. Devo testemunhar que, das dezenas de estrelas e algumas dezenas de modelos não tão conhecidas com quem tive contato em cinco anos dirigindo a revista, Débora, pessoalmente, foi de longe uma das mais bonitas que conheci.

A despeito da vida dura que levara, era uma típica, genuína beleza brasileira, de pernas grossas, nádegas salientes e um rosto bonito e marcante, emoldurado por cabelos castanhos. Ostentava também um sorriso agradável e uma covinha no queixo. Com outros integrantes da equipe, a levamos para almoçar num restaurante espanhol próximo, situado no conjunto do World Trade Center.

No dia seguinte começaria o trabalho do fotógrafo Thomas Susemihl e do time constituído por Ariani,  a produtora Silvia Costanti, o cabelereiro Kaká Moraes e o maquiador Lili.

O cerco da mídia a Débora e à equipe da revista tornou a feitura das fotos uma proeza. De nada adiantou o sigilo sobre a escolha do cenário para as fotos — a praia de Camburi, no paradisíaco litoral norte de São Paulo, a 170 quilômetros da capital.

Equipes de TV montaram plantão na porta do prédio onde Débora se hospedava, outros jornalistas descobriram o endereço de Ariani, o Vectra alugado por Ariani e onde viajavam Débora, Silvia, Kaká e Lili foi seguido no trânsito quando buscava o litoral e, mesmo tendo ela conseguido despistar os perseguidores, a casa alugada por Playboy em Camburi acabou sendo acossada por dezenas de profissionais de imprensa — até helicópteros de TV rondavam. “Tinha gente atrás de moitas, subindo muros, e Débora a certa altura não se sentia mais à vontade sem roupa”, recorda Ariani.

É claro que o primeiro dia de trabalho, interrompido por uma entrevista coletiva de Débora, que foi também filmada e fotografada pela mídia, rendeu pouco. No dia seguinte, a imprensa parcialmente saciada, quem não ajudou foi São Pedro: o tempo fechou…

Escapando disfarçada para a Bahia

A equipe decidiu mudar de rumo e, correndo contra o relógio e com minha autorização, rumou para a Praia de Imbassaí, 60 quilômetros ao norte de Salvador, na Bahia. Os cuidados de Ariani foram tantos que nem mesmo Débora sabia exatamente para onde iria — ela própria pediu para só ser informada do destino quando estivesse dentro do avião. Disfarçada com uma improvável peruca preta cacheada, e maquiada com exagero — o batom fez aumentar a boca, por exemplo –, ela conseguiu passar incógnita pelo Aeroporto de Congonhas.

Na Bahia, enfim, o fotógrafo Thomas Susemihl pôde trabalhar. O ensaio, com a chamada (título) de capa “Finalmente — Débora Rodrigues, a sem-terra mais bonita do Brasil”, ocupou 18 páginas da edição de setembro. As vendas superaram ligeiramente os 400 mil exemplares em bancas, que se somaram a 170 mil assinantes. Todo mundo na Abril vibrou com os resultados, que incluíram excelente faturamento em publicidade. Quanto a mim, acho que a mídia falou tanto em Débora que acabou impedindo números ainda mais altos. Mas não disse nada. Afinal, não havia qualquer motivo para queixas.

Hoje ela é piloto na Fórmula Truck

Ainda mais que o fato de haver estrelado a capa de Playboy mudou muito, e para melhor, a vida de Débora Cristina Rodrigues.

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Atualmente, Débora é a única mulher piloto de Fórmula Truck

Ela administrou bem o dinheiro recebido, voltou-se para uma atividade nova — a Fórmula Truck, certame de corrida de caminhões com grande público e forte patrocínio, onde estreou como piloto no ano seguinte, 1998 –, e se casou com um campeão do esporte, o comerciante Renato Martins, fundador da equipe em que corre, a RM competições.

Hoje com 42 anos, Débora vive com o marido, a mãe e os dois filhos numa confortável casa com vasto terreno nos arredores de São Paulo.

Vocês não imaginam a minha alegria ao saber que aquele dia na praia, lendo o Estadão de domingo, além de tudo acabaria nisso.

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94 Comentários

Guilherme em 21 de outubro de 2014

Normal, a escolha foi dela, adulta, consciente, foi paga pra isso. Não vejo ponto de discussão.

Alessandra em 04 de julho de 2014

Ricardo Setti, lembro-me bem dessa história e o bafafá feito na época. Gostaria de saber, se souber me responder, o que ela fez/faz pelo MST após a sua guinada financeira? Não sei responder, cara Alessandra. Espero que nada, para não ajudar esses baderneiros que zombam da Constituição e das leis.

José Figueiredo em 25 de maio de 2014

Que história fascinante, Setti! Sempre o tive na conta de um jornalista competente em todas as áreas em que militou. E também, ao lado do Augusto Nunes, como um especialista em mulheres lindas. Neste caso da Débora, você reviveu a mitologia de Pigmalião. Ainda bem que você não se apaixonou pela sua criatura. Se não, o que você iria dizer em casa?

wilson em 24 de maio de 2014

A Raison de Entré da Playboy desde da sua criação por Hugh Hefner é que a garota da capa e do mês seja na sua concepção "The girl next door" ou seja a mulher que podemos acessar e ver até na mesma rua foi um gol de placa.

João Carlos em 23 de maio de 2014

Perdão pela franqueza, mas hoje em dia não curto mais a Playboy, pois são fotos de modelo perfeitas demais, parecem bonecas... antigamente sem o uso do photoshop as mulheres posavam, o fotógrafo tirava o que ela tinha de melhor, a melhor pose, etc... mas ainda assim, tudo era mais natural, mais mulher... abs, e parabéns pela escolha à época, foi perfeita. Ah! Lembro daquela mulher que atirou um rojão no Maracanâ, não era tão bonita, mas a revista usava eventos do cotidiano para escolher a mulher da capa, e era muito legal...bons tempos...

João Carlos em 23 de maio de 2014

Fiquei curioso da foto original publicada no Estadão...

mairalur em 23 de maio de 2014

Sei lá se você vai ler este meu comentário, mas tenho de fazê-lo. Que criatura fascinante você deve ser. De suas soberbamente bem traçadas linhas transpira honestidade. Humilde sem humilhar-se. Ainda existe gente como você?

joao moreira frades do carmo em 05 de maio de 2013

Todos os brasileiros que tem um pouco de culturasabe do total envolvimento de lula no caso mensalão/valerioduto, já deviam ter aprofundado envestigações e soltado materias sobre o assunto e bem que se diga tem de ser fora de ano politico para não se dizer que seria propaganda eleitoral.

Fred Monteiro em 13 de dezembro de 2012

Lembro bem desse número da revista e da beleza da moça..Isso é o que faz "o olhar jornalístico" o talendto de um editor e a oportunidade que a Débora soube administrar, pessoa consciente e inteligente que é ! Parabéns pela atitude, hoje histórica, e parabéns à Débora, que soube aproveitar o bonde da História, valorizar-se e mudar sua vida. Não fosse isso, até hoje estaria gritando bobagem e morando embaixo de uma lona preta (isso se não tivesse perdido os dentes, a beleza e a esperança, a continuar seguindo esses fanáticos e malucos preguiçosos). Muito obrigado, Fred! E muito engraçado o seu comentário... Abraço

fpenin em 14 de novembro de 2012

Para que não pairem dúvidas: a ex-donzela chama-se PT...

fpenin em 14 de novembro de 2012

Não dá para publicar seu comentário. Sinto muito.

E.Neto em 13 de novembro de 2012

Caro Setti, comprei minha primeira Playboy no exato dia em que fiz 18 anos(tinha outras, mas que ganhei)... No caso a edição da Paula Burlamaqui. Faltou dizer que o ambiente na época era outro e o MST gozava até de certo prestígio entre a população, sendo visto como "coisa boa", como pobres buscando "justiça social" a ponto de ser retratado na Novela Rei do Gado, com um personagem retratado por Jackson Antunes que mais lembrava São Francisco de Assis. Muitos artistas, imitando um "engajamento" de Bono Vox, pagaram mico na época dando apoio público ao movimento. O tempo passou e hoje o MST é visto com maus olhos pela maioria dos Brasileiros. Como um movimento a beira da criminalidade que usa miseráveis como massa de manobra. Hoje sabe como é... pra artista apoiar pega mal.

Angelo em 11 de novembro de 2012

Senhores,Caro Sr.Setti,foi com prazer que li seu texto,quero parabenizá-lo pelo excelente trabalho e sua visão de colocar essa moça maravilhosa,na capa da Playboy,valeu o trabalho seu e de sua equipe,com sua visão,proporcionou a bela jovem uma vida tranquila e uma familia feliz,isto é mais que um prêmio para sí,foi uma forma que Deus encontrou para fazer ambos felizes.

Deonísio da Silva em 10 de novembro de 2012

Setti, faço-lhe, então, uma confidência. Depois de ler esse número da Playboy , em que tantas vezes escrevi (uma matéria sobre a censura me rendeu o Prêmio Abril de Jornalismo, em 1985, que recebi de suas mãos, lembra?)- fui a campo e escrevi o romance Os Guerreiros do Campo, 3 edições até agora, e fora das livrarias ainda por decisão da editora Leya, que tem o copyright, mas que ainda não o publicou e tem ainda mais dois anos para fazê-lo, senão perde o direito de o fazer. De todo modo, a Leya já lançou todos os meus livros de contos reunidos num volumaço, uma seleção de crônicas e dois romances. Estou lendo essas suas deliciosas histórias na VEJA, mas esta especificamente devo-a ao blogue (grafo blogue, em vez de blog, afinal escrevemos dogue e não dog) do Moacir Japiassu, nosso amigo comum, sempre divertido em suas postagens desde Cunha (SP), de cujas janelas de sua fazenda, parodiando o nosso querido Japi, contempla o Brasil e o mundo, sempre vendo o que somente ele vê, sente e escreve. Abraços a vocês dois! Grande Deonísio, claro que me lembro do prêmio! E é uma honra para mim tê-lo como leitor, como já disse várias vezes. Agora você me deixou muito curioso sobre o romance que a Leya -- por alguma razão, não sei qual -- ainda não publicou. Esteja certo de que serei um dos primeiríssimoa a comprar. Valeu a lembrança do querido Japi. Um grande abraço!

Antonio Marmo em 07 de novembro de 2012

Concordo com o Adilson, que espetáculo a Tereza Collor...mas vc não postou nenhuma fotinho repeteco da Débora além da capa...ah!

Renato Carvalho em 05 de novembro de 2012

Grande Setti! Dizem os esotéricos que antes de encarnar a alma decide com os deuses do olimpo como vai ser a próxima vida após comum acordo entre as partes. Então pronto, menos uma dúvida pra me atormentar: já vou encarar a situação com um bilhetinho-cola, "Aí majestade, na próxima quero tudo igualzinho ao Setti, se possível aumentando pra 10 anos o tempo na Playboy, afinal tudo evolui, não é mesmo?" Show meu irmão! É muito bom sentir essa emoção, misto de alegria e ternura, por ver um colega triunfar por suas qualidades ultra-positivas. Ainda há esperança. Grande, fraterno e bem humorado abraço. Gratíssimo. Obrigado por suas palavras, exageradas pela generosidade. Mas lhe garanto uma coisa: se você ficasse 10 anos em Playboy com as pressões que a revista vivia na época para se superar a cada edição não seria tanto show como você imagina, não... Um abração!

João Leopold em 03 de novembro de 2012

Um ótimo relax esta coluna, parabéns!

Adilson Minossi em 02 de novembro de 2012

A propósito, meu caro Setti, a Tereza Collor ainda dá um belo caldo.Não tiro a razão do Fernando Collor de querer "atropelar" a cunhada. Casado com a "Paquita do Agreste" ele fez a comparação e ficou louco pela cunhada. Se você ainda estivesse trabalhando na Play Boy eu gostaria de sugerir contratar a Ideli Salvatti. Poderia não vender nenhuma revista mas a tua caixa postal iria entupir de reclamações. A Ideli, como diria um grande amigo de infância, " é de broxar presidiários" ....e pra superá-la só o Laerte, aquele chargista que resolveu se vestir de Zélia Cardoso de Mello!!!

Paulo Senna em 21 de outubro de 2012

Grande Débora!

Petista arrependido em 20 de fevereiro de 2012

Setti, Bela foto da Débora,mostrando o que ela tem de melhor.

Issamu em 09 de fevereiro de 2012

Caramba, que absurdo! Uma ex-sem terra numa revista símbolo do capitalismo e agora num programa de televisão como mulher grã-fina de burguês? Onde está o Dado Dolabela para descer o porrete na mesa e dizer que ela está traindo o movimento! rs

Mario Mattos em 07 de fevereiro de 2012

Caro Setti, Esses seus relatos são muito agradáveis. Fiquei curioso a respeito da foto do MST que te despertou a idéia do ensaio. Achou que faltou esse complemento. A foto se perdeu no tempo. Precisaria pesquisar uma foto de 15 anos atrás publicada por um Estadão de domingo. Você está me dando uma boa ideia, mas receio que o Estadão não a tenha guardado. Era uma foto de dia-a-dia. Um abração

Auri em 06 de fevereiro de 2012

Interessante é o corporativismo exacerbado petista, a Marta Suplicy não queria que a moça posasse numa no entanto, defende o casamento gay.Nada contra apaenas comparações paralelas.

Mari Labbate *44 Milhões* em 22 de janeiro de 2012

O MST É UM MOVIMENTO INACEITÁVEL! Os integrantes necessitam trabalhar, para COMPRAR terras! NADA é gratuito, no Universo! Agora rica, Débora Rodrigues deveria ajudar as crianças pobres do País...

fpenin em 16 de janeiro de 2012

É compreensível, essa polêmica toda. Para os que tinham Conceição Tavares e Erundina como musas...Dá para entender, não?

luiz em 12 de janeiro de 2012

É uma senhora de sorte. mas ser do MST!!!!, acredito ser jogada de marketing. por ela ser de Teodoro Sampaio-SP Por sinal linda.

Renato em 30 de agosto de 2011

Ricardo, estou adorando esta série. As fotos são boas, sim, mas as histórias por trás delas são ótimas! Parabéns. Obrigado, caro Renato. Tem gente que critica, outros não gostam, outros depreciam, como se trabalhar numa revista como Playboy fosse algo menor -- e não é, evidentemente --, mas acho que são histórias que valem a pena. E no Bytes de Memória pretendo trazer casos e passagens de outro teor, logicamente, como aliás tenho feito, se você me der o prazer de visitar a seção, acessível facilmente pela barra de navegação existente sobre o blog. Abraço

Júlio Almeida em 17 de junho de 2011

Prezado Ricardo, quando teremos uma nova e belíssima história como foi a contratação da Débora Rodrigues? Que tal MARISA ORTH??? Abraço do seu fã! Obrigado pelo fã, caro Júlio. Você já leu a quinta história, referente à Adriane Galisteu, que está na home page do blog? Novas histórias virão logo. A da Marisa Orth também. Abração

jefff em 14 de junho de 2011

Caro Jefff, obrigado pelo material que me enviou. Não o li na época, e não consta do clipping que recebia naquele tempo de uma empresa especializada. Mas não é a essa manifestação que me referi em outra ocasião a você. Esta manifestação que você me enviou é simpática a Débora e compreensiva em relação a ela, embora reduza a publicação a que uma excelente equipe de profissionais e eu demos o melhor de nossos esforço durante anos a fio ao objetivo de "vender, só vender", o que está absolutamente distante do que era nosso pensamento e nossa realidade. Fizemos ali um jornalismo de primeira, com repercussões na própria vida política do país. Ela é do tipo não li e não gostei -- embora, nos anos 80, quando tinha consultório de terapia, haja dado o melhor de seu tempo para uma longuíssima entrevista à revista que, depois, visivelmente passou a desprezar. Mas, repito, agradeço o envio. Li com interesse e vou guardar. Um abraço

jefff em 14 de junho de 2011

Já percebi que a Marta fala antes de pensar..mas as vezes vejo isso como uma vantagem pois diferente dos demais politicos dá para saber alguma coisa do que ela pensa...diferente dos outros que só dão respostas prontas. Procurei no google algo a respeito e achei um texto dela (ALÉM DA CONTA)em que ela criticava o lider do MST Stedille por atacar a Deborah. Agradeço o envio. Não publiquei porque achei que era apenas para minha leitura, embora tenha agradecido e comentado. Se você quiser que eu publique, por gentileza envie de novo que o farei. Abraços

jefff em 14 de junho de 2011

Caro Setti o que a agora senadora disse a respeito de vc? Onde encontro esse material! Caro Jefff, esse material não deve existir, porque foi num programa de rádio. Ela disse uma série de inverdades sobre a contratação de Débora, assunto sobre o qual ela não sabia absolutamente nada -- pois não conversou com Débora, não conversou com ninguém da revista, não tinha acesso ao contrato, que era entre as partes e sigiloso --, e criticou acidamente a revista e a mim pela "exploração" da moça. Débora, porém, estava felicíssima com o contrato assinado e, publicado o ensaio, deu uma guinada positiva em sua vida da qual me orgulho muito.

João Reis em 12 de junho de 2011

Prezado Ricardo Setti, parabéns! O faro que distingue um jornalista de boa cepa produziu uma fascinante história de vida, que ficou ainda mais densa e rica com o depoimento da própria Débora Rodrigues nesse espaço. De fato, a massa de manobra, os seguidores de uma ideologia xiita só levam tinta. Já os ideólogos do "PeTrulhamento" nunca antes vintuplicaram seus rendimentos como agora. Que a Débora continue acelerando nas pistas e na sua vida. E quanto mais avançar, mais sentirá aquela observação de Tom Jobim: "No Brasil, fazer sucesso é sinônimo de ofensa". À perua madama Suplício, um retumbante "relaxa e goza..." Aos "piratas" e demais chicaneiros, ainda restam muitos anos de rentáveis patranhagens. Afinal, o rei da cocada preta prevê o julgamento de aloprados, mensaleiros e outros da mesma laia só daqui a 50 anos. E que o caso da Débora sirva de estímulo para outras pessoas a também romperem a dependência que as torna prisioneiras desses falsos pais dos pobres.

Antonio Carlos em 10 de junho de 2011

Prezado Ricardo Setti, boa noite! Comovente o seu relato sobre essa bela piloto de fórmula Truck. Não tinha passado pela minha cabeça a transformação que se dera na vida dessa moça a partir das fotos na revista. Parabéns a Você e à sua equipe de então, pela descoberta e pela condução do trabalho que proporcionou essa guinada na vida da Déborah. Felicidades a todos. Um abraço. Muito obrigado por sua atenção e por seu email gentil, prezado Antonio Carlos. Fiquei e fico mesmo feliz de ter contribuído para uma guinada para o bem tão profunda como a que ocorreu com a Débora. Um abração

jefff em 10 de junho de 2011

Caro Setti o que a senadora Marta Suplicy disse em 1996 ou seja a 15 anos atrás? Deve ter sido algo bem forte para que depois de tanto tempo o episódio não tenha sido superado! Minha postura crítica se refere às atitudes da senadora como política, não têm nada a ver com nada pessoal. Pensar isso de mim é me insultar.

Luiz Almeida em 09 de junho de 2011

Parabéns Ricardo e Débora, que bela história! A propósito, o "Pirata" ainda está em todas, infelizmente. Ontem era com o terrorista Battisti, anteontem era com a morte do Celso Daniel... Saudações.

Ferreira Pena em 09 de junho de 2011

Ricardo, enquanto o MST continua a bandidagem pelo Brasil, você promoveu um dos seus membros ao estrelato. Muito bom!

wilson em 05 de junho de 2011

Débora os mermidões do socialismo odeiam vencedores,querem sempre ter infelizes e manter os infelizes sob a colera como bucha de canhão para seus sórdidos proselitimos do atraso. Stédile, Rainha e corja não querem solução jamais, querem coitadinhos, pobrezinhos e derrotados. Odeiam o indivíduo pois este não precisa de "paizinhos" a ação individual e livre é inconcebível para estes espertalhões ninguém mais do que você percebeu o marasmo e atraso ao conviver com estes aproveitadores.

Luis em 05 de junho de 2011

Não quero generalizar a partir de um caso isolado, mas o exemplo de Débora ilustra um fato que pode ser constado pelo estudo das práticas do MST: a grande maioria de seus militantes, ao contrário dos líderes da organização, não quer socialismo coisa nenhuma; quer apenas melhorar de vida recebendo benesses do Estado. Quando ela viu que podia ganhar uma boa grana por outro caminho, nem pestanejou. Depois do ensaio, lembro-me que chegou a trabalhar como apresentadora de TV, numa óbvia tentativa de aproveitar a celebridade instantânea, mas durou bem pouco no emprego. Fico feliz em saber que ela se deu bem com a fórmula truck. Um militante a menos para essa organização paramilitar que é o MST.

Jeremias-no-deserto em 05 de junho de 2011

Débora é sensacional e escondia,quando foi feito o ensaio, uma grande força e dignidade de mulher em um corpo de extrema sensualidade. Lembro-me que o ensaio foi muito bem produzido e conseguiu extrair o "glamour" que Débora tem inegávelmente.Só espero que no futuro ela consiga escolher melhor seus amigos e se afaste dessa turminha nefasta do MST.

Carlos em 05 de junho de 2011

Sou fã incondicional de Yoná Magalhães. Acredito que tudo nela seja perfeito: talento, nome de estrela e beleza. Foi você que a desnudou? Conte-nos isso! Caro Carlos, por coincidência -- só por coincidência -- eu estava em Playboy quando a Yoná Magalhães, já cinquentona (sem admitir) posou para a revista, mas quem a "desnudou", com diz você, foi o então diretor de Redação Mário Escobar de Andrade, infelizmente morto prematuramente em 1991. Digo que foi coincidência porque essa minha primeira passagem por Playboy foi relativamente curta, de 1 ano e meio. Mas fui eu quem fiz a entrevista de 10-12 páginas com Yoná, que estava no auge com a novela "Roque Santeiro", e que a revista divulgou por esta razão e também porque ela logo estaria no ensaio de capa. Eu só voltaria a Playboy, desta vez como diretor de Redação, e para ficar 5 anos, em 1994, 9 anos depois desses episódios. Um abração

Ailton em 04 de junho de 2011

J.P.Stedile só tinha um objetivo ao se dirigir á comunidade européia,para fazer tamanha difamação á carne produzida no Brasil. Queria levar todos os gandes produtores de carne do nosso país à falência, e assim, tornar suas fazendas improdutivas. A improdutividade é um dos principais requisitos que o INCRA usa para desapropriar terras para fins de assentamentos agrários.

Ailton em 04 de junho de 2011

Errei o tempo de verbo, disse "façam" em vez de "fizessem"

Ailton em 04 de junho de 2011

J.P.Stedile foi a comunidade Européia pedir que não façam comercio com o Brasil, que o bloco suspenda imediatamente todas as importações de carne oriundas do nosso país. Disse que país usava agrotóxicos proibidos, que gado era exportados com brucelose, febre aftosa e 'mal da vaca louca', carne seguia com laudos falsos do ministério da Agricultura brasileiro. Esse episódio se deu no ano de 1997. O mundo suspendeu por seis meses todas as importações de derivados boviono e suino, Rússia ficou um ano e seis meses sem importar nenhum tipo de carne de quadrupédes.

Lancelot em 03 de junho de 2011

A entrevista do Palocci à Globo (agora em andamento) é só uma piada, não é verdade? Piada de mau gosto, que insulta a inteligência e a moral dos brasileiros que não vivem de favor, mamando no Governo. Antes, pagam uma fortuna de impostos para sustentar o roubo oficial. O deputado-consultor-ministro (ou vice-versa) falou o que bem entendeu e não esclareceu nada. TERGIVERSOU, apenas. O cara arrolou um pouco do seu trabalho, sem mencionar o nome das empresas, e o repórter não foi capaz de perguntar se essa atividade é lícita para um Deputado Federal. Meu cão, que é muito mais inteligente, ético e austero do que a média dos brasileiros, rolou de rir - em sanção moral satírica. Vamos ver agora a autoridade da ******. É essa autoridade, e seriedade de um governo que precisa sobreviver nos próximos 3 anos e meio, que está em jogo. Se a mulher-***** for mesmo independente, demite Palocci já! Esse sujeito não tem condições de continuar.

pedro shinya em 21 de abril de 2011

A DEBORA É UMA MULHER MUITO MARAVILHOSA,EU NW CONHEÇO PESSOALMENTE,MAS VI ELA NA TROCA DE FAMILIA, E ELA É UMA MULHER BATALHADORA,PQ EU SEI COMO É DURO vc,trabalhar duro na terra,vc da seu esforço pra plantar e chega a chuva e acaba com tudo,pq eu tbm desde pequeno que mexo com lavoura,quanta vez tava quase na epoca de colher chegava a enchente e estragava tudo,ai eu sentado no sofa eu pensava pq so pra nos é assimeu ja estava pensando em destir ai no outro dia fui na cidade tava passando na banca de jornal e vi la a revista que falava a historia de uma moça do mst,ai comprei a revista e voltei pra casa e a noite li a revista,e vi a historia da debora,ai eu pensei agora eu nw posso desistir so por uma enchente, tem gente que sofreu mas que eu,ai me deu força de continuar e lutar,agora tenho uma vida normal,estou trabalhando aqui no jp,pra quando eu voltar ai pro brasil que é nosso pais,fazer alguma coisa e ajudar essas pessoa que precisa de ajuda,o debora quando voltar ai pretendo conhecer pessoalmente,pra agradecer pessoalmente,a força que vc me deu,se nw fosse vc,nw sei que seria de mim,muito obrigado por tudo,e continue sempre assim ,como eu vi que vc é na troca de familia uma mulher maravilhosa,bjos

Debora Rodrigues em 11 de abril de 2011

Olá Ricardo!! que chato só achei seu blog agora e foi a Ellen Dastry que me passou, gostaria de agradecer o carinho e respeito que me trata aqui. Quanto a alguns comentários gostaria de esclarecer o seguinte: fui militante do MST, sim,tinha uma casa financiada em 20 anos pela COHAB. Quando aceitei posar pra PLAYBOY eu estava desempregada e sem meus filhos, porque não sei se certos idiotas sabem, mas militantes e ideologia não são remunerados, então quando tive que abrir mão dos meus filhos por falta de dinheiro eu fiquei desesperada e aceitei posar, sim! A única coisa que vc não sabe é que eu não fui de avião para São Paulo eu fui de CARONA(dedo)+- 670km eu demorei 15 horas pra chegar, dormi no banheiro de um posto na beira da estrada com um frio que doía até meus ossos é uma das lembrança que tenho, é incrivél como tem pessoas que tem uma facilidade de denegrir ofender alguém sem ao menos conhecer!! Mas é pelas pessoas que gostam e me admiram que estou respondendo. Você, Ricardo, peço sempre que DEUS continue te iluminando e protegendo. Você me deu a oportunidade e eu aproveitei da melhor maneira possível, beijos Cara Débora, vou corrigir a história. A memória das pessoas não raro falha, não é mesmo? Você não imagina o quanto fico feliz por saber que contribuí para você mudar tão para melhor sua vida. Isso me alegra genuinamente. Um grande abraço e tudo de bom para você e sua família.

vania rodovalho em 10 de março de 2011

Depois que eu a vi no programa Troca de Família, eu acho que ela mereceu toda oportunidade que teve, aproveitou bem, parece ser muito determinada, sem preguiça e bonita. Ela é realmente admirável!

sebastiao em 19 de novembro de 2010

Ela nunca fez parte do MST.Ela era motorista de caminhão que carregava boias-frias para as fazendas.Só se aproveitou do momento,e tem até hoje o QI de uma ostra. Pegue leve com a moça, Sebastião. Eu a conheci e não achei nada disso sobre o QI de Débora, não. Tenho em meus arquivos cópias de jornais com depoimentos do José Rainha Júnior e do João Paulo Rodrigues falando sobre o trabalho dela no MST. Ela não era, isto é verdade, uma "sem-terra". Morava da cidade, não tinha sido "expulsa do campo" nem nada. Mas era, sim, do MST. Essa você perdeu, meu amigo.

Maria em 07 de novembro de 2010

Faltou mostrar a foto de Debora no Estadão!!!! A gente não pode tudo, não é, Maria? Nem de todos os temas no Bytes de Memória tenho fotos disponíveis. No caso, não tenho direitos autorais sobre a foto. Mas é uma boa idéia. Vou ver se é possível pesquisar no arquivo do jornal e aí eu a incluo no post e republico o post. Abraços

Elizeu Sousa em 01 de novembro de 2010

Esta história de bastidores foi muito legal. Não entro no mérito do fato em si, mas na história, no desenrolar do enredo desde o jornal na praia até a moça virar piloto da fórmula truck. Sugiro que o Setti faça um livro, se não já o fez, com semelhantes histórias e crônicas de bastidores. Vai ser um sucesso. Parabéns. Obrigado, Elizeu. Talvez eu me atreva a fazer um livro, naturalmente não apenas com histórias de Playboy. Mas logo vou postar uma interessante e longa: as negociações para que a única filha (única mulher) de Fidel Castro posasse nua para a revista. Aguarde! Abraços

AufWiederhoren em 01 de novembro de 2010

exibir o corpo numa sociedade reprimida e enferma sexualmente não é o melhor exemplo que se poderia esperar de uma militante de causas sociais, como a reforma agrária, ...se foi uma opção pessoal que a partir disso ela que leve uma vida individualizada, voltada pra si própria, como toda a maioria no capitalismo...como militante não tem nada a ver com as aspirações de libertação popular...nem exemplo de uma nova mulher livre desse voyerimo comercial altamente nefasto ao entendimento do que é a mulher e o sexo....

luiz em 31 de outubro de 2010

Era de Teodoro Sampaio. trabalhou, também, como frentista em posto de gasolina. Teve oportunidade, parabens, aproveitou. Sucesso, voce merece. Até

J.Torres em 29 de outubro de 2010

Prezado Setti, Temos que ter um pouco de espaço também para o humor. Vou narrar um fato que testemunhei, na época dessa matéria da Playboy. Em agosto de 97 estava eu numa pequena cidade do interior de Minas, tirando uns dias de férias. Era domingo à noite, num pequeno restaurante. Havia lá uma TV (claro), e lá pelas tantas começou a passar uma matéria sobre este caso no programa "Fantástico". O restaurante estava quase vazio, e todos os que estavam lá prestavam atenção na reportagem, em silêncio. Ao término da mesma, um cidadão me solta essa frase(exatamente assim, nunca me esqueci): "Isso é que é mulher, não aquela capivara velha que eu tenho lá em casa!" Foi difícil para quem estava jantando terminar a refeição, pelas gargalhadas. Grande abraço. Hahahahaha, caro Torres. Este blog estava precisando de um episódio pitoresco pra gente relaxar. E, como disse no texto, Débora, mulher simples, sem os recursos e artifícios das grandes estrelas globais, realmente era bonita de verdade. Abração e obrigado pela visita.

Aniela em 27 de outubro de 2010

Adorei esta materia como gosto de ler tudo quanto voce escreve e das entrevistas que faz. Alem do mais e bom ver uma pessoa como Deborah ter um lugar ao sol.

Claudio Malagrino em 27 de outubro de 2010

Setti, se puder fale algo a respeito de Piera Ranieri, ex-gatinha Capricho e também capa da Playboy há uns bons anos. Oi, Cláudio, ela não posou para a revista durante minha gestão. E hoje deve ser uma senhora de seus 45 anos, por aí, não é mesmo? Abraços.

Claudio Malagrino em 27 de outubro de 2010

Moralismo hipócrita do bando do MST. Sua relação com o governo federal merece adjetivos bem mais desqualificantes. Já o gesto de mão fechada de José Rainha diz tudo...

Matarael em 26 de outubro de 2010

Continuando, minha sugestão é que você publique informações de coelhinhas e capas da Playboy que sumiram da midia. Os leitores mandam um nome e você diz aonde estão, o que estão fazendo... Alguma coisa se consegue na internet, mas é muito pouco. Se der vou sugerir o primeiro nome: Ana Lima, modelo gaúcha, Pantera e capa da Playboy de 1989. É uma índia de olhos verdes que inspirou o desenhista italiano Eleuteri Sarpieri a criar a personagem Druuna. Veja só esse link com uma foto da Playboy e um desenho do Sarpieri: http://media.photobucket.com/image/druuna%20ana%20lima/silvernatchios/Draana_Lima.jpg Bela inspiração, não? T+ Caro amigo, não estou mais em Playboy. Esse trabalho seria interessante, mas não está entre minhas proridades aqui no blog. Agora, leve em conta que essas lindas garotas dessa época são hoje mulheres entre 40 e 50 anos...Vou, porém, continuar contando histórias secretas dos meus cinco anos à frente da revista.

Fabio Domingues em 26 de outubro de 2010

Oi Setti. Não sei se lembrará de mim, fui fotógrafo que tive a honra de colaborar com a Playboy nessa época. Você, Ivan Marsiglia, Grasseti, Marcão, Ariani Carneiro e outros que me fogem à memória agora. Obrigado pela cortesia que você e todos sempre tiveram para com esse foca que chegava de outro canto e caía na redação da mitológica Playboy. Me ensinaram muito, que escola. Muitos "Clicks", muitos "Panteras Gatas e Coelhinhas", tempo bom... Muito Obrigado pela gentileza, e pelas lições de paciência e hulmildade que todos sempre demonstraram para comigo. Um abraço desse teu fã. Fabio Domingues (aka Fabinho) Valeu, Fabinho, lembro de você, sim. Obrigado pela visita e pelo comentário. Abraços

MATARAEL em 26 de outubro de 2010

Rapaz, esse seu blog está cada vez melhor! Setti, há como voce fazer, já que tu tem informações privilegiadas, uma secção do tipo " Caro Matarael, obrigado pelo elogio. Mas seu comentário veio truncado, e não sei o que você iria sugerir como seção. Você poderia repetir o comentário? Obrigado e um abraço

JT em 25 de outubro de 2010

Para quem usa o computador no trabalho e gosta de ler, encontrar este blog é uma temeridade. Estou reservando uns minutinhos antes do almoço e alguns minutos a mais depois do expediente para ler os artigos aqui publicados. Obviamente a Playboy já produziu várias "instant celebrities" e o que as distingue são o lastro que elas carregam. A militante do MST, Débora Rodrigues, tinha experiência em dirigir caminhões e ônibus profissionalmente, mas para ser tornar piloto de provas depois dos 30, ela precisaria bem mais do que um rosto bonito. Talento ela tem, pois o automobilismo é um esporte caríssimo e os patrocinadores não investem na mediocridade. Outras capas de Playboy não tiveram a mesma sorte. A decadência física costuma ser cruel demais com as mulheres e nem todas tem um plano B para levar adiante. É uma pena que a Playboy só publica uma capa por mês. O Brasil tem muita, mas muita mulher bonita nos seus rincões. Não me refiro às modelos esquálidas, mas às mulheres de verdade, com silhueta curvilínea e outros atributos que não convém a um recém casado especificar... Vejo a molecada de hoje desperdiçando sua juventude lavando seus carros tunados, para chegarem no posto de gasolina, se reunir com outros trouxas, beber todas e escutar som alto. Assim não pode, assim não dá! Caro JT, como expliquei no post, deixei Playboy há um bom tempo, embora tenha ainda muitas boas e inéditas histórias para contar. Mas lembro a você que, durante muito tempo -- hoje sinceramente não sei, porque não acompanho a revista tão de perto --, Playboy, embora tendo apenas uma capa, publicava religiosamente 4 ensaios com mulheres nuas por edição. 48 por ano, portanto. Abração e aguarde novas histórias!

sheila lima em 25 de outubro de 2010

Mais uma história da Playboy de que gostei muito.E você conta como ninguém,Ricardo!Agora é aguardar outra,um abraço.

Abreu em 25 de outubro de 2010

Epa, epa, epa!!! Em 24/10/2010 às 14:42, Você disse: «Você acredita no que quiser, inclusive na hipótese de eu ser mentiroso, não é mesmo?» O quê é que é isso, Ricado? Acabei de superar uma enxaqueca daquelas bravas -- com milhões de luzes me ofuscando as vistas e uma bateria de rojões intermináveis esourando em meu cérebro -- e quando "volto ao normal", encontro duas tijoladas suas. Uma, no post em que Você enaltece Elio Gaspari -- que desde há muito tempo não merece minha leitura (e que acabei de responder, e este outro, em que fiz uma brincadeira. Pois bem. Se Você acredita que eu lhe chamei de mentiroso, fique com sua impressão -- nem motivos para escusas eu tenho e seria indigno fazê-lo. Quanto ao fato da Tereza Collor ser milionária, este fato realmente lhe retiraria qualquer estímulo financeiro, eu concordo. No entanto, sabemos que uma das fraquezas mais presentes nos seres humanos de todos os níveis sócio, econômico, culturais e até mesmo político e religiosos é a vaidade. Neste particular é que ela talvez pudesse ser convencida a fazer algum ensaio sobre sensualidade, já que naquelas posições "ginecológicas" a que muitas se permitem fotografar, não faria bem às aspirações políticas que ela parecia nutrir, pois salvo engano, ela chegou a trabalhar na Secretaria do Turismo das Alagoas, etc. Seja como for -- confundindo palavras e se ofendendo, ou não --, deixo-lhe minhas tríplices e fraternais, Saudações:. Caro Abreu, façamos as pazes. O problema é que você ironizou minha resposta sobre o não envolvimento com as estrelas de Playboy. Como se dissesse, "Ah, tá bom, vou acreditar nessa lorota". Na verdade, nunca fiz isso por correção profissional -- seria um absurdo prevalecer-se da posição de diretor para isso -- e por razões pessoais, por ter um casamento que prezo. Um abração e torço para que você se livre das enxaquecas. Ricardo Setti

alvaro em 25 de outubro de 2010

A Playboy deve a seus leitores uma seção de fotos com a mulher mais bonita e maravilhosa do Brasil: Daniela Sarahyba. Ah, Álvaro, felizmente essas preocupações, essas negociações e esses problemas já não são mais comigo. Depois de mais de duas décadas tendo responsabilidades em empresas de comunicação -- entre outras funções, fui diretor do Jornal do Brasil em São Paulo, nos áureos tempos do JB, fui editor-chefe do Estadão, ocupei cargos de direção na Abril --, finalmente posso fazer única e exclusivamente aquilo de que realmente gosto: jornalismo. Nada mais de planejamento estratégico, learning organization, custo-benefício, correr atrás de resultados etc etc. Já dei minha contribuição, Deus sabe. Abração

veiaco em 24 de outubro de 2010

Pois olha Setti que na época achei que seria trabalho de um petista infiltrado na Playboy, o fato humanizou aquele movimento horroroso que usava e usa mulheres, crianças e coitados como bucha de canhão em benefício de políticos, advogados e espertalhões que hoje estão cheios de dinheiro.

santos em 24 de outubro de 2010

Caro Setti, Até hoje duvido que ela tenha pertencido ao "movimento". Sabemos que o MST nada produz, pelo menos nada de bom e belo. Caro Santos, ela não era uma "sem-terra" no sentido de que não vinha do campo. Mas era, sim, militante do MST, como hoje em dia tanta gente da cidade é, querendo um pedaço de terra alheia. Era reconhecida como militante, entre outros, por um dos chefes da turma, João Paulo Rodrigues. Tenho absoluta certeza disso, e nós, de Playboy, na época, não enganaríamos os leitores. Um abraço, volte sempre.

Abreu em 24 de outubro de 2010

Opa! Ricado, Por falta de tempo, quase nunca leio os demais comentários das postagens em que deixo minha opinião. No entanto, nesta, li todos os 26 abaixo e as respostas. Respeitando inclusive aquele que acredita que quem tem méritos não deve ser premiado e gozá-lo/aproveitá-lo (mas não aceitando a idéia subjacente do comentarista -- de que os bem sucedisos sejam culpados pelo fracasso alheio!), creio que valha este novo pitaco da minha parte. Sobre as beldades (ou que assim se entendam) que afirmem ter recusado abordagens da PlayBoy -- que de certo modo foi esnobada pela Vera Fischer (e por um "adEvogado que ela nem sabia que a representava!) --, não me parece impossível que as outras tenham sido procuradas por representantes da Revista que nem a Revista sabia tê-los. É claro que esta hipótese não elide a possibilidade de que algumas tenham tentado se promover a custa de convites inexistentes -- mas isto é "outra coisa". Outro assunto que me chamou a atenção, Ricardo, foi sua afirmativa de que «Nunca me envolvi com nenhuma das contratadas ou contatadas...». Hehe! -- "Tá okay", mas é melhor que fique assim mesmo -- e todos acreditamos... hehe! Por que a Tereza Collor nunca foi capa (e recheio)? Ou terá sido, e eu não me lembro? Abraços, Caro Abreu, Você acredita no que quiser, inclusive na hipótese de eu ser mentiroso, não é mesmo? Quanto à Thereza Collor, ela foi abordada, sim, um pouco antes de eu assumir Playboy, por um amigo que era então redator-chefe da revista ELLE e foi encarregado de escrever um perfil dela. Recusou, como era de se esperar. É de uma família de milionários de Alagoas, e portanto o dinheiro não lhe atraía, e considerava uma exposição inadequada para quem tinha sido mulher do irmão que denunciou o presidente da República. Um abraço.

José Américo C Medeiros em 24 de outubro de 2010

Lembro dessa matéria da Playboy. Mas, linda é a Thereza Collor, um mix da obras de Jorge Amado e Graciliano Ramos. Será que a famosa carta contra Renan Calheiros foi mesmo dela? http://www.htforum.com/vb/showthread.php/52463-Carta-de-Thereza-Collor-a-Renan-Calheiros Caro José Américo, sinceramente não tenho idéia. Abraços

wilson em 24 de outubro de 2010

Ricardo frequentei muito sorocutuba num barraco de madeira e tijolo feito pelos tios e pai do meu amigo e anfitrião feito na "taça" trazendo nas costas restos de material de construção pela encosta e muitos dos nossos companheiros foram fundadores do PT, nenum era burguês e/ou novo rico e sim assalariados gente normal que acreditava no trabalho e não em sinecuras mas a nova classe tem ap em Paris,Roda de Land Rover presenteados. E pratica um esporte estranho chamado luta de classes.Para eles mérito,trabalho e esforço é coisa de pequeno burguês. Caro Wilson, imagine você que eu tinha me esquecido do Land Rover do "companheiro"! É mesmo! A companheirada toda está nadando em dinheiro. Está cheio de ex-peões do tempo do Lulal que hoje estão nos conselhos, quando não na presidência e diretorias, de estatais, ganhando fortunas, viajando pelo mundo de primeira classe e por aí vai. Graças a Deus tudo o que eu e minha família temos, que não é muito mas é mais do que suficiente para que estejamos satisfeitos, foi obtido com trabalho duro. Nunca recebi 1 centavo de dinheiro público, exceto a miséria que me paga o INSS. Comecei a trabalhar (e a pagar religiosamente o INSS, como assalariado) aos 18 anos, e, 46 anos depois, continuo trabalhando. Poderia ter me aposentado pelo INSS com a "aposentadoria especial" de jornalistas aos 30 anos, que então existia -- e era criticada por mim em artigos, como as demais "aposentadorias especiais" que não se justificassem pelas condições insalubres do trabalho -- e, portanto, me recusei a aceitá-la. Decidi cumprir os anos de desconto dos demais trabalhadores. Obrigado por seu comentário, um abração.

Paulo Andrade em 24 de outubro de 2010

Essas histórias são muito interessantes. Gostaria que falasse sobre fotos posadas por mulheres que foram regularmente contratadas, regiamente pagas e nunca publicadas porque o resultado estético ficou abaixo do limite de qualidade da revista. Falava-se, sim no sentido de lenda, desses casos, na era pre Photoshop. Aconteceram? Se, positivo, entendo que nomes não serão citados. Caro Paulo, trabalhei em Playboy em duas ocasiões: entre 1985 e 1986, como editor, e, muitos anos mais tarde, entre 1994 e 1999, como diretor de Redação. Na primeira passagem, nem existia o Photoshop. Para que as mulheres menos perfeitas saíssem bem, os fotógrafos faziam o que é a essência mesma da fotografia -- uma transfiguração da realidade: o uso da luz, dos ângulos, das poses etc. E lembre-se que uma mulher maquiada e produzida, mesmo ao vivo, fica muito mais bonita em geral do que em seu estado natural, quando levanta da cama pela manhã. Na era do Photoshop, eu lhe garanto de forma absoluta uma coisa: nenhuma mulher feia, ou cheia de imperfeições, fica maravilhosa com o uso do Photoshop sem que os leitores percebam claramente. Mas houve, sim, vários casos de contratadas que não produziram o resultado desejado. A mais famosa delas todas vai ser objeto de um post em capítulos que já está pronto e que começará a sair em breve. Aguarde, é uma boa surpresa. Abraços e obrigado pela leitura e pelo comentário.

José Geraldo Coelho em 23 de outubro de 2010

O jornalismo necessita de dois ingredientes básicos. Cultura geral, e sorte. Muita sorte. E pelo jeito você tem os dois. Depois da peripécia para estar no lugar que você mencionou, ver no jornal uma foto do Rainha, um ícone da contravenção política brasileira, você teve a sorte de constatar a presença de uma belíssima "papagaio de pirata" na mesma foto. Deve ter sido para você, uma verdadeira aventura jornalística, tanto pela beleza da mulher como pelas implicações políticas. E para nós uma verdadeira festa quando a revista foi publicada. Na agência de propaganda onde eu trabalhava como diretor de arte, nós recebiamos todas as publicações brasileiras e algumas internacionais. A revista Playboy era arquivada em um armário, trancado a sete chaves, que se chamava "Sacanocotéca". Era um deleite para todos. Nós liamos até os artigos publicados: de vez em quando! Valeu, caro José Geraldo. A gente também dava muito duro para fazer bom jornalismo. Obrigado pela visita e pelo comentário. Abraços.

Joe em 23 de outubro de 2010

Caro Setti, primeiramente quero dizer fiquei chocado com o comentário absurdo das 19:35 (prefiro omitir o nome da figura). Infelizmente, parece que no Brasil ter sucesso é crime hediondo, por isso lhe presto a minha solidariedade. Bem, indo ao que interessa, muito saboroso (isso não é um trocadilho) o comentário sobre a PlayBoy da Débora Rodrigues. Os bastidores, às vezes são tão bons quanto as notícias. No caso da PB e congêneres, entretanto, sempre me intrigou os limites éticos do uso do Photoshop. Entendo até que algumas das fotografadas recebam uma pequena correção, contudo em alguns casos o que se tem é a fabricação de uma nova mulher. Talvez um dos casos mais emblemáticos seja o da Susana Vieira, cujo ensaio nada tem a ver com as montanhas de pele e celulite desta senhora. É certo que quem compra a revista, compra a imaginação, não obstante, a "contrução" de um novo corpo para combinar com o rosto, também retocado, soa-me um pouco desleal para com o leitor. De toda forma, aguardamos mais comentários sobre os bastidores, são muitos bons. Caro amigo, este tema renderia livros, não apenas um simples comentário. De minha parte, sempre mantive, com minha equipe, limites estritos no uso do Photoshop. Aliás, na maior parte da vida de Playboy a revista não o utilizou, porque ele não existia. E posso lhe assegurar uma coisa: é impossível transformar, em Photoshop, uma mulher feia ou não atraente no seu oposto, sem que isso transpareça claramente. Quanto à Suzana Vieira, o ensaio com ela é de mais de 20 anos atrás, acho que mais de 30. E não existia Photoshop. O fotógrafo é que usou luzes e posições que a favorecessem. Seios, por exemplo, fotografados com a mulher deitada não mostram a ação da gravidade tanto quanto em outras posições. Fotografia é sempre uma transfiguração da realidade, e sempre foi, mesmo antes do Photoshop ou outros programas do tipo.

Frederico Hochreiter/BH em 23 de outubro de 2010

Sua preocupação sobre leitores se fixarem apenas na parte politica já se demonstrou infundada. Claro que o tema do dia hoje é eleição mas não deixa de ser interessante ler sobre memórias de coisas e gentes que quem tem mais de 60 anos conheceu e viveu. É estimulante ver que a Debora que todos vimos na Playboy teve o bom senso de não se transformar nisso que chamam hoje de "modelo" ou "atriz". O Brasil deveria ser uma imensa Hollywood, tamanha a quantidade de modelos e atrizes que andam por aí. Mas tudo isso para chegar numa questão que sempre me intrigou. Por que chamam essas fotos de "ensaio"? Millor Fernandes certa vez comentou que as "modelos" por mais que argumentem e aleguem motivos artisticos e estéticos querem mesmo é se mostrar peladas. E eu acrescento que a revista sempre quis mesmo é mostrar mulheres peladas. O tal "ensaio" não é uma forma de encobrir o objetivo final que era mesmo esse? Ressalvo que nunca fui leitor da Playboy a não ser em cadeira de barbeiro. Nenhum preconceito, entenda. Mesmo porque depois de cortar o cabelo e fazer a barba por muitas vezes me demorei lendo aquelas famosas entrevistas que hoje, parece, não são tão atraentes quanto foram. Releve o linguajar um tanto aberto mas suas colunas sempre trazem um ar de papo de bar que aprecio de verdade. Caro Frederico, não é necessário ir tão longe para explicar o uso da expressão "ensaio fotográfico". É universalmente consagrada, e não apenas para mulheres, nuas ou não. Ensaio é um conjunto de fotografias sobre um mesmo tema, só isso. Pode ser um ensaio sobre beija-flores, um ensaio sobre as favelas cariocas, um ensaio sobre a vida dos ciganos e assim por diante. Quanto às entrevistas atuais, não me pronunciarei por uma questão de ética. As do meu tempo garanto que eram relevantes e influentes. Publicamos uma longa entrevista com o escritor português José Saramago, por exemplo, numa edição de Playboy que foi às bancas numa terça-feira, e na sexta foi anunciado que ele ganhara o Nobel de Literatura. E nós havíamos discutido essa possibilidade com ele na entrevista, feita em Lanzarote, nas Ilhas Açores, onde ele vivia. Entre dezenas de exemplos que eu poderia citar, tivemos uma com o grande jornalista Roberto Pompeu de Toledo entrevistando Celso Furtado e por aí vai. Obrigado por sua visita e por seu comentário. E aguarde novas histórias, não apenas sobre Playboy, mas histórias inéditas que vivi em outros veículos. Abraços do Ricardo Setti

Carlos N Mendes em 23 de outubro de 2010

Muito emblemático se descobrir uma militante do MST lendo jornal nas areias quase exclusivas de Sorocutuba, uma daquelas coisas que só florescem onde há previlégios demais e democracia de menos. Foi por causa das Sorocutubas de uns poucos que surgiram coisas como o MST, infelizmente. E mais emblemático ainda descobrir que toda a riqueza murada e vigiada de lugares como Iporanga, Sorocutuba, Sítio São Pedro, Galhetas, 8 marinas, e as praias inteiras de Guaiúba, Tombo, Astúrias, Pitangueiras, Enseada e Pernambuco não conseguiram sequer transferir um mínimo de sua renda para os serviçais que trabalham em suas dependências e fazem parte dos 70% de moradores do Guarujá abaixo da linha de renda per capita paulista. Desculpe, eu tinha que escrever isso. Caro Carlos, Já não mais tenho o refúgio em Sorocotuba. Mas ele, e tudo o mais que minha família e eu possuímos, foi adquirido com o produto exclusivo de meu trabalho, iniciado aos 18 anos de idade (estou com 64), e o de minha mulher, advogada, que também começou aos 18 anos e ainda por cima era arrimo de família. Jamais recebi 1 centavo dos cofres públicos. Não sou, como muitos dos homens públicos de que voce é aparentemente admirador, nem sanguessuga, nem aloprado, nem escondi dólares na cueca, nem violei o sigilo bancário do caseiro Francenildo. Minha família, dos lados paterno e materno, é originária de imigrantes que chegaram pobres ao Brasil. A de minha mulher, idem, de ambos os lados. Meu falecido e inesquecível Pai, como jovem advogado, que se formou em Direito na São Francisco por méritos próprios e sempre estudou em escola pública, começou sua vida desbravando o então difícil interior do Paraná com um jipe que lhe estragou a coluna vertebral e até atentado a tiros sofreu, para sustentar a família de 5 filhos. Então, pegue a sua demagogia barata e vá cantar em outra freguesia, meu caro. Tenho é muito orgulho do que consegui, com trabalho honesto.

José Geraldo Coelho em 23 de outubro de 2010

Rapaiz. Você foi prum lugar tão complicado, mini-praia a 90 km num sei daonde, mais prá lá do que prá cá dois pé de gabiroba, prá ver foto do "Rainha"? Você perdeu seu tempo, e eu perdi a vontade de ler o resto da matéria. Vou respirar fundo e depois volto para ler seu sempre exelente blog. Vê se não complica mais. Uai Caro José Geraldo, se você for até o fim da história acho que vai gostar. Todos os leitores que comentaram a matéria até agora gostaram. Vá lá, quando puder, e depois me diga, tá? Abração

Beto1 em 23 de outubro de 2010

Prezado Setti Interessante os bastidores de uma revista. E também o olhar especializado de um profissional que percebe, num clarão, um bom assunto e coloca a estrutura de uma empresa nesse trabalho. E, claro, obtem sucesso. Parabéns. Outro detalhe interessante é a "turminha" do pt em questionar o moralmente correto. Adora ser estilingue; detesta ser vidraça. Para o aborto, a mulher é dona do seu corpo; para posar nua, não é. São pequenos detalhes que mostram o autoritarismo e o ranço mascarando a ética. Obrigado por sua visita, pela leitura e pelo comentário, caro Beto. E concordo inteiramente com sua assertiva que o pessoal do PT adora sere estilingue e detesta ser vidraça, como o presidente Lula, aliás, tem provado nesses longos, quase intermináveis oito anos de governo. Abração e aguarde novas histórias inéditas, tanto de Playboy como de outros lugares em que trabalhei. Inclusive uma matéria minha, inocente, quando ainda começava em VEJA (onde trabalhei por quase 10 anos, entre os anos 70 e 80), que, imagine você, foi censurada. Tenho até os originais para mostrar aos leitores. E foto olhando de cara feia o então ex-ditador Médico. Abração

Eduardo em 23 de outubro de 2010

Escondo um aperto na garganta uma vontade mesmo de chorar, um batimento cardíaco mais forte... quanta coisa boa! Que coisa maravilhosa! Parabéns, Débora! Parabéns Setti. Parabéns PLAYBOY! Curvo-me diante da magnanimidade de vocês, todos! Caro Eduardo, o que mais posso fazer diante de um email tão comovedor como o seu, além de agradecer de coração? E aguarde, que mais histórias inéditas de Playboy, e de outros lugares por onde passei, vêm por aí. Um grande abraço do Ricardo Setti

joao procopio em 23 de outubro de 2010

leitura boa, sem compromisso, parece saudosa, espero que voce esteja bem e continue a dividir suas 'lembranças', que são "historia" contada por quem fez parte dela. um abraço. tamu junto... Muito obrigado, caro João. Obrigado por seus bons votos. Estou muito bem, sim, felicíssimo. O trabalho aqui no site de VEJA é agradabilíssimo, embora intenso. As pessoas são ótimas, as condições de trabalho, excelentes, os amigos estão por perto. As lembranças do que vivi em Playboy, naturalmente, são boas. Tenho saudades de coisas boas, mas a vida de diretor de Playboy igualmente acarretava a necessidade, imposta por nós mesmos, de fazer ao lado dos ensaios de nu um jornalismo da melhor qualidade, que dava um trabalho ingente, e implicava também imensas responsabilidades, metas a serem atingidas -- e a permanente capa em branco lá na frente, sem nenhum contrato assinado. Um abraço pra você também.

Joaozinho em 23 de outubro de 2010

aro Setti. Essa historia me leva aum Pais distante, longe dessa ...........................sei lá eu! Um Pais mais alegre, menos "politicamente correto", mais alegre, mais autentico...po meu que saco que virou tudo isso. Que saudades do Jobim, do Poetinha, da gente mais humana e amiga, do Rio lindo, de Santos de antigamente, de Ilhabela com suas ruas de terra sem as modernetes que hoje habitam suas praias. Eramos tao alegres naquele tempo apesar das diferencas de ideologias, tao tolerantes entre um chop e outro......acho que envelheci carinha. Então somos dois que envelhecemos, Joãozinho. O Brasil já foi mais ameno e cordial. A radicalização política de hoje em dia está insuportável. Bem, vamos acreditar sempre que o futuro acabará sendo melhor. Um abração e volte sempre, novas histórias virão.

Erasmo Russo em 23 de outubro de 2010

Que história fantástica!!!! E muito bem escrita, como sempre. Parabéns, valeu a pena ler até o fim. Muito obrigado, caro Erasmo. É uma alegria para mim ver que leitores como você apreciam essas histórias. Sempre me preocupo em que os leitores do blog só fiquem na home page e na seção Política & Cia e não leiam as demais, sobretudo Tema Livre e Bytes de Memória, onde estão alojadas as histórias de minha memória profissional. Um abração pra você também.

ALICE MELL em 23 de outubro de 2010

Nossa, Ricardo, vc tem que ser parabenizado! vc mudou a vida dessa moça, deu um destino a ela, pq ela veio parar nas suas mãos espontanemanete, vc lendo um jornal na praia, sme nenhuma intneção, sem pensar no nome dela. Acho sensacional como o destino cruza caminhos ás vezes. É eidente que quem não lucrou, digamos assim, mo MST, deve ter ficado com recalque e ravia da oportundiade que mudaria a vida dessa moça, mas a revolução que um olho clínico causou, embora levando chbatadas até da sexóloga Suplicy, acabou lindamente, com uma família formada e bem finan ceiramente, com condições dignas de viver. Só mesmo a mulher que decide mostra ro corpo em uma revista pdoe decidir se o valor é alto ou "exploração", ninguém mais, e se ele achou bom, ninguém tem o direito de julgar. As pessoas confundem opinião, liberdade de expressão e crença com agressão, insulto, ofensa, eu mesma já sofri isso na net. Vc, pelo que li, foi agredido, insultado por estar fazendo um bem... Talvez essas pessoas se envergonhem hoje das besteiras que disseram, e a própria Débora deve rir disso tudo, enquanto vc deve se sentir orgulhoso de ter saído de cabeça erguida e ler o lindo final da história que iniciou despretensiosamente. Parabéns! Eu te apoio agora e antes! Puxa, Alice, nem sei o que dizer diante de comentário tão generoso para comigo. Mas juro que fiquei muito feliz, mesmo, com o desfecho do caso Débora. Ela era, além de realmente muito bonita, uma pessoa forte, de bom caráter, que merecia ser feliz. Ter estado na capa de Playbou ajudou-a consideravelmente a ter uma vida boa, e guardo isso como uma excelente lembrança do nosso trabalho na revista. Um abração e volte sempre, viu?

celsoJ em 23 de outubro de 2010

Tipo da carteirada que eu adoraria dar: 'sabe com quem está falando?!' Ahahahaha, caro Celso, nada como o bom humor. Se bem que, na verdade, nunca me prevaleci de nenhum posto que ocupei. Sei que é tudo passageiro. Um abraço e obrigado pela visita.

Marco em 23 de outubro de 2010

Caro Setti: Desculpe se me expressei mal, jamais colocaria dúvida no teu caráter profissional ou Familiar. Só estava me referindo a uma época nostalgica da revista para mim. Abs. Sei disso, amigo Marco. As coisas escritas às vezes adquirem um caráter diferente do que aquele que a gente pretendia. O que escrevi era mais na base da brincadeira, do tipo "ei, não me comprometa, hein, amigo?" Você é um leitor muito legal e não há problemas entre nós, não. Abração

Esron Vieira em 23 de outubro de 2010

Só um profissional com olho clínico aguçado é que pode ter uma idéia como esta. Do quase nada consegue algo inédito. Muito obrigado pela gentileza do comentário elogioso, caro Esron. Mais histórias virão por aí. Aguarde! Abraços do Ricardo Setti

Ana Carol em 23 de outubro de 2010

QUEM TIVER COMO COPIAR, GUARDE Eu nao sei Produitor da REDETV, Fabio Barreto diz que gostari de AGREDIR SERRA Olha o odio que o Lula ta espalhando @cenaaberta e pra dizer a verdade se eu tivesse a oportunidade tacaria algo contudente na cabeça do #Serra tb...rsrs 18 minutes ago via web Reply Retweet .duartefabio Fabio Duarte http://twitter.com/duartefabio/statuses/28523953410

Paulo Bento Bandarra em 23 de outubro de 2010

O que o fato mais evidenciava era que o movimento era uma forma de embrutecer as pessoas e as levarem para acampamentos deixando de investir nas suas vidas para procurar vencer. Realidade vista na pobreza ainda persistente na maioria dos assentados que não venderam suas terras para outros. Se a Reforma Agrária produzisse comida Cuba era um celeiro, pelo menos para ele mesmo! 50 anos de fome e racionamento! Felizmente Débora enxergou que tinha caminhos mais livres e dignos para percorrer! Pé na tábua, Débora!

RitaZ em 23 de outubro de 2010

Oi Setti, mais uma delícia de história, fico aquí imaginando como deve sair cara a produção de uma matéria desse tipo, onde são envolvidos vários itens desde a própria modelo, assim como, locação, roupas, maquiagem. Gostaria que um dia você falasse sobre esses custos, se for possível é claro. As pessoas só imaginam quanto a revista deve ter ganho nunca quanto gastou na produção, que deve variar bastante, como você nos deixa mais ou menos entender. Quanto ao Stedile fico impressionada com os parametros de moral desse senhor, posto que: invadir fazendas produtivas, matar animais por prazer, incitar a violência estão dentro do quadro de moralidade do MST, fazer um trabalho honesto não. Ele é imoral! Valeu, Rita. Obrigado pela nova e prazeirosa visita. E pela dica, excelente. Vou pensar em como fazer o que você sugere. Quanto ao Stedile, bem... Deixemos pra lá. Abração Abs, sempre por aquí, Rita

Reynaldo-BH em 23 de outubro de 2010

Parabéns, Setti, Ser um jornalista honesto e íntegro, como sempre foi e será, dá estes frutos! Parabéns à bela Débora, ao marido e família. Uma história com final feliz e continuidade idem. E creio mesmo que o profissionalismo dos jornalistas foi fator determinante para este case de sucesso pessoal e profissional. PS: torço sempre pela Débora na Fórmula Truck! Muito obrigado pela visita, pela leitura, pelo comentário e pelas boas palavras a meu respeito, caro Reynaldo. E aguarde que novas histórias de Playboy virão aí -- além de outras, de outras paragens por onde passei, como as da "Gaveta de Presidentes" que estão na seção "Bytes de Memória". Mas não somente estas, também. Como você, também acompanho a Fórmula Truck sempre que posso. A Débora não está muito bem classificada este ano, mas tem garra. Abraços

Figueroa Xavier(Notícias De Sena) em 23 de outubro de 2010

Acessem Muitas Notícias Disponiveis www.noticiasdesena.blogspot.com

Cristiano em 23 de outubro de 2010

Olá Ricardo Seu blog é excepcional! Já é meu preferido! Não sei o que deu em Veja... Abraços Muitíssimo obrigado pela parte que me toca, caro Cristiano. E mais histórias inéditas de Playboy, e de outros jornais e revistas por onde passei, virão por aí. Aguarde. Um grande abraço do Ricardo Setti

André Costa em 23 de outubro de 2010

cara, que história legal, final feliz pra todo mundo. Obrigado, caro André. E aguarde mais histórias de Playboy e outras de minhas passagens por outras plagas. Abração e volte sempre.

Markito-Pi em 23 de outubro de 2010

Setti, o grande. Os anos de Playboy, renderão , no mínimo mais 50 deliciosas crônicas como esta.Pulei este número da Playboy, pois meu interesse pela moça era zero.Mas, é bom lr tua avaliação. Desta crônica, duas coisas ressalto:1- A sra.Winits, como tantas outras bagulhetes, adoram dizer que "recusaram a Playboy"- 2- Luiz Eduardo Greenhalg, petista de coração, é um sujeito admirável. Querido amigo( Foi meu calouro nas Arcadas)não sei como ainda tem estômago para permanmecer no PT. Isto não o desqualifica, e se vazou a informação, estou certo que foi a pedido da própria Débora ou do Rainha. Defendo-o no escuro.Luiz é pura ética. Acresço uma informação: era e é, ainda, sócio de Airton Soares no escritório de advocacia. Airton foi a primeira vítima do fascismo petista de Zá Dirceu.Perda para o PT e para o Brasil. A Débora, que bom que não se tornou "modelo-e-atriz", eufemismo para michê. Dirigir caminhão daquele tamanho não é fácil. Deus te proteja, Débora. Caro Markito, obrigado pelo comentário. De fato, no meu tempo -- e antes dele também, não sei como é hoje -- fiquei impressionado com o número de atrizes e outras jovens que mentiam descaradamente dizendo que haviam recebido convite de Playboy e recusado. Como nenhum convite ou sondagem era feito sem minha participação, sabia das mentiras descaradas. Outra coisa eram as mentiras sobre cachê. Lembro-me de uma jovem que recebeu algo como 15 mil reais -- não era conhecida, não era estrela, era apenas bonita -- e depois deu entrevista dizendo que, com o cachê recebido, comprara um carro e um apartamento. Isso só nos dava problemas, porque cifras ilusórias acabavam se fixando na memória de atrizes ou famosas de algum tipo que mais tarde seriam convidadas e, de início, pediam somas absolutamente fora do razoável. Quando ao Luiz Eduardo, os fatos se deram como descrevi. Fiquei chateado, porque nos conhecíamos de há muito tempo. Sei que ele trabalha com o ex-deputado Airton Soares, que é grande amigo, independentemente de posições políticas. Os amigos comuns e as festas comuns que descrevi sempre contavam com a presença do Airton. Um abração e bom fim de semana.

Abreu em 23 de outubro de 2010

Parabéns! Gostei da história -- só faltaram as fotos. Lembro-me da aparição da Débora, só não sabia de todo esse frisson, mas a história de Cinderela é muito bonita. Parabéns à Débora, do mesmo modo. Hahahahahahah... Caro Abreu, as fotos não podem ser publicadas porque há a questão dos direitos autorais. Além disso, a esta altura do campeonato, o contrato da revista com Débora deve ter expirado. Finalmente, no site de VEJA fica meio complicado publicar nus, porque ele é muito acessado também por menores de idade.; Legal que você gostou da história. Um garande abraço.

Bruno. em 23 de outubro de 2010

Gosto muito dessas histórias dos seus tempos de playboy, especialmente sobre detalhes que não saberíamos de outra forma. Muito obrigado, caro Bruno. Vêm mais histórias por aí -- de Playboy e de outros tempos. Um abração pra você e bom fim de semana.

Marco em 23 de outubro de 2010

Caro R. Setti: Grande história,parabéns profissional e pelo bom gosto hedonico. Sou muito parecido físicamente com o Collor,até a voz, já que é um tipo aqui do Sul. Sofri muitos preconceitos por causa disso. Mas na juventude na época do ínicío dos anos 80. Aprendi com a Playboy uma tática de sedução infalível q passo para os mais jovens. No momento certo vc diz. " Mereço te ver nua na minha frente". Era certeiro ! Mas sou apenas aluno em relação a vc. Abs. Epa, Marco, não me comprometa, hein? Nunca me envolvi com nenhuma das contratadas ou contatadas, isso seria absolutamente antiético, sem contar o fato de que graças a Deus sou muito bem casado. Quanto a técnicas de sedução, cada ser humano -- homem ou mulher -- tem as suas, né? Um abração do Ricardo Setti

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